Evidências Proféticas | blog adventista

04/01/2011

Desastres naturais deixaram o recorde de 295 mil mortos em 2010

Frankfurt (Alemanha) – Dominados pelo terremoto no Haiti, os desastres naturais foram particularmente devastadores em 2010, com 295 mil mortos e US$ 130 bilhões em prejuízos, informa relatório da seguradora alemã Munich Re, divulgado nesta segunda-feira (3/1).

O ano que passou foi o mais mortífero desde 1983, quando a seca na Etiópia deixou 300 mil mortos, segundo o estudo. A Munich Re contabilizou 950 desastres naturais em 2010, cifra muito superior à média dos últimos 30 anos (615 catástrofes anuais, com 66 mil mortes por ano).

"O ano foi marcado por um raro acúmulo de terremotos importantes e um número elevado de catástrofes vinculadas com o clima, que parece indicar uma continuação do aquecimento global", assinala o informe.

As catástrofes mais mortíferas foram o tremor de terra de janeiro passado no Haiti (222.570 mortos), a onda de calor e incêndios florestais no verão na Rússia (56 mil mortos) e o terremoto de abril na China (2.700 mortos).

Os desastres mais onerosos foram o terremoto de fevereiro no Chile (US$ 30 bilhões e 520 mortos) e as inundações de julho em setembro no Paquistão (US$ 9,5 bilhões e 1.760 mortos).

Esses desastres deixaram quatro vezes mais vítimas que a média desde 1980 (295 mil mortos contra 66 mil) e causaram mais prejuízos (US$ 130 bilhões contra média de US$ 95 bilhões).

Nos países mais desenvolvidos, as catástrofes foram pouco mortíferas, mas muito onerosas e com graves consequências para as seguradoras.

A Europa Ocidental foi sacudida pela tempestade Xynthia em fevereiro (65 mortos; US$ 6,1 bilhões em gastos, 50% cobertos por seguros), e os Estados Unidos, por tornados, que provocaram danos de 4,7 bilhões de dólares (75% cobertos por seguros).

Previsões

Se os furacões foram relativamente devastadores, o aquecimento dos oceanos, que já não pode ser explicado pelas oscilações naturais e sim pelo aquecimento climático, promete mais temporadas difíceis nos próximos anos.

Um dos acontecimentos que mais chamou a atenção da imprensa, a erupção do vulcão islandês Eyjafjallajökull, em abril, paralisou o tráfego aéreo europeu durante semanas e acabou custando milhares de milhões de companhias aéreas.

Por outro lado, a Munich Re não pôde calcular ainda o custo das inundações recentes na Austrália.

A grande concorrente da Munich Re, a suíça Swiss Re, indicou em novembro que para 2010 esperava US$ 222 bilhões em danos e 260 mil mortes.



03/01/2011

Bento 16 realizará reunião com líderes religiosos para discutir paz mundial

O papa Bento 16 anunciou neste sábado que vai organizar uma reunião com líderes religiosos em outubro para discutir formas de promover a paz mundial.

A reunião, que deve ocorrer na cidade italiana de Assis, marcará o 25º aniversário de um outro encontro parecido, ocorrido na mesma cidade e convocado pelo papa João Paulo 2º em 1986.

Falando no final da missa do dia mundial da paz, na Basília de São Pedro, em Roma, Bento 16 afirmou que a reunião servirá para "renovar solenemente os esforços daqueles de todas as religiões para vivenciar sua fé como um serviço à causa da paz".

"Ao enfrentar as tensões ameaçadoras deste momento, especialmente a discriminação, injustiças e intolerância religiosa, que atualmente ataca os cristãos de uma forma particular, mais uma vez eu faço um apelo para que não se ceda à resignação e ao desânimo", afirmou.

O papa também disse que o encontro em Assis vai "honrar a memória do evento histórico promovido pelo meu antecessor".

Na reunião promovida por João Paulo 2º participaram líderes judeus, muçulmanos, da Igreja Anglicana e o Dalai Lama, além de líderes muitas outras religiões.
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Patriarca pede reconhecimento do contributo das religiões

O Cardeal-Patriarca de Lisboa apelou hoje a um reconhecimento da “contribuição ética da religião no âmbito político” e a uma laicidade "positiva". “Tal contribuição não deveria ser marginalizada ou proibida, mas, vista como válida, ajuda à promoção do bem comum”, disse D. José Policarpo na celebração do Dia da Paz, a que presidiu, na Amadora.

«Liberdade Religiosa, caminho para a paz» foi o tema escolhido pelo Papa para esta 44ª Jornada Mundial, celebrada na Igreja Católica, desde 1968, a 1 de Janeiro. Segundo D. José Policarpo, “esta Mensagem desafia a nossa sociedade, antes de mais, a não se contentar com a Lei, mas a aprofundar e cultivar o papel da religião na construção da sociedade e a empenhar-nos na evolução desta situação a nível do Planeta”.

Neste contexto, o Patriarca de Lisboa destacou a importância da Concordata celebrada entre a Santa Sé e o Estado Português, em 2004. “Em feliz hora nos pusemos de acordo em que o princípio da cooperação, para bem de toda a sociedade, influenciaria as relações mútuas entre o Estado Português e a Igreja Católica”, referiu.

Para o Cardeal, contudo, o acordo, apesar de “posto em prática em acções concretas”, está ”muito longe de ser aplicado” na elaboração de orientações éticas, que “precisam de encarnar na nossa cultura e não navegar ao sabor de modas importadas de outros universos culturais”. “A Igreja está hoje amadurecida para procurar essa cooperação no respeito de uma sã e positiva laicidade”, acrescentou.

Este responsável reconheceu que no país “há uma Lei da Liberdade Religiosa, que reconhece todas as religiões e garante a liberdade de consciência e de culto”, alertando, no entanto, que “a simples Lei não garante, por si, a valorização da religião, como valor decisivo, no progresso da sociedade”.

D. José Policarpo assinalou que “entre as perspectivas éticas que a religião, de modo muito particular o cristianismo, a religião dos nossos maiores propõe à sociedade, avulta o sentido da solidariedade e da comunhão fraterna entre os homens”. “São numerosas as instituições caritativas e culturais que atestam o papel construtivo dos crentes na vida social”, precisou.

Às religiões, o Cardeal-Patriarca pediu um esforço de “sincero diálogo”, “tendo todas a coragem de erradicar as expressões que agridam a dignidade da pessoa humana”.

Fonte: Agência Ecclesia

Tome nota de algumas expressões relevantes:
a) "reconhecimento da contribuição ética da religião no âmbito político";
b) "promoção do bem comum";
c) "aprofundar e cultivar o papel da religião na construção da sociedade";
d) "elaboração de orientações éticas";
e) "a Igreja está hoje amadurecida para procurar essa cooperação";
f) "esforço de sincero diálogo".

Um discurso repleto de manifesto politico-social. Por alguma razão, alguns dias atrás um governo asiático definia a Igreja Católica como entidade mais política do que religiosa...

28/12/2010

Prefeitura do Rio apela aos espíritos para evitar chuva no réveillon


No que depender das forças do além, a chuva não vai atrapalhar a queima de fogos no réveillon da praia de Copacabana, na Zona Sul do Rio. A médium Adelaide Scritori, presidente da Fundação Cacique Cobra Coral, promete recorrer aos espíritos para garantir o tempo bom na noite do dia 31.
Segundo a assessoria de imprensa da fundação, mesmo com o contrato suspenso com a Prefeitura do Rio, o prefeito Eduardo Paes pediu a médium que ela montasse um "quartel general" na Avenida Atlântica para concentrar os trabalhos e as orações para São Pedro. A entidade afirma que o espírito do Cacique Cobra Coral já teria sido de Galileu Galilei e Abraham Lincoln.
A Fundação explicou que o contrato com a Prefeitura do Rio foi suspenso no final de outubro, quando a Secretaria municipal de Obras e a Geo-Rio deveriam enviar relatórios com as obras realizadas e planejadas para conter os problemas climáticos, como chuvas e enchentes.
Ainda de acordo com a Fundação Cobra Coral, o material só foi entregue no último dia 23 de dezembro e será analisado pelos técnicos da entidade espírita no início de janeiro.
Secretaria diz que contrato está vigente até 2013
A Secretaria Municipal de Obras informou que o contrato com a fundação ainda está vigente até 25 de março de 2013, conforme publicado no Diário Oficial do município em 29 de março de 2010.

O assessor da entidade, Osmar Santos, explica que a Fundação Cacique Cobra Coral só renova os contratos mediante a apresentação do cronograma de obras.
“O cacique tem uma frase sábia. Ele nos disse que nós não podemos ajudar os homens de maneira permanente, se fizermos por eles, aquilo que eles podem e devem fazer por si próprios. Mas creio que o contrato será renovado até porque ficamos satisfeitos com a instalação do radar meteorológico”, argumentou o assessor.
Contrato com o governo pode ser suspenso
O contrato da fundação com o governo do Rio também pode ser suspenso a qualquer momento. A assessoria da entidade revelou que o prazo para a entrega dos relatórios de obras venceu na segunda-feira (27). Segundo a organização, os convênios e contratos com prefeituras e governos não tem custos.

Segundo Osmar Santos, a médium que recebe as mensagens do cacique Cobra Coral deixou de passar o réveillon no Sul da França para orar pelo tempo bom no Rio.
“Desde o show do Roberto Carlos estamos com essa operação para manter o tempo bom. Recebemos pedidos de Nova York e da Europa para viajarmos e orarmos para acabar com a nevasca, mas optamos em atender aos pedidos dos cariocas e turistas que vem ao Rio. Nesse caso, vamos pedir que a chuva não caia no Rio e chegue às regiões mais necessitadas e vítimas da seca”, ressaltou o assessor.
Fonte: G1
Nota: Não é somente a prefeitura do Rio que faz absurdos como este, clique aqui e veja outros contratos com esta fundação diabólica. É a prova que o "Estado estende uma mão ao espiritismo e outra ao"... (quem ler entenda).

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