Evidências Proféticas | blog adventista

21/12/2010

Pornografia bloqueada e kit anti-homofobia

Segundo matéria publicada no site Folha.com, o governo do Reino Unido pretende bloquear a pornografia na internet para proteger as crianças, que estão cada vez mais expostas a esse conteúdo. Segundo o jornal The Sunday Times, em vez de serem os pais a controlarem o acesso dos filhos à pornografia, ela será bloqueada na fonte, e os adultos que quiserem acessá-la terão de solicitá-la expressamente. O governo quer que os provedores de serviços de internet utilizem tecnologia similar à utilizada para impedir que os usuários da internet se vejam expostos sem desejá-lo à pornografia infantil. Os sites pornográficos serão bloqueados na origem, a menos que um usuário expressamente queira receber esse tipo de conteúdo. Segundo uma enquete da revista Psychologies, uma em cada dez crianças britânicas de dez anos já viu pornografia na internet. 

Por outro lado (o lado de baixo da linha do Equador), segundo o jornal Correio Braziliense de 24 de novembro de 2010, no Brasil um conjunto de material didático destinado a combater a homofobia nas escolas públicas promete longa polêmica. Um convênio firmado entre o Ministério da Educação (MEC), com recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), e a ONG Comunicação em Sexualidade (Ecos) produziu kit de material educativo composto de vídeos, boletins e cartilhas com abordagem do universo de adolescentes homossexuais que será distribuída para seis mil escolas da rede pública em todo o país do programa Mais Educação.

No vídeo intitulado “Encontrando Bianca”, um adolescente de aproximadamente 15 anos se apresenta como José Ricardo, nome dado pelo pai, que era fã de futebol. O garoto do filme, no entanto, aparece caracterizado como uma menina, como exemplo de um travesti jovem. Em seu relato, o garoto conta que gosta de ser chamado de Bianca, pois é nome de sua atriz preferida e reclama que os professores insistem em chamá-lo de José Ricardo na hora da chamada.

O jovem travesti do filme aponta um dilema no momento de escolher o banheiro feminino em vez do masculino e simula flerte com um colega do sexo masculino ao dizer que superou o bullying causado pelo comportamento homofóbico na escola. Na versão feminina da peça audiovisual, o material educativo anti-homofobia mostra duas meninas namorando. O secretário de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade do MEC, André Lázaro, afirma que o Ministério teve dificuldades para decidir sobre manter ou tirar o beijo gay do filme. “Nós ficamos três meses discutindo um beijo lésbico na boca, até onde entrava a língua. Acabamos cortando o beijo”, afirmou o secretário durante a audiência.

O material produzido ainda não foi replicado pelo MEC. A licitação para produzir kit para as seis mil escolas pode ocorrer ainda neste ano, mas a previsão de as peças serem distribuídas em 2010 foi interrompida pelo calor do debate presidencial.

Nota: No caso do bloqueio à pornografia no Reino Unido, há quem pense que isso “cheira” a censura. Mas não é. Se as famílias não estão dando conta de proteger e orientar os filhos, que sejam tomadas medidas para evitar que as crianças sejam expostas indevidamente a conteúdos que têm o potencial de prejudicar a formação delas. Quanto ao polêmico kit anti-homofobia, criticá-lo soa homofóbico. Mas não é. Os pais têm o direito de educar os filhos e orientá-los sexualmente. Expor às crianças ao travestismo e a beijos gays não vai ajudá-las a ser tolerantes com pessoas que têm orientação sexual diferente da delas. Os pais de filhos héteros têm o direito de não querer que seus filhos sejam expostos a essas manifestações homoafetivas (quando isso acontece nas paradas gays, é só não ir a esses locais, mas o que fazer se ocorre nas escolas?). Só que esses mesmo pais têm também o dever de ensinar os filhos a respeitar todas as pessoas, mesmo que discordem do estilo de vida adotado por elas.[MB]



EUA criaram rede de espionagem dos cidadãos após 11/9

WASHINGTON, 20 dez 2010 (AFP) -O governo dos Estados Unidos iniciou uma grande rede nacional de espionagem para coletar dados de seus cidadãos depois dos atentados de 11 de setembro de 2001, informa o jornal Washington Post.

A rede está integrada por agentes do FBI (polícia federal), das polícias locais, agências estaduais de segurança interna e investigadores da polícia militar, completa o jornal.

O objetivo é coletar, armazenar e analisar informações sobre milhares de moradores e cidadãos americanos, muitos deles nunca acusados de nenhum crime.

Segundo o Washington Post, a rede inclui 4.058 organizações federais, estaduais e locais, das quais pelo menos 935 foram criadas depois dos atentados de 11 de setembro. Todas têm responsabilidades e jurisdições na luta antiterrorista.

O jornal completa que o custo da rede de espionagem é difícil de avaliar, mas o Departamento de Segurança Interna concede desde 2003 subsídios de 31 bilhões de dólares a governos locais e estaduais para a área de Segurança Interna e para melhorar a capacidade de combate ao terrorismo. 



"A propósito, não é improvável que você esteja sendo filmado enquanto lê este artigo. Os seus hábitos de consumo estão catalogados em bancos de dados que são vendidos por aí. A marca de papel higiênico que você compra no supermercado faz parte da sua ficha pessoal em algum arquivo de marketing. Os exames do seu check-up, realizados naquele laboratório todo informatizado, bem, eles podem cair na rede. As chamadas do seu celular são rastreáveis, todas elas. A que horas você ligou para quem e de que lugar você chamou, tudo se sabe. Pelas pesquisas que você faz no Google, os administradores podem levantar o seu rol de preferências, mesmo aquelas que você não gostaria de declarar em público. Os radares da cidade registram por onde você passeia de automóvel. As consultas que você faz na Amazon fazem parte do seu perfil, devidamente armazenado. Pelo seu cartão de crédito, podem saber os restaurantes em que você anda almoçando, os vinhos que você pede, a dieta que você segue. As portarias de prédios que você cruzou, as catracas que atravessou, os elevadores em que subiu ou desceu, tudo isso é sabido." (O Estado de São Paulo)

20/12/2010

Tensões entre as Coreias

A Coreia do Sul realizou manobras militares na ilha de Yeonpyeong, perto da fronteira marítima com a Coreia do Norte, nesta segunda-feira (20), apesar das ameaças de represálias de Pyongyang.

A simulação de um dia com artilharia real é uma resposta ao ataque a míssil norte-coreano que matou quatro pessoas - dois soldados e dois civis sul-coreanos -  no dia 23 de novembro, na mesma ilha.

Os exercícios militares na ilha de Yeonpyeong tiveram duração de uma hora, segundo a agência sul-coreana Yonhap.

O ministério da Defesa de Seul não comentou as informações e deve divulgar um comunicado ainda nesta segunda-feira. A neblina atrasou o início das manobras, que segundo as previsões oficiais deveriam durar menos de duas horas.

Os norte-coreanos ameaçaram com uma retaliação ainda mais mortal se os exercícios fossem adiante, o que levou o Conselho de Segurança das Nações Unidas a se reunir, neste domingo, para tentar acalmar as tensões. No entanto, o encontro terminou sem acordo.

Pouco antes do anúncio do início das manobras militares, a rede de TV CNN informou que, segundo o ex-embaixador dos Estados Unidos na ONU Bill Richardson, a Coreia do Norte havia aceitado novas inspeções às suas instalações nucleares em uma tentativa de evitar a manobra militar. A informação não foi confirmada pelo regime norte-coreano.

O regime comunista do Norte não aceita a fronteira desenhada no Mar Amarelo por um general americano no fim da Guerra da Coreia, em 1953. Por isso, diz que qualquer disparo feito na região corre o risco de risco de cair em águas norte-coreanas.



Fonte: G1

Nota: Os rumores de guerra vindos do oriente estão cada vez mais altos!

17/12/2010

Papa convida luteranos a refletirem sobre conquistas do ecumenismo

Frente à próxima comemoração do 5º Centenário da Reforma

CIDADE DO VATICANO, quinta-feira, 16 de dezembro de 2010 (ZENIT.org) - Bento XVI expressou hoje sua esperança de que os anos que faltam para o 5º centenário do início da Reforma ajudem católicos e luteranos a refletir sobre o que conseguiram juntos no processo ecumênico e a continuar dando passos neste rumo.

Isto foi afirmado ao receber em audiência uma delegação da Federação Luterana Mundial, chefiada pelo seu novo presidente, o bispo Munib A. Younan, que se encontra em Roma, em visita oficial.

O Papa, em seu discurso, salientou a importância destes anos de preparação que restam até 2017, quando se cumprirá o quinto aniversário da publicação, por parte de Lutero, das 95 Teses de Wittenberg, um ato que marcou o início da ruptura com Roma.

Nesta ocasião, recordou que a Comissão Internacional mista católico-luterana está preparando um novo documento conjunto, semelhante à "Declaração Conjunta sobre a Doutrina da Justificação", no qual se apresentará "o que os luteranos e os católicos são capazes de dizer juntos, neste momento, com relação às nossas cada vez mais estreitas relações, depois de quase cinco séculos de separação".

Além disso, recordou a questão que a Comissão está discutindo nestes anos - "o Batismo e a crescente comunhão eclesial" -, apontando para a questão da eclesiologia como a "chave" do diálogo ecumênico.

Esta questão da compreensão da Igreja como o principal pólo do diálogo ecumênico tinha sido apontada pelo presidente do Conselho Pontifício para a Promoção da Unidade dos Cristãos, Dom Kurt Koch, em seu discurso na sessão plenária deste dicastério, no último dia 19 de novembro.

O Pontífice afirmou que "os católicos e os luteranos estão chamados a refletir novamente sobre aonde nos levou nosso caminho rumo à unidade, e a implorar a guia e a ajuda do Senhor para o futuro".

Também quis lembrar a visita anterior, de 10 de novembro de 2005, de uma delegação da Federação, chefiada pelo então presidente, Mark Hanson, antecessor do bispo Younan.

Na ocasião, recordou o Papa, "tive a alegria de receber seus antecessores e de expressar a minha esperança de que o contato estreito e o diálogo intenso que haviam caracterizado as relações ecumênicas entre católicos e luteranos continuassem produzindo ricos frutos".

"Hoje podemos, com gratidão, fazer um balanço dos muitos frutos significativos produzidos nessas décadas de discussões bilaterais", disse ele.
Finalmente, o Papa sublinhou a importância do "ecumenismo de vida" que consiste em, "lenta e tranquilamente, remover barreiras e promover laços visíveis de unidade através do diálogo teológico e de uma cooperação prática, especialmente no âmbito das comunidades locais".

"A minha esperança é que essas atividades ecumênicas proporcionem novas oportunidades para que os católicos e os luteranos estejam cada vez mais próximos em suas vidas, em seu testemunho do Evangelho e em seus esforços para levar a luz de Cristo a todas as dimensões da sociedade", concluiu.

Fonte: ZENIT

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