Evidências Proféticas | blog adventista

18/01/2011

Há propósito nas catástrofes?



Há um século, a escritora Ellen White registrou: “É chegado o tempo em que haverá no mundo tristeza que nenhum bálsamo humano pode curar. O Espírito de Deus está sendo retirado. Catástrofes por mar e por terra seguem-se umas às outras em rápida sucessão. Quão frequentemente ouvimos de terremotos e furacões, de destruição pelo fogo e inundações, com grandes perdas de vidas e propriedades! Aparentemente essas calamidades são caprichosos desencadeamentos de forças da natureza, desorganizadas e desgovernadas, inteiramente fora do controle do homem; mas em todas elas pode ler-se o propósito de Deus. Elas estão entre os instrumentos pelos quais Ele busca despertar a homens e mulheres para que sintam o perigo” (Profetas e Reis, p. 277).

Nunca é demais lembrar que não é Deus quem causa as tragédias. Elas são decorrentes de uma combinação de, basicamente, três fatores: (1) habitamos num mundo que agoniza sob os efeitos destrutivos do pecado; (2) o inimigo de Deus, ainda que restringido em suas ações, tem poder sobre os elementos e os usa para causar sofrimento; (3) damos lugar à imprudência e intensificamos, assim, os riscos de calamidades. Deus tem protegido os seres humanos dos males que por certo já os teriam feito desaparecer da face da Terra. Não fossem os anjos de Apocalipse 7, que seguram os “ventos” de destruição, a espécie humana não mais existiria. Mas, à medida que o fim se aproxima (leia-se volta de Jesus), a proteção divina vai aos poucos sendo retirada da Terra (o que não significa que o Espírito de Deus tenha deixado ou vá deixar de trabalhar até o último momento no coração dos humanos sinceros que almejam algo mais do que os prazeres deste mundo).

Note que Ellen White, embora não identifique a Deus como causador das tragédias, afirma que Ele as usa como “instrumentos” para despertar as pessoas da letargia e fazer com que pensem no perigo iminente. Que perigo? O maior de todos: a perda da vida eterna e a destruição deste planeta que, depois, será recriado – e nada mais poderá ser feito pelos impenitentes. Nada é mais urgente ou importante do que isso e as tragédias localizadas têm a capacidade de nos lembrar do que é perene e realmente significativo. Nos últimos anos, tem-se a impressão de que esses “instrumentos” têm sido usados com mais frequência, embora sejam considerados “sinais dos tempos” e não necessariamente do fim. Basta lembrar-se do mortífero tsunami na Ásia, das inundações em Santa Catarina e do devastador terremoto no Haiti, para citar três mais recentes.

Essas tragédias costumam trazer à luz o que há de melhor e pior na humanidade. O pior: pessoas que se aproveitam da situação de caos para saquear os poucos recursos que deveriam ser repartidos entre as vítimas. O melhor: a união de esforços que sobrepuja placas de igreja, etnias e hierarquias. Nessas horas, quem tem coração solidário é tão-somente humano; é irmão que sofre com os que sofrem – lágrimas não têm cor nem religião. Jesus, por certo, também derrama lágrimas, pois é Deus-homem que Se identifica com os sofredores. Ele tem interesse em cada um de Seus filhos, mas visa, sobretudo, à nossa salvação eterna, pois somente lá, na Nova Terra, estaremos finalmente longe de perigo. Enquanto o Céu não vem, Deus deseja que sejamos Seus braços e mãos aqui na Terra e estejamos prontos para aquele grande dia; ou para os dias terríveis nos quais confrontamos a morte. 

“No grande conflito entre o bem e o mal, era neces¬sário dar a Satanás toda a oportunidade de mostrar seu verdadeiro caráter, para que o universo celestial e a raça pela qual Cristo estava oferecendo Sua vida vissem a justiça dos desígnios de Deus. Aos que estão sob o controle do inimigo deve ser permitido revelar os princípios do seu governo” (Ellen White, The Seventh-day Adventist Bible Commentary, v. 5, p. 1.107). Creio que já houve tempo suficiente para termos certeza de que este mundo não é um lugar seguro para se viver e que precisamos aceitar o plano de Deus para nossa vida. 

Enquanto Jesus não traz a solução definitiva (em Sua vinda), oremos e trabalhemos para minorar a dor do semelhante e ajudá-lo a olhar para frente e para o alto, de onde vem nossa esperança real e definitiva.

Michelson Borges 

P.S.: Acesse o site http://novotempo.com/solidariedade e veja como você pode ajudar as vítimas dessa que está sendo considerada a maior tragédia ambiental da história do Brasil.





14/01/2011

FEM afirma que mundo não suporta uma nova crise global

Londres, 12 jan (EFE).- O mundo não está em condições de resistir uma nova crise global, porque o colapso do sistema financeiro em 2008 esvaziou os cofres públicos e deixou os cidadãos sem economias, advertiu nesta quarta-feira o Fórum Econômico Mundial (FEM).

O FEM apresentou em Londres o relatório "Riscos Globais 2011", que insiste que o aumento da tensão geopolítica e a crescente falta de coesão social situaram os Governos e as sociedades em uma situação "especialmente vulnerável".

"Cada vez é maior a preocupação pelos riscos globais, as probabilidades de uma propagação rápida das crises através de sistemas cada vez mais relacionados e a ameaça de efeitos catastróficos", afirmou Robert Greenhill, diretor-gerente do FEM.
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No terreno econômico, o FEM alertou também sobre a crescente volatilidade cambial, as crises fiscais, a derrubada dos preços dos ativos, os desequilíbrios das balanças comerciais e os níveis de endividamento dos países ricos.

No mesmo peso, estão as atividades ilegais, incluindo o narcotráfico, o tráfico de armas e a corrupção, que movimentam 10% da economia mundial e estão em "franco crescimento".

Outro foco de preocupação é o que o Fórum Econômico Mundial engloba no triângulo "água-alimentos-energia".

O rápido crescimento demográfico do mundo e a crescente prosperidade econômica estão exercendo pressões insustentáveis sobre os recursos, e o FME prevê que a demanda de água, energia e alimentos cresça entre 30% e 50% nos próximos 20 anos.

"Esperamos volatilidade no preço dos alimentos e de outras matérias-primas nas próximas décadas, algo que terá graves consequências dentro de um clima extremo crescente", afirmou John Drzik, diretor da empresa de consultoria Oliver Wyman Group.


Chuva na Região Serrana é maior tragédia climática da história do país

As chuvas na Região Serrana do Rio de Janeiro mataram no total 506 pessoas desde terça-feira (11). Em Teresópolis, morreram 223 pessoas. Em Nova Friburgo, o número subiu para 225, segundo a Defesa Civil do município. Em Sumidouro, a prefeitura confirmou um total de 19 mortos. Já em Petrópolis, a prefeitura divulgou que o total de mortos chega a 39 mortos.

A Polícia Civil informou que 470 corpos já foram identificados pelos peritos do IML (Instituto Médico Legal). Esta já é considerada a maior tragédia climática da história país. O número de vítimas ultrapassou o registrado em 1967, na cidade de Caraguatatuba, no litoral norte de São Paulo. Naquela tragédia, tida até então como a maior do Brasil, 436 pessoas morreram.

Veja aqui as fotos da tragédia!

Fonte: G1


13/01/2011

Monte Etna entra em erupção na ilha italiana da Sicília

A erupção começou ainda na quarta-feira. A lava é expelida do vulcão Etna, na ilha da Sicília, no sul da Itália:





As cidades de Messina e Catania ficam próximas do Etna.

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