Evidências Proféticas | blog adventista

17/11/2010

Zona do euro enfrenta 'crise de sobrevivência'

A União Europeia enfrenta uma “crise de sobrevivência” por conta dos deficits na zona do euro, advertiu nesta terça-feira o presidente do Conselho Europeu, Herman Van Rompuy.


Em discurso pouco antes da reunião, em Bruxelas, de ministros das Finanças do bloco europeu para tratar de sua estabilidade econômica, Rompuy disse que, se o euro fracassar, a UE também fracassará.


Países como Irlanda e Portugal vivem situação preocupante, e não se sabe se conseguirão lidar com seus deficits sem a ajuda de fundos da UE. Suas crises são alvo de escrutínio na reunião desta terça.


E, na segunda-feira, estatísticas da UE mostraram que a dívida da Grécia – país que já está recebendo empréstimos bilionários do FMI – é ainda maior do que se pensava anteriormente.


Rompuy se disse “muito confiante” de que os problemas serão resolvidos, mas afirmou que “todos temos que trabalhar juntos para que sobrevivamos com a zona do euro. Caso contrário, não sobreviveremos com a União Europeia”.

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Nota DDP: Daniel 2 cada vez mais atual...

Bento XVI apela aos cristãos para que sejam fiéis à prática dominical

Bento XVI lançou esta Quarta-feira, dia 17 de Novembro, no Vaticano, um apelo a todos os cristãos para que “sejam fiéis no encontro com Cristo e na adoração do Santíssimo Sacramento, para experimentarem o dom do seu amor”.

Numa audiência geral dedicada a Santa Juliana de Cornillon, o desafio do Papa pretendeu despertar a consciência dos cristãos, já que actualmente se assiste a uma diminuição gradual do número de fiéis que vão à missa ao Domingo, sem contabilizar outras práticas religiosas.

Para encontrar dados concretos, a Igreja Católica em Portugal vai promover um novo recenseamento da prática dominical, em 2011, ano de Censos.

No entanto, os últimos recenseamentos já apontavam para uma redução significativa nesta matéria, com a passagem de um total de 2,24 milhões de portugueses que iam à missa, em 1991; para uma soma de 1,93 milhões, em 2001. Em percentagem, passou-se de 26 por cento para 20 por cento da população.

Durante o seu encontro com milhares de peregrinos, esta manhã, na Praça de São Pedro, Bento XVI focou este desafio para um maior amor à Eucaristia no exemplo de Juliana de Cornillon.

Esta Santa da Igreja Católica nasceu na região de Liége, Bélgica, na última década do século doze. "Tinha dezasseis anos quando, numa visão, lhe apareceu a lua no máximo do seu esplendor mas cingida com uma faixa escura que a atravessava diametralmente", referiu o Papa.

"O Senhor fez-lhe compreender que a lua simbolizava a vida da Igreja sobre a terra, a faixa negra exprimia a ausência duma festa litúrgica na qual os cristãos pudessem adorar a Eucaristia para aumentar a sua fé e reparar as ofensas ao Santíssimo Sacramento", precisou Bento XVI.

Por outras palavras, acrescentou, "faltava a Festa do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo, que hoje temos, e que foi instituída pelo Papa Urbano IV cinquenta anos depois da referida visão de Santa Juliana de Cornillon e por influência dela".

No final da audiência, o Papa saudou os peregrinos de língua portuguesa, dizendo “que o céu cubra de graças os passos da vossa vida e os preserve do pecado, para que os vossos corações possam, a cada domingo, hospedar Jesus-Eucaristia no meio dos homens. Sobre vós, vossos familiares e comunidades eclesiais, desça a minha Bênção”.



"Numa sociedade em que valores como a verdade e a fidelidade parecem cada vez mais relativos, e onde os projectos em comum tendem a ser substituídos pela procura individual de satisfação, cabe às famílias cristãs saberem dar um testemunho radical e corajoso, baseado na Palavra de Deus em que acreditam."

16/11/2010

Jovens infelizes recorrem a sexo e drogas

Crianças insatisfeitas com a escola estão mais propensas a se envolver com bebidas, drogas e atividades sexuais. É o que diz uma pesquisa da Universidade John Moores, de Liverpool, na Inglaterra, liderada pelo professor Mark Bellis, do Departamento de Saúde Pública. O estudo avaliou mais de 3.500 jovens de 11 a 14 anos de idade, de 15 escolas do noroeste do país. Segundo Bellis, crianças com apenas 13 anos já apresentam comportamento de risco. Durante a pesquisa, foram avaliadas opiniões dos jovens sobre a vida escolar e em casa, com perguntas abrangendo satisfação com a aparência, relação com os pais e professores, envolvimento com regras, assertividade e remorso. 

As conclusões mostraram que os jovens que não gostavam da escola tinham 2,5 vezes mais chances ter relações sexuais precoces. O risco de uso de álcool também era maior, segundo a pesquisa.

“Nossa pesquisa identifica que é provável que crianças que bebem e são sexualmente ativas estão infelizes com suas vidas na escola e em casa. Os riscos são doenças sexualmente transmissíveis, gravidez na adolescência e acidentes ligados ao abuso do álcool”, alertou Bellis.


Nota: Infelizmente, é o tipo de situação que gera problemas em cascata. Famílias que não dão apoio necessário aos filhos os “empurram” para comportamentos de risco. Esses filhos, por sua vez, também formarão famílias desestruturadas (isso se formarem família). E muitos em nosso país ainda se gabam de que temos “liberdade comportamental”, que somos um povo feliz e descontraído. Quer saber mais? Estudo realizado pelo Instituto Tendencias Digitales, sob encomenda do Grupo Diários América (GDA), com 13.349 pessoas, revelou alguns dados curiosos: o Brasil é o país em que homens e mulheres têm o maior número de parceiros sexuais da América Latina. E ainda: brasileiros são campeões de infidelidade e disfunção sexual e nosso país registra também o maior número de homossexuais e bissexuais. Anos atrás, li que mais da metade dos(as) brasileiros(as) se diz infeliz com sua vida sexual. Tem algo muito errado aí... Arrisco dizer que o problema está na família, na falta de estrutura e de uma religião/filosofia que apresente o lado belo do sexo e a responsabilidade que envolve esse assunto.


Papa apela à renovação da economia mundial

"É preciso apontar um novo equilíbrio entre agricultura, indústria e serviços para que o desenvolvimento seja sustentável e a ninguém falte o pão, o trabalho, o ar, a água e todos os recursos que sejam considerados bens universais."

Foi com estas palavras que Bento XVI defendeu ontem anecessidade de "reformas profundas" na economia mundial. Durante a homilia dominical na Praça de São Pedro, no Vaticano, o Papa apelou à criação de um novo modelo de desenvolvimento económico e ao "relançamento da agricultura".

"A crise financeira que o mundo está a viver, e da qual se falou na cimeira do G20, deve serolhada com seriedade", lançou o líder da Igreja Católica perante os fiéis que assistiam à missa. "Parece-me boa altura para que se volte a valorizar a agricultura, não em sentido nostálgico, mas como recurso indispensável para o futuro."

Dirigindo-se aos mais novos, o Papa afirmou que muitos jovens, mesmo aqueles com cursos universitários, escolheram dedicar-se à agricultura para responder a necessidades pessoais e familiares, "mostrando uma sensibilidade concreta para o bem comum".

O Papa não poupou críticas à "tentação" dos países mais ricos de "recorrer a alianças vantajosas que podem ter graves consequências para os Estados mais pobres".

O sucessor de João Paulo II mostrou o seu desagrado perante "o consumo insustentável" que se verifica em muitos países e que "resulta em danos para o ambiente e para os mais desfavorecidos".

Num apelo directo aos estados que integram o G20 e que na passada quinta e sexta-feira estiveram reunidos em Seul, Bento XVI pediu soluções "sustentáveis, renováveis e justas".

Durante a homilia, o Papa aproveitou ainda para demonstrar a sua preocupação com a população haitiana, que desde o terramoto de 12 de Janeiro se esforça por resgatar dos escombros a cidade de Porto Príncipe. De acordo com os últimos números oficiais disponibilizados, a epidemia de cólera que está a afectar a região já fez 917 vítimas mortais e obrigou à hospitalização de mais de 14 mil pessoas.

Na sexta-feira a ONU lançou um apelo para a criação de um fundo de emergência de 120 milhões de euros que permita fazer face à situação. A organização alerta para o facto de a epidemia de cólera no Haiti poder afectar um total de 200 mil pessoas.

Para Bento XVI, a crise económica mundial é um "sintoma agudo" de uma doença que provém "de um desequilibro entre a riqueza e a pobreza, o escândalo que é da fome, os problemas ambientais e o desemprego".

Fonte: Diário de Notícias (negritos meus para destaque)

Nota O Tempo Final: Repare bem - conteúdo religioso, zero; debate político: total! Tudo isto, em meio ao neo-clássico slogan vaticanista 'para o bem comum'...

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