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14/01/2011

FEM afirma que mundo não suporta uma nova crise global

Londres, 12 jan (EFE).- O mundo não está em condições de resistir uma nova crise global, porque o colapso do sistema financeiro em 2008 esvaziou os cofres públicos e deixou os cidadãos sem economias, advertiu nesta quarta-feira o Fórum Econômico Mundial (FEM).

O FEM apresentou em Londres o relatório "Riscos Globais 2011", que insiste que o aumento da tensão geopolítica e a crescente falta de coesão social situaram os Governos e as sociedades em uma situação "especialmente vulnerável".

"Cada vez é maior a preocupação pelos riscos globais, as probabilidades de uma propagação rápida das crises através de sistemas cada vez mais relacionados e a ameaça de efeitos catastróficos", afirmou Robert Greenhill, diretor-gerente do FEM.
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No terreno econômico, o FEM alertou também sobre a crescente volatilidade cambial, as crises fiscais, a derrubada dos preços dos ativos, os desequilíbrios das balanças comerciais e os níveis de endividamento dos países ricos.

No mesmo peso, estão as atividades ilegais, incluindo o narcotráfico, o tráfico de armas e a corrupção, que movimentam 10% da economia mundial e estão em "franco crescimento".

Outro foco de preocupação é o que o Fórum Econômico Mundial engloba no triângulo "água-alimentos-energia".

O rápido crescimento demográfico do mundo e a crescente prosperidade econômica estão exercendo pressões insustentáveis sobre os recursos, e o FME prevê que a demanda de água, energia e alimentos cresça entre 30% e 50% nos próximos 20 anos.

"Esperamos volatilidade no preço dos alimentos e de outras matérias-primas nas próximas décadas, algo que terá graves consequências dentro de um clima extremo crescente", afirmou John Drzik, diretor da empresa de consultoria Oliver Wyman Group.


12/01/2011

Cenários para o futuro do euro

Moeda comum tornou-se ônus insuportável para os europeus 

Bruxelas - A Europa encontra-se em meio ao turbilhão de uma crise de dívida sem precedentes. Ninguém, independentemente das dívidas que o oneram, pode ignorar a vertigem. Ninguém, igualmente, pode desconhecer que no centro da crise européia de dívida encontra-se o euro. 

Porque já tornou-se claro que a moeda comum, além de não ajudar na superação da crise, ao contrário a fortalece e, aliás, há quem sustente que até provocou-a. E já há recomendações de fontes respeitáveis para autocancelamento da moeda, sua retirada de circulação e o retorno dos - agora 17 - países integrantes da Zona do Euro às suas moedas nacionais. 

"Na história mundial de economia têm ocorrido fatos que, inicialmente, pareciam inesperados, mas rapidamente provou-se que eram inevitáveis: Foram o abandono do cânone de ouro pela Grã-Bretanha, em 1931, ou a desindexação da moeda argentina do dólar norte-americano, em janeiro de 2002", lembra a revista britânica The Economist. 

O aumento do custo de refinanciamento dos países integrantes da Zona do Euro, até daqueles que (aparentemente) não enfrentam grave problema fiscal, mostra que os mercados têm certeza de que os europeus terão cada vez maior dificuldade para suportar o peso de sua moeda comum. 

Mostra, especificamente, que os mercados não estão convencidos da existência de terapia confiável para deter a crise de dívida transmitida de país integrante para país integrante da Zona do Euro. Os pacotes de salvação da Grécia e da Irlanda não convenceram quanto à decisão dos empoados líderes políticos europeus de superar a crise e, principalmente, de defender sua moeda comum. 

A mudança do "sistema de funcionamento" da moeda é considerado legalmente superado. Os cenários que especialistas de think tanks projetam (não por ordem e conta dos governos europeus, mas, também, sequer por vício profissional) oscilam em torno de três eventualidades: 

1 - A plena abolição da moeda comum e o relançamento das moedas nacionais dos países integrantes da Zona do Euro. 

2 - A retirada dos super-endividados países da "periferia" européia da Zona do Euro.

3 - A retirada dos países com situação fiscal sadia da Zona do Euro. 

Previsão de Roubini 

O primeiro cenário tem o mais alto custo político e econômico, enquanto, simultaneamente deve superar as maiores dificuldades técnicas. Por isso, talvez, é rejeitado. Aliás, se cada um dos países integrantes da Zona do Euro (a qual, apesar de estar soçobrando ao naufrágio em sua mais séria crise, não cessa de ampliar-se, integrando a partir do dia 1 deste mês a Estônia) adotasse as restrições cambiais necessárias e a limitação, de um modo geral, aos fluxos de capitais que exigiria a proteção de sua moeda nacional, então, dificultaria até a total interrupção o comércio interfronteiriço na União Européia (UE). 

Quer dizer, a UE teria dificuldades de funcionar até como união comercial, ocasião em que surgiria a questão de sua dissolução e seu retorno à época dos acordos bilaterais. E seria, certamente, o triunfo absoluto do mais famoso oráculo da atualidade, Nouriel Roubini, o "Profeta do Catastrofismo". 

O segundo cenário prevê a retirada da Grécia, Irlanda, Portugal, Espanha e Itália, assim como da excessivamente exposta à divida grega República de Chipre, além da República de Malta, Eslovênia, Eslováquia e demais países "periféricos" do euro, para que estes países retirantes possam desvalorizar suas próprias moedas, tornando-se competitivos, enquanto a "célula-dura" dos países remanescentes poderá utilizar a moeda comum (euro), assim como, valorizá-lo. Este cenário tropeça na obrigação da Alemanha de dividir a mesma moeda com sua vizinha a oeste do Reno, a França. 

O terceiro cenário proporciona à Alemanha a desejada libertação. Cria - de comum acordo - com a Áustria e a Holanda uma mini-união monetário-econômica, com sua poderosa moeda, o marco, que poderá valorizá-lo à vontade. Já a França, que assumirá a liderança dos demais países remanescentes, manterá o euro como sua moeda comum, para desvalorizar e tonificar sua competitividade contra a Alemanha e seu grupo, assim como contra os EUA, Japão e, certamente, China. 


Mary Stassinákis 

Sucursal da União Européia. 


Previsões para a taxa de juro da Europa 

Situação dos bancos da "periferia" - não só - impedem qualquer aumento 

Bruxelas - O Banco Central Europeu (BCE) manterá neste ano sua taxa de juro em 1%, prevêem 12 economistas pesquisados, os quais haviam participado de semelhante pesquisa ano passado e previsto corretamente que o BCE manteria sua taxa de juro durante o ano passado. 

A taxa de juro de 1% que debita o BCE para o refinanciamento dos bancos da Zona do Euro vigora desde maio de 2009, quando a Europa havia mergulhado na queda em consequência da crise internacional. Durante o ano passado surgiram novos problemas em decorrência da crise de dívida de países integrantes e bancos da Zona do Euro, problemas estes que tornam difícil para o BCE a adoção de uma política monetária menos flexível. 

"Os problemas no setor bancário não serão solucionados rapidamente e os bancos dos países da periferia européia continuarão necessitando de ajuda", disse Jurgen Mihels, economista-chefe para a Zona do Euro do Citigroup em Londres, acrescentando que "não existirão grandes pressões inflacionárias para justificar aumento da taxa de juro do euro antes de 2012". 


Nota: A profecia de "Daniel cap. 2" é uma realidade. O mais importante é que em breve se cumprirá a última parte da profecia: "Mas nos dias destes reis, o Deus do céu suscitará um reino que não será jamais destruído; nem passará a soberania deste reino a outro povo; mas esmiuçará e consumirá todos esses reinos, e subsistirá para sempre".

13/12/2010

Sementes da nova crise

Em março, neste mesmo espaço, afirmei que a zona do euro se despedaçaria ou a crise da dívida pública europeia pioraria muito, provavelmente ambos. Comentei que a Grécia era só o começo. Agora, quando a crise atinge em cheio a Irlanda, forçando-a a aceitar um pacote financeiro de quase R$ 200 bilhões da União Europeia e do FMI para evitar um calote de sua dívida, é hora de retomarmos o assunto.

Neste momento, as economias desenvolvidas – com exceção das exportadoras de matérias-primas, Austrália, Canadá e Noruega – têm um desempenho econômico e uma situação fiscal frágeis. Para estimular suas economias, os outros países ricos reduzem taxas de juros praticamente a zero, imprimem dinheiro como nunca antes e desvalorizam suas moedas. Assim, estimulam seus consumidores a gastar e aumentam a competitividade de suas exportações. Além disso, estão tentando acelerar a inflação para aumentar a arrecadação de impostos, facilitando o pagamento da dívida. Qualquer semelhança com o Brasil da década de 80 não é mera coincidência.

Acontece que os países da zona do euro não controlam suas políticas monetária e fiscal. As taxas de câmbio e juros básicos são as mesmas para todos. Países em dificuldades não conseguem ter juros tão baixos nem taxa de câmbio tão desvalorizada como necessitam. Mesmo adotando medidas duras – aumento de impostos, cortes de serviços públicos, aposentadorias e salários de funcionalismo –, sem conseguir estimular seu crescimento econômico, Grécia, Irlanda, Portugal, Espanha e Itália estão em situação cada vez pior. Preocupados, investidores internacionais exigem juros mais elevados para financiá-los, o que acaba tornando a situação insustentável.

Um a um, estes países têm de escolher entre calote da dívida – como na Argentina em 2001, com o PIB encolhendo mais de 10% no ano seguinte – ou perda de soberania na política econômica, em troca de um pacote de salvamento do FMI. Grécia e Irlanda já fizeram a segunda opção. Portugal tomará o mesmo caminho em breve.

A seguir é que a coisa fica complicada. A Espanha, cujo PIB não cresce há nove trimestres, dificilmente terá tal escolha. A dívida espanhola é muito maior do que as de Grécia, Irlanda e Portugal somadas. É improvável que a União Europeia e o FMI tenham recursos suficientes para um pacote tão grande. Mesmo que se consiga evitar o calote espanhol, será ainda mais difícil impedir o colapso seguinte, o da Itália.

Em 2008, falou-se em um tsunami no mundo e marolinha no Brasil. Em 2010, nem a marolinha da crise europeia atingiu o Brasil. Um calote espanhol e/ou italiano mudará radicalmente este quadro. A primeira consequência seria uma crise bancária em toda a Europa. Os maiores credores dos países europeus em dificuldades são os bancos alemães e ingleses. O calote desencadearia perdas de centenas de bilhões de dólares, interrompendo a oferta de crédito e tragando as poucas economias europeias supostamente sólidas para o buraco. Com a crise se generalizando na Europa, só um milagre impediria que ela atingisse o Brasil e o resto do mundo.

Ponha as barbas de molho e acompanhe o noticiário europeu. Em 2011, o lucro da sua empresa, seu emprego e seus investimentos dependerão mais disso do que de qualquer outra coisa.


17/11/2010

Zona do euro enfrenta 'crise de sobrevivência'

A União Europeia enfrenta uma “crise de sobrevivência” por conta dos deficits na zona do euro, advertiu nesta terça-feira o presidente do Conselho Europeu, Herman Van Rompuy.


Em discurso pouco antes da reunião, em Bruxelas, de ministros das Finanças do bloco europeu para tratar de sua estabilidade econômica, Rompuy disse que, se o euro fracassar, a UE também fracassará.


Países como Irlanda e Portugal vivem situação preocupante, e não se sabe se conseguirão lidar com seus deficits sem a ajuda de fundos da UE. Suas crises são alvo de escrutínio na reunião desta terça.


E, na segunda-feira, estatísticas da UE mostraram que a dívida da Grécia – país que já está recebendo empréstimos bilionários do FMI – é ainda maior do que se pensava anteriormente.


Rompuy se disse “muito confiante” de que os problemas serão resolvidos, mas afirmou que “todos temos que trabalhar juntos para que sobrevivamos com a zona do euro. Caso contrário, não sobreviveremos com a União Europeia”.

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Nota DDP: Daniel 2 cada vez mais atual...

16/11/2010

Papa apela à renovação da economia mundial

"É preciso apontar um novo equilíbrio entre agricultura, indústria e serviços para que o desenvolvimento seja sustentável e a ninguém falte o pão, o trabalho, o ar, a água e todos os recursos que sejam considerados bens universais."

Foi com estas palavras que Bento XVI defendeu ontem anecessidade de "reformas profundas" na economia mundial. Durante a homilia dominical na Praça de São Pedro, no Vaticano, o Papa apelou à criação de um novo modelo de desenvolvimento económico e ao "relançamento da agricultura".

"A crise financeira que o mundo está a viver, e da qual se falou na cimeira do G20, deve serolhada com seriedade", lançou o líder da Igreja Católica perante os fiéis que assistiam à missa. "Parece-me boa altura para que se volte a valorizar a agricultura, não em sentido nostálgico, mas como recurso indispensável para o futuro."

Dirigindo-se aos mais novos, o Papa afirmou que muitos jovens, mesmo aqueles com cursos universitários, escolheram dedicar-se à agricultura para responder a necessidades pessoais e familiares, "mostrando uma sensibilidade concreta para o bem comum".

O Papa não poupou críticas à "tentação" dos países mais ricos de "recorrer a alianças vantajosas que podem ter graves consequências para os Estados mais pobres".

O sucessor de João Paulo II mostrou o seu desagrado perante "o consumo insustentável" que se verifica em muitos países e que "resulta em danos para o ambiente e para os mais desfavorecidos".

Num apelo directo aos estados que integram o G20 e que na passada quinta e sexta-feira estiveram reunidos em Seul, Bento XVI pediu soluções "sustentáveis, renováveis e justas".

Durante a homilia, o Papa aproveitou ainda para demonstrar a sua preocupação com a população haitiana, que desde o terramoto de 12 de Janeiro se esforça por resgatar dos escombros a cidade de Porto Príncipe. De acordo com os últimos números oficiais disponibilizados, a epidemia de cólera que está a afectar a região já fez 917 vítimas mortais e obrigou à hospitalização de mais de 14 mil pessoas.

Na sexta-feira a ONU lançou um apelo para a criação de um fundo de emergência de 120 milhões de euros que permita fazer face à situação. A organização alerta para o facto de a epidemia de cólera no Haiti poder afectar um total de 200 mil pessoas.

Para Bento XVI, a crise económica mundial é um "sintoma agudo" de uma doença que provém "de um desequilibro entre a riqueza e a pobreza, o escândalo que é da fome, os problemas ambientais e o desemprego".

Fonte: Diário de Notícias (negritos meus para destaque)

Nota O Tempo Final: Repare bem - conteúdo religioso, zero; debate político: total! Tudo isto, em meio ao neo-clássico slogan vaticanista 'para o bem comum'...

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