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01/07/2011

Mensagem do Pr. Erton Köhler: Respeito e Liberdade


Uma das marcas que caracterizam a Igreja Adventista do Sétimo Dia é sua permanente defesa da liberdade religiosa e de expressão. Levantamos essa bandeira não apenas pensando em defender nossos direitos de crer, pregar e viver nossa fé, mas porque entendemos que toda crença religiosa merece respeito e liberdade. Cada ser humano precisa ter o direito de se expressar, de ouvir diferentes pontos de vista sobre quaisquer temas, incluindo religiosos, e então tomar suas próprias decisões.

Mantemos viva essa visão porque ela é a própria expressão da vontade de Deus. Ele a confirmou ao dar ao ser humano a liberdade de escolher entre o bem e o mal. Tem sido assim desde o Éden. Deus respeita as decisões e expressões humanas, mesmo que imperfeitas ou manchadas pelo pecado. Se essa é a atitude de Deus, não deveria ser também a nossa?

Com frequência, essa atitude tem um preço muito alto. Muitas vezes, sofremos oposição de outros movimentos religiosos que creem diferentemente de nós. Mas essa é a natureza da liberdade de expressão. Mesmo que nos sintamos desconfortáveis, nós os respeitamos e entendemos que eles têm o direito de pensar de outro modo. Em outras situações, nos tornamos alvo do preconceito de meios de comunicação que não entendem nossa mensagem ou estilo de vida. É o preço da liberdade. Mas ele se torna administrável quando usado com respeito.

Em situações mais extremas, muitos de nossos membros sofrem penalidades, como a perda do emprego ou danos escolares e acadêmicos, por sua fidelidade ao sábado. Em tais circunstâncias, sempre lutamos por liberdade para exercer nossa fé sem tirar a liberdade dos outros nem obrigá-los a pensar como nós. Desse modo, demonstramos respeito pela diversidade, ao mesmo tempo em que destacamos a luta pela liberdade.

Temos posições teológicas diferentes das de outras denominações e nunca usamos nenhum meio que obrigue as pessoas a crer em nós ou mesmo a nos aceitar. Pregamos o evangelho bíblico, levando as pessoas à Bíblia e convidando-as a seguir as orientações sagradas juntamente conosco, por meio do batismo. Aceitamos tanto decisões positivas quanto negativas e nunca deixamos de nos relacionar com as pessoas e orar por elas, mesmo que não decidam se unir a nós. Aliás, os números indicam que, em média, de cada cinco pessoas que estudam a Bíblia conosco, apenas uma é batizada. Isso significa respeito pela opinião pessoal e liberdade de escolha.

Nossas normas de procedimento estão descritas no Manual da Igreja e também nos regulamentos de nossa instituição. Apenas solicitamos àqueles que se unem voluntariamente a nós como membros ou servidores, que respeitem nossa visão bíblica, postura e estilo de vida. Por outro lado, não podemos aceitar imposições que nos obriguem a crer, aceitar, defender ou nos calar diante daquilo que entra em conflito com a Bíblia. Essas imposições anulam a liberdade de crença e a de expressão, o que constitui um direito pleno de qualquer cristão e cidadão. Atitudes dessa natureza nos sugerem o princípio de outras imposições de crença e religião, ou mesmo a retirada de liberdades. Não podemos apoiar movimentos assim. O conselho inspirado nos orienta a “lavrar o mais eficaz protesto contra medidas tendentes a restringir a liberdade de consciência” (Ellen G. White, Testemunhos Seletos, v. 2, p. 152).

Um dos exemplos mais claros e atuais pode ser visto no projeto de lei 122/2006, que tramita no Senado brasileiro, o qual trata da atitude dos cidadãos em relação ao homossexualismo. Segundo o projeto, qualquer expressão contrária ao tema ou mesmo a não aceitação de tal prática passa a ser vista como “homofobia”, um ato criminoso. Em outras palavras, o projeto obriga a sociedade a apoiar ou se calar diante do homossexualismo.

Temos uma visão bíblica muito clara sobre o assunto, e nossa igreja não pode abrir mão dela (Gn 1:27; 2:24; Lv 20:7-21; Rm 1:24-27; 1Co 6:9-11). Respeitamos qualquer pessoa, bem como qualquer decisão que ela venha a tomar. Afinal, todos são livres para agir assim diante de Deus e das leis do país, desde que essas leis não imponham sobre outros a mesma visão. Precisamos reforçar os conceitos de respeito e liberdade, pois eles são atributos fundamentais de Deus, manifestados por Cristo e demonstrados na cruz.

Se alguém se considera homossexual, por decisão pessoal, ou mesmo que justifique sua condição dizendo ter nascido assim ou ser fruto da influência familiar, precisamos respeitá-lo. Se a decisão é consciente ou consequente, precisamos tratar essa pessoa com respeito, mesmo que biblicamente não possamos concordar com ela. Discordar não significa desrespeitar. Discordamos da situação ou da ação, mas respeitamos a pessoa envolvida. Essa é a postura correta para um cristão, a qual é compatível com o caráter de Deus.

Respeitar o ser humano não significa apoiar qualquer decisão, ato ou orientação sexual que esteja em desarmonia com a criação, a família e as orientações de Deus. Precisamos preservar nossa mensagem, nossa igreja e nossos membros. Também nos cumpre preservar nossas escolas, colégios de internato e universidades como um lugar adequado para as pessoas que optaram por viver de acordo com a orientação bíblica. Buscamos respeito e liberdade para expressar com equilíbrio e amor a vontade de Deus em relação a todos os temas, incluindo o homossexualismo. Precisamos de respeito e liberdade para seguir a orientação bíblica quanto àqueles que serão membros de nossas igrejas. Afinal, a igreja é um ambiente voluntário no qual se reúnem pessoas que têm a mesma crença. Queremos ser respeitados e ter a liberdade de contratar servidores que creiam e vivam como nós.

Liberdade e respeito são uma via de mão dupla. Por isso, ao buscarmos liberdade nos comprometemos a usá-la sempre com respeito a qualquer crença, pessoa ou opção. Mas não podemos aceitar nenhum tipo de imposição que venha a calar a Palavra de Deus ou os que a pregam e seguem. Por isso, cumpre-nos ser claros ao nos posicionarmos contra atitudes que privem a liberdade de consciência e expressão em termos religiosos ou que tenham efeito sobre a fé. Não vamos promover movimentos públicos para isso, mas, sempre que for possível, devemos destacar nossa posição.

A verdadeira liberdade é a que preserva conceitos, crenças e fé, mas ao mesmo tempo defende o respeito à vida, à integridade e à opinião. Por isso, diante dos fatos debatidos ultimamente em todo o Brasil, como eco das discussões abertas pelo Senado Federal, defendamos o respeito e a liberdade, sendo contrários à imposição de conceitos e opções pessoais ou sexuais sobre todo o país. Por outro lado, oremos para que esse debate aprofunde o conhecimento e a fé dos nossos membros, além de chamar a atenção de pessoas sinceras para a verdade. Afinal, “toda polêmica, toda crítica, todo esforço para restringir a liberdade de consciência é um instrumento de Deus para despertar as mentes que, do contrário, ficariam sonolentas” (Ellen G. White, O Maior Discurso de Cristo, p. 33).

29/06/2011

O Grande Conflito – Tocando vidas pelo mundo


“Sou uma pessoa revolucionária, do tipo silencioso”, disse Wehdy Luhabe, de Johannesburgo, África do Sul, ao repórter. Como uma das mulheres de negócio mais proeminentes da África do Sul e empreendedora social, Luhabe já realizou muitas coisas. O livro “O Grande Conflito”, porém, mudou sua vida para sempre.
Nada parecia diminuir o rítmo de Luhabe, superempreendedora, até que ela fraturou o tornozelo no início de 2010. Enquanto permaneceu em casa recuperando-se, uma amiga lhe deu um conjunto de DVDs do evangelista sul africano, Mark Woodman, que a introduziu ao assunto do grande conflito. Após contar ao filho Lumko e à nora Zanele sobre as coisas incríveis que estava aprendendo, Zanele deu a ela o livro O Grande Conflito, de Ellen G. White. Wendy leu o livro avidamente e ficou tão impressionada que foi à loja de livros adventistas e comprou toda a coleção de livros de Ellen White.
Além disso, Wendy entrou em contato com Paul Ratsara, presidente da Divisão África do Sul e do Oceano Índico. Ratsara ofereceu-se para estudar a Bíblia com ela e, seis meses mais tarde, no dia 23 de outubro de 2010, teve o privilégio de batizar Wendy Luhabe na Igreja Adventista do Sétimo Dia.
“Sendo anglicana toda a minha vida, e há dez anos procurando por uma igreja que defende a verdade, sinto-me abençoada por ter sido levada à Igreja Adventista do Sétimo Dia”, disse Wendy. “Os livros de Ellen G. White foram muito importantes. Quando li O Grande Conflito, compreendi, pela primeira vez, o significado do que aconteceu no Jardim do Éden, da crucifixão de Cristo, da decepção de minha antiga religião, o fato de que o mundo é caracterizado tanto pelo bem como pelo mal e, finalmente, do conflito entre o pecado e a justiça.”
“Já doei esse livro para várias pessoas lerem – inclusive para um bispo da minha antiga igreja. O Grande Conflito foi fundamental na minha decisão para o batismo em outubro de 2010.”
Arriscando-se:
Leah Polischuk – Ucrânia
Esse era um ritual na casa de Leah Polischuk : cobrir todas as janelas, fechar as portas, entrar num pequeno guarda-roupas de madeira e datilografar sob um cobertor para abafar o barulho da antiga máquina de escrever mecânica. Todos os dias Leah arriscava sua vida para que outros fiéis da União Soviética pudessem ler o material religioso contrabandeado, inclusive O Grande Conflito.
“Nunca consideramos essa atividade como um risco”, disse Leah , mais tarde. “A necessidade era grande; fazíamos isso, pois sabíamos que precisava ser feito.”
Leah fazia parte de uma grande rede secreta adventista, que produzia os livros ilegais chamados samizdat (autopublicados) durante o período comunista. Mais de trinta mulheres eram datilógrafas dessa rede secreta que incluía muitas outras mulheres e homens que serviam como tradutores, encadernadores de livros e distribuidores. Além de produzir cópias datilografadas (às vezes, escritas à mão) do O Grande Conflito e outros livros de Ellen White, a rede também traduzia as lições da Escola Sabatina e vários outros materiais religiosos importantes.
Pelo fato de todas as máquinas de escrever na ex-URSS serem registradas e monitoradas pela polícia secreta da KGB, a rede adventista adquiria equipamentos velhos e quebrados, consertava e os usava para produzir os preciosos livros.
Alimento Espiritual Vital
“O Grande Conflito era mais importante para nós do que pão”, disse Nikolai Zhukaluk, coordenador dos livros samizdat na Ucrânia, “porque era nosso pão espiritual.”
Tanto Leah Polischuk como o Pastor Zhukaluk pagaram na prisão o preço por alimentar as pessoas com esse pão espiritual.
Enquanto cumpria pena em sua cela minúscula, Leah, com 25 anos de idade, consolava a si mesma confiando em Deus e em Suas promessas. “Naquela época (durante o comunismo) nos acostumamos a decorar muitos textos bíblicos”, disse Leah, “e ainda me lembro de muitas das promessas que decorei.” Não intimidada pelo tempo que passou na prisão, Leah, quando libertada, voltou ao seu trabalho arriscado, produzindo O Grande Conflito e outros preciosos livros para os que buscavam a verdade. Por meio dela e de outros que também se arriscaram, milhares de livros foram distribuídos pela antiga União Soviética.
Hora de Arriscar
Hoje, os adventistas do sétimo dia em todo o mundo são convidados a assumir o risco e partilhar esse livro importante e oportuno com seus amigos, vizinhos, colegas de trabalho e até mesmo com estranhos.
“Não se intimide e não tenha receio do que as pessoas podem pensar e dizer se os presentearmos com um exemplar do O Grande Conflito”, diz Ted N. C. Wilson, presidente da Associação Geral (AG). “Vá e confie em Deus. Espere, pois Ele fará com que o destinatário leia esse material que contém a verdade, e seja transformado.”
Muitas pessoas estão buscando o sentido para a sequência rápida de acontecimentos ao seu redor, e O Grande Conflito oferece respostas concretas às questões mais prementes sobre a história humana e o futuro do nosso planeta. Com essa compreensão, Ellen White apelou aos adventistas do sétimo dia que divulgassem amplamente esse livro, pois “em O Grande Conflito, a última mensagem de advertência ao mundo é dada mais distintamente que em qualquer de meus outros livros”. (O Colportor Evangelista, p. 127)
Esse conselho é ainda pertinente hoje? Baseado em experiências como a de Wendy Luhabe, na África do Sul, Karen Banner, nos Estados Unidos e Leah Polischuk, na Ucrânia, os líderes da igreja acreditam que a resposta é um incontestável: Sim. Para incentivar os membros das igrejas de todas as treze divisões do mundo a distribuir esse livro em seus países ecomunidades, o Comitê Executivo (A.G.) votou uma iniciativa chamada “Projeto O Grande Conflito”, que visa uma distribuição em massa do livro de Ellen White durante os anos de 2012 e 2013.
Além disso, os membros da igreja estão sendo convidados a preparar-se para essa distribuição, por meio da leitura do livro durante o ano de 2011.
“O Grande Conflito tem as respostas para as perguntas do mundo nesses últimos dias”, diz Delber W. Baker, vice-presidente da AG e diretor do projeto. “Eu incentivo os membros a ler ou reler o livro durante este ano, e então, unir-se à família mundial da igreja comprando vários exemplares e tornando-os disponíveis para familiares, amigos e desconhecidos.”
Os livros O Grande Conflito estão sendo preparados para venda com preços especiais para incentivar a compra de vários exemplares. “Queremos distribuir o maior número de exemplares possível”, diz o Pastor Ted Wilson, “mas esse projeto cumprirá os alvos do Espírito Santo, não os nossos. Vamos deixar que o Espírito Santo nos dirija e sigamos pela fé”.
No Brasil, teremos as versões: A Grande Esperança (Uma seleção de 11 capítulos de ‘O Grande Conflito – condensado’) e O Grande Conflito – condensado (em linguagem atualizada).
O livro A Grande Esperança já está disponível para você ler e ouvir em www.esperanca.com.br/agrandeesperanca. Em julho de 2011 terá início a campanha na internet que visa distribuir 10 milhões de livros digitais.

28/06/2011

Liderança da ADRA Internacional discute estratégias para o futuro do planeta

Brasília, DF...[ASN] Sob o tema “Visão 20/20 – Para um Mundo em Mudança" liderança mundial da Agência Adventista de Desenvolvimento e Recursos Assistenciais (ADRA) se reuniu na cidade de Bangkok realizou entre os dias 8 a 14 de Junho o seu concílio mundial de liderança na cidade de Bangkok na Tailândia. Mais de 70 líderes da agência de várias partes do mundo estiveram presentes. 

O concílio foi liderado pelo Dr. Rudi Maier, recém eleito presidente mundial da ADRA, que apresentou sua visão para a agência para os próximos cinco anos. Estiveram presentes também os três vice-presidentes da ADRA Internacional, Dr. Mario Ochoa, Robyn Mordeno e Ken Flemmer. Entre os muitos temas estratégicos discutidos, se destacaram as profundas mudanças que estão ocorrendo no mundo e que estarão ditando o futuro do planeta, entre as quais, a questão do meio ambiente e da intensidade e frequência dos desastres naturais, as novas tecnologias e o poder das redes sociais, a mudança no poder econômico com o crescimento das economias emergentes e como a ADRA deve se posicionar em relação a esta nova realidade global.

Como convidado especial, esteve presente o pastor Geoffrey Mbwana, Vice-Presidente da Conferência Geral da Igreja Adventista do Sétimo Dia e presidente da Comissão Diretiva da ADRA Internacional.

Para o pastor Günther Wallauer, diretor da ADRA sul-americana, e Paulo Lopes, diretor da ADRA Brasil, outros temas importantes que foram objetos de debate são: a necessidade da ADRA em buscar uma diversificação maior na captação de recursos e a reformulação do plano de treinamento e desenvolvimento profissional da agência através to Instituto Profissional de Liderança da ADRA (APLI)

Reavivamento e reforma na Revista Adventista de julho


Tatuí, SP...[ASN] O movimento de reavivamento e reformas espirituais entre os adventistas, iniciado em outubro na sede mundial da denominação, tem ganhado cada vez mais espaço. Por isso, a Revista Adventista dedica sua edição de julho para aprofundar essa discussão. O número se ateve às orientações breves e práticas, pesquisadas e escritas pelos editores da Casa Publicadora Brasileira.

A matéria de capa trata da conhecida visão bíblica sobre o “vale dos ossos secos”, registrada no livro de Ezequiel. O autor, pastor Alceu Nunes, tendo como base a situação espiritual do povo israelita, faz um paralelo com a realidade do cristianismo atual. No fim da matéria, são descritos e recomendados os princípios que promoveram reavivamentos históricos entre os judeus e cristãos.

Os demais artigos tratam do impacto do reavivamento e reforma espirituais em diversos aspectos da vida como cuidado com a saúde, relacionamento familiar e testemunho pessoal. O número também conta com uma entrevista com o pastor Heraldo Lopes sobre o conceito de sacudidura espiritual nos escritos de Ellen G. White, pioneira do adventismo.

Na seção de reportagens, destaque para a cobertura completa sobre o congresso em Foz do Iguaçú, que reuniu mais de 4 mil pastores; para os diversos encontros sobre pequenos grupos realizados ao redor do Brasil; o reconhecimento dos governos ao projeto Vida por Vidas e à contribuição social do Clube de Desbravadores.

A Revista Adventista é o órgão geral dos adventistas no Brasil há mais de cem anos e pode ser adquirida em uma das 12 lojas da Casa Publicadora Brasileira, nas sedes administrativas da Igreja Adventista, pelo telefone 0800-9790606 ou pelo site www.cpb.com.br. E você pode seguir a revista pelo perfil: www.twitter.com/rev_adventista.

17/06/2011

Seiscentos mil DVDs "O Grande Conflito" serão distribuídos em Minas Gerais

Mais de meio milhão de DVDs “O Grande Conflito” serão distribuídos gratuitamente na região central de Minas Gerais. A ação está prevista para o dia 6 de agosto. Nesta data, os membros da Igreja Adventista do Sétimo Dia na região vão presentear seus amigos, familiares e vizinhos com esta série de estudos bíblicos do pastor Luís Gonçalves, preparando as pessoas para assistirem o Programa de Evangelismo Via Satélite que ocorrerá no mês de novembro.

No último dia 2 de junho os pastores e líderes da Igreja Adventista na região e nos oito países da América do Sul se reuniram em Belo Horizonte, cidade onde acontecerá o Evangelismo Via Satélite de 2011, para discutirem o conjunto de ações estratégicas a serem realizadas para alcançar o objetivo de batizar 3 mil pessoas. 

A reunião tratou, dentre outros assuntos, de uma ação evangelística inédita na região: a distribuição de 600 mil DVDs “O Grande Conflito”. Esta série de estudos bíblicos do pastor Luís Gonçalves foi reproduzida em grande quantidade e disponibilizada em uma nova embalagem, mais moderna e impactante, especialmente preparada para a ocasião.

Para o pastor Jolivê Chaves, diretor do Ministério Pessoal da nos oito países da América do Sul, é muito importante traçar planos cada vez mais ousados para a Igreja. Durante o encontro, ele apresentou a biografia de personagens da história geral que realizaram grandes sonhos, mesmo que parecessem impossíveis de serem alcançados. Ao relacionar os relatos da história com a perspectiva bíblica ele concluiu: “Se nós nos estruturarmos com grandes sonhos, Deus vai nos dar grandes vitórias”.

Seguindo a mesma retórica, na perspectiva motivacional, o pastor Luís Gonçalves discursou sobre a proclamação do evangelho nos últimos dias. Afirmou que a mensagem do evangelho levará cada ouvinte a tomar uma decisão. Após apresentar vários relatos de pessoas que decidiram se tornar Adventistas do Sétimo Dia, tanto no Brasil como no exterior, comentou: “Foi o DVD ‘O Grande conflito’ que deu o start para essas conversões. E no ano que vem, nós vamos contar histórias de Minas Gerais”.

Ainda durante o evento, mais de cinquenta pastores se uniram em oração para pedir a benção divina. Eles estenderam as mãos sobre parte dos DVDs e pediram a Deus para abençoar a entrega do material. Eles almejam ver outras pessoas sendo batizadas a partir deste trabalho.

Na avaliação de Leandro Rafael, Adventista do Sétimo Dia residente em Belo Horizonte, a liderança da Igreja está realizando um trabalho bastante significativo. “Vejo que as ações evangelísticas estão cada vez mais arrojadas. Eu fiquei maravilhado ao ver a dimensão do projeto. Sinto que a Igreja tem acordado, e que a cada ano está realizando empreendimentos maiores”.


Nota: A mensagem vai propagar como "fogo na palha".

16/06/2011

Os adventistas ensinam que os observadores do domingo têm o sinal besta?

Os adventistas do sétimo dia não ensinam que os crentes que guardam o domingo têm o sinal da besta.
O livro “Questões Sobre Doutrina”, que apresenta a posição oficial dos adventistas a respeito de suas doutrinas distintivas, assim se posiciona a respeito de nossa compreensão sobre o “sinal da besta”:
“Os adventistas do sétimo dia creem que as profecias de Daniel 7 e Apocalipse 13, relativas à besta, se referem particularmente ao papado [não aos irmãos católicos que nada têm a ver com isso!], e que as atividades e o futuro poder perseguidor serão postos em nítida evidência exatamente antes da volta do Senhor em glória. Compreendemos que o sábado, então [no futuro], se tornará uma prova mundial” (“Questões Sobre Doutrina” [Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2009], p. 158)
Apesar de tamanha clareza, muitos críticos alegam que “os adventistas ensinam que os observadores do domingo têm o sinal da besta”. O texto a seguir de Ellen White deixará ainda mais escancarado a mentira dos tendenciosos que escrevem sem ir às fontes primárias:
“Mas os cristãos das gerações passadas observaram o domingo, supondo que em assim fazendo estavam a guardar o sábado bíblico; e hoje existem verdadeiros cristãos em todas as igrejasnão excetuando a comunhão católica romana, que creem sinceramente ser o domingo o dia de repouso divinamente instituído. Deus aceita a sinceridade de propósito de tais pessoas e sua integridade (O Grande Conflito, p. 449)
E ela continua, na mesma página:
“Quanto, porém, a observância do domingo for imposta por lei [algo futuro], e o mundo for esclarecido [ninguém será pego de surpresa nesse ponto] relativamente à obrigação do verdadeiro sábado, quem então transgredir o mandamento de Deus para obedecer a um preceito que não tem maior autoridade que a de Roma, honrará desta maneira o papado mais do que a Deus. Prestará homenagem a Roma, e ao poder que impõe a instituição que Roma ordenou. Adorará a besta e a sua imagem”. (Confira também o que ela escreveu no livro “Evangelismo”, p. 234, 235).
Perceba que Ellen White diz que as pessoas receberão a marca da besta “quando a observância do domingo for imposta por lei” e “o mundo for esclarecido” sobre o verdadeiro dia de guarda. Ela não afirma em hipótese alguma que os cristãos hoje têm a marca da besta, mas sim que certos religiosos terão tal sinal depois que for dado o decreto dominical (conferir Apocalipse 13), que obrigará a todos a fazerem do domingo o dia de guarda no lugar do sábado da criação, memorial do Deus Criador e sinal da autoridade dEle (Ex 20:8-11; Ap 14:6,7).
Seria incoerente Ellen White acusar a todos os cristãos atuais de “seguidores da besta” sendo que ela mesma diz que eles estão “verdadeiros cristãos” e que estão “em todas as igrejas”! Avalie isso à luz da evidência.
De maneira clara Ellen White – e os adventistas informados – ensinam que a observância do domingo hoje ainda não é o sinal da besta.
GOSTO PESSOAL VERSUS HONESTIDADE INTELECTUAL
Que os críticos não gostem das mensagens de Ellen White é de se esperar. Porém, é lamentável a maneira tendenciosa com que muitos deles distorcem os escritos dela para colocarem em sua “caneta” aquilo que ela jamais escreveu.
Pelo menos por uma questão de cristianismo, honestidade acadêmica e salvação eterna (Ap 22:15), deveriam apresentar todo o posicionamento dela sobre o assunto, para que pessoas sinceras não desenvolvam um preconceito injustificável contra a mensagem adventista que é puramente cristã.
Graças a Deus por pessoas como o apologista Dr. Walter Martin, que depois de pesquisar pessoalmente sobre o adventismo, escreveu:
“É minha convicção que não se pode ser uma verdadeira Testemunha de Jeová, Mórmon, cientista cristão, etc., e ser um cristão no sentido bíblico do termo; mas é perfeitamente possível de ser um Adventista do Sétimo Dia e ser um verdadeiro seguidor de Jesus Cristo a despeito de certos conceitos heterodoxos…” (Walter Ralston Martin, “The Kingdom of the Cults” [Mineápolis, Minessota: Bethany House Publishers, 2003], p. 535)
Dr. Martin não chegou a essa conclusão por acaso. Ele leu o que a liderança da Igreja escreveu sobre a marca da besta no livro “Questions on Doctrine”, publicado na língua portuguesa (Questões Sobre Doutrina), na página 161 (versão em português):
“Temos a firme convicção de que milhões de cristãos piedosos de todas as crenças, através de todos os séculos do passado, bem como aqueles que atualmente confiam sinceramente no Salvador Jesus para se salvarem e que O seguem em conformidade com a luz que receberam, inquestionavelmente estão salvos”.
Espero de coração que os críticos sinceros se arrependam de acusarem os adventistas de “exclusivistas”, pois, oficialmente reconhecemos que muitos que guardaram (e guardam) o domingo (na sua sinceridade de coração, conforme a luz que receberam) serão salvos, sem necessariamente serem adventistas do sétimo dia. Claro: isso não é desculpa para continuar pecando, transgredindo ao quarto mandamento, depois de receber luz sobre o assunto (1Jo 2:4; Mt 7:21-23; Ap 14:12).
DICAS FINAIS
Caso tenha vindo a sua mente uma citação de Ellen White em que ela “afirma” que “santificar o sábado implica em salvação eterna”, clique aqui para compreender o texto em seu contexto. Vá direto à “fonte” e não perca o seu tempo em sites e livros de críticos que são “mestres” em descontextualizar os escritos adventistas.
Em momento oportuno irei expor a você um breve estudo exegético e histórico sobre Apocalipse 13. Enquanto procuro tempo para isso, você poderá:
a) Estudar o ótimo livro “Podría Ocurrir? Apocalipsis 13 a la luz de la historia y los sucesos actuales”, de Marvin Moore.
Pode ser adquirido com a Asociación Casa Editora Sudamericana (ACES, na Argentina) pelo site http://www.aces.com.ar (o valor está em Pesos, não em Reais)
b) Ler a Parte V do livro “Questões Sobre Doutrina” que responde “Perguntas Sobre o Sábado, o Domingo e o Sinal da Besta” (p. 138-168), especialmente a resposta à pergunta 18 (p. 157-159), que apresenta “O Conceito Histórico do Sinal da Besta”. Você verá que a interpretação adventista de Apocalipse 13 (a respeito do papado na profecia e não do sábado) é a mesma seguida pelo protestantismo no passado!
 “Ora, estes de Beréia eram mais nobres que os de Tessalônica; pois receberam a palavra com toda a avidez, examinando as Escrituras todos os dias para ver se as coisas eram, de fato, assim.” (At 17:11)
Por Leandro Quadros

Portal da Educação Adventista alcança países da janela 10/40

Há oito anos, o Portal da Educação Adventista (www.educacaoadventista.org.br)  tem como objetivo principal reforçar a missão da educação adventista. Por meio dos serviços desenvolvidos e conteúdos apresentados de acordo com a filosofia cristã, o portal oferece apoio direto e indireto à rede. De acordo com a ferramenta Google Analytics, nos últimos três meses a página recebeu mais de cinco milhões de  visualizações e, desde o início deste ano, foram registradas cerca de mil visitas de pessoas que vivem em 35 países localizados na Janela 10/40.

Janela 10/40 é o termo criado para designar os 62 países localizados a 10 graus de longitude e 40 graus de latitude acima da Linha do Equador, numa área traçada por uma linha imaginária do oeste da África até a Ásia. A liberdade religiosa é restrita nessa região. Lá vive a maioria dos adeptos do islamismo, hinduísmo e budismo.

O número de acessos ao portal tem aumentado gradativamente. Além dos conteúdos exclusivos apresentados aos alunos, pais e educadores, também há aqueles que estão disponíveis para o público em geral (multimídias, artigos, curiosidades, etc.). Resultado disso é o amplo alcance das páginas virtuais, ultrapassando a América do Sul e alcançando até mesmo nações distantes, como é o caso dos países que integram a Janela 10/40.

Atualmente a educação adventista está presente em 150 países e tem aproximadamente 1,5 milhão de alunos. A rede não está presente em todos os países por causa das restrições à liberdade religiosa, mas a internet é um meio pelo qual as pessoas podem ter acesso a essa educação redentora.

10/06/2011

Quanto tempo mais demoraremos a decidir?

A vida é uma constante mudança. Ainda mais quandoconhecemos Jesus e a Sua verdade. Nesse momento, de imediato se traçam novos planos, novos procedimentosque, não poucas vezes, exigem alterações profundas naquilo que somos.

Parece que se estivermos num início dessa nossa caminhadacom Jesus, facilmente removemos tudo o que há do "antigo homem". Não nos é custoso, não nos queixamos nem lamentamos; simplesmente, sabemos estar num novo rumo e não queremos nada a impedir o Seu trabalho em nós.

Contudo, com o passar do tempo, e caindo num ritmo que se nos afigura confortável, esse ânimo e determinação parece esfriar-se... Começamos a criar a (falsa) ideia que já alterámos o que havia a alterar e resta apenas manter o estado atual. Grave erro, este!

Devemos assumir que por vezes há reformas e mudanças que se nos apresentam de forma indiscutível, que reconhecemos provenientes Daquele que sabe o que é o melhor, mas que chocam frontalmente com alguns gostos e vontades pessoais, provavelmente acarinhados durante muito tempo no passado. E por isso se torna difícil romper com hábitos, quebrar um ciclo, decidir por um novo comportamento, uma nova postura.

Até tentamos criar na nossa mente uma série de razões que, tentando um auto-convencimento que, no fundo, não colhe a não ser numa vontade que prefere não mudar, apenas deixam tudo como dantes. Infelizmente, muitas das vezes, é nossa escolha permanecer agarrados a esses hábitos (diria mesmo tradições...) para os quais não encontramos qualquer fundamento lógico, muito menos bíblico - apenas e só, preferimos ficar aprisionados numa prática à qual erradamente, ou por falta de conhecimento, nos habituamos.

Fico a pensar como é tão fácil, pelo menos pacífico na maioria dos casos, para aqueles que conhecem a nossa Igreja, abandonarem certos alimentos, álcool, tabaco, trabalho ao Sábado, etc.. Porque sabem que estão a fazer boas escolhas, motivadas pela nova vida em Jesus, passa imediatamente para segundo plano aquilo que os familiares e amigos vão dizer ou pensar, e outros danos colaterais que sempre existem.

Por outro lado, é com tristeza que se constata as resistências que há em prosseguir com esse caminho pela vida fora. Sim, porque há sempre reformas, mudanças, com o obejtivo único de uma maior santidade, uma maior adequação com o propósito de Deus.

Veja o que Ellen White deixou em Atos dos Apóstolos, p. 232 (negritos meus para destaque):
"Onde quer que as verdades do evangelho sejam proclamadas, os que honestamente desejam proceder com retidão serão levados a exame diligente das Escrituras. Se nas cenas finais da história da Terra, aqueles a quem são proclamadas verdades decisivas seguissem o exemplo dos bereanos, examinando diariamente as Escrituras, e comparando com a Palavra de Deus as mensagens a eles levadas, haveria hoje em dia grande número de pessoas leais aos preceitos da lei de Deus, onde agora existem relativamente poucos. Mas quando são apresentadas verdades bíblicas impopulares, muitos se recusam a pesquisá-las. Embora incapazes de refutar os claros ensinos da Escritura, manifestam extrema relutância em estudar as evidências oferecidas. Alguns presumem que mesmo sendo essas doutrinas verdades incontestes, pouco importa aceitarem ou não a nova luz; e apegam-se a fábulas agradáveis usadas pelo inimigo para desviar as almas. Assim são suas mentes cegadas pelo erro, e eles ficam separados do Céu."
Quão pobres somos quando escolhemos deliberadamente seguir com a nossa vontade, os nossos hábitos e tradições mundanas, em detrimento de optar pelas reformas e mudanças que Deus nos pede! E quão leve nos parecerá esse custo quando, finalmente,não houver mais oportunidade para o fazer...

02/06/2011

Declaração oficial dos adventistas do sétimo dia sobre o homossexualismo

Um Manifesto em Favor da Liberdade de Consciência e de Expressão foi entregue hoje de manhã, dia 1º de junho, ao deputado federal João Campos, que preside a chamada Frente Parlamentar Evangélica. O documento foi preparado a partir de iniciativa da Associação Brasileira de Instituições Educacionais Evangélicas (ABIEE) e é subscrito por outras instituições, inclusive a Igreja Adventista do Sétimo Dia. A entrega foi feita nas dependências do Senado Federal, em Brasília. Até o fechamento desta reportagem, o documento ainda não havia sido entregue ao senador José Sarney, presidente do Senado, conforme previsto pela ABIEE. O Manifesto foi redigido em resposta ao Projeto de Lei da Câmara nº 122/2006, que tramita no Senado Federal e criminaliza manifestações contrárias à homossexualidade. Segundo o documento apresentado, “o referido Projeto de Lei da Câmara 122/2006, ao tornar crime manifestações contrárias à homossexualidade, incita à discriminação ao promover a censura da consciência e expressão, promove a violência defendendo a liberdade para uns e suprimindo a liberdade para outros, desprezando o que é conhecido no Direito como ‘princípio do contraditório e da ampla defesa’”.

Carlos Hassel Mendes da Silva, presidente da ABIEE, disse que a intenção desse Manifesto é a de garantir a liberdade de expressão religiosa e não afrontar quaisquer grupos. O documento declara, inclusive, que “manifestamos nossa posição contrária a qualquer forma de violência e discriminação contra o ser humano, afirmando, por um lado, o respeito devido a todas as pessoas independentemente de suas escolhas sexuais, e, por outro, afirmando o direito da livre consciência e expressão de cada pessoa”. Os religiosos presentes ao evento reafirmaram a intenção de poder ter a liberdade de declarar o que acreditam com base na Bíblia Sagrada sobre os valores familiares a partir da união entre homem e mulher. (ASN, Felipe Lemos) 

Declaração oficial dos adventistas do sétimo dia sobre o homossexualismo:

A Igreja Adventista reconhece que cada ser humano é precioso à vista de Deus. Por isso, buscamos ministrar a todos os homens e mulheres no espírito de Jesus. Cremos também que, pela graça de Deus e com o apoio da comunidade da fé, uma pessoa pode viver em harmonia com os princípios da Palavra de Deus. 

Os adventistas creem que a intimidade sexual é apropriada unicamente no relacionamento conjugal entre homem e mulher. Esse foi o desígnio estabelecido por Deus na criação. As Escrituras declaram: “Por isso deixa o homem pai e mãe, e se une à sua mulher, tornando-se os dois uma só carne” (Gn 2:24). Esse padrão heterossexual é confirmado em todas as Escrituras. A Bíblia não faz ajustes para incluir atividades ou relacionamentos homossexuais. Os atos sexuais praticados fora do círculo do casamento heterossexual estão proibidos (Lv 20:7-21; Rm 1:24-27; 1Co 6:9-11). Jesus Cristo reafirmou o propósito da criação divina quando disse: “Não tendes lido que o Criador desde o princípio os fez homem e mulher, e que disse: Por esta causa: deixará o homem pai e mãe, e se unirá a sua mulher, tornando-se uma só carne? Portanto, o que Deus ajuntou não o separe o homem” (Mt 19:4-6). Por esse motivo, os adventistas opõem-se às práticas e relacionamentos homossexuais. 

Os adventistas empenham-se por seguir a instrução e o exemplo de Jesus. Ele afirmou a dignidade de todos os seres humanos e estendeu a mão compassivamente a todas as pessoas e famílias que sofriam a consequência do pecado. Desenvolveu um ministério solícito e proferiu palavras de conforto às pessoas que enfrentavam dificuldades. Mas fez distinção entre Seu amor pelos pecadores e Seus claros ensinos sobre as práticas pecaminosas.

(Esta declaração foi votada em 3 de outubro de 1999, durante o Concílio Anual da Comissão Executiva da Associação Geral realizado em Silver Spring, Maryland. Declarações da Igreja, CPB, p. 51)

12/04/2011

Ellen G. White e o uso da bateria na adoração

No início de 2009 circulou pela internet um artigo intitulado “Ellen White Era Contra a Bateria na Música Sacra?” Neste documento o articulista André Reis argumenta que não seria correto, do ponto de vista exegético, utilizar os escritos de Ellen G. White para embasar uma postura de oposição ao uso da bateria e outros instrumentos de percussão no culto Adventista.
O foco central do artigo se concentra no texto do livro Mensagens Escolhidas, vol. 2, páginas 31 a 39, na qual a serva do Senhor trata do episódio ocorrido em uma reunião campal em Indiana. Dado ao teor de seu conteúdo, tal artigo promoveu certo grau de confusão e dividiu opiniões entre muitos membros de nossa Igreja. Sendo assim, esse assunto foi objeto de um aprofundamento para a obtenção de uma resposta mais abalizada sobre o referido tema.
Desta forma, segue abaixo o link que apresenta uma resposta equilibrada e fundamentada nos parâmetros e princípios dos escritos do Espírito de Profecia pelos editores e colaboradores do site Música Sacra e Adoração. A intenção do Centro White - Brasil é que tal matéria possa servir como um instrumento de clarificação e elucidação quanto a um tema que vem se revelando cada vez mais polêmico entre os Adventistas do Sétimo Dia.


Materiais Suplementares sobre Ellen White e a Música Sacra 
A seguir, o Centro White – Brasil apresenta a toda comunidade de membros da IASD alguns matérias suplementares que serão úteis para uma mais apurada compreensão sobre o tema da Música Sacra.

30/03/2011

Igreja Adventista é a que cresce mais rápido nos EUA

Descansar no sábado. Prestar atenção nos códigos alimentares do Antigo Testamento. E estar pronto para Jesus voltar a qualquer momento. Se essas práticas pitorescas soam um tanto quanto antiquadas, pense novamente. Elas são marcas registradas da Igreja Adventista do Sétimo Dia, a denominação cristã que mais cresce nos EUA.

Dados divulgados recentemente mostram o crescimento de 2,5% do Adventismo do Sétimo Dia na América do Norte, onde os batistas do sul e as principais denominações, bem como outros grupos da igreja estão em declínio. Os adventistas estão realmente crescendo 75% mais rápido do que os mórmons (1,4 %), que priorizam o crescimento numérico. Para observadores externos da Igreja Adventista do Sétimo Dia, a taxa de crescimento na América do Norte é desconcertante.

"Você tem uma denominação que é basicamente uma volta ao básico... dizendo: 'O que Deus quis dizer com todas essas regras e regulamentos e como podemos nos moldar para ser o que Deus espera que sejamos'", disse Daniel Shaw, um especialista em expansão missionária cristã no Seminário Teológico Fuller, em Pasadena, Califórnia.

"Isso é apenas totalmente contrário a tudo o que está acontecendo na cultura americana. Então, eu estou dizendo: 'Uau! Isso é muito interessante'. E eu não posso responder".

Os Adventistas do Sétimo Dia estão fazendo outra pergunta: Por que a Igreja não está crescendo mais rápido nessas praias, onde abriga apenas 1,1 milhões dos 16 milhões de adventistas ao redor do mundo? Apesar de suas raízes norte-americanas, a Igreja está crescendo duas vezes mais rápido no exterior.

"Nós não sentimos que estamos crescendo muito, e isto é uma fonte de preocupação, especialmente para a América do Norte", disse Ron Clouzet, diretor do Instituto de Evangelismo da Divisão Norte-Americana, situado na Universidade Andrews, em Berrien Springs, Michigan. Os adventistas hispânicos são "o grupo que está crescendo muito bem", ele acrescentou.

"Se não tivéssemos esse grupo, ficaríamos ainda mais tristes".

Com o culto de sábado e um estilo de vida vegetariano, o Adventismo do Sétimo Dia possui um nicho particular fora do objetivo predominantemente cristão. Mas ser diferente é tornar-se mais em ativo do que em passivo.

Desde meados do século 19, quando o movimento surgiu em New Hampshire, o Adventismo do Sétimo Dia teve uma missão urgente de levar o evangelho – com uma ênfase especial na iminente volta de Cristo – até aos confins da Terra. Os adventistas encontraram a essência da sua missão em Apocalipse 14:12, onde o fim dos tempos exige "a perseverança da parte do povo de Deus que guarda os seus mandamentos e permanecem fiéis a Jesus".

O foco tradicional da Igreja está agora a dar frutos em novas formas. Imigrantes recém-chegados aos EUA muitas vezes vêm de lugares da América Latina ou África, onde o Adventismo do Sétimo Dia tem igrejas antigas, escolas e hospitais.

Aqueles que migram do Brasil para Massachusetts, ou do México para o Texas, são capazes de encontrar a familiaridade de uma Igreja Adventista local liderada por um pastor que conhece a sua cultura e fala sua língua nativa, disse Edwin Hernandez, um pesquisador do Centro de Estudos da Religião Latina na Universidade de Notre Dame. Os imigrantes não são os únicos a abraçar o Adventismo do Sétimo Dia. Muitos do público em geral têm notado que os adventistas tendem a ser grandes estrelas da boa saúde e da longevidade; pesquisas mostram que eles tendem a viver 10 anos a mais do que o americano médio.

Com forte inclinação para o sucesso na saúde e na educação, os adventistas acham que conseguem uma audiência entre os céticos que compartilham essas prioridades.
Pesquisa publicada sobre a saúde dos adventistas "ajudou a trazer algum tipo de avaliação objetiva do adventismo... sobretudo acima e abaixo da costa oeste", disse Bryant G. Alexander, secretário-executivo da Divisão Norte-Americana da denominação.
"Então, falamos com as pessoas sobre o nosso estilo de vida".

Alguns recém-chegados ao adventismo também apreciam a clareza da igreja sobre o que é esperado dos seguidores de Cristo. Diana Syth, de Kent, Washington, participou de várias igrejas protestantes durante anos. Mas ela disse que "nunca chegou a obter a informação que necessitava saber sobre o que significava ser cristão", até que ela e o marido aprenderam do adventismo com um fiel seis anos atrás.

"Meu filho (adulto) tem visto uma mudança em nós", disse Syth. "Ele vê uma nova calma em nós. Há esperança onde não havia antes".

Os adventistas também estão colhendo no evangelismo os frutos de seus esforços extras. Respondendo a uma iniciativa nacional, mais de 80% das 6.000 igrejas adventistas na América do Norte realizaram eventos de treinamento ao longo da semana em hotéis em 2009.

Bryant disse que em um ano normal, em que um terço a metade das congregações adventistas participam de tais eventos, a taxa de crescimento da igreja norte-americana fica ao redor de 1,7% - ainda assim mais alta do que outras denominações na América do Norte.

Criatividade parece render o pagamento de dividendos também. A Igreja tem visto alguns dos seus mais fortes ganhos vir de regiões não-religiosas, como o noroeste do Pacífico. Em Washington, por exemplo, a denominação tem estabelecido os "cafés cristãos", onde as pessoas podem relaxar e fazer perguntas sem sentir as pressões da igreja.

"Você não está, necessariamente, convidando-os para a igreja", disse Bryant. "Você está sentado, conversando com as pessoas, construindo relacionamentos – e, lentamente conversando com elas sobre Cristo". 

Fonte: USA TODAY

___________________Agenda Adventista________________

 

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