Um forte terremoto de 7,8 graus ocorrido nesta quinta-feira no oceano gerou um alerta de tsunami para a Nova Zelândia, as ilhas Kermadec e Tonga, indicou o centro de alertas do Pacífico. O terremoto ocorreu às 7h03 locais de quinta-feira (16h03 pelo horário de Brasília, de quarta-feira) a uma profundidade de 49 km, e a 211 km a leste da ilha Raoul, uma das ilhas da neozelandesas de Kermadec, informou o Centro de vigilância geológico dos Estados Unidos.
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06/07/2011
21/06/2011
Intensidade e frequência de terremotos
Sobre os terremotos em Mateus 24, Jesus falou de intensidade e frequência. É só olhar o gráfico abaixo e perceber que algo diferente está acontecendo com o nosso planeta... Preparem-se!
Fonte: http://earthquake.usgs.gov
20/06/2011
Inundações deixam cerca de cem mortos na China
Chuvas torrenciais nas regiões sul e leste da China mataram mais de cem pessoas e levaram à retirada de cerca de 500 mil de áreas rurais devastadas nos últimos dias, diz reportagem da agência Reuters com informações da mídia local neste domingo (19). Há 78 pessoas desaparecidas, de acordo com a agência Efe, que cita dados do Ministério de Assuntos Civis.
De acordo com o escritório do Ministério, mais de três milhões de pessoas foram afetadas pelas inundações e chuvas torrenciais, que atingiram 13 divisões administrativas da China, especialmente na bacia do rio Yangtzé, a mesma onde nos primeiros cinco meses do ano muitos lagos e rios secaram.
Uma das províncias mais afetadas pelas inundações é a de Zhejiang, na costa leste da China e a zona mais próspera do país, onde o rio Qiantang, principal da província, atingiu seu nível máximo em 50 anos.
Informações da agência oficial "Xinhua" assinalaram que mais de dois milhões de pessoas foram afetadas só nessa província, enquanto mil empresas da zona foram obrigadas a parar suas operações.
No mesmo período do ano passado, as chuvas causaram mais de 4,3 mil mortes, na temporada mais catastrófica dos últimos 12 anos.
Semanas de tempestades na província de Zhejiang causaram danos de cerca de US$ 772 milhões, reduzindo a produção vegetal em 20% e elevando os preços dos alimentos em até 40%, segundo a agência Reuters.
Fonte: G1
16/06/2011
Terremoto atinge ilha de Nova Bretanha, na Papua Nova Guiné
Um terremoto de magnitude 6,6 atingiu na manhã de quinta-feira (noite de quarta no Brasil) a ilha de Nova Bretanha, na Papua Nova Guiné, segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS, na sigla em inglês).
De acordo com o centro, o tremor ocorreu às 10h03 da manhã no horário local (21h03 de Brasília) a 175 km de Kandrian, na Nova Bretanha, a um profundidade de 21 km.
Não há relatos imediatos de danos ou alerta de tsunami provocados pelo abalo.
Entenda como ocorrem os terremotos.
14/06/2011
Temporada de tornados foi a mais mortífera
A temporada de tornados que terminou na última semana nos Estados Unidos foi a mais mortífera do país e provocou danos materiais estimados em 12,5 bilhões de dólares, revelaram as autoridades americanas. As tempestades e tornados que assolaram o centro e sul dos Estados Unidos entre 20 e 27 de maio devastaram principalmente a localidade de Joplin, no Missouri, e provocaram danos entre 4 e 7 bilhões de dólares, explicou a seguradora especializada em catástrofes, a AIR Worldwide. Um mês antes, ocorreu o temporal mais grave desde 1925 que provocou cerca de 350 vítimas mortais em seis estados e estragos estimados entre 3,7 e 5,5 bilhões de dólares apenas em seis dias, entre 22 e 28 de abril. A soma dos prejuízos materiais eleva-se a um mínimo de 7,7 bilhões de dólares e a um máximo de 12,5 bilhões de dólares de equipamentos ou infraestruturas seguradas, além dos materiais que existiam no interior.
(DN Globo)
13/06/2011
Terremotos causam pânico na Nova Zelândia
A cidade de Christchurch, na Nova Zelândia, foi atingida nesta segunda-feira (13) por uma série de terremotos, que deixaram várias pessoas feridas e semeou pânico entre a população local, já traumatizada pelo grande tremor de fevereiro.
As autoridades de Christchurch determinaram a evacuação de vários imóveis após o primeiro terremoto causar o desmoronamento de uma igreja. O tremor teve magnitude medida entre 5,2 e 5,5 graus na escala Richter. Cerca de uma hora depois, Christchurch foi atingida novamente por um tremor de 6 graus, com epicentro localizado a 9 quilômetros de profundidade e 14 quilômetros ao norte da cidade, segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos.
A Polícia indicou à televisão neozelandesa que duas pessoas foram resgatadas debaixo dos escombros da igreja de Saint Johns, situada no centro da cidade, e que, por enquanto, recebeu informações sobre cerca de 30 imóveis danificados, a maior parte deles com paredes rachadas. Segundo a imprensa local, pelo menos seis pessoas tiveram de ser levadas a hospitais após sofrerem ferimentos.
De acordo com os primeiros dados divulgados pelas autoridades municipais, cerca de 10 mil imóveis ficaram sem eletricidade por uma falha provocada pelos tremores. Após a tragédia, as escolas paralisaram as aulas e mantiveram os alunos à espera de que os pais fossem buscá-los.
Desde domingo (12), milhares de passageiros permaneceram nos aeroportos da Austrália e da Nova Zelândia devido ao cancelamento de voos em consequência da nuvem de cinzas expelidas pelo vulcão chileno Puyehue.
Conforme o Serviço Geológico dos Estados Unidos, que vigia a atividade sísmica mundial, o epicentro do primeiro terremoto se localizou a 11 quilômetros de profundidade e a 10 quilômetros ao leste de Christchurch, segunda cidade mais populosa do país. Em fevereiro passado, 181 pessoas morreram devido ao terremoto de magnitude 6,3 em Christchurch.
A Nova Zelândia se localiza na falha geológica entre as placas tectônicas do Pacífico e Oceania e registra cerca de 14 mil terremotos por ano, dos quais entre 100 e 150 têm força suficiente para serem percebidos.
Fonte: G1
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Tradução do Google: The city of Christchurch, New Zealand, was hit on Monday, Monday (13) for a series of earthquakes, which left several people wounds and sowed panic among the local population, already traumatized by great earthquake of February.
Christchurch authorities determined the evacuation of several buildings after the first earthquake to cause the collapse of a church. The tremor magnitude was measured between 5.2 and 5.5 on the Richter scale. About an hour later, Christchurch was hit again by an earthquake measuring 6 degrees, with epicenter located 9 miles deep and 14km north of the city, according to States Geological Survey USA.
Police advised the New Zealand television that two people were rescued from under the rubble of the church of Saint Johns, located in downtown, and that, as yet, received information about 30 buildings damaged, most of them with cracked walls. According Local media reported at least six people had to be taken hospitals after sustaining injuries.
According to preliminary data released by the municipal authorities, approximately 10 000 properties were without electricity for a failure caused tremors. After the tragedy, school classes and paralyzed kept students waiting for parents to pick them up.
Since Sunday (12), thousands of passengers remained at airports Australia and New Zealand due to cancellation of flights in consequence of the cloud of ash spewed by the volcano in Chile Puyehue.
As the United States Geological Survey, which monitors the activity seismic world, the epicenter of the first earthquake was located 11 km deep and 10 miles east of Christchurch, second most populous city in the country. Last February, 181 people died due to the 6.3 magnitude quake in Christchurch.
New Zealand is located on the fault line between the tectonic plates Pacific and Oceania and records about 14,000 earthquakes a year, which between 100 and 150 are strong enough to be detected.
12/06/2011
Inundações na China deixam mais de 100 mortos e 78 desaparecidos
Chuvas torrenciais que provocam inundações e deslizamentos de terra nas regiões central e leste da China central já mataram pelo menos 111 pessoas e deixaram 78 desaparecidos, transformando em uma semana áreas de seca permanente em locais de destruição e lama, informou a imprensa local neste domingo.
Meteorologistas advertem que a chuva intensa deve se manter em algumas áreas até esta segunda-feira (13) ou além. Na cidade de Yueyang, província de Hunan, no sul do país, estações meteorológicas registraram mais de 200 milímetros de chuva em seis horas, um tipo de intempérie que ocorre a cada 300 anos, informou o Serviço de Notícias da China, citando autoridades locais.
Na vila de Maojiazu, em Yueyang, as chuvas causaram um deslizamento de terra que arrasou 24 casas e matou pelo menos 20 moradores, com outros sete desaparecidos sob pedras e lama, provavelmente mortos, informou a agência de notícias Xinhua.
Até o último sábado (11), inundações em várias partes de 13 províncias chinesas haviam matado 94 pessoas. Cerca de 23 mortes aconteceram na cidade de Xianning, província de Hubei, centro do país, onde as chuvas provocaram deslizamentos que feriram mais de 100 moradores e deixaram 10 desaparecidos.
Além disso, foram danificados 465 mil hectares de plantações e derrubadas 27.100 casas e outras construções, segundo o departamento chinês de controle de cheias e secas.
A recente seca pela qual a China passava havia "secado o solo da região, o que aumenta o risco de deslizamentos de terra durante as chuvas fortes", disse a Xinhua, citando um assessor de governo da província de Hubei. A mineração desenfreada também enfraqueceu as encostas, afirmaram moradores de Maojiazu, em Hunan.
Fonte: G1
06/06/2011
Praias no Ceará devem desaparecer em dez anos
Pelo menos quatro praias do litoral cearense deverão desaparecer nos próximos dez anos. Essa é a conclusão de uma série de estudos de pesquisadores do Labomar (Instituto de Ciências do Mar), da Universidade Federal do Ceará, que concluíram que, nessas localidades, o Atlântico tem avançado a impressionantes dez metros por ano.
O aumento do volume dos oceanos e o consequente avanço sobre áreas litorâneas não é exclusividade do litoral cearense. Inúmeras praias do Nordeste têm sofrido com a erosão causada pelas ondas. Os pesquisadores do Labomar, contudo, conseguiram quantificar esse avanço e perceberam que, para além das mudanças climáticas, as intervenções do homem tornam esse quadro muito mais grave.
“As mudanças climáticas têm feito com que o mar aumente de volume 40, 60 centímetros por século, causando avanço do mar de 4 a 6 metros nesse mesmo período, o que é muito pouco diante do que estamos vendo em certas localidades”, disse o geólogo Luís Parente, doutor em Ciências do Mar pela Universidade de Barcelona e professor do Labomar. Ele divulgou o resultado desses estudos nessa semana, num debate na Assembleia Legislativa do Ceará.
As praias onde têm acontecido maior avanço do mar são as de Barreira (Icapuí), Caponga (Cascavel), Icaraí (Caucaia) e Morgado (Acaraú). A situação é tão grave que em abril a prefeitura de Cascavel decretou situação de emergência por causa da violência das ondas, que destruíram parcialmente barracas de praia e casas de veraneio.
Em todas essas localidades, os prejuízos financeiros só aumentam. E as soluções tomadas, como o uso de pedras para contenção do mar, têm sido insuficientes. “A saída seria construir novos quebra-mares nessas localidades, mas os custos são inviáveis: R$ 1 milhão para cada 100 metros”, disse Parente. “Como a situação é irreversível, o mais sensato é remover a população dessas localidades e deixar o mar tomar o espaço de que precisa.”
Entre as intervenções humanas que geraram o aumento do volume do mar nessas localidades está a construção de portos, quebra-mares, aterros – feitos também para corrigir e prevenir a erosão causada pelas ondas em outras praias. Tudo realizado com estudos de impacto ambiental, mas que não previram as possíveis consequências para as áreas vizinhas a tais obras.
A explicação para esse tipo de reação do mar é que, ao ter sua rota modificada em determinado ponto do litoral, por exemplo com a instalação de um píer para atracar embarcações, as correntes marítimas buscam se adaptar, mas gastando a mesma energia e força de antes. Com isso, o fluxo contido de um lado recai sobre outro ponto, que passa a sofrer com uma erosão mais intensa.
A natureza, porém, também tem sua parcela de culpa. Segundo Parente, estudos financiados pela Unesco já mostram que a subida do nível do mar leva também ao aumento da velocidade dos ventos. Com rajadas mais fortes, a força das ondas aumenta exponencialmente. E, no Brasil, o efeito dessa aceleração dos ventos deverá ser sentido sobretudo no Nordeste.
“Com a aceleração dos ventos, as ondas ficam maiores e o aumento de sua energia é exponencial, um efeito muito mais danoso do que a subida dos mares, que tem se mostrado mais lenta. Com isso, serão cada vez mais comuns as ressacas do mar no nosso litoral”, afirmou o geólogo.
05/06/2011
Desastres naturais aumentam de intensidade e frequência no Brasil
O cenário natural do Brasil, tradicionalmente famoso por quase não ser acometido por desastres como terremotos, maremotos, tufões e tornados, vem mudando recentemente, desde que se registrou no mundo que a temperatura global tem aumentado, em função das mudanças climáticas.
Hoje, principalmente no verão, já é realidade ocorrências como enchentes de grandes proporções, que terminam em deslizamentos de terra, inundação de cidades e, não só com perdas materiais, mas registram-se mortes e vê-se famílias inteiras desabrigadas.
Este ano, por exemplo, no Rio de Janeiro, na tragédia da região serrana, foram 916 mortos e 345 pessoas continuam desaparecidas embaixo de toneladas de terra e escombros que desceram morro abaixo. A Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro chegou a criar uma comissão parlamentar de inquérito para apurar as responsabilidades sobre as proporções da tragédia. A investigação ficou conhecida como a CPI das Chuvas.
O presidente da CPI, Luiz Paulo Corrêa da Rocha (PSDB), alerta que o Brasil não está preparado para enfrentar esses desastres naturais. “A urbanização nas cidades cresce e as ocupações em áreas de risco e em margens de rios continuam a ocorrer. As chuvas estão cada vez mais curtas e de maior intensidade”, diz.
O chefe da Comunicação da Defesa Civil de Minas Gerais, Major Edilan Arruda, lembra que os problemas se repetem todos os anos porque o excesso de chuva provoca a transbordamento dos rios e as enxurradas. “Como o homem construiu muito próximo aos rios, a tendência natural é que, quando chova muito, os rios venham a subir e, necessariamente, vão ocupar o espaço que hoje está construído. Há excesso de água dentro da cidade, que não escorre pelas canalizações e fica em cima das ruas. Isso produz o que chamamos de enxurrada”, afirma.
Ainda que deslizamento seja um fator natural, quando da ocorrência de chuvas, como lembra o professor do Departamento de Geociências da Universidade Federal de Santa Catarina Luiz Fernando Scheibe, por outro lado, a ocupação irregular do terreno é uma questão cultural no Brasil que amplia a dimensão dos problemas quando ocorre um deslizamento.
“A culpa reside especialmente no fato de não ter havido uma fiscalização e que o município tenha coibido a habitação nessas áreas. Não deveria ser permitido, mas foi permitido irregularmente”, aponta. Outro problema que pode aumentar a incidência de temporais, na opinião de Scheibe, é o desmatamento das florestas.
O ecologista e pesquisador da Universidade Federal do Rio de Janeiro Rui Cerqueira corrobora a análise e explica que a sequência das chuvas depende das matas porque não é a quantidade total de chuvas só que importa. “Se as matas são derrubadas, o número de dias de chuvas diminui e as chuvas ficam mais intensas, causando mais enchentes e contribuindo para a ocorrência da erosão”.
Fonte: Correio do Estado
04/06/2011
Vulcão entra em erupção no Chile e famílias são evacuadas
O vulcão Puyehue, ao sul do Chile, entrou em erupção neste sábado (4), obrigando o governo a retirar cerca de 3.500 moradores próximos à montanha. De acordo com o ministro do Interior, Rodrigo Hinzpeter, uma enorme nuvem de fumaça foi formada que, segundo informações, já poderia ser vista da Argentina.
O intendente da região de Los Rios, Juan Andrés Varas, disse à Cooperativa que nas localidades próximas há um forte "cheiro de enxofre e cinzas" e que de alguns locais é possível ver uma "boca de fogo e uma coluna de fumaça".
Após seguidos tremores de terra, o governo chileno emitiu código vermelho para a região do vulcão. De acordo com o Escritório Nacional de Emergências, são registrados em média 230 tremores por hora.
Com 2.240 m de altura, o Puyehue fica na Cordilheira dos Andes e sua última erupção ocorreu há 41 anos (1960), quando também foi registrado na região um terremoto de 9,5 graus na escala Richter – o mais forte até agora registrado no mundo.
Esse vulcão faz parte do complexo vulcânico Puyehue-Cordón Caulle, que se estende ao longo de 15 quilômetros entre as regiões de Los Lagos e de Los Rios, aproximadamente 950 quilômetros ao sul da capital Santiago, em uma região de pouca densidade de população.
Segundo Hinzpeter, o processo de retirada dos moderadores da região do vulcão, para o qual o Exército dispôs vários caminhões, está sendo realizado com tranquilidade. As pessoas estão sendo levadas para albergues em áreas de segurança.
O governo chileno também ordenou o fechamento temporário da passagem de fronteira Cardeal Samoré para retirar as famílias dali. As pessoas que quiserem ir à Argentina poderão fazê-lo pela passagem de Pino Hachado, situado mais ao norte.
O intendente da região de Los Rios, Juan Andrés Varas, disse à Cooperativa que nas localidades próximas há um forte "cheiro de enxofre e cinzas" e que de alguns locais é possível ver uma "boca de fogo e uma coluna de fumaça".
Após seguidos tremores de terra, o governo chileno emitiu código vermelho para a região do vulcão. De acordo com o Escritório Nacional de Emergências, são registrados em média 230 tremores por hora.
Com 2.240 m de altura, o Puyehue fica na Cordilheira dos Andes e sua última erupção ocorreu há 41 anos (1960), quando também foi registrado na região um terremoto de 9,5 graus na escala Richter – o mais forte até agora registrado no mundo.
Esse vulcão faz parte do complexo vulcânico Puyehue-Cordón Caulle, que se estende ao longo de 15 quilômetros entre as regiões de Los Lagos e de Los Rios, aproximadamente 950 quilômetros ao sul da capital Santiago, em uma região de pouca densidade de população.
Segundo Hinzpeter, o processo de retirada dos moderadores da região do vulcão, para o qual o Exército dispôs vários caminhões, está sendo realizado com tranquilidade. As pessoas estão sendo levadas para albergues em áreas de segurança.
O governo chileno também ordenou o fechamento temporário da passagem de fronteira Cardeal Samoré para retirar as famílias dali. As pessoas que quiserem ir à Argentina poderão fazê-lo pela passagem de Pino Hachado, situado mais ao norte.
Fonte: G1
01/06/2011
Forte terremoto atinge a costa do Chile
Um forte terremoto de magnitude 6,4 atingiu a costa do Chile nesta quarta-feira (1º), segundo o Serviço Geológico dos EUA.
O tremor ocorreu às 8h55 locais (9h55 de Brasília).
O epicentro foi a 96 quilômetros a sudoeste de Concepción, mesma área onde ocorreu um tremor devastador no ano passado, e a uma profundidade de 15 quilômetros, segundo a agência americana, que monitora abalos pelo mundo.
O impacto foi sentido na região centro-sul do Chile.
Não há relatos imediatos sobre danos, segundo as autoridades.
Fonte: G1
26/05/2011
Número de desastres climáticos triplicou desde 1980
O número de desastres naturais registrados por ano nos países mais pobres do mundo mais que triplicou desde 1980, de acordo com um estudo da organização humanitária britânica Oxfam.
Segundo a organização, a média de desastres anuais passou de 133 há três décadas para 350 nos últimos anos, tendo em vista dados coletados em 140 países.
A análise concluiu que enquanto a ocorrência de desastres relacionados a eventos geofísicos - como terremotos, furacões e erupções vulcânicas - permaneceu praticamente constante, as catástrofes provocadas por enchentes e tempestades cresceram significativamente.
O resultado se deve principalmente ao aumento dramático do número de enchentes em todas as regiões do planeta e, em menor grau, à ocorrência de mais tempestades na África e nas Américas do Sul e Central.
Steve Jennings, autor do estudo, acredita que uma das razões desse crescimento seja o impacto das mudanças climáticas.
"Desastres ligados ao clima estão se tornando cada vez mais comuns e a situação deve se agravar no futuro, à medida que as mudanças climáticas intensificam ainda mais as catástrofes naturais", afirmou.
"Mas é preciso deixar claro que não há nada de natural no fato de as pessoas pobres estarem na linha de frente das mudanças climáticas. Pobreza, má administração, investimentos precários em prevenção de desastres - tudo isso as deixa mais vulneráveis."
Ajuda humanitária
Para realizar a análise, a Oxfam considerou a definição de desastre como um evento em que 10 pessoas são mortas e 100 são afetadas ou ainda um evento que faz com que um governo declare estado de emergência ou solicite ajuda humanitária emergencial.
Segundo o estudo, nos últimos 30 anos, a população de países propensos a sofrerem desastres cresceu, o que significa que mais pessoas estão vulneráveis estes acontecimentos.
No entanto, a organização deixa claro que o aumento populacional interfere na tendência de crescimento dos desastres, mas não o explica completamente.
Da mesma maneira, o estudo leva em conta que a melhoria dos métodos de registro destas catástrofes climáticas também influenciam os resultados.
Um estudo da Oxfam feito em 2009 concluiu que em um ano típico, 250 milhões de pessoas eram afetadas por desastres naturais. A ONG estima que esse número deve subir para 375 milhões em 2015.
"O futuro será trágico para milhões de pessoas em países pobres, se não houver uma mudança drástica na maneira de se responder a esses desastres e se não houver progresso na redução da pobreza e na maneira de se lidar com as mudanças climáticas", diz Jennings.
Fonte: G1
23/05/2011
Tornado devasta cidade do Missouri, nos EUA
Pelo menos 89 pessoas morreram, segundo a prefeitura do município. Autoridades locais afirmam que um hospital foi atingido pelo tornado.
Um tornado atingiu neste domingo (22) a cidade de Joplin, em Missouri, nos Estados Unidos, devastando casas, departamentos comerciais e um hospital. Pelo menos 89 pessoas morreram, segundo informações da prefeitura do município à imprensa americana.

Muitos dos prédios públicos da cidade ficaram gravemente danificados, especialmente dois colégios de ensino fundamental e médio, assim como o hospital regional St. John, que ficou praticamente destruído.
Testemunhas asseguraram à imprensa que o hospital foi golpeado diretamente, não parcialmente, pelo tornado, e várias de suas alas sofreram incêndios.Segundo as autoridades locais, os estragos provocados pelo tornado podem ser comparados à devastação sofrida pela localidade de Tuscaloosa, no Alabama, no mês passado, onde morreram 30 pessoas.
Os veículos de emergência trabalham por toda a cidade para ajudar as pessoas presas e recolhem os cidadãos feridos a fim de levá-los para os hospitais mais próximos.

O jornal local da cidade, que conta com cerca de 50 mil habitantes, "Joplin Globe", narra em seu site o aspecto desolador que o tornado deixou, com as ruas praticamente impraticáveis por causa da queda de árvores e de postes da luz.
Um caçador de tornados, Steve Polley, disse à "CNN" que a situação de Joplin era irreconhecível, e que tinha acontecido uma "completa devastação".
O tornado que se abateu sobre Joplin faz parte de uma cadeia de tempestades que atravessou neste domingo (22) alguns estados do meio oeste dos Estados Unidos, como Wisconsin, Minnesota e Missouri.
Em Minneapolis, os tornados provocaram o fechamento de estradas e rodovias devido à queda de árvores e fios elétricos, além de ter provocado escapamentos de gás e destruições de casas.As autoridades advertiram que os tornados continuarão nas regiões próximas do meio oeste do país, e recomendaram à população buscar abrigo.

Fonte: G1
20/05/2011
Terremoto de magnitude 6,0 sacode noroeste da Turquia
Um terremoto de magnitude 6,0 atingiu o noroeste da Turquia na noite de quinta-feira, segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos. O tremor provocou danos materiais, e, até agora, há uma morte confirmada. A vítima saltou de um prédio no momento em que a construção era atingida. O epicentro do tremor ocorreu a 80 quilômetros da cidade de Kutahya, disse o serviço americano. O terremoto também fez balançar prédios mais ao norte, em Istambul, maior cidade turca."Um cidadão entrou em pânico e morreu depois de pular da janela", afirmou o governador de Kutahya, Kenan Ciftci, à emissora NTV. Um edifício vazio de uma universidade desmoronou no terremoto, que também quebrou janelas de outros prédios, segundo a agência de notícias estatal Anatolian.
Já o observatório de terremotos Kandilli, da Turquia, informou que o epicentro aconteceu no distrito de Simav, na província de Kutahya. Houve uma série de réplicas. Importantes falhas geológicas cruzam a Turquia, e pequenos terremotos acontecem quase diariamente. Dois grandes sismos em 1999 mataram mais de 20 mil pessoas no noroeste do país.
Fonte - Terra
12/05/2011
Terremoto de Lorca: o mais grave da Espanha desde 1956
O terremoto registrado nesta quarta-feira na cidade de Lorca, no sudeste da Espanha, e que provocou a morte de pelo menos dez pessoas e deixou várias feridas, é o mais grave registrado no país nos últimos 50 anos. O sismo que provocou o maior número de vítimas na Espanha desde a década de 1950 foi o registrado em 20 de abril de 1956. Esse terremoto causou a morte de 12 pessoas, deixou mais de 70 feridas e levou ao desabamento de 500 edifícios em Granada. O último terremoto com vítimas foi o de 28 de fevereiro de 1969, no litoral da também província de Huelva, que atingiu 7,5 graus na escala Richter e deixou quatro mortos por ataques cardíacos. Os dois terremotos registrados nesta quarta-feira na região de Múrcia, com epicentros localizados em Lorca, foram ocasionados por um “deslizamento horizontal da falha” dessa região, informaram fontes da unidade de registro sísmico da Universidade de Alicante. Um dos responsáveis da unidade explicou que a falha de Lorca tem uma superfície de entre 40 e 50 km e está situada em “um nível praticamente superficial”. Na Espanha, são registrados cerca de 2,5 mil terremotos por ano, dos quais apenas dois, em média, são sentidos pela população por mês, segundo a rede sísmica do Instituto Geográfico Nacional.
(Terra)
Nota: Curiosamente, há 30 anos o astrônomo Raffaele Bendandi previu um terremoto na Itália relacionado com o alinhamento de alguns planetas. Teria errado apenas o local? A propósito, o vulcão Etna está em atividade neste momento. Confira aqui.
Fonte: Criacionismo
18/04/2011
Mais de mil terremotos atingiram o Japão no último mês
Quase metade dos tremores tiveram magnitude igual ou superior a cinco graus
Mais de 1 mil terremotos superiores a 4,5 graus na escala Richter já atingiram o Japão desde o grande terremoto que em 11 de março sacudiu o nordeste do país e provocou um devastador tsunami.
Segundo dados do Instituto Geológico dos Estados Unidos, até as 17h desta quinta-feira (5h de Brasília) foram registrados no Japão pelo menos 1.001 tremores de mais de 4,5 graus.
Um porta-voz da Agência Meteorológica japonesa detalhou que 408 sismos tiveram magnitude de pelo menos 5 graus na escala Richter, sendo que o número poderia ser multiplicado por dez se fossem levados em conta os tremores com pelo menos 4 graus.
Dos tremores registrados desde 11 de março, 68 tiveram intensidade igual ou maior que 6 graus, e outros cinco registraram pelo menos 7 graus, nível igual ao do terremoto que deixou cerca de 300 mil mortos no Haiti em janeiro de 2010.
O terremoto de 9 graus que há pouco mais de um mês sacudiu o nordeste japonês foi o mais forte no país desde o início das medições, há 140 anos, e gerou um grande tsunami com ondas de até 15 metros.
Mais de um mês após a catástrofe, o número de mortos é de 13.456, enquanto 14.851 pessoas seguem desaparecidas, segundo o último boletim policial.
A tragédia causou ainda uma grave crise nuclear na usina nuclear de Fukushima, onde os operários continuam trabalhando dia e noite para tentar resfriar os reatores da central e conter a radioatividade.
15/03/2011
Terremoto no Japão mexeu com o planeta
A costa do Japão pode ter se movido cerca de quatro metros para leste após o terremoto de magnitude 8,9 que atingiu o país na última sexta-feira, afirmaram especialistas. Dados da rede japonesa Geonet - recolhidos de cerca de 1,2 mil estações de monitoramento por satélite - sugerem que houve um deslocamento em grande escala após o terremoto. Roger Musson, da agência geológica britânica (BGS, na sigla em inglês), disse à BBC que o movimento é “compatível com o que acontece quando há um terremoto deste porte”. [É a velha conversa do tipo: a coisa foi feia, mas é normal, tudo bem.] O terremoto provavelmente mudou também o equilíbrio do planeta, movendo a Terra em relação a seu eixo em cerca de 16,5 cm. O tremor também aumentou a velocidade da rotação da Terra, diminuindo a duração dos dias em cerca de 1,8 milionésimos de segundo. A agência meteorológica do Japão propôs aumentar a magnitude do terremoto para 9,0. Isso faria do tremor o quinto maior da história desde que tremores começaram a ser registrados. Outras agências, no entanto, ainda não atenderam ao chamado.
Brian Baptie, também da BGS, explicou que o tremor ocorreu na Zona de Subducção, como é chamada a região onde duas placas tectônicas se unem - no caso do Japão, a Placa do Pacífico, a leste, e outra placa a oeste, que muitos geólogos acreditam ser uma continuação da Placa Norte-americana. A Placa do Pacífico está se movendo para oeste sob o Japão. E, à medida que isso acontece, arrasta com ela a Placa Norte-americana para baixo e para oeste.
Quando o terremoto ocorreu, a placa que estava por cima deu uma guinada para cima e para leste, liberando a energia acumulada enquanto as duas placas estavam em atrito. Isso mexeu com o leito do oceano, deslocando uma enorme quantidade de água - o que levou a um tsunami.
Ken Hudnut, um geofísico da agência de geologia dos EUA, em Pasadena, na Califórnia, disse à rede MSNBC que informações que dependem de dados de GPS como mapas, navegadores por satélite usados em carros e registros de propriedade terão que ser mudados no Japão após o terremoto.
“A rede nacional (japonesa) que define limites de propriedades foi mudada”, disse ele. “Cartas náuticas terão que ser revisadas por conta da mudança da profundidade da água”, afirmou.
Nota: Todas essas mudanças planetárias, ainda que aparentemente pequenas, foram causadas por um único evento catastrófico. Imagine do que seria capaz um cataclisma das proporções do dilúvio de Gênesis... Caso admitissem isso, os geólogos evolucionistas não precisariam apelar para os bilhões de anos da geologia padrão para justificar locais como o Grand Canyon, por exemplo. O que os tapadores das evidências com a peneira do “trágico, mas normal” se esquecem, também, é de que em anos recentes foram registrados tremores de terra até em lugares em que eles não eram esperados, como o Brasil (clique aqui, aqui, aqui, aqui e aqui para conferir). O que a profecia de Mateus 24:7 diz é que haveria terremotos emvários lugares.[MB]
Fonte: Criacionismo
25/01/2011
ECOmenismo assusta com falta d’água e de comida
Muito tem se falado sobre o aquecimento do planeta e todos se mostram assustados com essas enchentes, com a chuva e com o mau tempo que castiga não só o Brasil, mas outros continentes. Mais calor, menos comida e mais um efeito preocupante das mudanças no clima: a falta d’água e a falta de comida para milhões e milhões de pessoas. A comida parece farta em supermercados de grandes centros do mundo, mas nos últimos anos têm sido cada vez mais frequentes protestos isolados por causa do preço dos alimentos. Especialista em agronegócios, o britânico Richard Warburton diz que a guerra do futuro pode ser para conseguir água e comida e não, como se pensava, a disputa por petróleo e territórios.
Em Nova York, as Nações Unidas estudam os efeitos do aquecimento global. As pesquisas indicam uma reação em cascata. As mudanças climáticas afetam a produção agropecuária. Com isso, a oferta diminui e os preços dos alimentos disparam.
Em Teresópolis, as chuvas destruíram 80% da produção agrícola. O Quênia acaba de enfrentar a terceira pior estiagem em mais de uma década. Nessa época do ano, era para o capim estar verde e alto, mas os produtores locais reclamam que perderam centenas de cabeças de gado, porque não havia o que comer.
Mesmo em países onde o clima é favorável à agricultura, os efeitos do aquecimento global são sentidos pelos produtores. Os recursos naturais estão diminuindo, e a explosão da população mundial indica que o problema pode se agravar nas próximas décadas.
O chefe do painel da ONU sobre mudanças climáticas, Rajendra Pachauri, prevê um futuro sombrio. “Inicialmente os preços vão subir. Depois haverá escassez de produtos no mundo”, afirma.
As fontes naturais para produção de alimentos estão sob ameaça. Do petróleo não se refina apenas o combustível dos tratores e caminhões usados na agricultura. Ainda se tira o plástico usado para processar e empacotar a comida. Na quarta-feira (19), o preço do barril estava sendo negociado na Bolsa Mercantil de Nova York por menos de US$ 91, mas há dois anos chegou a custar quase US$ 150 por causa das ameaças de queda na produção mundial.
A alternativa, o biocombustível, ainda provoca polêmica. Nos Estados Unidos, a estimativa é de que um terço do plantio de milho seja usado para produzir etanol. O risco é que a produção de biocombustível consuma o que poderia servir de comida e inflacione ainda mais o preço dos alimentos.
A falta de água também é uma ameaça. Mais de um bilhão de pessoas não tem acesso à água limpa, e o consumo deve dobrar nos próximos 20 anos. Em Punjab, na Índia, o uso da água para irrigar as plantações de trigo secou parte dos rios. Os fazendeiros antes cavavam poços rasos e logo encontravam água. Agora estão se endividando para comprar equipamentos caros que consigam perfurar poços profundos. Nem assim têm encontrado água. Os recursos naturais são limitados.
A população do mundo dobrou nos últimos 40 anos para quase sete bilhões de pessoas. Especialistas alertam que, usando as técnicas atuais de agricultura, não vamos conseguir produzir para tanta gente. Em 2050, precisaremos ter o dobro da quantidade de comida que é produzida agora. É como se criássemos uma fazenda do tamanho do Brasil apenas para alimentar a nova população mundial.
Nos mares e rios, as previsões também são pessimistas. A pesca predatória está levando peixes e mariscos à extinção. Especialistas acreditam que os estoques acabariam a partir de 2048.
“Precisamos mudar nossos hábitos alimentares. A quantidade de comida consumida em países ricos não é sustentável, e o consumo em países em desenvolvimento vai continuar aumentando”, diz Pachauri.
O mundo tem o desafio de mudar a relação com os alimentos: o que e quanto se come e a forma de distribuição entre a população mundial.
Nota: Em Mateus 24 (o famoso sermão profético), Jesus previu que, de fato, haveria fome em várias partes do mundo. O que os ECOmênicos e defensores do aquecimento global causado principalmente pelo ser humano estão fazendo é aproveitar essa crise para colocar lenha na fogueira de sua causa que tem interesses escusos. Mesmo em épocas de produção suficiente de alimentos, a fome existiu por causa da má distribuição e da ganância. Agora, sem dúvida, o problema se agrava com o aumento da população mundial e o esgotamento dos recursos naturais. Orientar os seres humanos para que sejam consumidores conscientes (a redução do consumo de carne ajudaria muito, como se pode ver no infográfico abaixo) é uma boa coisa, evidentemente. O que preocupa é a velha tática do uso da engenharia social (medo insuflado nas massas) para a aprovação de leis que ameaçam as liberdades individuais. Leia mais sobre ECOmenismo aqui e saiba o que preocupa os estudantes das profecias bíblicas.[MB]
Fonte: Criacionismo
19/01/2011
Degelo acelerado dos Andes ameaça América do Sul
Desaparecimento das geleiras em países como o Peru, que dependem delas para o fornecimento de água, já preocupa e pode resultar em milhões de refugiados climáticos e na desestabilização de todo o continente.
O Peru possui 70% de todas as geleiras existentes na zona tropical do planeta, que são fundamentais para o fornecimento de água e para o próprio clima de diversos países. Porém o aumento da temperatura está provocando o degelo dessas regiões em um ritmo mais rápido que o previsto por cientistas e existe o risco de que nos próximos 10 anos geleiras inteiras deixem de existir.
Se esse cenário se confirmar, uma grande crise econômica e social pode desestabilizar todo o continente, fazendo surgir mais conflitos entre os países.
“Imagine o que pode acontecer se as geleiras andinas se forem e milhões de pessoas famintas tiverem que migrar para outras regiões”, explicou ao jornal Washington Post o ex-diretor da Agência Central de Inteligência (CIA), James Woolsey.
Dados dos últimos 40 anos do governo peruano já mostram o impacto do degelo na agricultura e no modo de vida das pessoas que moram nas zonas mais próximas às geleiras.
“Antes eu caminhava duas horas e já alcançava a geleira. Mas agora, eu ando cinco, seis horas para chegar à ela. Nós pegamos toda a nossa água de lá, se o gelo desaparecer simplesmente não teremos mais água”, disse Maximo Juan Malpaso Carranza, agricultor da comunidade andina de Utupampa.
Mais de dois milhões de peruanos dependem diretamente da água coletada na chamada Cordilheira Branca. Porém, pesquisadores afirmam que essas montanhas já perderam 30% de suas geleiras desde 1970.
O próprio governo do país reconhece que precisa de ajuda para lidar com a situação, seja com a construção de reservatórios e represas ou com investimentos que melhorem a produção agrícola.
“Se o Peru e seus aliados não criarem projetos para conservar água, melhorar a infraestrutura e controlar o degelo nos próximos cinco anos, o desaparecimento das geleiras podem levar a um desastre social e econômico”, afirmou Alberto Hart, conselheiro de mudanças climáticas do Ministério de Relações Exteriores do Peru.
Para minimizar esse quadro, o governo peruano está tentando arrecadar junto à comunidade internacional US$ 350 milhões por ano até 2030.
No ano passado, o Peru recebeu US$ 30 milhões dos Estados Unidos em ajuda para mitigar os efeitos das mudanças climáticas. Porém, a maior parte desses recursos acabou destinada para as áreas de florestas do país.
O Banco Mundial já vem trabalhando com o Peru para monitorar o suprimento de água e implementar modificações na agricultura. Japão, Austrália e Suiça também ofereceram ajuda.
Mas o degelo dos Andes não afetará apenas o Peru, pois terá sérias consequências de forma direta na Bolívia e no Equador, onde cidades já convivem com a ameaça de enchentes relâmpago e seca. Os rios que formam a Bacia Amazônica também deverão sofrer, já que nascem na cordilheira. Todos os impactos do degelo ainda não estão claros e mais estudos deveriam ser incentivados pelos governos sul-americanos.
A Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças do Clima (UNFCCC) identifica a América do Sul como uma das áreas mais vulneráveis às mudanças climáticas. Além do degelo dos Andes, praticamente todo o litoral do continente está sujeito a fortes tempestades e enchentes, fenômenos extremos que põe em risco milhões de pessoas devido à densidade populacional e a ocupação desordenada nas cidades.
18/01/2011
Há propósito nas catástrofes?
Há um século, a escritora Ellen White registrou: “É chegado o tempo em que haverá no mundo tristeza que nenhum bálsamo humano pode curar. O Espírito de Deus está sendo retirado. Catástrofes por mar e por terra seguem-se umas às outras em rápida sucessão. Quão frequentemente ouvimos de terremotos e furacões, de destruição pelo fogo e inundações, com grandes perdas de vidas e propriedades! Aparentemente essas calamidades são caprichosos desencadeamentos de forças da natureza, desorganizadas e desgovernadas, inteiramente fora do controle do homem; mas em todas elas pode ler-se o propósito de Deus. Elas estão entre os instrumentos pelos quais Ele busca despertar a homens e mulheres para que sintam o perigo” (Profetas e Reis, p. 277).
Nunca é demais lembrar que não é Deus quem causa as tragédias. Elas são decorrentes de uma combinação de, basicamente, três fatores: (1) habitamos num mundo que agoniza sob os efeitos destrutivos do pecado; (2) o inimigo de Deus, ainda que restringido em suas ações, tem poder sobre os elementos e os usa para causar sofrimento; (3) damos lugar à imprudência e intensificamos, assim, os riscos de calamidades. Deus tem protegido os seres humanos dos males que por certo já os teriam feito desaparecer da face da Terra. Não fossem os anjos de Apocalipse 7, que seguram os “ventos” de destruição, a espécie humana não mais existiria. Mas, à medida que o fim se aproxima (leia-se volta de Jesus), a proteção divina vai aos poucos sendo retirada da Terra (o que não significa que o Espírito de Deus tenha deixado ou vá deixar de trabalhar até o último momento no coração dos humanos sinceros que almejam algo mais do que os prazeres deste mundo).
Note que Ellen White, embora não identifique a Deus como causador das tragédias, afirma que Ele as usa como “instrumentos” para despertar as pessoas da letargia e fazer com que pensem no perigo iminente. Que perigo? O maior de todos: a perda da vida eterna e a destruição deste planeta que, depois, será recriado – e nada mais poderá ser feito pelos impenitentes. Nada é mais urgente ou importante do que isso e as tragédias localizadas têm a capacidade de nos lembrar do que é perene e realmente significativo. Nos últimos anos, tem-se a impressão de que esses “instrumentos” têm sido usados com mais frequência, embora sejam considerados “sinais dos tempos” e não necessariamente do fim. Basta lembrar-se do mortífero tsunami na Ásia, das inundações em Santa Catarina e do devastador terremoto no Haiti, para citar três mais recentes.
Essas tragédias costumam trazer à luz o que há de melhor e pior na humanidade. O pior: pessoas que se aproveitam da situação de caos para saquear os poucos recursos que deveriam ser repartidos entre as vítimas. O melhor: a união de esforços que sobrepuja placas de igreja, etnias e hierarquias. Nessas horas, quem tem coração solidário é tão-somente humano; é irmão que sofre com os que sofrem – lágrimas não têm cor nem religião. Jesus, por certo, também derrama lágrimas, pois é Deus-homem que Se identifica com os sofredores. Ele tem interesse em cada um de Seus filhos, mas visa, sobretudo, à nossa salvação eterna, pois somente lá, na Nova Terra, estaremos finalmente longe de perigo. Enquanto o Céu não vem, Deus deseja que sejamos Seus braços e mãos aqui na Terra e estejamos prontos para aquele grande dia; ou para os dias terríveis nos quais confrontamos a morte.
“No grande conflito entre o bem e o mal, era neces¬sário dar a Satanás toda a oportunidade de mostrar seu verdadeiro caráter, para que o universo celestial e a raça pela qual Cristo estava oferecendo Sua vida vissem a justiça dos desígnios de Deus. Aos que estão sob o controle do inimigo deve ser permitido revelar os princípios do seu governo” (Ellen White, The Seventh-day Adventist Bible Commentary, v. 5, p. 1.107). Creio que já houve tempo suficiente para termos certeza de que este mundo não é um lugar seguro para se viver e que precisamos aceitar o plano de Deus para nossa vida.
Enquanto Jesus não traz a solução definitiva (em Sua vinda), oremos e trabalhemos para minorar a dor do semelhante e ajudá-lo a olhar para frente e para o alto, de onde vem nossa esperança real e definitiva.
Michelson Borges
P.S.: Acesse o site http://novotempo.com/solidariedade e veja como você pode ajudar as vítimas dessa que está sendo considerada a maior tragédia ambiental da história do Brasil.
Fonte: Criacionismo


Evidências Proféticas






















