Evidências Proféticas | blog adventista

22/03/2011

Igreja Católica entra com tudo no ECOmenismo

Os últimos 20 anos de loucura no mundo e no planeta Terra estão cobrando seu preço. Basta citar a tragédia no início do ano no Rio de Janeiro, os alagamentos crescentes em São Paulo capital, a tragédia em São Lourenço, Rio Grande do Sul, o tsunami e o terremoto no Japão com a desestabilização das usinas nucleares. Milhares de desabrigados, mortes, prejuízos materiais, dor, tristeza, sofrimento. E dúvidas e perguntas sobre o futuro do planeta e da humanidade. Parece que os terremotos e a água começaram a entrar nas nossas casas e mentes. Todo dia e o dia todo, na televisão, jornais, internet, nas casas, escolas, ambiente de trabalho, a preocupação cresce. É preciso, porém, olhar mais longe e fundo, ir às causas e à raiz dos problemas e acontecimentos, para poder ver futuro e esperança. É o que faz a Campanha da Fraternidade/2011 [da Igreja Católica], com o tema “Fraternidade e a vida no planeta” e o lema “A criação geme em dores de parto” (Rm 8, 22).

O texto-base da Campanha da Fraternidade alerta para “a vida e suas dores no contexto do aquecimento global”. Em “da ética e do egotismo à ética do cuidado”, reflete: “A publicação do 4º relatório do IPCC contribuiu para a tomada de consciência de que o atual aquecimento global e as mudanças climáticas em curso não são apenas ‘um desastre natural, foram causados por homens’, ao desenvolverem um sistema econômico que agride a vida no e do planeta, e ‘já sacrificou muitas vidas, espécies e ecossistemas. O caminho tende à catástrofe planetária, e podemos ir ao encontro do destino dos dinossauros’. Dessa maneira, a atual crise ecológica coloca os propositores e mantenedores deste sistema em xeque. Trata-se de um sistema que exilou a ética da responsabilidade e do cuidado do âmbito de várias dimensões da vida, e fez que a estruturação e justificação de tudo que constitui o arcabouço de civilização atual tenha como âncora o imperativo do lucro e coloque as ciências e a própria vida a seu serviço.”

Os recentes acontecimentos alertaram todos, todas e o mundo. Há urgência de ações, em nível micro e macro, individuais e coletivas, governos e sociedade. O objetivo geral da Campanha da Fraternidade é: “Contribuir para a conscientização das comunidades cristãs e pessoas de boa vontade sobre a gravidade do aquecimento global e das mudanças climáticas, e motivá-las a participar dos debates e ações que visam enfrentar o problema e preservar as condições de vida no planeta”. E lembra São Francisco: “Resgatar São Francisco neste contexto de nossas relações com as criaturas da natureza significa valorizar suas atitudes. Primeiramente, a pobreza, que neste santo significou a não posse, reverteu-se em redenção para as criaturas, e lhe possibilitou pelo olhar contemplativo alcançar o que eram realmente, a ponto de as chamar de irmãs e irmãos. A razão é simples. Em última análise, este olhar purificado de poder e lucro revela que as criaturas são dom de Deus e também portam sinais do Criador.”

O tempo chegou, e é urgente. É como a criança que, depois de nove meses, não pode mais esperar para ver a luz do sol e partilhar a alegria de viver. As dores da mãe são muitas e fortes. Mas a esperança no ventre é maior que qualquer sofrimento. É preciso nascer, é preciso dar à luz. Assim como ele ou ela enfeitam a manhã e a vida do pai e da mãe, dão-lhe novo sentido, fazem crescer a partilha e o amor, um novo projeto de desenvolvimento, um novo modelo de sociedade, baseados numa economia solidária e em valores diferentes dos valores do capitalismo neoliberal, são necessários, imprescindíveis. Não há mais como esperar, diz a Campanha da Fraternidade. É preciso engajamento, vontade política, mobilização social, conscientização para construir o amanhã baseado no bem viver e na solidariedade. Senão as tragédias continuarão caindo sobre nossas cabeças, tirando vidas, ameaçando a humanidade e destruindo o futuro.

As dores de parto não permitem mais esperar e adiar uma nova vida que teima em nascer.

(Selvino Heck, assessor especial da Secretaria Geral da Presidência da República, Jornal do Brasil)

Nota: Faz tempo que os líderes católicos apregoam um futuro construído pela solidariedade (desde os meus tempos de católico eu ouço isso). O discurso é bonito e empolga, mas é falho. Infelizmente, este mundo caminha inexoravelmente para a destruição. Podemos apenas amenizar o problema com nosso cristianismo responsável e prático, com nosso conceito de “mordomia cristã”, mas a solução final e definitiva virá de Deus por ocasião da volta de Jesus. Volte ao texto acima, escrito por um representante do governo (o que indica o apoio do Estado à igreja, numa união já prevista e que se aprofundará), e releia os trechos que grifei. Depois clique aqui e analise a lógica e as propostas dos defensores do ECOmenismo para “salvar o planeta”. Todos querem a mesma coisa. E querem com a urgência que surge do medo insuflado nas massas. É como diz Ellen White: os últimos acontecimentos serão rápidos.[MB]

21/03/2011

Cresce movimento de retorno de Luteranos ao catolicismo

O que primeiramente começou com luteranos proeminentes, como Richard John Neuhaus (1990) e Robert Wilken (1994), ingressando na Igreja Católica, tornou-se uma avalanche que poderá culminar num grande grupo de luteranos regressando coletivamente.

Em 2000, o ex-bispo luterano canadense Joseph Jacobson ingressou na Igreja.

“Realmente nenhuma outra Igreja pode duplicar o que Jesus deu”, disse Jacobson ao Western Catholic Reporter em 2006.

Em 2003, Leonard Klein, um proeminente luterano e ex-editor do Lutheran Forum e da Forum Letter ingressou na Igreja. Hoje, tanto Jacobson quanto Klein são padres católicos.

Ao longo dos últimos anos, um crescente número de teólogos luteranos se uniu à Igreja, alguns dos quais agora lecionam em faculdades e universidades católicas. Entre eles estão, não excluindo outros: Paul Quist (2005), Richard Ballard (2006), Paul Abbe (2006), Thomas McMichael, Mickey Mattox, David Fagerberg, Bruce Marshall, Reinhard Hutter, Philip Max Johnson, e mais recentemente, Dr. Michael Root (2010).

“A Igreja Luterana tem sido meu lar espiritual e intelectual por quarenta anos”, escreveu o Dr. Root. “Mas nós não somos mestres de nossas convicções. Um risco do estudo ecumênico é que se pode considerar uma outra tradição tão convincente que se é levado a uma mudança de mente e de coração. Ao longo do último ano, tornou-se claro para mim, não sem resistência, que eu havia me tornado católico na mente e no coração de tal modo que não mais me era permitido apresentar-me como um teólogo luterano com honestidade e integridade. Esta mudança é menos uma matéria de decisão que de discernimento”.

Diz-se que “ninguém se converte sozinho”, sugerindo que frequentemente o efeito de uma conversão ajuda a impulsionar outra. Isto é exemplificado pela história de Paul Quist. Ele descreve sua participação na conferência luterana “A Call to Faithfulness” no St. Olaf College em junho de 1990. Lá ele ouviu e conheceu Richard John Neuhaus, que havia comunicado sua própria conversão havia poucos meses.

“O que alguns luteranos estavam percebendo era que, sem as âncoras do Magistério da Igreja, o luteranismo iria desviar-se inapelavelmente de sua fonte confessional e bíblica”, escreveu Quist.

Muitos dos convertidos vieram da Sociedade da Santíssima Trindade, um mistério panluterano organizado em 1997 a fim de trabalhar para a renovação confessional e espiritual das igrejas luteranas.

Agora, parece que um grupo luterano mais amplo se unirá à Igreja. O Padre Christopher Phillips, escrevendo no blogAnglo-Catholic, noticia que clérigos e leigos da Igreja Luterana Anglo-Católica (ALCC) ingressarão no Ordinariato americano a ser criado para aqueles anglicanos desejosos de entrar na Igreja.

Segundo o blog, a ALCC enviou uma carta ao Cardeal Walter Kasper, em 13 de maio de 2009, declarando que “deseja desfazer os erros do Padre Martinho Lutero e retornar à Una, Santa e Verdadeira Igreja Católica fundada por Nosso Senhor Jesus Cristo através do Bem-Aventurado São Pedro”. A carta foi enviada à Congregação para a Doutrina da Fé.

Surpreendentemente, em outubro de 2010, a ALCC recebeu uma carta do secretário da CDF, informando-lhes que o arcebispo Dom Donald Wuerl havia sido nomeado delegado episcopal para auxiliar na implementação da Anglicanorum Coetibus. A ALCC respondeu que eles gostariam de ser incluídos na reunificação.


Tradução - Blog Carmadélio


18/03/2011

Oficiais dos EUA usarão perfis falsos em redes sociais


O Pentágono está desenvolvendo um software que criará perfils falsos para influenciar os debates sobre política internacional e propagar o americanismo. Uma empresa californiana venceu a licitação do Comando Central dos Estados Unidos para produzir o serviço de "gerenciamento de pessoas online", segundo informações do jornal The Guardian.

O serviço vai permitir que cada oficial americano monitore pelo menos 10 perfis falsos baseados em várias partes do mundo.

Os críticos dizem, segundo o The Guardian, que o projeto incentivará outros governos e empresas privadas a fazerem o mesmo . Outros dizem que é uma resposta à tentativa chinesa de controlar a propaganda americana.

O Comando Central diz que cerca de 50 pessoas trabalharão com os perfis falso e devem tentar convencer os usuários de redes sociais com "informações detalhadas e pano de fundo histórico". Essas intervenções não serão em inglês, mas principalmente em árabe, persa, urdu (idioma da Mongólia) e Pashto (do Afeganistão).

"Usaremos a tecnologia também para comentar em blogs, contar o número de extremistas e registrar a propaganda contra os Estados Unidos", disse o porta-voz do Comando Central, Bill Speaks.

Fonte: Terra

Nota: Grave bem a afirmação: "contar o número de extremistas e registrar a propaganda contra os Estados Unidos".

17/03/2011

Sinais do fim – todos de uma vez

Quando são mencionados os sinais da volta de Jesus, algumas pessoas respondem mais ou menos assim: “Terremotos, fome e violência sempre existiram.” É verdade, muitas dessas mazelas sempre existiram, desde que Adão e Eva foram expulsos do paraíso após desobedecerem a Deus. Ao que tudo indica, terremotos são efeitos secundários do dilúvio, que causou a fragmentação da crosta terrestre em grandes placas mais ou menos instáveis. O que muitos não estão se dando conta é da intensidade e ocorrência simultânea de todos os sinais numa mesma época. É como as dores do parto que vão se tornando mais intensas e sentidas a intervalos cada vez menores à medida que vai chegando o momento de dar à luz. Jesus breve voltará para dar fim à história de pecado e para enxugar dos olhos toda a lágrima (Ap 21:4).

A Revista do Ancião (CPB) de abril-junho de 2011 traz um esboço de sermão interessante preparado por Frank Breaden, da Austrália. O título é “Dez Grandes Sinais da Volta de Jesus”. Confira a lista:

1. O sinal dos “escarnecedores” (2Pe 3:3, 4). Pedro anunciou que as condições prevalecentes nos “últimos dias” seriam de descrença a respeito dos sinais da vinda de Cristo. Sem dúvida, isso é verdade hoje. Cada escarnecedor moderno é um sinal que fala e se move. O cristão pode dizer ao escarnecedor: “Amigo, Pedro fez uma predição a seu respeito. Você é um dos últimos sinais que estou vendo!”

2. O sinal da “guerra” (Mt 24:6, 7). O século 20 testemunhou as duas maiores guerras da história (1914-1918; 1939-1945). No total, mais de 70 milhões de pessoas morreram, ficaram feridas ou desapareceram). O século 20 foi o mais sangrento já registrado. [E as guerras continuam...]

3. O sinal da “fome” (Mt 24:7). Os últimos cem anos testemunharam quatro das maiores fomes de toda a história (Rússia 1921, 1933; China 1928-1930; Bangladesh 1943-1944. Estima-se que cerca de 20 milhões de pessoas morreram). [Leia mais aqui.]

4. O sinal da “pestilência” (Mt 24:7). O século passado testemunhou também uma das maiores pestilências de toda a sua história (“Gripe Espanhola” de 1918. Estima-se 21 milhões de vítimas). [Isso sem contar o iminente risco da superbactéria.]

5. O sinal dos “terremotos” (Mt 24:7). O último século ainda testemunhou dois dos maiores terremotos da história (China, 1920, 180 mil mortos; Japão, 1923. Total de feridos 1,5 milhão, dos quais 200 mil morreram). O terremoto no Japão foi descrito na ocasião como a “maior catástrofe desde o dilúvio”. [Faltou mencionar os terríveis terremotos do Haiti, no ano passado, e o quarto maior terremoto da história, ocorrido neste mês, no Japão, com intensidade máxima de 9 graus na escala Richter.]

6. O sinal dos “tempos difíceis” (2Tm 3:1-3). A despeito dos equipamentos mais engenhosos e caros para combater o crime, a violência, assassinato, roubo e estupro, estes estão aumentando em proporções alarmantes. Os governos podem restringir, mas não eliminar esses problemas.

7. O sinal do “temor” (Lc 21:25-26). Desde o advento da bomba nuclear, nosso sonho de paz e segurança se transformou em terrível pesadelo, quando o grande conhecimento que os seres humanos adquiriram deveria lhes garantir segurança. [O terrorismo crescente também gera medo.]

8. Sinal dos “Dias de Noé” (Mt 24:37-39). Nos dias de Noé, o avanço e grande conhecimento da civilização foram ofuscados pela violência desenfreada e pela escandalosa imoralidade. O mesmo ocorre hoje. [Mundo torto.]

9. O sinal do “evangelho” (Mt 24:14). Durante os últimos anos, por meio da página impressa, da internet, rádio e televisão, a pregação do evangelho em escala mundial se tornou uma possibilidade real. Um único homem pode atingir uma audiência de dezenas e mesmo centenas de milhões de pessoas! A Bíblia está traduzida em mais de 1.300 línguas e é distribuída a uma média de 100 milhões de cópias por ano.

10. O sinal “estas coisas” (Lc 21:28-32). Quando confrontadas com a impressiva relação de sinais, algumas pessoas argumentam: “Mas crimes, guerras, terremotos e pestilências sempre ocorreram. Não há nada de anormal nisso; portanto, como tratá-las como sinais? Além do mais, pessoas sinceras no passado esperaram a volta do Senhor em seus dias e foram desapontadas. Elas interpretaram mal os sinais. Não poderíamos estar cometendo o mesmo equívoco?” Aqueles que levantam essa objeção deixam de considerar uma diferença muitíssimo significativa entre a nossa geração e as gerações passadas: hoje, pela primeira vez, desde que Jesus ascendeu ao Céu, todos os principais sinais preditos para o tempo do fim estão sincronizados! Um ou mais desses sinais podem ter ocorrido nas gerações passadas, mas nunca todos eles ocorreram simultaneamente, como vemos hoje!

Conclusão

1. Jesus nunca nos pediu que crêssemos na proximidade de Sua vinda com base apenas em um sinal. Um floco de neve não provoca uma avalanche. Mas quando todos os sinais rapidamente se multiplicam, dando assim seu testemunho acumulado, se transformam em uma avalanche de irresistível poder. Portanto, inequivocamente esses sinais da vinda de Cristo não deixam margem para que pessoas inteligentes deixem de reconhecê-los. São tão claros como se Deus estivesse falando por intermédio dos trovões ou se estivesse escrevendo em letras gigantescas no céu!

2. Por que você imagina que Deus nos deu a oportunidade de ouvir essas maravilhosas boas-novas? Para que pudéssemos “discernir os sinais dos tempos” e estar prontos para receber Jesus com avidez e alegria.

3. Lucas 21:28: “Ora, quando estas coisas começarem a acontecer, olhai para cima e levantai a vossa cabeça; porque a vossa redenção está próxima.” 



___________________Agenda Adventista________________

 

Quer receber Notícias

por e-mail?