Evidências Proféticas | blog adventista

19/11/2010

Comunicado final do encontro entre católicos e muçulmanos

Teerã, 17 nov (RV) - “Os crentes e as comunidades religiosas, com base na sua fé em Deus, têm um papel específico a desempenhar na sociedade, num nível de igualdade com os outros cidadãos”: assim tem início o comunicado final conjunto emitido na conclusão do sétimo Colóquio promovido pelo Centro de Diálogo Inter-religioso da Organização para a Cultura e as Relações Islâmicas de Teerã e o Pontifício Conselho para o Diálogo Inter-religioso. O encontro se realizou em Teerã, entre os dias 9 e 11 de novembro, sob a presidência conjunta do Presidente da Organização para a Cultura e as Relações Islâmicas, Dr. Mohammad Baqer Khorramshad, e do Presidente do Pontifício Conselho para o Diálogo Inter-religioso, Cardeal Jean-Louis Tauran.

No comunicado final destaca-se que a “liberdade religiosa é própria de toda pessoa, deve ser respeitada pelo Estado e a religião não pode ser relegada à esfera privada”, acrescentando que os “crentes são chamados a cooperar na busca do bem comum, com base numa relação sólida entre fé e razão”. Deste modo se ressalta que deve existir cooperação entre cristãos e muçulmanos, assim como entre todos os crentes e pessoas de boa vontade, para “responder aos desafios atuais, promovendo os valores morais, a justiça e a paz e protegendo a família o meio ambiente e os recursos naturais”.

Depois de reiterar que a fé deve ser respeitada pelos agentes sociais e o Estado, sublinha-se que “a educação das jovens gerações deve fundar-se na busca da verdade, nos valores espirituais e na promoção do conhecimento”.

Os participantes insistem finalmente na necessidade de “continuar no caminho de um diálogo real e frutífero”. O próximo Colóquio se realizará em Roma em 2012. 



17/11/2010

Veredito: ossuário do irmão de Jesus é verdadeiro

Ela pesa 25 quilos. Tem 50 centímetros de comprimento por 25 centímetros de altura. E está, indiretamente, no banco dos réus de um tribunal de Jerusalém desde 2005. A discussão em torno de uma caixa mortuária com os dizeres “Tiago, filho de José, irmão de Jesus” nasceu em 2002, quando o engenheiro judeu Oded Golan, um homem de negócios aficionado por antiguidades, revelou o misterioso objeto para o mundo. A possibilidade da existência de um depositário dos restos mortais de um parente próximo de Jesus Cristo agitou o circuito da arqueologia bíblica. Seria a primeira conexão física e arqueológica com o Jesus do Novo Testamento. Conhecido popularmente como o caixão de Tiago, a peça teve sua veracidade colocada em xeque pela Autoridade de Antiguidades de Israel (IAA). Em dezembro de 2004, Golan foi acusado de falsificador e a Justiça local entrou no imbróglio. No mês passado, porém, o juiz Aharon Far¬kash, responsável por julgar a suposta fraude cometida pelo antiquário judeu, encerrou o processo e acenou com um veredicto a favor da autenticidade do objeto. Também recomendou que o IAA abandonasse a defesa de falsificação da peça. “Vocês realmente provaram, além de uma dúvida razoável, que esses artefatos são falsos?”, questionou o magistrado. Nesses cinco anos, a ação se estendeu por 116 sessões. Foram ouvidas 133 testemunhas e produzidas 12 mil páginas de depoimentos.

Especialista em arqueologia pela Universidade Hebraica de Jerusalém, Rodrigo Pereira da Silva acredita que todas as provas de que o ossuário era falso caíram por terra. “A paleografia mostrou que as letras aramaicas eram do primeiro século”, diz o professor do Centro Universitário Adventista de São Paulo (Unasp). “A primeira e a segunda partes da inscrição têm a mesma idade. E o estudo da pátina indica que tanto o caixão quanto a inscrição têm dois mil anos.” O professor teve a oportunidade de segurá-lo no ano passado, quando o objeto já se encontrava apreendido no Rockfeller Museum, em Jerusalém.

Durante o processo, peritos da IAA tentaram desqualificar o ossuário, primeiro ao justificar que a frase escrita nele em aramaico seria forjada. Depois, mudaram de ideia e se ativeram apenas ao trecho da relíquia em que estava impresso “irmão de Jesus” – apenas ele seria falso, afirmaram.

A justificativa é de que, naquele tempo, os ossuários ou continham o nome da pessoa morta ou, no máximo, também apresentavam a filiação dela. Nunca o nome do irmão. Professor de história das religiões, André Chevitarese, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, levanta a questão que aponta para essa desconfiança. “A inscrição atribuiria a Tiago uma certa honra e diferenciação por ser irmão de Jesus. Como se Jesus já fosse um pop¬star naquela época”, diz ele. Discussões como essa pontuaram a exposição de cerca de 200 especialistas no julgamento. A participação de peritos em testes de carbono-14, arqueologia, história bíblica, paleografia (análise do estilo da escrita da época), geologia, biologia e microscopia transformou o tribunal israelense em um palco de seminário de doutorado. Golan foi acusado de criar uma falsa pátina (fina camada de material formada por microorganismos que envolvem os objetos antigos). Mas o próprio perito da IAA, Yuval Gorea, especializado em análise de materiais, admitiu que os testes microscópicos confirmavam que a pátina onde se lê “Jesus” é antiga. “Eles perderam o caso, não há dúvida”, comemorou Golan.

O ossuário de Tiago, que chegou a ser avaliado entre US$ 1 milhão e US$ 2 milhões, é tão raro que cerca de 100 mil pessoas esperaram horas na fila para vê-lo no Royal Ontario Museum, no Canadá, onde foi exposto pela primeira vez, em 2002. Agora que a justiça dos homens não conseguiu provas contra sua autenticidade, e há chances de ele ser mesmo uma relíquia de um parente de Jesus, o fascínio só deve aumentar.


Nota: Na verdade, esse assunto deveria ser capa da IstoÉ, mas preferiram falar sobre “sedução”. Estaria a mídia tão seduzida pelo naturalismo/secularismo que prefere não destacar matérias que confirmam fatos relacionados com o cristianismo? Isso mereceria também reportagem de capa naSuperinteressante ou na Veja, não acha? É esperar para ver...[MB]


Zona do euro enfrenta 'crise de sobrevivência'

A União Europeia enfrenta uma “crise de sobrevivência” por conta dos deficits na zona do euro, advertiu nesta terça-feira o presidente do Conselho Europeu, Herman Van Rompuy.


Em discurso pouco antes da reunião, em Bruxelas, de ministros das Finanças do bloco europeu para tratar de sua estabilidade econômica, Rompuy disse que, se o euro fracassar, a UE também fracassará.


Países como Irlanda e Portugal vivem situação preocupante, e não se sabe se conseguirão lidar com seus deficits sem a ajuda de fundos da UE. Suas crises são alvo de escrutínio na reunião desta terça.


E, na segunda-feira, estatísticas da UE mostraram que a dívida da Grécia – país que já está recebendo empréstimos bilionários do FMI – é ainda maior do que se pensava anteriormente.


Rompuy se disse “muito confiante” de que os problemas serão resolvidos, mas afirmou que “todos temos que trabalhar juntos para que sobrevivamos com a zona do euro. Caso contrário, não sobreviveremos com a União Europeia”.

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Nota DDP: Daniel 2 cada vez mais atual...

Bento XVI apela aos cristãos para que sejam fiéis à prática dominical

Bento XVI lançou esta Quarta-feira, dia 17 de Novembro, no Vaticano, um apelo a todos os cristãos para que “sejam fiéis no encontro com Cristo e na adoração do Santíssimo Sacramento, para experimentarem o dom do seu amor”.

Numa audiência geral dedicada a Santa Juliana de Cornillon, o desafio do Papa pretendeu despertar a consciência dos cristãos, já que actualmente se assiste a uma diminuição gradual do número de fiéis que vão à missa ao Domingo, sem contabilizar outras práticas religiosas.

Para encontrar dados concretos, a Igreja Católica em Portugal vai promover um novo recenseamento da prática dominical, em 2011, ano de Censos.

No entanto, os últimos recenseamentos já apontavam para uma redução significativa nesta matéria, com a passagem de um total de 2,24 milhões de portugueses que iam à missa, em 1991; para uma soma de 1,93 milhões, em 2001. Em percentagem, passou-se de 26 por cento para 20 por cento da população.

Durante o seu encontro com milhares de peregrinos, esta manhã, na Praça de São Pedro, Bento XVI focou este desafio para um maior amor à Eucaristia no exemplo de Juliana de Cornillon.

Esta Santa da Igreja Católica nasceu na região de Liége, Bélgica, na última década do século doze. "Tinha dezasseis anos quando, numa visão, lhe apareceu a lua no máximo do seu esplendor mas cingida com uma faixa escura que a atravessava diametralmente", referiu o Papa.

"O Senhor fez-lhe compreender que a lua simbolizava a vida da Igreja sobre a terra, a faixa negra exprimia a ausência duma festa litúrgica na qual os cristãos pudessem adorar a Eucaristia para aumentar a sua fé e reparar as ofensas ao Santíssimo Sacramento", precisou Bento XVI.

Por outras palavras, acrescentou, "faltava a Festa do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo, que hoje temos, e que foi instituída pelo Papa Urbano IV cinquenta anos depois da referida visão de Santa Juliana de Cornillon e por influência dela".

No final da audiência, o Papa saudou os peregrinos de língua portuguesa, dizendo “que o céu cubra de graças os passos da vossa vida e os preserve do pecado, para que os vossos corações possam, a cada domingo, hospedar Jesus-Eucaristia no meio dos homens. Sobre vós, vossos familiares e comunidades eclesiais, desça a minha Bênção”.



"Numa sociedade em que valores como a verdade e a fidelidade parecem cada vez mais relativos, e onde os projectos em comum tendem a ser substituídos pela procura individual de satisfação, cabe às famílias cristãs saberem dar um testemunho radical e corajoso, baseado na Palavra de Deus em que acreditam."

___________________Agenda Adventista________________

 

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