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10/11/2011

Devido à crise, Bispos admitem renunciar a dois feriados, mas exaltam domingo

Fátima, Santarém, 09 nov 2011 (Ecclesia) – A Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) admitiu hoje a possibilidade de “renunciar” a dois feriados religiosos, no calendário civil, com a "condição" de que o Governo também "renuncie a dois”.

A posição foi assumida pelo secretário da CEP em declarações aos jornalistas, à margem da assembleia plenária do organismo episcopal, que decorre em Fátima de segunda a quinta-feira, anunciando que a sugestão da Igreja “já está definida” e vai ser apresentada à Santa Sé, “através da Nunciatura” [embaixada da Santa Sé].

“Naturalmente, a Santa Sé – que está em Roma – não tem a intuição e a sensibilidade do que significa a festa da Imaculada Conceição, da Assunção de Nossa Senhora, no meio de agosto, ou a celebração do Corpo de Deus numa quinta-feira”, disse o padre Manuel Morujão.

Este responsável sublinhou que “por vezes há a impressão de que existem muitos feriados religiosos”, mas advertiu que alguns destes “coincidem” com feriados civis, como é o caso do dia 1 de janeiro ou o 25 de dezembro.

No caso dos feriados a eliminar, a sua celebração deve passar para “o domingo seguinte”.

“Os bispos manifestaram o seu desejo de colaborar com o Governo – subjacente está o cooperar mutuamente – na resolução da crise”, adiantou o sacerdote.

Em outubro, o primeiro-ministro Pedro Passos Coelho anunciou ao país a intenção de “ajustar o calendário dos feriados” com o objetivo de “contrariar o risco da deterioração econômica”.

O secretário da CEP observou que “suprimir um feriado não é uma varinha mágica que resolva os problemas da economia nacional, mas pode ser um sinal que há que colaborar com trabalho, com criatividade, evitando os excessos do desleixo, da desmotivação”.

Questionado pelos jornalistas sobre quais seriam os feriados em causa, o padre Manuel Morujão disse não se sentir “autorizado” para revelar quais são as datas discutidas pela CEP, remetendo mais declarações para a presidência do organismo.

Nos termos da concordata de 2004, assinada entre Portugal e a Santa Sé, a República Portuguesa “reconhece como dias festivos os domingos” e os outros dias reconhecidos como “festivos católicos” são definidos por acordo “nos termos do artigo 28.º”.

Nesse artigo, pode ler-se que “o conteúdo da presente Concordata pode ser desenvolvido por acordos celebrados entre as autoridades competentes da Igreja Católica e da República Portuguesa”.

Atualmente, além do dia de Ano Novo e o Natal, são celebrados como feriados católicos a Sexta-Feira Santa (data móvel), a Páscoa (sempre ao domingo), o Corpo de Deus (sempre à quinta-feira), a Assunção de Nossa Senhora (15 de agosto), o dia de Todos os Santos (1 de novembro) e a Imaculada Conceição (8 de dezembro).

As questões levantadas pela “interpretação do texto” da Concordata ou “quaisquer outras medidas tendentes à sua boa execução" são analisadas por uma “comissão paritária”, prevista no artigo 29.º do referido acordo internacional.

A CEP é a entidade representativa da Igreja Católica em Portugal e uma das conferências mais antigas, atuando regularmente como tal desde os anos 30 do século passado, embora só em 1967 tivesse os primeiros estatutos.

Após o final dos trabalhos da assembleia plenária, tem lugar uma conferência de imprensa, pelas 14h30, com a divulgação do comunicado final da reunião magna do episcopado católico português.

Nota: Nunca na história, a Santa Sé abriu mão de algo sem haver interesses maiores camuflados. Nitidamente, percebemos a estratégia de exaltar a santificação do domingo, em detrimento ao sábado bíblico,  como solução para as crises humanas. Mais uma vez, as evidências apontam para uma união estreita entre o Estado e Roma, que levará ao estabelecimento de leis dominicais em todo o mundo. Quando os EUA anular sua constituição, permitindo o estabelecimento de uma Lei Dominical em homenagem a Roma, e os mil anos de paz na terra (conceito errado do milênio bíblico) logo serão anunciados no meio de "sinais" e "milagres" de toda espécie (até mesmo fogo descendo do céu), e Lúcifer aparecerá imitando o retorno do Messias.

07/11/2011

Empresa pornográfica na Alemanha pertence à Igreja Católica

A maior empresa de mídia da Alemanha, a Weltbild, e que possui mais de 2.500 títulos pornográficos, pertence à Igreja Católica daquele país. A informação foi divulgada pela revista Buchreport em sua última edição.

A Igreja Católica possui, além da Weltbild, uma outra empresa de mídia, a Droemer Knaur, que faz publicações de materiais de outras religiões, como o budismo . Os fiéis católicos que já fizeram diversos protestos, enviando um documento de 70 páginas aos Bispos que recebem parte do lucro dessas empresas, questionam o que é mais importante para a igreja: a moral ou o dinheiro.

O Cardeal Reinhard Marx concedeu entrevista e afirmou que a empresa utiliza um filtro para tentar conter a publicação de materiais pornográficos, e que quando esses materiais são descobertos, eles cancelam sua publicação. Segundo o The Christian Post, os fiéis que são contrários a essas publicações rebatem afirmando que pelo que se vê, não são muitas as publicações que deixam de serem publicadas.

Como o lucro que é enviado pela empresa à Igreja Católica da Alemanha beira os 182 milhões de euros por ano, há a suspeita de que os Bispos e Cardeais tem feito vista grossa. A empresa emprega 6.400 pessoas e movimenta entre compras e vendas, 1,7 bilhões de euros por ano. 

Fonte: Gospel +

27/10/2011

Que o diálogo inter-religioso e o diálogo ecumênico sejam reforçados

CIDADE DO VATICANO, quinta-feira, 27 de outubro de 2011 (ZENIT.org) – O Frei José Rodríguez Carballo é hoje anfitrião do encontro de Assis. O evento recorda a reunião inter-religiosa e ecumênica sem precedentes promovida por João Paulo II há 25 anos, para pedir a Deus pela paz no mundo, lembrando igualmente o audaz impulso crente de São Francisco, ao visitar o sultão para falar de paz, no século XIII.

Bento XVI foi recebido na cidade de São Francisco pelo Frei Carballo, ministro geral da Ordem dos Frades Menores. O ministro geral fez declarações para jornal espanhol La Razón, publicadas nesta quinta-feira, e afirma que "hoje, mais que nunca, é urgente abrir novas vias de diálogo com outros cristãos, com crentes de outras religiões e pessoas de boa vontade”.

Sobre o que espera desse encontro, o Frei Carballo diz: "Que o diálogo inter-religioso e o diálogo ecumênico sejam reforçados". O encontro de Assis de 1986 foi um passo histórico neste campo. O que começou então não é algo concluído, e sim um início que está chamado a continuar. Hoje, mais do que nunca, é urgente abrir novas vias de diálogo com os outros cristãos. A paz afeta todos e sua construção é algo que todos temos de assumir com responsabilidade. É hora de fortalecer os caminhos de diálogo já existentes. É muito o que separa os crentes, mas também é muito o que nos une".

Ele nega o perigo do sincretismo, porque os cristãos estão convencidos de que "a paz, como a verdade, tem um nome: Jesus Cristo. O encontro de Assis não pode ser interpretado como um encontro sincretista. João Paulo II convocou aquele primeiro encontro convidando todos os líderes religiosos com um objetivo: mostrar que o diálogo com base na experiência religiosa é possível. Quando São Francisco, em 1219, se apresentou ao sultão Melek el Kamil, ele o fez como um crente em Cristo. Por sua vez, o sultão se apresentou como um seguidor do Islã. Foi o encontro de dois crentes e isso tornou possível o diálogo".

Sobre a guerra, diz que "é sempre injusta". "Mais ainda as guerras de religião – acrescenta. Francisco, e muitos cristãos como ele, nos recordam que a relação profunda com Deus leva a reconhecer os outros."

E conclui afirmando a plena atualidade do Poverello: "O 'espírito de Assis’ nos leva a assumir as atitudes de Francisco expressas na chamada ‘Oração da Paz’. A lógica e o espírito de Assis consistem em ‘levar amor onde houver ódio, perdão onde houver rancor, união onde houver discórdia, paz onde houver guerra’”.

Nota: "Ao aproximar-nos da última crise, é de vital importância que existam entre os servos do Senhor harmonia e união. O mundo está cheio de tempestade, guerra e contenda. Contudo, ao mando de um chefe - o poder papal - o povo se unirá para opor-se a Deus na pessoa de Suas testemunhas. Essa união é cimentada pelo grande apóstata." (Ellen White, Testemunhos Seletos, v. 3, p. 171)

24/10/2011

Vaticano pede reforma financeira internacional e criação de "Banco Central" mundial

Cidade do Vaticano, 24 out 2011 (Ecclesia) – O Vaticano publicou hoje uma nota oficial sobre a necessidade de “reforma do sistema financeiro internacional”, defendendo a criação de uma “autoridade pública" com competência universal, uma espécie de “Banco central mundial”.

No documento, da autoria do Conselho Pontifício Justiça e Paz (CPJP), apela-se à criação de “algumas formas de controle monetário global”, considerando que o Fundo Monetário Internacional (FMI) perdeu “a sua capacidade de garantir a estabilidade das finanças mundiais”.

O organismo da Santa Sé aponta para a “exigência de um organismo que desenvolva as funções de uma espécie de ‘Banco central mundial’ que regule o fluxo e o sistema das trocas monetárias, da mesma forma que os Bancos centrais nacionais”.

Em causa estão “os sistemas de câmbio existentes, para encontrar um modo eficaz de coordenação e supervisão” num processo que, para a Santa Sé, deve “envolver também os países emergentes e em via de desenvolvimento”.

O documento cita a encíclica ‘Caritas in veritate’, de Bento XVI, para apelar a uma “autoridade pública mundial” que seja capaz de favorecer a criação de “mercados livres e estáveis, disciplinados por um quadro jurídico adequado”.

O mercado financeiro global, “que cresceu muito mais rapidamente do que a economia geral”, deve ser colocado sob o controlo de um “número mínimo de regras partilhadas”, entende o CPJP, que lamenta a falta de controlo sobre movimentos de capitais e a “desregulamentação das atividades bancárias e financeiras”.
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Caso não se encontre “um remédio” para as injustiças que afligem o mundo, o CPJP teme que “os efeitos negativos” que daí derivariam para o plano social, político e económico possam “gerar um clima de crescente hostilidade e, no final, de violência”, chegando mesmo a “minar as próprias bases das instituições democráticas, mesmo das que se consideram mais sólidas”.
...
Fonte - Ecclesia

Nota DDP: Embora em muito se identifique esta notícia com a da semana passada, ressaltamos um novo elemento, qual seja, a citação expressa da Encíclica Caritas in Veritatis. Para entender porque tal condição é relevante, basta ler os posts "“Caritas in veritate”, manual de sobrevivência para século 21", "O papa e a ética dos mercados" e "As orientações da igreja para a COP15". Destaco:

A caridade na verdade é a base da revolução social pretendida pelo papa na encíclica Caritas in Veritate. Os últimos discursos de Bento XVI aludem direta ou indiretamente ao documento, como se tratasse de uma campanha de marketing religioso. Neste contexto, quando Ratzinger propõe uma “aliança entre o ser humano e o meio ambiente” está jogando a isca para a transformação da sociedade dentro de um novo perfil de desenvolvimento global, apoiado no modelo de sua própria encíclica! (Pr. Douglas Reis - @DouglasReis)

Mude o tema (ecologia/economia) e as conclusões são exatamente as mesmas.

Não se engane, o Vaticano está construindo o caminho para a aceitação da lei moral natural (leia-se decálogo católico), como referência para um mundo que está a desabar. Em algum momento, que parece próximo, os discursos religioso/político/econômico deverão se cruzar, ainda mais em um mundo apavorado pelas manifestações em várias partes do globo.

20/10/2011

Vaticano quer autoridade pública 'com competência universal'

"O Vaticano anunciou nesta quarta-feira ter preparado um documento para a reforma do sistema financeiro internacional no qual convoca a criação de uma "autoridade pública com competência universal". O documento será apresentado na segunda-feira à imprensa e foi elaborado pelo Conselho Pontifício Justiça e Paz, liderado pelo cardeal africano Peter Kodwo Appiah Turkson.

"A reforma do sistema financeiro internacional na perspectiva de uma autoridade pública de competência universal" é o título do documento, que ainda não teve seu conteúdo divulgado. O Vaticano apresenta assim propostas concretas perante a crise económica e social que afeta o mundo desde 2008.

Bento XVI se pronunciou em diversas ocasiões a favor de uma "intervenção pública" e denunciou o sistema econômico atual e suas consequências sobre os setores mais pobres da população, em particular os camponeses. "A crise financeira mundial demonstrou afragilidade do sistema econômico atual e das instituições a elas conectadas", declarou o Papa em abril.

Para o chefe da igreja, é "um erro considerar que o mercado é capaz de se autorregular, sem a necessidade de uma intervenção pública e sem referências morais internacionais", escreveu. (...)

Fonte: AFP

Nota O Tempo Final: Não posso deixar de fazer algumas observações que me parecem da maior relevância.

Que o sistema financeiro internacional precisa de reformulação, creio que todos estarão de acordo. O que falta saber é os termos dessa reforma, qual o novo método a seguir.

Pois bem, tal e qual já abordei anteriormente, também aqui o Vaticano se posiciona como portador da solução - veja bem que eu escrevi 'da' solução e não 'de uma' solução. E essa solução é, sugere a Igreja Romana, uma autoridade de âmbito e competência universais, que abrangerá todo o mundo.

Quanto à fragilidade do sistema económico atual, algo também constatado por todos, o Vaticano já não consegue disfarçar a vantagem que isso é para a sua estratégia: se há décadas o comunismo falhou e agora o capitalismo ocidental vai pelo mesmo caminho, fica escancarado o caminho para que o poder religioso romano se assuma como a solução ética e moral que regule (dito de outra forma: ordene) os comportamentos até agora errantes e que nos conduziram onde estamos.

Por isso, o próprio Papa considera que se trata de um erro pensar que o mercado se autorregulará, mas que necessita dessa norma moral internacional, que mais não é do que um padrão estabelecido segundo os princípios católicos romanos.

Repare que isto é o reflexo moderno de algo que faz parte da história de Roma:

"A Igreja Católica Romana, com todas as suas ramificações pelo mundo inteiro, forma vasta organização, dirigida da sé papal, e destinada a servir aos interesses desta. Seus milhões de adeptos, em todos os países do globo, são instruídos a se manterem sob obrigação de obedecer ao papa. Qualquer que seja a sua nacionalidade ou governo, devem considerar a autoridade da igreja acima de qualquer outra autoridade. Ainda que façam juramento prometendo lealdade ao Estado, por trás disto, todavia, jaz o voto de obediência a Roma, absolvendo-os de toda obrigação contrária aos interesses dela. A História testifica de seus esforços, astutos e persistentes, no sentido de insinuar-se nos negócios das nações; e, havendo conseguido pé firme, nada mais faz que favorecer seus próprios interesses, mesmo com a ruína de príncipes e povo" (Ellen White, O Grande Conflito, p. 580).

Mantenha-se atento. É isto que Roma está a fazer.

23/09/2011

Papa convidou os protestantes a trabalhar junto com os católicos para testemunhar a fé

O Papa Bento XVI disse nessa Sexta-Feira, 23/09, estar preocupado com o crescimento das igrejas pentecostais e convidou os cristãos protestantes a trabalhar junto com os católicos.

O Papa afirmou ainda que os cristãos católicos e protestantes erraram ao dar mais atenção às diferenças do que aos motivos que os tornam iguais. “Foi um erro ter visto majoritariamente aquilo que nos separa e não ter percebido de forma essencial o que temos em comum nas grandes pautas da Sagrada Escritura e nas profissões de fé do cristianismo antigo”.

Sobre o crescimento das igrejas pentecostais no mundo todo, o Papa Bento XVI afirmou que “este fenômeno mundial de mudança traz um cristianismo com pouca densidade institucional, pouca bagagem racional e pouca estabilidade”. Por isso, segundo ele é necessário questionar se esse crescimento é benéfico.

Bento XVI continuou sua fala dizendo que as igrejas cristãs históricas estão “perplexas” e preocupadas com o avanço das igrejas pentecostais, e convidou os protestantes a trabalhar junto com os católicos para testemunhar a fé em um mundo moderno.

Fonte: Gospel+

Nota: O convite está sendo feito e "quando o protestantismo estender os braços através do abismo, a fim de dar uma das mãos ao poder romano e a outra ao espiritismo, quando por influência dessa tríplice aliança a América do Norte for induzida a repudiar todos os princípios de sua Constituição, que fizeram dela um governo protestante e republicano, e adotar medidas para a propagação dos erros e falsidades do papado, podemos saber que é chegado o tempo das operações maravilhosas de Satanás e que o fim está próximo". Testemunhos Seletos, vol. 2, pág. 151. 

Em Berlim, Papa destaca unidade entre católicos e judeus

“Adolf Hitler era um ídolo pagão, que queria colocar-se como substituto do Deus bíblico, Criador e Pai de todos os homens”, destacou o Papa Bento XVI durante o encontro com representantes da Comunidade Judaica em Berlim, nesta quinta-feira, 22, após o histórico discurso no Bundestag (Parlamento alemão).

Neste encontro, que faz parte dos compromissos de sua terceira viagem ao país, o Pontífice recordou que na Alemanha, antes do terror nazista, viviam aproximadamente meio milhão de judeus, que constituíam um componente estável da sociedade alemã.

“Com a recusa do respeito a este Deus único, perde-se sempre também o respeito pela dignidade de homem. E do que seja capaz o homem que recusa Deus e qual semblante possa assumir um povo no “não” a tal Deus, no-lo revelaram as horríveis imagens que chegaram dos campos de concentração no fim da guerra”, disse.

Bento XVI destacou que o regime de terror do nacional-socialismo baseava-se num mito racista, do qual fazia parte a rejeição do Deus de Abraão, de Isaac e de Jacob, do Deus de Jesus Cristo e das pessoas que acreditavam Nele. 

Diálogo entre católicos e judeus

Hoje, a Igreja Católica sente uma grande proximidade com o povo judeu. Segundo o Santo Padre, uma comunhão benévola e compreensiva entre Israel e a Igreja, no mútuo respeito pelo ser do outro, deve crescer mais e há-de ser incluída profundamente no anúncio da fé. 

“O Beato Papa João Paulo II se empenhou de modo particularmente intenso em favor deste novo caminho. Isto vale obviamente também para a Igreja Católica na Alemanha, que está bem ciente da sua responsabilidade particular nesta matéria”, destacou. 

Para Bento XVI a mensagem de esperança, que os livros da Bíblia hebraica e do Antigo Testamento cristão transmitem, foi assimilada e desenvolvida de modo diverso por judeus e cristãos. 

“Depois de séculos de contraposição, reconhecemos como nossa tarefa fazer com que estes dois modos de nova leitura dos escritos bíblicos – o cristão e o judaico – dialoguem entre si, para se compreender retamente a vontade e a Palavra de Deus”, disse o Papa alemão citando um trecho de seu livro Jesus de Nazaré – Parte II: Da Entrada em Jerusalém até à Ressurreição (p. 38). 

“Numa sociedade cada vez mais secularizada, este diálogo deve reforçar a esperança comum em Deus. Sem tal esperança, a sociedade perde a sua humanidade. No fim de contas, podemos constatar que o intercâmbio entre a Igreja Católica e o judaísmo na Alemanha produziu já frutos prometedores. Relações duradouras e confiantes se desenvolveram. Certamente, judeus e cristãos têm uma responsabilidade comum no progresso da sociedade, a qual possui sempre também uma dimensão religiosa. Possam todos os interessados continuar juntos este caminho”, finalizou.

O Papa encerra este 1º dia de viagem com uma Missa no Estádio Olímpico de Belim.


Nota: Belo discurso, porém na prática sabemos as reais intenções da Igreja de Roma, a qual nunca muda.

20/09/2011

Liga Operária Católica: cristãos devem estar nos sindicatos

Lisboa, 20 set 2011 (Ecclesia) – Os cristãos devem marcar presença no sindicalismo para combater a eliminação sucessiva dos direitos dos trabalhadores, causada pelo avanço de “políticas neoliberais e economicistas” imbuídas de “desumanidade”, considera a presidente da Liga Operária Católica.

Em artigo publicado na edição de hoje do semanário ECCLESIA, Fátima Cunha Almeida sustenta que é “imperativo apelar à participação nas organizações sindicais, onde os trabalhadores cristãos são chamados a exercer aí a sua responsabilidade cívica, através de um testemunho pessoal e solidário”.

“Hoje é sobretudo o poder económico-financeiro e da especulação que dita as regras, sem respeito pelas democracias e pelos governos legítimos”, impondo sucessivas “revisões da legislação laboral” que privam os trabalhadores de “direitos que na sua grande maioria alcançaram em concertações sociais”, assinala o texto.

O confronto entre o mundo laboral e a encíclica “Laborem exercens”, assinada há 30 anos pelo Papa João Paulo II, ressalta que “o princípio do direito ao trabalho como garantia da realização humana e espiritual dos homens e das mulheres está muito longe de ser uma realidade”.

Fátima Cunha Almeida aponta a existência de “graves violações de direitos e da dignidade dos trabalhadores”, como é o caso do “desemprego estruturante”, “trabalho precário”, “horários desregulados e rotativos”, “bancos de horas”, “baixos salários” e “contratos mensais e sem vínculo à empresa”.

A dirigente da Liga Operária Católica–Movimento de Trabalhadores Cristãos sublinha que estas realidades têm “profundas consequências na vida pessoal e familiar dos trabalhadores” e provocam “o aumento dos níveis de pobreza nos países democráticos e desenvolvidos”.

“Estes novos pobres, já chamados de mártires do século XXI, são também acusados de preguiçosos e até de oportunistas, quando beneficiários de apoios que o Estado tem o dever de garantir”, aponta o texto intitulado “Escolhas políticas imbuídas de desumanidade”.

A responsável recorda que, segundo a Doutrina Social da Igreja, as carências não podem ser combatidas apenas com medidas “meramente assistencialistas”: “Mesmo quando são necessárias respostas imediatas, a solução passa sempre por combater as causas da pobreza”.

Para Fátima Cunha Almeida, “o grande desafio de hoje para os cristãos e para todas as mulheres e homens é o de defenderem um desenvolvimento onde prevaleça a pessoa sobre a economia e o dinheiro”.

A carta “Laborem exercens”, publicada a 14 de setembro de 2001, evoca o 90.º aniversário da encíclica “Rerum novarum”, do Papa Leão XIII, considerado o primeiro documento da Igreja Católica integralmente dedicado ao mundo laboral e aos direitos dos trabalhadores.

Fonte: Ecclesia

Nota: Nesta carta "Laborem exercens", o dia de domingo é relacionado como o dia de descanso para o trabalhador. A idéia da guarda do domingo como solução para os problemas sociais, econômicos, ambientais e morais está ganhando força entre aqueles que desconhecem ou rejeitam a Palavra de Deus. A Igreja de Roma além de lutar por leis dominicais entre os bispos e líderes políticos, orienta seus fiéis a unirem-se em sindicatos para defenderem tais leis espúrias.

Veja o que Os Testemunhos falam sobre associações aos sindicatos e a orientação que o Senhor dá ao Seu povo: 

Satanás está ativamente em operação em nossas cidades populosas. Sua obra é observada na confusão, na luta e discórdia entre o capital e o trabalho, bem como na hipocrisia que penetrou nas igrejas. ... A concupiscência da carne, a soberba dos olhos, a ostentação do egoísmo, o abuso do poder, a crueldade e a força empregados para fazer com que os homens se liguem às confederações e uniões - atando-se a si mesmos em molhos para a queima dos grandes fogos dos últimos dias - tudo isso é operação de instrumentos satânicos. Evangelismo, pág. 26. 

Os ímpios estão sendo atados em feixes, atados em conglomerados comerciais, em sindicatos, em confederações. Não devemos ter nada que ver com essas organizações. Deus é o nosso Soberano, o nosso Governador, e Ele nos convida a sair e separar-nos do mundo. "Retirai-vos do meio deles, separai-vos, diz o Senhor; não toqueis em coisas impuras." II Cor. 6:17. Se recusarmos fazer isso, se continuarmos a nos vincular ao mundo e a encarar toda questão de um ponto de vista mundano, tornar-nos-emos como o mundo. Quando métodos e idéias mundanos governam nossas transações, não podemos colocar-nos sobre a elevada e santa plataforma da verdade eterna. The Seventh-day Adventist Bible Commentary, vol. 4, pág. 1.142. 

Os sindicatos serão um dos instrumentos que trarão sobre a Terra um tempo de angústia tal como nunca houve desde o princípio do mundo. Alguns homens combinarão segurar todos os meios que se possam obter em certos ramos de negócio. Formar-se-ão sindicatos, e os que a eles se recusam unir serão homens marcados. ... 

Bem depressa se aproxima o tempo em que o poder controlador dos sindicatos será muito opressivo. Mensagens Escolhidas, vol. 2, pág. 141. 

15/09/2011

"Doutrina Social da Igreja tornou-se mais atual do que nunca"

"O presidente do Tribunal de Contas disse hoje que a Doutrina Social da Igreja se tornou “mais atual do que nunca”, falando no 27º Encontro da Pastoral Social, a realizar-se em Fátima, até quinta-feira.

Na sua intervenção, subordinada ao tema «Política, responsabilidade, participação, desenvolvimento», Guilherme d´Oliveira Martins frisou também que na sociedade contemporânea “assiste-se muito à indiferença” e apelou a uma “maior proximidade entre as pessoas”.

A sociedade “não pode limitar-se a uma lógica assistencialista” e deve encontrar mecanismos “ligados às políticas públicas que garantam uma melhor justiça distributiva”, realçou o conferencista.

Durante três dias, várias centenas de participantes refletem sobre «Desenvolvimento local, caridade global», uma iniciativa promovida pela Comissão Episcopal da Pastoral Social da Igreja Católica em Portugal.

O agravamento das desigualdades é notório e esta situação “obriga a que haja necessidade de conceber políticas públicas orientadas para a justiça distributiva, mas, simultaneamente, garantir que haja uma participação efetiva dos cidadãos através da subsidiariedade e da solidariedade voluntária”, disse Oliveira Martins.

Neste mundo de incertezas, a igreja tem responsabilidades sociais “que tem assumido” e a última encíclica de Bento XVI apela de “forma muito forte a que a crise financeira atual seja superada, não através do fundamentalismo do mercado, mas através de mecanismo efetivos de justiça e cidadania”, acrescentou.

“Não basta ter bonitos discursos quando eles não correspondem à prática e à vida”, pediu Guilherme d´Oliveira Martins, antes de concluir: “Não podemos voltar aos erros de uma economia da ilusão e do imediato”."

Fonte: Agência Ecclesia 

Nota: Esta posição de tão elevada figura do estado português vem reforçar a ideia que venho mantendo há algum tempo: tendo em vista a constante degradação da imagem, reputação e credibilidade dos habituais governantes, uma nova proposta de governação se levantará, assumindo-se como a justa solução social, económica e de valores: a Igreja romana.

13/09/2011

Vítimas de pedofilia denunciam Papa ao Tribunal Penal Internacional

Uma associação americana de vítimas de padres pedófilos anunciou nesta terça-feira (13) ter apresentado uma queixa ante o Tribunal Penal Internacional (TPI) contra o Papa Bento XVI e outros dirigentes da Igreja católica por crimes contra a humanidade.

Os dirigentes da associação SNAP, orientados pelos advogados da ONG americana "Centro para Direitos Constitucionais", entraram com uma ação para que o Papa seja julgado por "responsabilidade direta e superior por crimes contra a humanidade por estupro e outras violências sexuais cometidas em todo o mundo". À queixa acrescentaram 10.000 páginas de documentação de casos de pedofilia.

A organização acusa o chefe da Igreja católica de "ter tolerado e ocultado sistematicamente os crimes sexuais contra crianças em todo o mundo."

A SNAP possui membros nos Estados Unidos, Alemanha, Holanda e Bélgica, quatro países muito afetados pelo grande escândalo de pedofilia que envolve a Igreja.

"Crimes contra a dezenas de milhares de vítimas, a maioria crianças, foram escondidos pelos líderes nos mais altos níveis do Vaticano. Neste caso, todos os caminhos levam a Roma", declarou a advogada Pamela Spees.

Os bispos e, em alguns casos, o próprio Vaticano rejeitou ou ignorou muitas das queixas das vítimas de padres pedófilos. O escândalo desacreditou a Igreja em vários países na Europa.

O Papa Bento XVI expressou sua vergonha e pediu desculpas, apelando para a tolerância zero contra os pedófilos. Ele também pediu aos bispos do mundo, que têm a responsabilidade primária sobre seus sacerdotes, a plena cooperação com os tribunais criminais.

A SNAP não acredita nesse desejo de transparência e justiça, e não moderou suas acusações.

Fonte: G1

24/08/2011

Teólogo protestante pede que nomeiem o Papa como líder religioso de todos os cristãos


O teólogo protestante Reinhard Frieling defende que o papa Bento XVI seja nomeado líder honorário de todos os cristãos. A proposta surge poucas semanas antes da visita do líder católico a Alemanha.

“O sonho da comunhão de todos os cristãos pode se tornar realidade se os protestantes oferecerem ao papa o papel de chefe honorário da cristandade”, disse o ex-líder do Institute Kundlichen, de Bensheim.

Para o professor emérito da Universidade de Marburg, o papa poderia “falar em nome da cristandade em situações extraordinárias”. Ele argumentou que uma liderança comum daria crédito ao cristianismo como mensagem.

Se a proposta se viabilizar, o aniversário da Reforma em 2017, com seus 500 anos, poderá ser a ocasião certa para concretizar a visão, baseada em sua opinião do papa já ser “porta-voz para todos os cristãos.”

O teólogo protestante sugere que as igrejas da Reforma abandonem sua “auto-suficiência” e assumam as “corajosas consequências ecumênicas”.

Essa proposta lembra a que foi feita pelo bispo Johannes Friedrich, da Igreja Luterana da Baviera, há dez anos. Friedrich argumentava que o papa poderia ser aceito como porta-voz do cristianismo mundial como serviço ecumênico de unidade.

A visita do papa a Alemanha está prevista para os dias 22 a 25 de setembro, e inclui as cidades de Freiburg e Berlim, com um discurso diante do Bundestag (Parlamento) alemão, e uma reunião com representantes da Igreja Evangélica na Alemanha (EKD) no mosteiro agostiniano em Erfurt.

Nota: Absoluta questão de tempo para se concretizar.


22/08/2011

Indulgência: Vaticano concedeu a padres o direito de perdoar o pecado do aborto


MADRI (Reuters) - O Vaticano concedeu a padres o direito de perdoar o pecado do aborto quando ouvirem as confissões de centenas de milhares de jovens que participarão do festival católico romano na Espanha esta semana.

O aborto é considerado um pecado a ser punido com excomunhão dentro das regras da Igreja Católica. Durante o Dia Mundial da Juventude, peregrinos vão participar de uma confissão em massa na presença do papa Bento 16, no sábado, em um parque central de Madri.

"Essa (concessão) é para facilitar aos fiéis que participarem das celebrações do Dia Mundial da Juventude a obtenção dos frutos da graça divina", afirmou a arquidiocese de Madri, em comunicado em seu website.

Duzentos confessionários portáteis brancos foram colocados no Parque Retiro, em Madri, onde centenas de padres vão receber confissões em diferentes línguas de peregrinos vindos de diversas partes do mundo.

O pontífice vai sentar-se em um dos confessionários na manhã de sábado para ouvir confissões de três visitantes, antes de uma missa com até 6 mil seminaristas.

O Vaticano já anunciou em 11 de agosto que havia autorizado uma indulgência total ou plena para todos os jovens que participarem das celebrações.

A indulgência é a remissão da pena temporal que uma pessoa recebe por pecados que foram perdoados e é tradicionalmente concedida aos peregrinos do Dia Mundial da Juventude.

Fonte: Reuters

Nota: "Ninguém, de nenhum modo, vos engane, porque isto não acontecerá sem que primeiro venha a apostasia e seja revelado o homem da iniqüidade, o filho da perdição, o qual se opõe e se levanta contra tudo que se chama Deus ou é objeto de culto, a ponto de assentar-se no santuário de Deus, ostentando-se como se fosse o próprio Deus". II Tessalonicenses 2:3-4

16/08/2011

Papa fala heresias e diz que Maria é a Arca da Aliança

Este é um dia para admirar e louvar pelas grande coisas que o Onipotente por meio da Virgem Maria e pelas coisas que Ele operou nela, disse o Papa Bento XVI na solenidade de Assunção de Maria, celebrada nesta segunda-feira, 15.

Durante a homilia da Santa Missa realizada nesta manhã na paróquia pontifícia “Santo Tomás de Villanova, em Castel Gandolfo, o Papa destacou que Maria indica “um caminho e uma meta que podem e devem se tornar, de qualquer modo, o nosso mesmo caminho e a nossa mesma meta”. 

Guiado pela Liturgia do dia, o pontífice indica que a arca descrita no Antigo Testamento, se torna “arca viva” no Novo Testamento.

“Qual o significado da arca? O nos que parece? Para o Antigo Testamento, esse é o símbolo da presença de Deus no meio do seu povo. Mas, agora, o símbolo deu lugar a realidade. Assim, o Novo Testamento nos diz que a verdadeira arca da aliança é uma pessoa vida e concreta: é a Virgem Maria”, elucida o Papa. 

O Santo Padre ressalta que Deus não vive num objeto, Deus habita numa pessoa, num coração: Maria, naquela que carregou em seu colo o Filho eterno de Deus feito homem, Jesus nosso Senhor e Salvador. 

Maria é a arca da aliança, porque acolheu em si Jesus; colheu em si a Palavra vivente, todo o conteúdo da vontade de Deus, da verdade de Deus; acolheu em si Aquele que é a nova e eterna aliança, culminando com a oferta do seu corpo e do seu sangue: corpo e sangue recebidos de Maria”, enfatiza.

Maria no Apocalipse

No Livro do Apocalipse, é indicado um outro aspecto importante da realidade de Maria. Nele, ela, arca vivente da aliança, tem um destino de glória extraordinária, pois está estreitamente unida ao Filho, aquele no qual ela acolheu na fé e gerou na carne, sendo ela capaz de compartilhar integralmente a glória do céu. 

“Um sinal grandioso apareceu no céu: uma Mulher vestida com o sol, tendo a lua sob os pés e sobre a cabeça uma coroa de doze estrelas; estava grávida... atormentada para dar à luz. Ela deu à luz um filho, um varão, que Irá reger todas as nações...” (Ap 12,1-2; 5). 

Hoje, a Igreja canta o amor imenso de Deus por esta sua criatura: “a escolhida como verdadeira 'arca da aliança', como aquela que continua a gerar e a doar Cristo Salvador à humanidade, como aquela que no céu divide a plenitude da glória e goza da mesma felicidade de Deus”, explica o Papa. 

Maria visita Isabel

Já no Evangelho de Lucas é descrita a visita de Maria a Isabel. Maria deixa sua casa em Nazaré e parte para chegar “logo” à cidade de Judá. Esse “logo” mostra a rapidez na qual Maria se coloca para fazer a vontade de Deus. 

“As coisas de Deus merecem rapidez, na verdade, as únicas coisas no mundo que merecem rapidez são justamente aquelas de Deus, que têm uma verdadeira urgência para nossa vida”, salienta Bento XVI. 

Zacarias, Isabel e o pequeno João Batista representam todos os justos de Israel, no qual os corações, ricos de esperança, atendem a vinda do Messias salvador, explica o Papa. “É o Espírito Santo que abre os olhos de Isabel e a faz reconhecer em Maria a verdadeira arca da aliança, a Mãe de Deus, que vem para visitá-la”.

“Bendita és tu entre as mulheres, e bendito o fruto do teu ventre! E de onde provém isto a mim, que venha visitar-me a mãe do meu Senhor? (Lc 1,42-43). É assim que Isabel recebe Maria, e é o Espírito Santo que abre o coração de João Batista no ventre de Isabel. 

“Pois eis que, ao chegar aos meus ouvidos a voz da tua saudação, a criancinha saltou de alegria no meu ventre” (Lc 1,44). 

No seio da mãe, João Batista dança como o Rei Davi no Antigo Testamento diante da arca da aliança. João Batista reconhecesse Maria como a nova arca da aliança, “diante da qual o coração exulta de alegria, a Mãe de Deus presente no mundo, que não tem para si a divina presença, mas a oferece, dividindo a graça de Deus”.

Destinados ao amor de Deus 

O Papa destaca que “também nós somos destinados a esse imenso amor que Deus reservou” e é Maria quem indica, com luminosa clareza, o caminho em direção a verdadeira Casa, aquela na qual é possível viver a comunhão da glória e da paz com Deus.

Fonte: Canção Nova

Nota: Como a Palavra de Deus é distorcida por aquele que deseja usurpar o lugar de Deus! Há um limite para suas heresias e em breve o Senhor retribuirá com o vinho de Sua cólera, preparado sem mistura. Anunciemos ao mundo: "Caiu, caiu a grande Babilônia que tem dado a beber a todas as nações do vinho da fúria da sua prostituição". Apocalipse 14:8


Para saber mais sobre o Santuário e a Arca de Deus nele contida, leia também: 

O Santuário em Gênesis
O Santuário em Êxodo
O Santuário em Levítico
O Santuário em Hebreus
O Santuário em Apocalipse
Por que Satanás odeia o Santuário?


12/08/2011

Eucaristia: Uma Mentira Complicada


A Eucaristia, faz parte daquelas mentiras complicadas que os teólogos católicos contam. Foi uma das razões pelos quais surgiu o protestatismo no final da Idade Média.

O Pão da Eucaristia é redondo. Isso lembra o culto ao deus-sol da antiguidade. Nada demais, se uma coisa meramente lembra algo, não significa que seja. Neste pão, vem escrito as seguintes letras: IHS

IHS lembra as iniciais dos deuses tops do Egito:  “Isis, Horus, Seb”, três deuses que vinham logo abaixo do deus Sol. O Catolicismo adaptou essa sigla, dando para ela uma nova significação: “Iesus, Homo Sanctus. Novamente temos uma repetição de símbolos milenares que pode muito bem não significar nada.

Então começam os problemas: A Igreja Católica diz que o pão é verdadeiramente o corpo de Jesus [carne humana?]. Mas como os católicos mordem o pão e não sai sangue, inventaram que Cristo realmente é Sacrificado de Novo por meio da Eucaristia, mas SEM SANGUE,  ou seja, o pão seria INCRUENTO. Isso vai contra o que Deus disse, ou seja, que o sacrificio de Cristo não se REPETE:

(Hebreus 9:25-26) -  Nem também para a si mesmo se oferecer muitas vezes, como o sumo sacerdote cada ano entra no santuário com sangue alheio; de outra maneira, necessário lhe fora padecer muitas vezes desde a fundação do mundo. Mas agora na consumação dos séculos uma vez se manifestou, para aniquilar o pecado pelo sacrifício de si mesmo.

O Livro de Hebreus deixa claro que jesus não é sacrificado MUITAS VEZES, mas apenas uma vez. Assim, por si só a EUCARISTIA é uma doutrina mentirosa. Mas complicadamente mentirosa, pois é muito dificil explicar para um católico a diferença entre “CEIA DO SENHOR” e “Eucaristia”. Uma vem pela FÉ, outra pelo misticismo.

Vejamos 3 testemunhos de protestantes condenados por desmascarar a Eucaristia (tirados do Livro dos Mártires).

No século décimo terceiro um erudito chamado Almerico e seis de seus discípulos, foram queimados em Paris por afirmarem que Deus não estava mais presente no pão sacramental que em qualquer outro pão; que era idolatria construir altares ou santuários aos santos, e que era ridículo oferecê-lhes incenso. p. 58.

Matthew Plaise, um tecelão e cristão sincero e agudo, foi levado diante de Tomás, bispo de Dover, e de outros inquisidores, aos que embromou engenhosamente com suas respostas indiretas, das que se segue uma amostra:

Doutor Harpsfield: Cristo chamou ao pão Seu corpo; que dizes tu que é?

Plaise: Creio que é o que lhes deu.

Dr. H.: E que era?

P: O que Ele partiu.

Dr. H.: E que partiu?

P: O que tomou.

Dr. H.: Que tomou?

P: Digo eu que o que lhes deu, o que certamente comeram.

Dr. H.: Bem, então tu dizes que era somente pão o que os discípulos comeram.

P: Eu digo que o que Ele lhes deu é o que eles verdadeiramente comeram.

Seguiu-se uma discussão muito prolongada, na qual pediram a Plaise que se humilhasse ante o bispo; mas a isto ele recusou. Não se sabe se este valoroso homem morreu no cárcere, se foi executado ou liberado. p. 274-275

Senhora Prest: Ao levar o bispo o interrogatório a seu desfecho acerca do pão e do vinho, que ele afirmava eram carne e sangue, a senhora Prest disse: “Eu vos perguntarei se podeis negar vosso credo, que diz que Cristo está perpetuamente sentado à destra do Pai, em companheiro e alma, até Ele voltar; ou que Ele está no céu como nosso Advogado, para interceder por nós ante Deus seu Pai. Se for assim, Ele não está na terra num pedaço de pão. Se Ele não está aqui, e se não mora em templos feitos por mãos, senão no céu, quê? O buscaremos aqui? Se Ele não ofereceu Seu corpo de uma vez para sempre, por que fazes outra nova oferta? Se com uma oferta o fez tudo na perfeição, por que você outros com uma falsa oferenda tornais tudo imperfeito? Se Ele deve ser adorado em espírito e em verdade, por que vós adorais um pedaço de pão? Se Ele for comido e bebido em fé e em verdade; se Seu carne não é proveitoso para estar entre nós, por que dizeis que fazeis que Seu carne e sangue, dizendo que é proveitosa tanto para o corpo como para a alma? Ay! Eu sou uma pobre mulher, mas antes de fazer o que dizeis, prefiro não viver mais. Acabei, senhor”.

Entregue ao xerife maior, foi levada pelo oficial ao lugar da execução, fora das muralhas de Exeter, chamado Sothenhey, onde de novo os supersticiosos sacerdotes a assaltaram. Enquanto estavam amarrando-a à estaca, ela exclamava de contínuo: “Deus, tem piedade de mim, pecadora!”. Suportando pacientemente o fogo devorador, ficou reduzida a cinzas, e assim acabou uma vida que não foi superada em quanto a uma imutável fidelidade à causa de Cristo por nenhum mártir precedente. p. 292-295.


10/08/2011

Saudação do Papa à delegação ortodoxa: novos esforços ecumênicos


Na solenidade de São Pedro e São Paulo, o Papa Bento XVI saudou a presença de um grupo em especial. Tratava-se da delegação enviada à Roma por Bartolomeu I, patriarca de Constantinopla. A interação entre o papa e o líder máximo da igreja Ortoxa recebeu destaque no NewsVa., canal de notícias do Vaticano divulgado pelo papa, ao usar o microblog twitter pela primeira vez.

Como Bento XVI fez questão de salientar, "sua participação [da delegação] nesta [ocasião], nosso dia de festa, como a presença de nossos representantes em Istambul para a Festa de Santo André, expressa a verdadeira amizade e irmandade que une a Igreja de Roma e o Patriarcado Ecumênico, sendo que ambos são baseados na fé recebida do testemunho dos apóstolos."

O NewsVa. ainda recapitula a história desta aproximação entre Roma e Istambul, a qual remonta ao concílio Vaticano Segundo. A partir de então, cada denominação tem enviado delegações às festas religiosas da outra.

O que não deixa de despertar a curiosidade é que Ratzinger reconhecesse a legitimidade da herança apostólica da igreja Ortodoxa. Durante séculos, desde o cisma em 1054, as acusações mútuas eram comuns. A Igreja Católica Apostólica Romana, por exemplo, não cansou de acusar o patriarcado de heresia, enquanto reivindicava que o papa era a única cabeça da igreja universal de Cristo.

Agora, o quadro mudou. Bento XVI tem um alvo: o Dia Mundial da Reflexão. Este evento, marcado para o próximo 27 de Outubro, é definido como um momento de "diálogo e oração pela paz e justiça no mundo". Claramente, o pontífice respira ecumenismo!
Fiquemos alertas aos próximos passos de Bento XVI. Os eventos finais estão acontecendo bem diante de nós - como reagiremos a eles? Queira Deus que, pela fé, permaneçamos em pé!

27/07/2011

Financial Times diz que o Vaticano é arrogante

O jornal britânico Financial Times chamou nesta quarta-feira (27/07) o Vaticano de "arrogante" em um editorial sobre as denúncias de abuso sexual contra menores cometidos por sacerdotes na Irlanda. 

"As relações entre Vaticano e Dublin se precipitaram ao mínimo histórico", comentou a publicação, destacando que os supostos casos de pedofilia, "há tempos", reduziram e afetaram "a autoridade moral da Santa Sé na Irlanda". 


O jornal também afirmou que "as raízes do encobrimento" dos abusos "não está na Irlanda, mas sim, no Vaticano". 

De acordo com o Financial Times, sob o pontificado dos papas João Paulo II e Bento XVI, a Igreja Católica se transformou em uma instituição completamente subordinada à autoridade deles, e não inclinada a colaborar com as autoridades civis nas investigações. 

"Agora o Vaticano está pagando um preço caro pela sua arrogância e sigilo", destaca o jornal. 

Recentemente, a Santa Sé chamou para consultas o núncio apostólico na Irlanda, monsenhor Giuseppe Leanza, após o primeiro-ministro Enda Kenny ter acusado o Vaticano de obstruir as investigações de casos de pedofilia supostamente cometidos na diocese de Cloyne. 


Nota: "Estando eu a observar os chifres, eis que entre eles subiu outro pequeno, diante do qual três dos primeiros chifres foram arrancados; e eis que neste chifre havia olhos, como os de homem, e uma boca que falava com insolência." Daniel 7:8

Santa Sé e Malásia estabelecem acordo diplomático

A Santa Sé e a Malásia, desejosas de promover laços de amizade mútua, decidiram estabelecer, de comum acordo, relações diplomáticas a nível de Nunciatura Apostólica, por parte da Santa Sé, e de Embaixada, por parte da Malásia.

O acordo, oficializado nesta quarta-feira, 27, foi decidido no dia 18 desse mês, quando o Papa Bento XVI recebeu em audiência, em Castel Gandolfo, o primeiro ministro da Malásia, Najib Bin Abdul Razak, que se encontrou sucessivamente com o secretário para as Relações com os Estados, Dom Dominique Mamberti.

Em comunicado publicado hoje, pela Sala de Imprensa do Vaticano, foi divulgado que a Malásia é o 179º país que estabelece relações diplomáticas com a Santa Sé. 

Com uma superfície de quase 330 Km2, a Malásia tem uma população multi-racial e multi-cultural de cerca de 28 milhões de habitantes. O Islão é professado por 60,4% da população e é a religião do Estado. Em segundo lugar, estão os budistas (19,2%), os cristãos (9,1%), os hinduístas (6,3%), as religiões populares da China (2,6%) e os animistas (2,4%).

Independente desde 1957, o país atravessou um período de rápido desenvolvimento em vários setores. A Malásia coloca-se cada vez mais como um importante interlocutor sobre temáticas de interesse global, como o diálogo inter-étnico, intercultural e inter-religioso. Tem assumido um crescente perfil internacional, fornecendo um significativo contributo em operações de paz e empenhando-se na contenção de algumas crises na região. Como um dos países fundadores da ASEAN, desempenha aí um papel de relevo.

A Igreja Católica está presente na Malásia desde 1511, com a chegada dos primeiros missionários portugueses à cidade de Malacca, onde se deslocou também São Francisco Xavier em 1545. Atualmente, a Igreja conta com nove circunscrições eclesiásticas, com três sedes metropolitanas, onze bispos, 274 padres diocesanos e 249 religiosos (119 dos quais sacerdotes) e 759 religiosas. Os católicos são 850 mil, o equivalente a 3% da população.

A Igreja Católica é muito ativa na evangelização e na pastoral para a família e para a juventude, e encontra-se presente nos campos educativo, caritativo e social.

A Delegação Apostólica no Laos, Malásia e Singapura remonta a 1969, passando em 1981 a Delegação Apostólica no Laos e Malásia, subdividida dois anos depois em duas Delegações Apostólicas, respetivamente Malásia – Brunei e Laos. A partir de 1998 existe uma Delegação Apostólica na Malásia.

Fonte: Canção Nova

18/07/2011

Vaticano e Malásia estabelecem relações diplomáticas

O Vaticano e a Malásia estabeleceram nesta segunda-feira (18), oficialmente, relações diplomáticas entre si após uma reunião entre o papa Bento XVI e o primeiro-ministro malaio, Mohamed Najib Abdul Razak. 

O chefe de governo malaio foi recebido para uma audiência de 20 minutos em Castel Gandolfo, nos arredores de Roma, na Itália, onde o Pontífice está passando férias neste mês. 

Após o encontro, Razak se reuniu com o secretário de Estado da Santa Sé, cardeal Tarciso Bertone, e com o secretário do Vaticano para as relações com os Estados, Dominique Mamberti, com quem acertou os detalhes para o estabelecimento das relações diplomáticas. 

A sala de imprensa vaticana emitiu em seguida um comunicado em que anunciou que "nos colóquios cordiais foram evocados os desenvolvimentos positivos nas relações bilaterais e concordou-se em estabelecer relações diplomáticas entre a Malásia e a Santa Sé". 

Atualmente, há somente um delegado apostólico para a Malásia, dom Leopoldo Girelli, que mora em Singapura. 

"Também foi analisada a situação política e social no mundo e no continente asiático, com particular referência à importância do diálogo interreligioso pela promoção da paz, da justiça e da maior compreensão entre os povos", acrescentou a nota. 

Logo após a audiência, o líder máximo da Igreja Católica também se encontrou com a esposa do premier malasiano, ministros do governo da Malásia, o arcebispo da capital, Kuala Lumpur, dom Murphy Pakiam, além de expoentes muçulmanos de alto nível, entre eles o presidente do Conselho Nacional da Fatwa, Abdul Shukor Husin. 

Na ocasião, Razak ofereceu ao Santo Padre um bordado malasiano com um colorido típico, e em troca, o Pontífice lhe deu uma cerâmica com o desenho da Praça de São Pedro, na Cidade do Vaticano. 

A Malásia tem 28,7 milhões de habitantes, cuja maioria, cerca de 60%, é muçulmana, e consta como Estado-membro da Organização da Cooperação Islâmica (OCI). Com cerca de 9% da população cristã, o país tornou-se agora o 179º a estabelecer relações diplomáticas com a Santa Sé. 

A nação também é uma das economias asiáticas mais fortes da região e é uma das fundadoras da Associação de Nações do Sudeste Asiático (Asean). 

O estabelecimento de relações diplomáticas ocorre um ano após episódios de conflito religioso, quando igrejas foram depredadas no país após a Corte Suprema autorizar cristãos a usar o termo "Alá" para se referirem a Deus. Também em 2010 um tribunal malaio puniu mulheres com chicotadas por adultério, na primeira utilização de uma regra da lei islâmica pela Justiça do país. 

A última visita de um premier malaio ao Vaticano ocorreu em 7 de junho de 2002, quando o então chefe de Governo Mahathir bin Mohamed encontrou-se com o papa e agora beato João Paulo II.

Fonte: DCI

04/07/2011

Vaticano convidará não religiosos a encontro pela paz

O Vaticano convidará personalidades que se definem como não religiosas ao encontro mundial inter-religioso pela paz previsto para o fim de outubro em Assis, no centro da Itália, anunciou o cardeal Tarcisio Bertone. Em um editorial publicado pelo Osservatore Romano, o cardeal Bertone destaca a vontade de convidar "também algumas personalidades da ciência e da cultura que se definem como não religiosas" [será que Dawkins vai?]. "Não apenas porque a paz é responsabilidade de todos, e sim, mais profundamente, porque estamos convencidos de que a posição de quem não acredita ou custa a crer pode desempenhar uma papel saudável para a religião como tal, ajudando por exemplo a identificar possíveis degenerações e falsidades", afirma no texto.

O Papa Bento XVI anunciou em abril a convocação de uma jornada inter-religiosa de "oração pela paz e a justiça no mundo" para "celebrar o 25º aniversário do encontro histórico que se celebrou em Assis em 27 de outubro de 1986, por vontade do venerável Servidor de Deus João Paulo II".


Nota: Além da bandeira ECOmênica, a luta pela paz é o tipo de causa que tende a colocar as diferenças de lado e unir as pessoas, independentemente do credo (ou da falta dele). O Vaticano vem desempenhando seu papel profético e a aglutinação das massas é algo previsto no Apocalipse. A iniciativa, em princípio, é boa. O problema serão os meios utilizados para se tentar chegar aos alvos propostos. Em algum momento, esses meios vão cercear a liberdade de minorias fieis à Palavra de Deus. Não nos esqueçamos também de que, “quando andarem dizendo: Paz e segurança, eis que lhes sobrevirá repentina destruição, como vêm as dores de parto à que está para dar à luz; e de nenhum modo escaparão” (1Ts 5:3).

30/06/2011

WikiLeaks revela preocupação do Vaticano com o crescimento de evangélicos

Documento obtido pelo WikiLeaks e divulgado nesta quarta-feira (29) mostra que, na época da visita do papa Bento 16 ao Brasil, em 2007, o Vaticano estava preocupado com o crescimento dos evangélicos no país e recebeu críticas do monsenhor brasileiro Stefano Migliorelli, que questionou a entidade sobre a falta de padres na América Latina.

O telegrama enviado a Washington em 6 de maio de 2007 relata conversas entre diversos membros do Vaticano e o ex-embaixador americano Francis Rooney, um empresário republicano do ramo de construção e um dos maiores doadores de campanha do ex-presidente americano George W Bush.

O diplomata americano faz um comparativo entre a primeira viagem de João Paulo 2º ao Brasil em 1980, quando os católicos representavam 89% da população e o Censo de 2000, quando o número de católicos era de 74%.
“A cada ano, milhões de católicos latino-americanos deixam suas igrejas para se juntar a congregações evangélicas incentivados pelos pastores destes novos rebanhos”, disse Rooney.

Ainda segundo ele, de acordo com uma análise, enquanto a Igreja Católica concentra-se em “salvar almas”, muitas igrejas evangélicas fazem o possível apenas para matar a sede latino-americana para o misticismo.

Sem revelar fontes, o documento diz que João Paulo 2º descreveu as atividades evangélicas como “sinistras” e que uma das principais tarefas de Bento 16 seria despertar a comunidade católica e encorajar a resistência ao que o papa anterior teria chamado de “caçada por seitas”.

Já Migliorelli, na época chefe da seção brasileira da Secretaria de Estado do Vaticano, reclamou ao diplomata americano sobre o fato de a América Latina não ser uma região prioritária para a Igreja Católica.

Para Migliorelli, o Brasil e a América Latina seriam como “território de missão” --terras que não foram expostas “de maneira consistente” à fé católica. “Temos que ver isso como uma evangelização --começando do zero”, disse Migliorelli.

O monsenhor ainda criticou a quantidade e a qualidade do clero latino-americano.

“A falta de padres em grande parte da América Latina é muito pior do que nos Estados Unidos”, disse. Migliorelli disse também que “o nível de educação dos padres é muito baixo e que muitas vezes eles não aderem aos padrões de disciplina clerical (celibato, ofertas de sacramentos etc)”.

Em um tópico chamado de “A ameaça da teologia da libertação”, o diplomata americano comenta que o papa João Paulo 2º teria feito grandes esforços para acabar com “esta análise marxista da luta de classes” promovida “por um número significativo de clérigos e católicos leigos que, por vezes, em nome de um compromisso político sancionou a violência em nome do povo”.

Migliorelli comentou que o Vaticano não pretendia tocar no tema durante a visita do papa. O documento prossegue: “A chave é simplesmente que o clero seja treinado mais efetivamente para explicar a posição da Igreja para o povo, ele concluiu”.

Segundo o diplomata, João Paulo 2º combateu com a ajuda de Bento 16 a teologia da libertação mas, nos últimos anos, ela estaria ressurgindo em várias partes da América Latina.


Nota: Se os evangélicos de modo geral causam preocupação ao Vaticano, imagine o ódio que esta Besta tem do remanescente, os que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus.  

___________________Agenda Adventista________________

 

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