Evidências Proféticas | blog adventista

12/01/2011

Cenários para o futuro do euro

Moeda comum tornou-se ônus insuportável para os europeus 

Bruxelas - A Europa encontra-se em meio ao turbilhão de uma crise de dívida sem precedentes. Ninguém, independentemente das dívidas que o oneram, pode ignorar a vertigem. Ninguém, igualmente, pode desconhecer que no centro da crise européia de dívida encontra-se o euro. 

Porque já tornou-se claro que a moeda comum, além de não ajudar na superação da crise, ao contrário a fortalece e, aliás, há quem sustente que até provocou-a. E já há recomendações de fontes respeitáveis para autocancelamento da moeda, sua retirada de circulação e o retorno dos - agora 17 - países integrantes da Zona do Euro às suas moedas nacionais. 

"Na história mundial de economia têm ocorrido fatos que, inicialmente, pareciam inesperados, mas rapidamente provou-se que eram inevitáveis: Foram o abandono do cânone de ouro pela Grã-Bretanha, em 1931, ou a desindexação da moeda argentina do dólar norte-americano, em janeiro de 2002", lembra a revista britânica The Economist. 

O aumento do custo de refinanciamento dos países integrantes da Zona do Euro, até daqueles que (aparentemente) não enfrentam grave problema fiscal, mostra que os mercados têm certeza de que os europeus terão cada vez maior dificuldade para suportar o peso de sua moeda comum. 

Mostra, especificamente, que os mercados não estão convencidos da existência de terapia confiável para deter a crise de dívida transmitida de país integrante para país integrante da Zona do Euro. Os pacotes de salvação da Grécia e da Irlanda não convenceram quanto à decisão dos empoados líderes políticos europeus de superar a crise e, principalmente, de defender sua moeda comum. 

A mudança do "sistema de funcionamento" da moeda é considerado legalmente superado. Os cenários que especialistas de think tanks projetam (não por ordem e conta dos governos europeus, mas, também, sequer por vício profissional) oscilam em torno de três eventualidades: 

1 - A plena abolição da moeda comum e o relançamento das moedas nacionais dos países integrantes da Zona do Euro. 

2 - A retirada dos super-endividados países da "periferia" européia da Zona do Euro.

3 - A retirada dos países com situação fiscal sadia da Zona do Euro. 

Previsão de Roubini 

O primeiro cenário tem o mais alto custo político e econômico, enquanto, simultaneamente deve superar as maiores dificuldades técnicas. Por isso, talvez, é rejeitado. Aliás, se cada um dos países integrantes da Zona do Euro (a qual, apesar de estar soçobrando ao naufrágio em sua mais séria crise, não cessa de ampliar-se, integrando a partir do dia 1 deste mês a Estônia) adotasse as restrições cambiais necessárias e a limitação, de um modo geral, aos fluxos de capitais que exigiria a proteção de sua moeda nacional, então, dificultaria até a total interrupção o comércio interfronteiriço na União Européia (UE). 

Quer dizer, a UE teria dificuldades de funcionar até como união comercial, ocasião em que surgiria a questão de sua dissolução e seu retorno à época dos acordos bilaterais. E seria, certamente, o triunfo absoluto do mais famoso oráculo da atualidade, Nouriel Roubini, o "Profeta do Catastrofismo". 

O segundo cenário prevê a retirada da Grécia, Irlanda, Portugal, Espanha e Itália, assim como da excessivamente exposta à divida grega República de Chipre, além da República de Malta, Eslovênia, Eslováquia e demais países "periféricos" do euro, para que estes países retirantes possam desvalorizar suas próprias moedas, tornando-se competitivos, enquanto a "célula-dura" dos países remanescentes poderá utilizar a moeda comum (euro), assim como, valorizá-lo. Este cenário tropeça na obrigação da Alemanha de dividir a mesma moeda com sua vizinha a oeste do Reno, a França. 

O terceiro cenário proporciona à Alemanha a desejada libertação. Cria - de comum acordo - com a Áustria e a Holanda uma mini-união monetário-econômica, com sua poderosa moeda, o marco, que poderá valorizá-lo à vontade. Já a França, que assumirá a liderança dos demais países remanescentes, manterá o euro como sua moeda comum, para desvalorizar e tonificar sua competitividade contra a Alemanha e seu grupo, assim como contra os EUA, Japão e, certamente, China. 


Mary Stassinákis 

Sucursal da União Européia. 


Previsões para a taxa de juro da Europa 

Situação dos bancos da "periferia" - não só - impedem qualquer aumento 

Bruxelas - O Banco Central Europeu (BCE) manterá neste ano sua taxa de juro em 1%, prevêem 12 economistas pesquisados, os quais haviam participado de semelhante pesquisa ano passado e previsto corretamente que o BCE manteria sua taxa de juro durante o ano passado. 

A taxa de juro de 1% que debita o BCE para o refinanciamento dos bancos da Zona do Euro vigora desde maio de 2009, quando a Europa havia mergulhado na queda em consequência da crise internacional. Durante o ano passado surgiram novos problemas em decorrência da crise de dívida de países integrantes e bancos da Zona do Euro, problemas estes que tornam difícil para o BCE a adoção de uma política monetária menos flexível. 

"Os problemas no setor bancário não serão solucionados rapidamente e os bancos dos países da periferia européia continuarão necessitando de ajuda", disse Jurgen Mihels, economista-chefe para a Zona do Euro do Citigroup em Londres, acrescentando que "não existirão grandes pressões inflacionárias para justificar aumento da taxa de juro do euro antes de 2012". 


Nota: A profecia de "Daniel cap. 2" é uma realidade. O mais importante é que em breve se cumprirá a última parte da profecia: "Mas nos dias destes reis, o Deus do céu suscitará um reino que não será jamais destruído; nem passará a soberania deste reino a outro povo; mas esmiuçará e consumirá todos esses reinos, e subsistirá para sempre".

Aviões israelenses bombardeiam Gaza pela 2ª vez em 12 horas

Aviões militares israelenses bombardearam nesta quarta-feira três pontos de Gaza - sem deixar vítimas -, no segundo ataque nas últimas 12 horas, após o "assassinato seletivo" de um militante da Jihad Islâmica na terça, informaram fontes da segurança israelenses e palestinas.

Assim que o dia amanheceu, caças F-16 israelenses atacaram duas localidades do Hamas na faixa de Gaza e um campo de treinamento da Jihad Islâmica, segundo as testemunhas.

Um dos centros do braço armado do Hamas, as Brigadas de Ezedin al-Qassam, foi bombardeado em duas ocasiões, o que causou grandes danos materiais às construções próximas, segundo fontes da segurança palestina.

O Exército israelense assegurou em comunicado que o bombardeio foi uma resposta aos quatro foguetes lançados desde segunda-feira a partir de Gaza contra as localidades israelenses vizinhas, que não deixaram vítimas nem danos materiais.

Trata-se do segundo ataque aéreo israelense contra Gaza nas últimas 12 horas, depois de um míssil ter sido lançado contra a motocicleta de Mohamed al Najjar, membro das Brigadas Al Qods, braço armado da Jihad Islâmica.

O bombardeio, que atingiu a cidade de Khan Yunes, no sul de Gaza, deixou ainda um transeunte palestino gravemente ferido. Pouco depois do "assassinato seletivo" de terça-feira, o ministro da Defesa de Israel, Ehud Barak, lançou uma mensagem às milícias palestinas durante visita à base militar de Kisufim, junto à Gaza.

"Quero dizer à outra parte, ao Hamas e à Jihad Islâmica: sugiro que não nos testem. Se os ataques a Israel continuarem, haverá mais baixas no lado palestino", advertiu Barak

Fonte: Terra

Video das inundações na Austrália

Veja abaixo um vídeo das inundações na Austrália. Repare como em poucos minutos, a corrente leva tudo à frente...


"Sabemos que toda a natureza criada geme até agora, como em dores de parto" (Romanos 8:22). Ainda tem dúvidas do que significa mais este aviso?

11/01/2011

"Acabaram-se os dias de ficar sentado em cima do muro", diz padre

Pregando para mais de 7.000 fiéis em St. Louis no sábado, o Pe. John Corapi avisou: “Acabaram-se os dias de ficar sentado em cima do muro; os dias para ser católico morno estão rapidamente chegando ao fim”.

Em discurso abrangente, patrocinado pela organização internacional de homens de negócios católicos Legatus, Corapi repreendeu os cristãos por cometerem erros e perderem a cultura para elementos “neo-pagãos”. Para neutralizar o paganismo, o Padre chamou a atenção dos presentes para Escrituras, ao Catecismo da Igreja Católica e para a vida dos santos.

“O desenrolar do Cristianismo levou ao desenrolar do mundo”, ele explicou. “Estamos em guerra [pelas almas]. Por isso, não temos o luxo de sentar em nossos traseiros complacentes”.

A biografia do Pe. Corapi em seu site declara que suas experiências de vida foram “de um menino de cidade pequena ao Exército dos EUA na era do Vietnã, de um bem-sucedido homem de negócios em Las Vegas e Hollywood a viciado em drogas e morador de rua, à vida religiosa e ordenação ao sacerdócio pelo Papa João Paulo 2, a uma vida de pregador do Evangelho que está alcançando milhões”. Corapi regularmente aparece na rede de televisão EWTN.


Nota DDP: De fato, os dias de "muro", se não acabaram, estão se acabando. De fato, a cultura do mundo tem impregnado o cristianismo em todas as suas vertentes. De fato, estamos em uma guerra pelas almas.

Mas neste ponto acabam os fatos e se torna importante observar como eles influem nas demais considerações da notícia.

Padre católico, nos EUA, com boa penetração de mídia, patrocinado por empresários, pregando os mandamentos do catecismo. É de se esperar onde se pretende chegar, ou onde certamente se chegará, com esse tipo de mistura.


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