Evidências Proféticas | blog adventista

31/05/2011

Crise gerada pela fome no mundo piora, alerta Oxfam

LONDRES (Reuters) - O preço dos alimentos pode dobrar nos próximos 20 anos e a demanda em 2050 será 70 por cento maior que a atual, disse a organização de caridade britânica Oxfam nesta terça-feira, alertando sobre a piora da fome à medida que a economia global de alimentos se aproxima do colapso.

"O sistema de alimentos está quase falido no mundo", disse a executiva-chefe da Oxfam, Barbara Stocking, aos repórteres, anunciando o lançamento de campanha Cresça no momento em que 925 milhões de pessoas passam fome todos os dias.

"Todos os sinais são de que o número de pessoas passando fome está crescendo", afirmou Stocking.

A fome tem aumentado por conta da crescente inflação no preço dos alimentos e nos picos de preços do petróleo, disputas por terra e água e uma ameaçadora mudança climática.

Prevê-se que o preço dos alimentos aumente em torno de 70 a 90 por cento até 2030 antes de se levar em conta os efeitos da mudança climática, que deve quase dobrar os preços novamente, declarou a Oxfam.

"Agora entramos em uma era de crise crescente, de choque em cima de choque: aumentos vertiginosos nos preços dos alimentos e picos de preços do petróleo, eventos climáticos devastadores, derretimentos financeiros e contágio global", disse a entidade em um relatório.

Intitulado "Cultivando um Futuro Melhor: Justiça Alimentar em um Mundo de Recursos Limitados", o relatório afirma: "A escala do desafio não tem precedentes, e também o prêmio: um futuro sustentável no qual todos tenham o suficiente para comer."

A Oxfam acredita que uma maneira de domar a inflação no preço dos alimentos é limitar a especulação nos mercados futuros de commodities de agricultura, e negou apoio ao uso de alimentos como matéria-prima para biocombustíveis.

"A especulação financeira deve ser regulamentada, e o apoio aos biocombustíveis que substituem alimentos deve ser desmantelado."

Stocking disse concordar que reguladores introduzam limites de posição nos mercados futuros de commodities de agricultura, sublinhando que a especulação financeira agrava a volatilidade dos preços.

O relatório diz: "O vasto desequilíbrio no investimento público na agricultura deve ser corrigido, redirecionando os bilhões atualmente investidos em fazendas industriais não-sustentáveis em países ricos para as necessidades de produtores de alimentos de pequena escala em países em desenvolvimento."

(Reportagem de David Brough)

Fonte: O Globo

EUA vão considerar grandes ciberataques como atos de guerra

O Pentágono adotou uma nova estratégia que classificará os grandes ataques cibernéticos como atos de guerra, abrindo o caminho para possíveis represálias militares, informa o The Wall Street Journal.

O jornal afirma que o Pentágono planeja divulgar pela primeira vez sua estratégia sobre a guerra cibernética no próximo mes, em parte como uma advertência aos inimigos que podem tentar sabotar a rede de eletricidade do país, os sistemas de metrô ou as tubulações.

"Se você apaga nossa rede elétrica, talvez nós disparemos um míssil na sua chaminé", afirmou uma fonte militar ao comentar a nova estratégia.

A decisão de formalizar as regras da guerra cibernética acontece após vários ataques cibernéticos importantes nos últimos anos.

O mais recente aconteceu no fim de semana. A Lockheed Martin, uma das maiores empresas do mundo no setor de defesa, informou que estava investigando a fonte de um ataque cibernético "significativo e tenaz" contra sua rede de informação há uma semana. O presidente Barack Obama foi informado sobre o ataque.

Fonte: Terra

"Ecumenismo de recepção" é a base do diálogo anglicano-católico

CIDADE DO VATICANO, terça-feira, 31 de maio de 2011 (ZENIT.org) – O diálogo entre a Igreja Católica e a Comunhão Anglicana se realizará nos próximos anos tentando fazer avançar a unidade “aprendendo dos nossos companheiros, mais do que pedindo-lhes que aprendam de nós”.

A Comissão Internacional Anglicano-Católica (ARCIC) se comprometeu a fazer seu o chamado “ecumenismo de recepção”, na primeira reunião da sua terceira fase, realizada de 17 a 27 de maio, no mosteiro italiano de Bose.
Um comunicado do Conselho Pontifício para a Promoção da Unidade dos Cristãos, divulgado no último sábado, indica que, “na consideração do método que será usado pela ARCIC III, a Comissão se apoiou na aproximação do ecumenismo de recepção.
O ecumenismo de recepção se baseia em nós mesmos e na conversão interior, mais que na tentativa de convencer os outros.
Para o Conselho Pontifício, “anglicanos e católicos podem ajudar-se reciprocamente a crescer na fé, na vida e no testemunho cristão se estiverem abertos e dispostos a deixar-se transformar pela graça divina mediada por uns e outros”.
Discernir o ensinamento ético
Os debates do encontro se centraram na Igreja como comunhão local e universal e em como, na comunhão, a Igreja local e universal consegue discernir o justo ensinamento ético.
A ARCIC III elaborou um programa de trabalho que analisa a Igreja, sobretudo à luz do seu ser radicada em Cristo no mistério pascal.
Os representantes da Igreja Católica neste diálogo explicaram que a Comissão tentará desenvolver uma interpretação teológica da pessoa, da sociedade humana e da nova vida de graça em Cristo.
Basearão sua análise nas Escrituras, na tradição e na razão, além de aproveitar o trabalho precedente da Comissão, que também “examinará algumas questões particulares para explicar como as nossas duas comunhões se comportam na tomada de decisões de natureza moral e como áreas de tensão entre anglicanos e católicos podem ser resolvidas aprendendo uns dos outros”.
45 anos dialogando
O diálogo entre anglicanos e católicos começou oficialmente em 1966, proposto por Paulo VI e pelo arcebispo da Cantuária, Michael Ramsey. Após uma fase preparatória, constituiu-se a Comissão conjunta (ARCIC), em 1968.
A primeira fase do diálogo (ARCIC I) durou de 1970 a 1981, dirigida pelo bispo anglicano Henry McAdoo e pelo católico Alan Clark. Nessa fase, falou-se sobre doutrina eucarística, autoridade e ministério ordenado, chegando à declaração conjunta de Windsor.
A segunda fase (ARCIC II) começou em 1983 e durou até este ano, liderada pelos bispos anglicanos Mark Santer, Frank Griswold e Peter Carnley, e pelos bispos católicos Cormac Murphy O'Connor e Alexander Joseph Brunett.
No entanto, o diálogo oficial foi suspenso pelo Papa João Paulo II em 2003, após a consagração episcopal de Gene Robinson, um homossexual que mantinha uma relação carnal. Posteriormente, as dificuldades aumentaram, com a aprovação da ordenação de mulheres, especialmente para cargos episcopais.
Outro dos acontecimentos sobressalentes dessa segunda fase foi a publicação, por parte do Papa Bento XVI, da constituição apostólica Anglicanorum coetibus, em 9 de novembro de 2009.
Após sua última reunião, o Conselho Pontifício para a Promoção da Unidade dos Cristãos destacou que o que une católicos e anglicanos é maior que o que os separa.
Fonte: Zenit
Nota: Ecumenismo de recepção é uma piada! Roma nunca muda! Por que o Vaticano não pratica a verdadeira conversão em Cristo, aceitando-O como o único mediador entre Deus e o homem e guardando Seus mandamentos?

"Ecumenismo de recepção" é a base do diálogo anglicano-católico

CIDADE DO VATICANO, terça-feira, 31 de maio de 2011 (ZENIT.org) – O diálogo entre a Igreja Católica e a Comunhão Anglicana se realizará nos próximos anos tentando fazer avançar a unidade “aprendendo dos nossos companheiros, mais do que pedindo-lhes que aprendam de nós”.


A Comissão Internacional Anglicano-Católica (ARCIC) se comprometeu a fazer seu o chamado “ecumenismo de recepção”, na primeira reunião da sua terceira fase, realizada de 17 a 27 de maio, no mosteiro italiano de Bose.
Um comunicado do Conselho Pontifício para a Promoção da Unidade dos Cristãos, divulgado no último sábado, indica que, “na consideração do método que será usado pela ARCIC III, a Comissão se apoiou na aproximação do ecumenismo de recepção.
O ecumenismo de recepção se baseia em nós mesmos e na conversão interior, mais que na tentativa de convencer os outros.
Para o Conselho Pontifício, “anglicanos e católicos podem ajudar-se reciprocamente a crescer na fé, na vida e no testemunho cristão se estiverem abertos e dispostos a deixar-se transformar pela graça divina mediada por uns e outros”.
Discernir o ensinamento ético
Os debates do encontro se centraram na Igreja como comunhão local e universal e em como, na comunhão, a Igreja local e universal consegue discernir o justo ensinamento ético.
A ARCIC III elaborou um programa de trabalho que analisa a Igreja, sobretudo à luz do seu ser radicada em Cristo no mistério pascal.
Os representantes da Igreja Católica neste diálogo explicaram que a Comissão tentará desenvolver uma interpretação teológica da pessoa, da sociedade humana e da nova vida de graça em Cristo.
Basearão sua análise nas Escrituras, na tradição e na razão, além de aproveitar o trabalho precedente da Comissão, que também “examinará algumas questões particulares para explicar como as nossas duas comunhões se comportam na tomada de decisões de natureza moral e como áreas de tensão entre anglicanos e católicos podem ser resolvidas aprendendo uns dos outros”.
45 anos dialogando
O diálogo entre anglicanos e católicos começou oficialmente em 1966, proposto por Paulo VI e pelo arcebispo da Cantuária, Michael Ramsey. Após uma fase preparatória, constituiu-se a Comissão conjunta (ARCIC), em 1968.
A primeira fase do diálogo (ARCIC I) durou de 1970 a 1981, dirigida pelo bispo anglicano Henry McAdoo e pelo católico Alan Clark. Nessa fase, falou-se sobre doutrina eucarística, autoridade e ministério ordenado, chegando à declaração conjunta de Windsor.
A segunda fase (ARCIC II) começou em 1983 e durou até este ano, liderada pelos bispos anglicanos Mark Santer, Frank Griswold e Peter Carnley, e pelos bispos católicos Cormac Murphy O'Connor e Alexander Joseph Brunett.
No entanto, o diálogo oficial foi suspenso pelo Papa João Paulo II em 2003, após a consagração episcopal de Gene Robinson, um homossexual que mantinha uma relação carnal. Posteriormente, as dificuldades aumentaram, com a aprovação da ordenação de mulheres, especialmente para cargos episcopais.
Outro dos acontecimentos sobressalentes dessa segunda fase foi a publicação, por parte do Papa Bento XVI, da constituição apostólica Anglicanorum coetibus, em 9 de novembro de 2009.
Após sua última reunião, o Conselho Pontifício para a Promoção da Unidade dos Cristãos destacou que o que une católicos e anglicanos é maior que o que os separa.
Fonte: Zenit
Nota: Ecumenismo de recepção é uma piada! Roma nunca muda! Por que o Vaticano não pratica a verdadeira conversão em Cristo, aceitando-O como o único mediador entre Deus e o homem e guardando Seus mandamentos?

___________________Agenda Adventista________________

 

Quer receber Notícias

por e-mail?