Evidências Proféticas | blog adventista

31/01/2011

ECOmenismo chega aos palcos da Europa

Já há algum tempo a discussão sobre a mudança climática chegou ao cinema e à televisão, principalmente na forma de documentários. Mas o palco de teatro ainda é território estranho para debates sobre o tema, apesar do grande interesse popular. Isto agora parece estar mudando. Ao menos na Europa. Na Alemanha, algumas peças já foram escritas, inclusive para o público infanto-juvenil. E na Grã-Bretanha, no próximo mês, duas grandes companhias de teatro estreiam em Londres textos que têm como centro a questão do aquecimento global. A primeira, “The Heretic” (“O Herege”, em tradução livre) será encenada pela Royal Court Theatre e terá como centro a vida de uma cientista, Dr. Diane Cassal, que se encontra em desacordo com a visão científica compartilhada pela maioria dos seus colegas. A sinopse da peça traz a questão: “Poderia a ideia de que o aquecimento global é causado pelo homem ter se tornado a religião mais atraente do século 21?”

A outra é “Greenland” (“Groenlândia”, em tradução livre) será encenada pela renomada Royal National Theatre e está sendo chamada também de peça/documentário. De acordo com o próprio site da companhia, o texto foi criado em conjunto por quatro dramaturgos que entrevistaram ao longo de seis meses figuras centrais do mundo das ciências, da política, dos negócios e da filosofia “em um esforço para tentar entender” o assunto “mais urgente da atualidade”. 

Esta não é a primeira vez que uma peça sobre o aquecimento desembarca nos palcos londrinos. Em 2009, “The Contingency Plan” (“Plano de Contingência”) fez relativo sucesso. Mas é a primeira vez na Grã-Bretanha que duas grandes companhias investem no assunto de maneira simultânea. 

E um artigo do crítico de teatro Robert Butler indica os prováveis motivos da demora da chegada do tema ao teatro no país. Segundo ele, primeiro, é necessário esclarecer conceitos relativamente complexos para um público leigo, problema enfrentando por qualquer dramaturgo que se aventure por temas do mundo das ciências. Mas além desta dificuldade, escrever uma peça sobre os efeitos das mudanças climáticas também impõe o desafio decriar tensão em relação a um evento que só acontecerá no futuro. 

O que acontece em lugares remotos, como a Antártica, pode alterar o rumo dos acontecimentos na Grã-Bretanha em algumas dezenas de anos. Nada imediato e local como o drama originado por uma guerra ou uma epidemia, por exemplo.

“Greenland” e “The Heretic” parecem ter superado esta primeira barreira, atraindo o investimento de duas renomadas companhias teatrais britânicas. Resta saber como o público vai reagir e que tipo de desdobramento o surgimento de peças sobre o aquecimento global pode vir a ter. Os textos vão incentivar mudanças de comportamento e assumir um tom de campanha, como acontece com vários documentários? Ou as mudanças climáticas servirão somente como pano de fundo para tramas convencionais?


Nota: É interessante notar a intenção de tornar mais popular a discussão em torno do aquecimento global e a possibilidade de que a iniciativa assuma “tom de campanha” para “criar tensão”. Mas o que me chamou atenção mesmo foi a peça “The Heretic”, já que ela procura revelar a “religião” (ECOmenismo) que se criou em torno do aquecimento global supostamente causado principalmente pelo homem. Note que o cientista que procura denunciar esses interesses escusos, “religiosos” por trás do assunto é considerado “herege”. Daqui a pouco, os céticos do aquecimento global antropogenicamente causado poderão ser chamados, também, de hereges, pois, embora concordem que a natureza deva ser preservada, discordam dos métodos de “salvamento” do planeta e dos interesses políticos/religiosos nos bastidores dessa grande encenação que cheira a engenharia social. Quem viver verá o gran finale desse drama.[MB]


27/01/2011

Direito gay x direitos humanos

Em entrevista concedida à revista Vejadesta semana, o cantor gay Rick Martin diz que “existe muito preconceito contra mães de aluguel, mas é uma alternativa excelente. A mãe dos meus filhos é linda, uma mulher estudada, espiritual, que fala quatro línguas. Mostrarei a foto dela aos meus filhos, mas não haverá contato entre eles. Fizemos um acordo de privacidade”. Ele diz ainda que quer que os filhos “sintam orgulho em fazer parte de uma família moderna”. Martin revela ainda que já sentiu atração sexual por mulheres, mas que, no fim do dia, a vontade dele é de estar com um homem. 

Que tipo de sociedade pessoas como Martin querem fundar? Para satisfazer um desejo egoísta de ter filhos com sua bagagem genética, o moço aluga a mãe e, depois, deliberadamente impede que ela tenha contato com os rebentos. A mãe é rigorosamente escolhida por sua beleza e dotes intelectuais, como se o que o objeto de escolha fosse uma vaca holandesa ou um touro reprodutor. Alguém está pensando nas crianças que nascerão dessa “linha de produção”? Martin diz: “Meus filhos têm uma mulher maravilhosa como mãe”, mas lhes sonega o direito de conhecê-la, a não ser por fotos! E mais: O que dizer do determinismo comportamental a que esses filhos estarão sujeitos, já que pesquisas indicam que filhos de homossexuais têm muito mais probabilidade de ser, também, homossexuais? O cantor tem direito de fazer essas escolhas pelos filhos? Onde estão os defensores dos direitos humanos, numa hora dessas?

Parem o mundo que eu quero descer (faz tempo)![MB]

Davos: quem "apostar" contra o euro terá prejuízo, diz Sarkozy

O presidente francês Nicolas Sarkozy afirmou nesta quinta-feira que os investidores que apostam contra o euro terão prejuízos, porque França e Alemanha estão determinadas a defender a moeda.

Sarkozy, que preside o G20 e o G8, disse ao Fórum Econômico Mundial, em Davos, que Paris e Berlim tomarão novas medidas para a integração econômica europeia nas próximas semanas.

"Para aqueles que apostam contra o euro, cuidado com seu dinheiro, porque nós estamos totalmente determinados a defender o euro", disse ele.

"A sra (chanceler alemã, Angela) Merkel e eu nunca - ouviram, nunca - iremos deixar o euro cair", declarou Sarkozy à reunião de executivos e líderes políticos.

"Imaginar que nós abandonaríamos (o euro) é não entender nada sobre a psicologia dos países europeus que combateram uns aos outros em gerras por décadas. Essa é uma questão de identidade(europeia)", disse ele.
O pedido do presidente francês por um novo sistema monetário internacional encontrou uma resposta fria nos Estados Unidos, que enxergam na reforma uma pretensão de diminuir a hegemonia do dólar. Mas Sarkozy disse que ninguém está tentando prejudicar o dólar, que continuaria sendo a principal moeda de reserva do mundo.

Sarkozy também defendeu a ampliação do mandato do Fundo Monetário Internacional (FMI) para medir, monitorar e fazer cumprir novas regras para desequilíbrios econômicos globais.

O presidente francês disse a banqueiros e líderes empresariais que a primeira tarefa é desenvolver uma série de indicadores relevantes para definir e medir desequílibrios em comércio, câmbio e conta corrente, além de outros fatores.

"Na visão da presidência francesa do G20, há somente uma organização internacional que está em posição para fazer isso, que é o FMI", disse Sarkozy.

"Então eu acho que vale a pena repensar os estatutos do FMI para torná-lo a organização encarregada de coordenações econômicas, financeiras e de política monetária, e de garantir os indicadores".

Fonte: Terra

Nota: O discurso de Sarkozy faz referência a duas profecias: Daniel 2 e Apocalípse 13. De acordo com a primeira, a Europa jamais será um bloco consolidado como ferro, ao contrário, as relações entre os países serão tão frágeis quanto o barro. A segunda profecia confirma que realmente haverá um controle financeiro mundial capaz de determinar quem poderá comprar ou vender, falta apenas o aval dos EUA.

26/01/2011

Bento XVI: 'diálogo entre cristãos é imperativo moral'

Bento XVI afirmou hoje que o diálogo entre as Igrejas e comunidades cristãs é um “imperativo moral, convidando asuperar “tentação da resignação e do pessimismo” no diálogo ecuménico. O Papa falava na celebração das Vésperas da solenidade litúrgica da conversão de São Paulo, noencerramento da semana de oração pela unidade dos cristãos.

Bento XVI pediu que os cristãos sigam com “paixão” o caminho para a unidade, através de um “diálogo sério e rigoroso para aprofundar o comum património teológico, litúrgico e espiritual”. O momento de oração, rezada diariamente ao entardecer por religiosos e leigos católicos, decorreu na basílica de São Paulo fora de muros, em Roma. Na celebraçãoparticiparam representantes das outras Igrejas e Comunidades eclesiais presentes em Roma.

Devemos mostrar-nos reconhecidos, porque nas últimas décadas, o movimento ecuménico deupassos em frente significativos, que tornaram possível chegar a convergências e consensos encorajadores”, declarou Bento XVI. O Papa admitiu, no entanto, que as várias Igrejas estão “longe da unidade”, algo que não se realiza apenas “no plano das estruturas organizativas, mas se configura também a um nível muito mais profundo”. “Aquilo que desejamos é a unidade pela qual o próprio Cristo rezou e que, pela sua natureza, se manifesta na comunhão da fé, dos sacramentos, do ministério”. (...)

As principais divisões entre as Igrejas cristãs ocorreram no século V, depois dos Concílios de Éfeso e de Calcedónia (Igreja Copta, entre outras); no século XI com a cisão entre o Ocidente e o Oriente (Igreja Ortodoxa); no século XVI, com a Reforma Protestante e, posteriormente, a separação da Igreja de Inglaterra (Igreja Anglicana). (...)

Assinalando o final desta semana de oração, o Papa saudou, em Roma, os “irmãos e irmãs dasoutras Igrejas e comunidades eclesiais”, entre os quais os membros da comissão mista internacional para o diálogo teológico entre a Igreja Católica e as Igrejas Antigas Orientais.

Fonte: Agência Ecclesia (negritos meus para destaque)

Caro Bento XVI: guardar os Dez Mandamentos, que são a perfeita e irrevogável lei de Deus, é que é um imperativo moral! O resto, é uma estratégia de governação que, espantosamente será consentida sem necessidade de especial imposição. Mas nem todos cederão...

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