Evidências Proféticas | blog adventista

20/12/2010

Tensões entre as Coreias

A Coreia do Sul realizou manobras militares na ilha de Yeonpyeong, perto da fronteira marítima com a Coreia do Norte, nesta segunda-feira (20), apesar das ameaças de represálias de Pyongyang.

A simulação de um dia com artilharia real é uma resposta ao ataque a míssil norte-coreano que matou quatro pessoas - dois soldados e dois civis sul-coreanos -  no dia 23 de novembro, na mesma ilha.

Os exercícios militares na ilha de Yeonpyeong tiveram duração de uma hora, segundo a agência sul-coreana Yonhap.

O ministério da Defesa de Seul não comentou as informações e deve divulgar um comunicado ainda nesta segunda-feira. A neblina atrasou o início das manobras, que segundo as previsões oficiais deveriam durar menos de duas horas.

Os norte-coreanos ameaçaram com uma retaliação ainda mais mortal se os exercícios fossem adiante, o que levou o Conselho de Segurança das Nações Unidas a se reunir, neste domingo, para tentar acalmar as tensões. No entanto, o encontro terminou sem acordo.

Pouco antes do anúncio do início das manobras militares, a rede de TV CNN informou que, segundo o ex-embaixador dos Estados Unidos na ONU Bill Richardson, a Coreia do Norte havia aceitado novas inspeções às suas instalações nucleares em uma tentativa de evitar a manobra militar. A informação não foi confirmada pelo regime norte-coreano.

O regime comunista do Norte não aceita a fronteira desenhada no Mar Amarelo por um general americano no fim da Guerra da Coreia, em 1953. Por isso, diz que qualquer disparo feito na região corre o risco de risco de cair em águas norte-coreanas.



Fonte: G1

Nota: Os rumores de guerra vindos do oriente estão cada vez mais altos!

17/12/2010

Papa convida luteranos a refletirem sobre conquistas do ecumenismo

Frente à próxima comemoração do 5º Centenário da Reforma

CIDADE DO VATICANO, quinta-feira, 16 de dezembro de 2010 (ZENIT.org) - Bento XVI expressou hoje sua esperança de que os anos que faltam para o 5º centenário do início da Reforma ajudem católicos e luteranos a refletir sobre o que conseguiram juntos no processo ecumênico e a continuar dando passos neste rumo.

Isto foi afirmado ao receber em audiência uma delegação da Federação Luterana Mundial, chefiada pelo seu novo presidente, o bispo Munib A. Younan, que se encontra em Roma, em visita oficial.

O Papa, em seu discurso, salientou a importância destes anos de preparação que restam até 2017, quando se cumprirá o quinto aniversário da publicação, por parte de Lutero, das 95 Teses de Wittenberg, um ato que marcou o início da ruptura com Roma.

Nesta ocasião, recordou que a Comissão Internacional mista católico-luterana está preparando um novo documento conjunto, semelhante à "Declaração Conjunta sobre a Doutrina da Justificação", no qual se apresentará "o que os luteranos e os católicos são capazes de dizer juntos, neste momento, com relação às nossas cada vez mais estreitas relações, depois de quase cinco séculos de separação".

Além disso, recordou a questão que a Comissão está discutindo nestes anos - "o Batismo e a crescente comunhão eclesial" -, apontando para a questão da eclesiologia como a "chave" do diálogo ecumênico.

Esta questão da compreensão da Igreja como o principal pólo do diálogo ecumênico tinha sido apontada pelo presidente do Conselho Pontifício para a Promoção da Unidade dos Cristãos, Dom Kurt Koch, em seu discurso na sessão plenária deste dicastério, no último dia 19 de novembro.

O Pontífice afirmou que "os católicos e os luteranos estão chamados a refletir novamente sobre aonde nos levou nosso caminho rumo à unidade, e a implorar a guia e a ajuda do Senhor para o futuro".

Também quis lembrar a visita anterior, de 10 de novembro de 2005, de uma delegação da Federação, chefiada pelo então presidente, Mark Hanson, antecessor do bispo Younan.

Na ocasião, recordou o Papa, "tive a alegria de receber seus antecessores e de expressar a minha esperança de que o contato estreito e o diálogo intenso que haviam caracterizado as relações ecumênicas entre católicos e luteranos continuassem produzindo ricos frutos".

"Hoje podemos, com gratidão, fazer um balanço dos muitos frutos significativos produzidos nessas décadas de discussões bilaterais", disse ele.
Finalmente, o Papa sublinhou a importância do "ecumenismo de vida" que consiste em, "lenta e tranquilamente, remover barreiras e promover laços visíveis de unidade através do diálogo teológico e de uma cooperação prática, especialmente no âmbito das comunidades locais".

"A minha esperança é que essas atividades ecumênicas proporcionem novas oportunidades para que os católicos e os luteranos estejam cada vez mais próximos em suas vidas, em seu testemunho do Evangelho e em seus esforços para levar a luz de Cristo a todas as dimensões da sociedade", concluiu.

Fonte: ZENIT

Suíça considera legalizar o incesto

Em mais um passo que demonstra de forma conclusiva os malefícios que descendem sobre uma sociedade que deixa de temer a Deus, políticos suíços tencionam legalizar o incesto. Eles consideram repelir as leis contra o incesto por as considerarem “obsoletas”. A câmara superior do parlamento suíço concluiu uma lei que visa a descriminalizar o ato sexual consentido entre membros da mesma família. Essa lei vai agora ser avaliada pelo governo. Só houve três casos de incesto no país desde 1984. Pelo menos casos reportados. A Suíça, que recentemente teve um referendo que aprovou uma lei que pune os imigrantes com a extradição por prática de alguns crimes, insiste que as crianças dentro das famílias vão continuar a ser “protegidas pelas leis que governam os abusos e a pedofilia”. Não se sabe como é que os esquerdistas vão fazer isso, mas eles de certo que têm tudo controlado.

Daniel Vischer, membro do Partido “Os Verdes”, afirmou que não vê nada de mal no ato sexual consentido entre adultos - mesmo que eles sejam da mesma família. Essa declaração não é surpresa uma vez que os esquerdistas apoiam qualquer medida que vise a destruir a instituição da família. O esquerdista afirma: “O incesto é uma questão moral delicada, mas não é uma que possa ser respondida pela lei penal.”

Barbara Schmid Federer, do Partido do Povo Cristão da Suíça, afirmou que a proposta da câmara superior é “totalmente repugnante”. O Partido Protestante Popular está também em oposição a essa lei. Um dos porta-vozes afirmou: “O assassínio também é bastante raro na Suíça, mas ninguém sugere que se removam dos nossos estatutos as leis que o castiguem.”

Conclusão: para aqueles cristofóbicos que supunham que seria possível manter a ordem social mesmo depois do desaparecimento da moral cristã, a realidade vai ser dolorosa. O que vocês vão ter é a total subversão da moral e dos costumes que serviram de fundamento para o sucesso social e econômico do mundo ocidental. Deus é o Fundamento Essencial para uma sociedade funcional e a História demonstra isso. Se rejeitamos o que Ele diz (e criamos nossa própria moral), a sociedade invariavelmente se degenera. Aconteceu com Israel dos tempos bíblicos, aconteceu com a Inglaterra e vai acontecer com os EUA, se eles continuarem a descender para a normalização da cristofobia. Não há uma única sociedade mundial que tenha sido criada, mantida e elevada à posição de relevo com base em ideologias anticristãs ou anti-Deus. A religião no geral, e o cristianismo, em particular, têm sido forças de orientação e controle sobre as paixões e falhas dos homens. Removendo esses limites, o homem fica à mercê dos demônios e do seu pecado.

“Na verdade que já os fundamentos se transtornam; que pode fazer o justo?” (Salmo 11:3).

“O Senhor está no Seu santo templo: o trono do Senhor está nos céus; os Seus olhos estão atentos, e as Suas pálpebras provam os filhos dos homens. O Senhor prova o justo; mas a Sua alma aborrece o ímpio e o que ama a violência. Sobre os ímpios fará chover laços, fogo, enxofre e vento tempestuoso: eis a porção do seu copo” (Salmo 11:4-6).

15/12/2010

Aborto causa depressão e baixa estima

Além dos problemas políticos, religiosos e físicos, o aborto também pode afetar seriamente a saúde psíquica das mulheres. Em pesquisa da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto (EERP) da USP com 120 mulheres que passaram por aborto, mais da metade apresentaram algum nível de depressão e a maioria sofria de baixa a média estima pessoal. “Esses resultados indicam que as equipes de saúde precisam buscar cada vez mais políticas públicas para prevenção da gravidez indesejada, levando em consideração as dificuldades ao uso de métodos contraceptivos com visão integral à mulher, ou seja, considerando todo seu contexto”, diz a enfermeira Mariana Gondim Mariutti Zeferino, autora do estudo.

Mariana cita como exemplo a violência familiar, o uso de álcool e drogas, a resistência do parceiro ao uso de métodos contraceptivos de barreira, principalmente quando a mulher tem efeitos colaterais ou contra-indicações aos anticoncepcionais hormonais e submissão ao parceiro. “E quando a gravidez indesejada acontece, tendo como consequência o aborto induzido, que a equipe possa oferecer assistência qualificada e humanizada e que estimule os profissionais de enfermagem a reconhecer as necessidades de implementar os cuidados e reforçar aspectos resilientes dessas mulheres”, alerta a pesquisadora.

O estudo foi realizado entre agosto de 2008 e setembro de 2009, com mulheres internadas em um hospital público do interior do Estado de São Paulo, com diagnóstico de abortamento. [...]

Entre as que apresentaram sinais de depressão, a maioria declarou-se solteira, trabalham, com mais de 40 anos de idade e tem religião. [...]


Nota: Pesquisas já demonstraram que sexo sem afetividade e compromisso também causa depressão e baixa autoestima. Isso não lhe diz nada? Quanto ao aborto, além das políticas públicas para prevenção da gravidez indesejada, o governo deveria investir mais em campanhas que valorizassem o compromisso, a fidelidade e o casamento. Infelizmente, propagandas, filmes e novelas (exibidas em canais que detêm concessões públicas) incentivam justamente o contrário dos valores que poderiam preservar de maiores sofrimentos homens, mulheres e crianças. Não fomos criados para o sexo “livre” e para matar crianças.[MB]

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