Evidências Proféticas | blog adventista: Mundo
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17/06/2011

Ou a Europa escreve a história ou a história vai descartar a União Europeia

Mesmo que as autoridades consigam uma solução negociada para a dívida da Grécia, analistas preveem problemas para os mercados globais, incluindo os emergentes. O risco de contágio para outros países europeus e a possibilidade de uma crise bancária são os principais temores.

Qualquer alteração dos títulos gregos será vista como default pelas agências de rating. Os bancos terão de marcar a mercado e registrar perdas nos balanços. Para Robin Griffiths, estrategista-chefe do Cazenove Capital, a chance de crise bancária na zona do euro é alta. O Banco Central Europeu também sofreria com o processo, pois está exposto à dívida problemática da periferia da região, tanto que se opõe fortemente a uma reestruturação.
Segundo o BIS, a exposição dos bancos europeus à dívida pública da Grécia soma US$ 52,3 bilhões. As instituições da Alemanha (US$ 22,7 bilhões) e da França (US$ 15 bilhões) possuem as maiores posições. Por esse motivo, na quarta-feira a Moody's decidiu colocar os ratings dos três maiores bancos franceses (BNP Paribas, Credit Agricole e Société Générale) em revisão para possível rebaixamento. "O maior perigo para o euro hoje é uma crise bancária, pois as instituições não têm capital suficiente para cobrir os problemas", disse Jim Conklin, chefe de Investimentos da FX Concepts.

Luis Costa, estrategista de emergentes do Citigroup, lembra que as instituições financeiras fizeram uma rodada para levantar capital nos últimos meses, até porque precisam se preparar para as regras mais rígidas trazidas pelo acordo de Basileia III. A perspectiva de prejuízos pode desencadear uma onda de venda das ações dos bancos, contaminando assim o mercado de renda variável. 

Na Irlanda, o setor permanece frágil. Mesmo depois de toda a ajuda já recebida, o governo irlandês ainda não conseguiu resolver o problema do seu sistema financeiro. O país busca apoio do FMI para um plano que prevê corte das dívidas do Anglo Irish Bank e do Irish Nationwide Building Society, de forma a dividir o custo do socorro com os credores.

O impacto do default grego começaria pelos bancos europeus, com potencial de se espalhar para os países em desenvolvimento. "Os bancos da zona do euro possuem ativos emergentes, principalmente do Leste Europeu", lembra Costa.

O risco de contágio é considerado alto, como insiste o BCE. Os ativos de dívida da periferia já sentem forte pressão, principalmente da Irlanda e Portugal. Como esses países também possuem programas de financiamento com o FMI e a União Europeia, podem ser vistos como os próximos a precisar de reestruturação de dívidas. As agências de rating colocarão a nota dos dois em observação, em caso de default da Grécia. Já Espanha e Itália vêm conseguindo isolamento da turbulência, mas ficam expostas a partir de um calote grego.

A crise tem levado milhares de gregos às ruas contra o governo nos últimos dias. Na quarta-feira, manifestantes entraram em confronto com a polícia em vários pontos de Atenas.

Primeiro-ministro adia anúncio do novo gabinete

O primeiro-ministro da Grécia, George Papandreou, deve anunciar nesta sexta-feira a reforma de seu gabinete de governo. Papandreou conversou com parlamentares do Partido Socialista numa tentativa de conter uma revolta dentro do próprio partido. 

O primeiro-ministro disse que ainda não há acordo sobre um novo pacote de ajuda financeira à Grécia, mas acrescentou que o próximo empréstimo da UE e do FMI ao país será enorme. Ele prometeu aos deputados de seu partido que os países-membros da UE vão em breve vir em socorro da Grécia com um novo crédito de grandes proporções, embora as negociações à frente devam ser difíceis.

"Estamos num momento crítico", afirmou. "Ou a Europa escreve a história ou a história vai descartar a União Europeia", disse. "Temos à frente, nos próximos dias, negociações duras, difíceis e complexas dentro da União Europeia para um novo programa - um programa de crédito enorme - que não tem precedente na história do mundo."


Nota: Na verdade, a história já está escrita. Quem conhece a profecia de Daniel 2, sabe que a União Européia NUNCA será um sistema sólido e sustentável, pelo contrário, é frágil e seu fim é iminente. Esta é uma Evidência Profética do advento de Jesus.

16/06/2011

Quatro milhões de idosos sofrem maus-tratos na Europa por ano

Pelo menos quatro milhões de idosos sofrem abusos físicos a cada ano na Europa e cerca de 2,5 mil são mortos por um membro da família, segundo um relatório publicado nesta quinta-feira pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Os idosos são vítimas de humilhações como bofetadas, murros, socos, queimaduras e cortes e são trancados em seus quartos durante horas ou até dias, afirma o relatório divulgado durante a 3ª conferência europeia de prevenção de maus-tratos e promoção da segurança, realizada em Budapeste.

Segundo este estudo - que analisou a situação dos idosos em 53 países europeus -, além dos quatro milhões que sofrem abusos físicos, 29 milhões são submetidos a agressões psicológicas como insultos ou ameaças e seis milhões são vítimas de roubos de dinheiro ou fraudes.

Além disso, cerca de um milhão de idosos sofrem abusos sexuais em forma de assédio, estupros ou exposição à pornografia.

Aqueles que têm Alzheimer, demência ou alguma incapacidade possuem mais probabilidade de serem vítimas de algum tipo de abuso, da mesma forma que os idosos de classes menos favorecidas da população.

A diretora regional da OMS para a Europa, Zsuzsanna Jakab, afirmou que a situação é "muito grave", já que "os abusos afetam os idosos física e emocionalmente no momento mais vulnerável de suas vidas".

"A população europeia está cada vez mais envelhecida, por isso é urgente que os governos resolvam este problema social o mais rápido possível e que os serviços públicos de saúde prestem socorro às vítimas de maus-tratos", acrescentou.

Em 2050, um terço da população europeia terá mais de 60 anos, devido à combinação do aumento da expectativa de vida com a queda da natalidade, o que significa que serão necessários cada vez mais recursos para efetuar o pagamento das pensões e das prestações sociais.

Esta situação, segundo a OMS, aumentará a dependência da terceira idade em relação aos mais jovens, o que pode causar um aumento no número de abusos a idosos ao alterar a estrutura econômica e social das famílias.

Fonte: Terra

13/06/2011

Os solos do planeta estão sob ameaça


Não são apenas as geleiras e as florestas tropicais que estão em perigo em nosso planeta. Além do fantasma do aquecimento global e dos desmatamentos fora de controle, os solos da Terra estão sob maior ameaça do que nunca.
Segundo cientistas, em algumas partes do mundo as perdas por erosão ultrapassam a taxa natural de formação do solo. A intensidade da atividade humana está afetando a capacidade do solo de produzir alimentos, armazenar o carbono da atmosfera, filtrar a contaminação do abastecimento de água e manter a biodiversidade.
Devido à crescente demanda por alimentos, a intensificação da agricultura por si só vai colocar uma enorme pressão sobre os solos ao longo das próximas décadas – e as alterações climáticas aumentam ainda mais o desafio.
Os solos são o cerne da “zona crítica” da Terra: a camada que dá suporte à vida de grande parte da humanidade e vai do topo da copa das árvores ao fundo dos aquíferos.
Steve Banwart, professor do Instituto Kroto de Pesquisa da Universidade de Sheffeld, lidera um novo programa de pesquisa internacional, denominado Observatórios de Zonas Críticas, que busca ajuda para enfrentar o desafio de manter a qualidade de nossos solos.
Existem agora mais de 30 observatórios em muitos países diferentes e eles estão começando a trabalhar juntos. Um dos objetivos desse esforço internacional é desenvolver modelos matemáticos para prever como o solo e as funções que ele desempenha vão ser afetados com a intensificação das atividades humanas. A ideia é também desenvolver solução para aumentar a produtividade de plantações, por exemplo, sem comprometer as outras funções do solo.
Fonte:  Hypescience

08/06/2011

EUA encaram 'rebelião muçulmana'

O terrorista Ayman al-Zawahri, provável novo líder da rede terrorista da al-Qaeda, disse que os EUA estão enfrentando uma "rebelião muçulmana" após a morte de Osama bin Laden, segundo vídeo postado no YouTube e monitorado nesta quarta-feira.

A mensagem do terrorista egípcio tem 28 minutos. Nela, ele celebra a memória de Bin Laden, morto em uma ação militar americana no território paquistanês em 2 de maio, após cerca de dez anos foragido.

"Hoje, e graças a Deus, a América não está enfrentando um indivíduo ou um grupo", disse, segundo o SITE, entidade americana que monitora atividades islâmicas na internet.


"Mas uma nação rebelde que foi despertada de seu sono em um renascimento jihadista que a desafia onde quer que esteja."

"Seguiremos adiante com a jihad até que expulsemos os invasores das terras muçulmanas", disse Zawahiri. "O homem que atemorizou a América do Norte em vida continuará atemorizando após sua morte", completou na mensagem de vídeo, que segundo o SITE foi divulgado nos fóruns jihadistas da internet nesta quarta-feira.

Fonte: G1

26/05/2011

Seis milhões à beira de morrer de fome na Coreia do Norte

Mais de seis milhões de norte-coreanos, cerca de um terço da população do país, "estão à beira de morrer de fome" e "necessitam de ajuda urgente", alertou, quinta-feira, um jornal chinês citando o Programa Alimentar Mundial.

O alerta coincidiu com a secreta visita à China do líder norte-coreano, Kim Jong-il, "centrada", de acordo com um perito local, na "cooperação económica" e na "assistência chinesa" à Coreia do Norte.

A "escassez de comida" forçou a Coreia do Norte a pedir ajuda externa, disse Zhang Liangui, especialista em assuntos norte-coreanos da Escola Central do Partido Comunista Chinês, citado pelo jornal Global Times.

As estimativas do Programa Alimentar Mundial (PAM), divulgadas em Março, referiram que a Coreia do Norte necessitará de 450 mil toneladas de alimentos.

Zhang Liangui considerou que "para a comunidade internacional, há sempre um dilema na ajuda à Coreia do Norte".

"Por razões humanitárias, é necessário ajudar as pessoas com fome, mas por outro lado há o receio que a ajuda seja usada pelos militares e pelo governo para financiar o programa de desenvolvimento nuclear", explicou.


Nota: Sem palavras...

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Sarkozy prega controle da internet

O fórum e-G8, organizado pelo presidente da França Nicolas Sarkozy, reuniu em Paris, entre segunda e quarta-feira, a nata da tecnologia. Entre os convidados para o diálogo estavam Eric Schmidt, chefe de conselho do Google, Mark Zuckerberg, fundador do Facebook, e Jeff Bezos, fundador da Amazon, entre outros. O objetivo do encontro foi formular uma proposta conjunta sobre a melhor maneira de regulamentar a internet em todo o mundo. O resultado, porém, não foi dos mais positivos - pelo menos não para Sarkozy. Ao contrário do que defende o presidente francês, as empresas, as maiores e mais influentes do setor, mostraram ser contra qualquer tipo de cerceamento da liberdade na internet e ainda destacaram categoricamente que a auto-regulamentação da rede acontecerá com o tempo.

Sarkozy tem um histórico de críticas à internet. Recentemente, após encontrar o Papa Bento XVI, o presidente francês fez o seguinte pronunciamento: "Corrigir os excessos e abusos, comuns em um ambiente desprovido de regras, é um imperativo moral." Em outras ocasiões, Sarkozy já havia definido o ambiente digital como "Oeste selvagem", que seria necessário não apenas regular, mas também "limpar" e "civilizar". Nestes dois dias de e-G8 não foi diferente. "Não deixem a revolução que vocês lançaram veicular o mal sem freios", disse Sarkozy aos representantes das grandes empresas do setor.

Há consenso em toda parte que crimes eletrônicos ou redes digitais de pedofilia precisam ser coibidos. É preciso também proteger a privacidade dos usuários da rede, e estabelecer regras de defesa dos direitos autorais. Nas falas de Sarkozy, no entanto, essas preocupações legítimas se misturam com o desejo - nem tão implícito assim - de submeter a internet a um maior controle político. E medidas desse tipo podem, muito rapidamente, ganhar viés autoritário. No fórum de Paris, o presidente francês louvou a internet como "grande revolução do século XXI". Mas sua retórica dos últimos anos impede que soe convincente ao dizer isso.

Reações - Quem mais contemporizou com Sarkozy foi Jeff Bezos, fundador da Amazon. "Tomar medidas de segurança em face do terrorismo vai atrapalhar os negócios? Respeitar os direitos autorais vai atrapalhar os negócios? Evitar novos monopólios atrapalha os negócios? Proteger as crianças atrapalha os negócios? Eu não creio que atrapalhe", disse o executivo durante o debate.

Tanto Schmidt quanto Zuckerberg, no entanto, foram mais enfáticos ao discordar do presidente francês e apontar o que há de perigoso em suas ideias. "A tecnologia sempre evoluirá mais rápido do que os governos, então é impossível criar leis antes de entender por completo as consequências de todas essas mudanças", disse Schmidt. Zuckerberg completou o raciocínio do conselheiro do Google dizendo que os internautas decidirão, no futuro, o que será mais importante: deixar de compartilhar dados para proteger a privacidade ou fornecer informações pessoais aos serviços digitais, para permitir que eles se tornem mais eficientes.

G8 - O que Sarkozy leva desses dois dias de debate para o encontro com os líderes políticos do G8 é uma lista vaga de recomendações. "Enfrentamos desafios em harmonizar nossas políticas públicas de proteção de dados pessoais, neutralidade de rede, segurança da informação e propriedade intelectual", diz a proposta que será encaminhada nesta quinta-feira aos demais países membros do grupo (Estados Unidos, Japão, Alemanha, Grã-Bretanha, Itália, Canadá e Rússia).

A ideia de reforçar os controles sobre a internet encontra eco em outros países europeus – como a Alemanha, que aprovou nesta quarta-feira um novo projeto de lei que prevê que sites de pedofilia sejam excluídos da rede. A tendência, afirma artigo da revista Spiegel, é que parlamentares alemães busquem em outros países referências e modelos de regulamentação digital. Mas, em toda parte, as ações dos governantes padecem do mesmo problema: na tentativa de conter abusos reais, propõem-se leis que podem se tornar amarras para a livre circulação do pensamento na internet. Na busca por padrões legais na rede, é imprescindível encontrar remédios que não matem o paciente, em vez de curar a sua doença.

Fonte: Veja

Nota: Pedofilia, prostituição e violência devem ser banidos não só da internet, como também do comportamento humano. O meio mais eficaz para conseguir isto é através do evangelho. Agora, os argumentos de Sarkozy para o controle da internet, principalmente aqueles em ligação com o Vaticano, são obstáculos à liberdade de pensamento. Chegará o dia que os observadores da lei de Deus serão censurados e contados entre aqueles que espalham terror na sociedade. Absurdo? É só olhar para o passado e ver como Roma tratou os nossos irmãos em Cristo.

25/05/2011

FBI libera informações de OVNI's, Bin Laden e Walt Disney


Alguém sabe quanto pesava Osama Bin Laden? Ou talvez quanto os Estados Unidos chegaram a prometer pela sua cabeça? Também não é de conhecimento geral que Walter Elias Disney, o Walt Disney, era uma dos informantes do FBI e quis, inclusive, montar um escritório em um dos seus parques. E outro: agentes especiais do departamento americanos relatam ter encontrado OVNIs no país. Essas polêmicas e outras podem ser encontradas no site The Vault (vault.fbi.gov), em português, O Cofre, onde o FBI acabou de colocar mais de 3 mil documentos oficiais aos quais, até então, só os figurões tinham acesso.

Agentes teriam achado três ETs dentro de disco

Um dos pontos mais polêmicos dos arquivos do FBI é certamente sobre “eventos sobrenaturais”. Entre os nove relatórios a respeito do assunto, vale a pena clicar no caso do informante Guy Hottel, agente  secreto que informou ter encontrado três discos voadores  no Novo México, em 1950. Segundo Hottel, dentro dos discos foram achados também três corpos com cerca de 90 cm, com vestimentas metálicas, que lembram roupas usadas por pilotos de velocidade. Os curiosos podem acessar também documentos oficiais da Força Aérea Americana sobre o caso Roswell, de um disco voador  encontrado na vizinhança dessa cidade, também no Novo México, ainda em 1947.





Nota: O grande engano está sendo preparado! E você está preparado para viver no período mais difícil da história da humanidade? E sua família? E seus amigos e parentes? 

Leia mais:
ONU deve coordenar planos para lidar com Extraterrestres

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24/05/2011

Vulcão islandês Grimsvötn desperta temor de novo colapso aéreo na Europa

vulcão islandês
Bruxelas, 24 mai (EFE).- A nuvem de cinzas do vulcão islandês Grimsvötn forçou nesta terça-feira o cancelamento de mais de 250 voos, e acentuou o temor de que se repita o caos aéreo provocado em 2010 por outro vulcão, embora as autoridades tenham constatado uma redução em sua atividade.

O Escritório Meteorológico da Islândia informou que a atividade do Grimsvötn está em queda pelo segundo dia consecutivo, enquanto a altura da coluna de fumaça vulcânica foi reduzida dos 20 mil metros iniciais a cerca de 5 mil metros.

A Agência Europeia para a Segurança na Navegação Aérea (Eurocontrol) relatou até o momento a anulação de cerca de 500 voos pelas cinzas que chegaram ao céu da Irlanda do Norte e da Escócia.

Já segundo o Centro Assessor sobre Cinza Vulcânica (VAAC), com sede no Escritório Meteorológica britânica, há uma "grande possibilidade" de que a nuvem de cinzas afete amanhã algumas regiões da Dinamarca, o sul da Noruega e o sudoeste da Suécia. No entanto, com base nas previsões sobre a direção na qual se movimentará a nuvem durante os próximos dias, "espera-se que o impacto real nos voos seja relativamente reduzido".

As cinzas ameaçam avançar em direção a Dinamarca, o sul da Escandinávia e o norte da Alemanha nas próximas horas, segundo o chefe de operações da Eurocontrol, Brian Flynn.

Na conta da agência no Twitter, Flynn previu que a nuvem vulcânica poderia seguir seu curso rumo ao sul conforme avance a semana, aproximando-se de França e Espanha, embora as previsões ainda não sejam precisas, e somente estejam disponíveis para as próximas 24 horas.

O secretário de Estado de Transportes da Espanha, Isaias Táboas, afirmou hoje por sua vez que não há nenhuma previsão de que a nuvem de cinzas do vulcão islandês afete o espaço aéreo espanhol. A ameaça da nuvem de cinza obrigou o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, a antecipar em 13 horas seu voo da Irlanda a Londres para uma visita de Estado ao Reino Unido que começa hoje.

Os baixos níveis de concentração não impedem os aviões de voar, lembrou Flynn, enquanto em caso de seu aumento a possibilidade de voo depende do tipo de aeronave e de outros fatores.

Por enquanto, a British Airways, a holandesa KLM, a irlandesa Air Lingus e a companhia de baixo custo Easyjet suspenderam seus voos com partidas ou chegadas na Escócia.

Por outro lado, a Ryanair criticou a ordem das autoridades da aviação civil irlandesa para que suspenda nesta manhã seus voos para Edimburgo, Glasgow e Aberdeen por razões de segurança.

As companhias aéreas também suspenderam voos entre Newcastle, Belfast e Dublin, à espera de melhores condições. A Ryanair e a Easyjet tiveram que cancelar alguns voos da Espanha para Edimburgo e a Glasgow, segundo seus sites.

A erupção do Grimsvötn ocorre um ano depois de um fenômeno similar no Eyjafjallajökull, outro vulcão islandês, que provocou a paralisação do tráfego aéreo europeu por várias semanas.

O temor de que se repitam um colapso do espaço aéreo e as cenas de milhares de passageiros nos terminais, sem conseguirem embarcar, não parece ter chegado aos governos nem à Comissão Europeia, que emitiram mensagens tranquilizadores.

O ministro dos Transportes do Reino Unido, Philip Hammond, declarou à rede de televisão "BBC" que seu país está agora melhor preparado para tal eventualidade do que há um ano, já que tem sistemas "mais robustos" para "minimizar o efeito perturbador" da nuvem de cinzas.

Por sua vez, o comissário europeu de Transporte, Siim Kallas, disse que não espera, por enquanto, que a nuvem provoque um fechamento maior do espaço aéreo, nem que as consequências sejam similares ao caos ocorrido no ano passado.

Kallas afirmou que as circunstâncias não são exatamente as mesmas, já que as cinzas do vulcão Grimsvötn são "diferentes, as condições meteorológicas são diferentes e a resposta europeia é diferente".

A União Europeia ativou ontem uma célula de coordenação de crise para responder com rapidez e de maneira ordenada ao possível impacto da nuvem vulcânica. O grupo, que reúne a Comissão Europeia, companhias aéreas, aeroportos, autoridades nacionais de aviação e a Eurocontrol, emitirá diretrizes para esclarecer em que condições os voos serão permitidos. EFE

Fonte: G1

19/05/2011

Obama promoverá a democratização do mundo árabe

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, apresentará nesta quinta-feira um plano de ajuda econômica de bilhões de dólares para promover a democratização do mundo árabe, com base no modelo aplicado na Europa Oriental após a Guerra Fria, anunciaram nesta quarta-feira funcionários americanos.

O plano, inicialmente destinado a Egito e Tunísia, quer incitar outros países do Oriente Médio e do norte da África, palco de revoltas populares desde o início do ano, a empreender reformas democráticas, segundo os funcionários, que pediram para ter a identidade preservada.

Obama apresentará esta nova iniciativa a partir das 11h40 local (12h40 de Brasília) de quinta-feira, em um discurso sobre a estratégia americana diante da onda de protestos pela democracia que atinge o Oriente Médio e o norte da África.

Um funcionário revelou que a ideia é baseada em "algumas das medidas adotadas com sucesso na Europa Oriental" durante a queda da "Cortina de Ferro", e seriam "aplicadas nos países em transição à democracia no Oriente Médio e no norte da África".

Trata-se do início de um esforço de muito grande envergadura", destacou o funcionário, citando Egito e Tunísia como os primeiros beneficiários. "Esperamos que nos próximos anos surjam novas transições democráticas", disse.

O plano de Obama pedirá ao Banco Europeu para a Reconstrução e o Desenvolvimento (Berd) que amplie seu raio de ação. Os 60 países contribuintes do Berd se reunirão nesta sexta-feira para examinar um projeto de ampliação das atividades ao norte da África.

Fonte: Terra

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17/05/2011

A Nova Economia Mundial e o fim da hegemonia do dólar

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A hegemonia do dólar no sistema monetário internacional chegará ao fim no mais tardar em 2025, quando terá seu lugar ocupado por um sistema tripolar que também incluirá o euro e o iuan, afirmou nesta terça-feira o Banco Mundial em um relatório sobre "A nova economia mundial". "Atualmente, o euro é uma fonte crescente de competição internacional para o dólar", indica nesse informe a instituição com sede em Washington.

Por outro lado, e "dado que as economias emergentes representam uma parte cada vez maior da economia mundial e participam cada vez mais ativamente do comércio e das finanças transfronteiriças, suas moedas, em particular o iuan ou ''renminbi'' (seu nome oficial) inevitavelmente desempenharão um papel maior", acrescenta. "O cenário mais provável para o sistema monetário internacional é um sistema com diversas divisas, centrado no dólar, no euro e no renminbi", indica o documento.

"Tendo em vista este cenário, o dólar perderá sua posição inquestionável de moeda internacional dominante até 2025, deixando um amplo espaço para o euro e para a ascensão do renminbi", ressalta o Banco Mundial. A França fez do avanço para um sistema monetário multipolar uma das prioridades de sua Presidência do G20, que será concluída em uma cúpula que será realizada em Cannes no mês de novembro.

"A rápida ascensão das economias emergentes gerou uma comoção, que fez com que os centros de crescimento econômico tenham se redistribuído pelos países desenvolvidos e em desenvolvimento: estamos realmente em um mundo multipolar", afirmou o economista-chefe da instituição, o chinês Justin Lin, citado no comunicado.

Fonte: Terra

Nota: É evidente que o sistema monetário internacional sofrerá profundas transformações, mas ninguém se engane que será para melhor, pois a raiz de todos os males continua sendo o amor ao dinheiro. Há um grande impasse entre os Estados Unidos e a União Européia referente a este assunto. Uma coisa é certa: a Europa jamais será um bloco consolidado como "ferro", ao contrário, as relações entre os países serão tão frágeis quanto o "barro" e profecia confirma que realmente haverá um controle financeiro mundial capaz de determinar quem poderá comprar ou vender.

07/02/2011

Mensagem do Secretário-Geral da ONU

"A primeira Semana Mundial da Harmonia Interconfessional oferece-nos uma oportunidade deconcentrarmos a atenção mundial nos esforços desenvolvidos pelos líderes religiosos, os movimentos interconfessionais e as pessoas do mundo inteiro parapromover a compreensão e o respeito entre os seguidores das diferentes religiões e crenças. Estes parceiros desempenham um papel indispensável, ao apoiarem os esforços de paz das Nações Unidas.

Ao proclamar esta celebração, a Assembleia Geral das Nações Unidas encoraja todos os Estados a aproveitaram a primeira semana de Fevereiro para difundir “nas igrejas, mesquitas, sinagogas, templos e outros locais de culto do planeta a mensagem de harmonia interconfessional e de boa vontade, assente no amor a Deus e ao próximo ou no amor do bem e do próximo, segundo as suas respectivas tradições ou convicções religiosas”.

O respeito da diversidade e o diálogo pacífico são essenciais para que a família humana possa cooperar, a nível mundial, para enfrentar as ameaças e aproveitar as oportunidades comuns. Daí que os esforços dos Estados, da sociedade civil e de outros actores para reforçar a confiança entre as comunidades e as pessoas estejam no centro de tantas iniciativas das Nações Unidas – desde a Aliança das Civilizações à nossa ampla acção para proteger os direitos humanos, promover a coesão social e criar uma cultura de paz.

A Semana será marcada por um vasto leque de actividades, no mundo inteiro. Em Nova Iorque, a celebração incluirá pequenos almoços interconfessionais, a projecção de filmes e conversas com a participação activa da sociedade civil, de entidades das Nações Unidas e deoutras organizações intergovernamentais.

Espero continuar a trabalhar com pessoas de todas as confissões, para que superemos as tensões e concepções erróneas que tantas vezes nos dividem e para que encontremos a via da harmonia e da dignidade para todos."

Fonte: UNRIC (negritos meus para destaque)

Um breve comentário: até já as Nações Unidas oficializam o seu apoio à união entre as diferentes religiões. Mais uma vez, o propósito é de enaltecer; o que isso custa e implicaem termos de valores e princípios é que já é outra conversa...

31/01/2011

E a profecia continua a cumprir-se...

Alguns dias depois de ter aqui abordado a instável situação na Tunísia, eis que a mesma revolta social rebenta no Egito, sem dúvida um agente internacional muito mais importante do que o mais pequeno país do Magreb. Na altura, sugeri que, caso a revolta popular alastrasse a países vizinhos, poderíamos estar perante algo semelhante a uma americanização do norte de África. Estes poucos dias que entretanto passaram,foram o suficiente para confirmar essa expetativa.

Não era difícil perceber que, entre outros, ao olharem para o sucedido na Tunísia, onde em poucos dias, sem que nada o previsse, o presidente é posto em fuga (para a Arábia Saudita, um tradicional aliado americano na região...), os egípcios fossem levados a pensar "se os tunisinos conseguiram, nós também conseguimos" - talvez uma atualizada e contextualizadaversão prática do famoso slogan "yes, we can". E, assim, eis que também em poucos dias, o Egito mudou de figura e mais mudanças se antecipam para breve.

Contudo, existem pormenores para os quais devemos estar bem atentos a fim deperceber exatamente o que é que isto importa para o entendimento profético que a Igreja Adventista tem dos principais acontecimentos a nível mundial - e este, ver-se-á num futuro que não deverá ser muito distante, é um desses acontecimentos.

Não preciso de muita averiguação para relembrar que desde sempre interpretamos o segundo animal que surge em Apocalipse 13 como sendo a grande nação americana. A irmã White não deixou margem para dúvidas quando ao referir-se a este símbolo, disse que a profecia "aponta insofismavelmente para os Estados Unidos da América do Norte" (O Grande Conflito, p. 440).

Ora, o sagrado registo anuncia que esta força, este país, iria prevalecer sobre todos os outros, exercendo um dirigismo político de âmbito mundial. E é isso que tem acontecidode forma cada vez mais declarada, principalmente a partir do século XX.

Isto quer dizer que, embora a profecia não especifique exatamente como e quando, não restam dúvidas que assim será; esses 'como' e 'quando', sobram para nossa constatação ao olharmos o normal curso da História.

Foi isso que aconteceu nos finais da década de 80 do século passado. Num mundo ainda muito polarizado entre o ocidente e o comunismo, muitos observavam com temor a séria ameaça que aquele regime de esquerda causava, apenas pela eventualidade de vir a superiorizar-se ao poderio ocidental, centrado na figura da nação americana. Com toda a tranquilidade, o fiel estudante da profecia bíblica assistiu ao desmoronar do bloco soviéticoe consequente neutralização dos regimes que vigoravam em todo o leste europeu, feudo maior da apologia comunista, confirmando o que tinha sido revelado ao vidente de Patmos, quase vinte séculos antes.

Neste ponto, é de destacar o que a nossa Igreja fez: imediatamente, pastores foram enviados para esses países (onde dantes eram ameaçados com prisão e morte),enchendo auditórios com milhares de pessoas, ávidas por receberem a palavra eterna. E essa avidez tinha sido preparada, em grande medida, pela pregação via rádio que nos anos de opressão constituíam um meio indestrutível de penetração nessas fronteiras, barradas a homens e livros.

Hoje, devemos reconhecer que nenhuma nação mundial, nem nenhum grupo ou aliança entre elas, consegue superar o poder americano, principalmente em termos militares (ao contrário do ocorrido durante a Guerra Fria, onde se poderia colocar a dúvida entre os EUA e a ex-URSS). Então, é mais fácil ainda perceber e admitir que cada vez mais se reúnem as condições para que a nação americana prevaleça como líder, direi mesmo governante mundial, a vários níveis.

Não estou a defender que as nações mundiais irão, deliberadamente, abdicar da sua soberania em favor das instituições americanas de governo. Mas repare, a título de exemplo, o que tem sucedido na China: embora ainda sob regime comunista, sãoespantosas as mudanças e aberturas ao ocidente que ali têm acontecido nos últimos anos - de resto, simplesmente impensáveis há poucas décadas e tidas como totalmente loucas no período da revolução maoísta...

Assim, ao observar o mundo hoje, que ideologia resta e que parece ser obstáculo a essa americanização global? Claramente, o islão.

Portanto, e de acordo com a profecia bíblica de Apocalipse 13, não tenhamos dúvidas: assim como a América prevaleceu sobre o comunismo, também prevalecerá sobre o islão e a influência muçulmana! O que nos falta saber são os tais 'como'e 'quando'.

E aqui, entram em cena os recentes acontecimentos na Tunísia e no Egito. Porque, acredito, poderemos estar perante os primeiros passos do desdobrar da profecia quanto a estes específicos 'como' e 'quando'!

Vejamos: Hosni Mubarak, o residente líder egípcio, agora e de súbito colocado em causa, percebeu desde cedo o perigo de ocidentalização que o seu regime enfrentava. Quer uma evidência?

Deve lembrar-se de Mohamed ElBaradei, antigo líder da Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA) durante o período da Guerra no Iraque, ainda sob a Administração Bush na Casa Branca, que até apoiou a sua (re)nomeação para a AIEA em 2005. Esse conflito foi motivado, fundamentalmente, pela alegação americana que o Iraque possuía armas de destruição maciça, algo que a agência liderada por ElBaradei tinha competências para averiguar. Pois bem, apesar de hoje sabermos que essas armas não existiam, o trabalho da AIEA nunca foi suficientemente conclusivo para denunciar convenientemente como falsa a pretensão americana, tendo-lhe sido mesmo algo simpático.

Pois bem, ElBaradei, desde há muito residente fora do Egito, de imediato se posicionou como alternativa mais democrática (leia-se, ocidental) ao crónico presidente egípcio, Mubarak. E, assim que despoletou o conflito na semana passada, ElBaradei decide regressar ao Egito, defendendo que Mubarak deve retirar-se do cargo.

como reagiu o atual presidente? Colocou ElBaradei sob prisão domiciliária, pois certamente viu nele a maior ameaça ao seu poder. Mas isso não passou de curta afronta; ElBaradei jádiscursa nas manifestações que existem apesar do recolher obrigatório. Curiosamente, fá-lomunido de um simples megafone cujo som não alcança mais do que umas escassas dezenas de pessoas que o cercam mais de perto. Contudo, o seu forte contingente de segurança garante que as câmeras de televisão (incluindo a Al-Jazeera, cujas instalações no Cairo Mubarak ordenou o encerramento...) se encontram mais do que a postos e bem posicionadas para levar as suas palavras a todo o mundo árabe!

Não restam dúvidas que os EUA apoiam as propostas mudanças políticas nestes países árabes - e se conseguirem fazê-lo no Egito, poderosa nação do mundo árabe, quanto mais fácil não será esse processo em outros países...? Se a pequena fogueira tunisina serviu derastilho para a grande fornalha egípcia, não é difícil imaginar a força com que o fogo pode alastrar ainda mais...

Para nós Adventistas, isto não é apenas constatação. Passo a explicar as razões.

Como referi atrás, após a queda do muro de Berlim e derrube do obstáculo comunista à pregação evangélica nesses países, o trabalho missionário foi facilitado porque durante os anos anteriores à queda dos regimes, a rádio penetrou até esses lugares, preparando o caminho. Quando os nossos obreiros lá chegaram, era como se milhares tivessem estado ansiosamente aguardando a sua chegada no secretismo a que se obrigavam.

Pois bem, em dezembro passado, a televisão Adventista iniciou as emissões do Hope Channel NAME, um canal destinado ao público do norte de Àfrica e Médio Oriente, com programas em turco, farsi e árabe! Desta vez, onde é difícil (ou mesmo impossível) chegarem homens e livros, não se poderão impedir as ondas da televisão de avançarem!

Por isso, estas mudanças que começaram a desenhar-se nestes países árabes, poderão ser (a História o dirá, talvez em breve) mais um passo no cumprimento profético de Apocalipse 13: ou seja, o 'como' e 'quando' da americanização do mundo árabe, ao mesmo tempo que serão abertas oportunidades de evangelismo sem precedentes nesta região.

Estamos num período da História que não permite qualquer tipo de negligência! Os acontecimentos são (e serão) rápidos demais para a mente distraída os discernir corretamente. Por isso a Escritura aconselha:"examinai tudo, retende o bem" (I Tessalonicenses 5:21). Não deixe o fazer!

12/01/2011

Cenários para o futuro do euro

Moeda comum tornou-se ônus insuportável para os europeus 

Bruxelas - A Europa encontra-se em meio ao turbilhão de uma crise de dívida sem precedentes. Ninguém, independentemente das dívidas que o oneram, pode ignorar a vertigem. Ninguém, igualmente, pode desconhecer que no centro da crise européia de dívida encontra-se o euro. 

Porque já tornou-se claro que a moeda comum, além de não ajudar na superação da crise, ao contrário a fortalece e, aliás, há quem sustente que até provocou-a. E já há recomendações de fontes respeitáveis para autocancelamento da moeda, sua retirada de circulação e o retorno dos - agora 17 - países integrantes da Zona do Euro às suas moedas nacionais. 

"Na história mundial de economia têm ocorrido fatos que, inicialmente, pareciam inesperados, mas rapidamente provou-se que eram inevitáveis: Foram o abandono do cânone de ouro pela Grã-Bretanha, em 1931, ou a desindexação da moeda argentina do dólar norte-americano, em janeiro de 2002", lembra a revista britânica The Economist. 

O aumento do custo de refinanciamento dos países integrantes da Zona do Euro, até daqueles que (aparentemente) não enfrentam grave problema fiscal, mostra que os mercados têm certeza de que os europeus terão cada vez maior dificuldade para suportar o peso de sua moeda comum. 

Mostra, especificamente, que os mercados não estão convencidos da existência de terapia confiável para deter a crise de dívida transmitida de país integrante para país integrante da Zona do Euro. Os pacotes de salvação da Grécia e da Irlanda não convenceram quanto à decisão dos empoados líderes políticos europeus de superar a crise e, principalmente, de defender sua moeda comum. 

A mudança do "sistema de funcionamento" da moeda é considerado legalmente superado. Os cenários que especialistas de think tanks projetam (não por ordem e conta dos governos europeus, mas, também, sequer por vício profissional) oscilam em torno de três eventualidades: 

1 - A plena abolição da moeda comum e o relançamento das moedas nacionais dos países integrantes da Zona do Euro. 

2 - A retirada dos super-endividados países da "periferia" européia da Zona do Euro.

3 - A retirada dos países com situação fiscal sadia da Zona do Euro. 

Previsão de Roubini 

O primeiro cenário tem o mais alto custo político e econômico, enquanto, simultaneamente deve superar as maiores dificuldades técnicas. Por isso, talvez, é rejeitado. Aliás, se cada um dos países integrantes da Zona do Euro (a qual, apesar de estar soçobrando ao naufrágio em sua mais séria crise, não cessa de ampliar-se, integrando a partir do dia 1 deste mês a Estônia) adotasse as restrições cambiais necessárias e a limitação, de um modo geral, aos fluxos de capitais que exigiria a proteção de sua moeda nacional, então, dificultaria até a total interrupção o comércio interfronteiriço na União Européia (UE). 

Quer dizer, a UE teria dificuldades de funcionar até como união comercial, ocasião em que surgiria a questão de sua dissolução e seu retorno à época dos acordos bilaterais. E seria, certamente, o triunfo absoluto do mais famoso oráculo da atualidade, Nouriel Roubini, o "Profeta do Catastrofismo". 

O segundo cenário prevê a retirada da Grécia, Irlanda, Portugal, Espanha e Itália, assim como da excessivamente exposta à divida grega República de Chipre, além da República de Malta, Eslovênia, Eslováquia e demais países "periféricos" do euro, para que estes países retirantes possam desvalorizar suas próprias moedas, tornando-se competitivos, enquanto a "célula-dura" dos países remanescentes poderá utilizar a moeda comum (euro), assim como, valorizá-lo. Este cenário tropeça na obrigação da Alemanha de dividir a mesma moeda com sua vizinha a oeste do Reno, a França. 

O terceiro cenário proporciona à Alemanha a desejada libertação. Cria - de comum acordo - com a Áustria e a Holanda uma mini-união monetário-econômica, com sua poderosa moeda, o marco, que poderá valorizá-lo à vontade. Já a França, que assumirá a liderança dos demais países remanescentes, manterá o euro como sua moeda comum, para desvalorizar e tonificar sua competitividade contra a Alemanha e seu grupo, assim como contra os EUA, Japão e, certamente, China. 


Mary Stassinákis 

Sucursal da União Européia. 


Previsões para a taxa de juro da Europa 

Situação dos bancos da "periferia" - não só - impedem qualquer aumento 

Bruxelas - O Banco Central Europeu (BCE) manterá neste ano sua taxa de juro em 1%, prevêem 12 economistas pesquisados, os quais haviam participado de semelhante pesquisa ano passado e previsto corretamente que o BCE manteria sua taxa de juro durante o ano passado. 

A taxa de juro de 1% que debita o BCE para o refinanciamento dos bancos da Zona do Euro vigora desde maio de 2009, quando a Europa havia mergulhado na queda em consequência da crise internacional. Durante o ano passado surgiram novos problemas em decorrência da crise de dívida de países integrantes e bancos da Zona do Euro, problemas estes que tornam difícil para o BCE a adoção de uma política monetária menos flexível. 

"Os problemas no setor bancário não serão solucionados rapidamente e os bancos dos países da periferia européia continuarão necessitando de ajuda", disse Jurgen Mihels, economista-chefe para a Zona do Euro do Citigroup em Londres, acrescentando que "não existirão grandes pressões inflacionárias para justificar aumento da taxa de juro do euro antes de 2012". 


Nota: A profecia de "Daniel cap. 2" é uma realidade. O mais importante é que em breve se cumprirá a última parte da profecia: "Mas nos dias destes reis, o Deus do céu suscitará um reino que não será jamais destruído; nem passará a soberania deste reino a outro povo; mas esmiuçará e consumirá todos esses reinos, e subsistirá para sempre".

02/11/2010

Jogo de PC sobre clima permite decidir destino da Terra

Um jogo britânico de computador que será lançado para testes esta segunda-feira contempla diferentes formas de salvar o planeta dos efeitos das alterações climáticas.

«Fate of the World» coloca o futuro da Terra nas mãos dos jogadores, que comandam uma organização ambientalinternacional que pode salvar o mundo dos efeitos das emissões com efeito de estufa, ou permitir que pereça ao manter a dependência excessiva de combustíveis fósseis.

Através de diferentes cenários, os jogadores podem explorar opções como geoengenharia e fontes alternativas de energia para salvar o planeta da subida das temperaturas, esgotamento de recursos naturais e elevação da população nos próximos 200 anos. (...)

Criado pela Red Redemption, uma produtora de jogos de Oxford, o jogo afasta-se daqueles de acção mais comuns ao usar dados de modelos climáticos reais e recorrer a cientistas e economistasbritânicos e norte-americanos.

«Os dados científicos são muitas vezes inacessíveis, e estamos a tentar colocar os jogadores em posição de poder e estar atentos às questões», disse Gobion Rowlands, fundador e presidente do conselho da Red Redemption.

«Não estamos a defender uma causa específica. Há diversas opções, entre as quais energia nuclear e energia renovável. Não queremos dizer que um determinado caminho seja o melhor», acrescentou.

A empresa tem no seu conselho consultor alguns especialistas em alterações climáticas. Myles Allen, que comanda o departamento de dinâmica do clima na Universidade Oxford, contribuiu com os modelos que o jogo utiliza nas suas projecções.

Fonte: Diário Digital (negritos meus para destaque)

Sim, este mundo está prestes a acabar; não, nenhuma organização humana o pode salvar, e não, não está na mão do homem (logo, nem de qualquer programa de computador) decidir como terminará ou se salvará.

Isso, há muito que está explicado nas páginas da Bíblia, Quem quiser, é só estudá-la e logo saberá arealidade, não qualquer ficção computadorizada...

___________________Agenda Adventista________________

 

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