Evidências Proféticas | blog adventista

24/06/2011

Os dez maiores mitos sobre a homossexualidade

O que dizem as pesquisas científicas quando o assunto é homossexualidade? 

Tendo em vista alguns dados da realidade americana (embora os mitos possam atravessar fronteiras), o blog Tough Questions Answered (Bill Pratt) apresenta aqui o resumo de um panfleto, escrito pelo Family Research Council, intitulado Os Dez Maiores Mitos sobre Homossexualidade: ”O panfleto é bem escrito e parece ser bem fundamentado, com abundantes citações de artigos científicos. Abaixo estão os dez mitos que são abordados no texto”:

Mito 1: As pessoas nascem homossexuais.

Fato: A pesquisa não mostra que alguém “nasce gay”, mas sugere, em vez disso, que a homossexualidade é o resultado de uma combinação complexa de fatores de desenvolvimento.

Mito 2: A orientação sexual não pode mudar.

Fato: Milhares de homens e mulheres têm testemunhado ter experimentado uma mudança na sua orientação sexual de homossexual para heterossexual. Pesquisas confirmam que tal mudança ocorre às vezes de forma espontânea, e às vezes como resultado de intervenções terapêuticas.

Mito 3: Os esforços para mudar a orientação sexual de alguém de homossexual para heterossexual são prejudiciais e antiéticos.

Fato: Não há evidências científicas de que os esforços de mudança criam mais danos do que o próprio estilo de vida homossexual em si. A verdadeira violação da ética ocorre quando é negada aos clientes a oportunidade de definir suas próprias metas para a terapia.

Mito 4: Dez por cento da população americana é gay.

Fato: Menos de três por cento dos adultos americanos se identificam como homossexuais ou bissexuais.

Mito 5: Homossexuais não experimentam um nível mais alto de distúrbios psicológicos que os heterossexuais.

Fato: Homossexuais experimentam consideravelmente níveis mais elevados de doença mental e abuso de substâncias do que os heterossexuais. Uma revisão detalhada da pesquisa mostrou que “nenhum outro grupo de tamanho comparável na sociedade experimenta patologias deste tipo em nível tão elevado e generalizado.”

Mito 6: A conduta homossexual não é prejudicial à saúde física.

Fato: Tanto por causa de padrões de comportamento de alto risco, como promiscuidade sexual, quanto por causa do dano ao corpo advindo de determinadas práticas sexuais, os homossexuais estão em maior risco de contrair doenças sexualmente transmissíveis e outras formas de doenças e lesões do que os heterossexuais.

Mito 7: As crianças criadas por homossexuais não são diferentes das crianças criadas por heterossexuais nem sofrem danos.

Fato: Um enorme conjunto de programas de investigação em ciências sociais mostra que as crianças se desenvolvem melhor quando criadas pelos próprios pais biológicos que estão comprometidos um com um outro em um casamento duradouro. Pesquisas específicas sobre crianças de homossexuais têm grandes problemas metodológicos, mas mostram diferenças específicas.

Mito 8: Os homossexuais não são mais propensos a abusar de crianças do que os heterossexuais.

Fato: A porcentagem de casos de abuso sexual infantil em que homens molestam meninos é muitas vezes maior que a porcentagem de homens adultos que são homossexuais, e a maioria dos que se envolvem nesse tipo de abuso se identificam como homossexuais ou bissexuais.
[Nota explicativa do próprio folheto: Isso não significa que todos os homossexuais sejam molestadores de crianças. Ninguém jamais afirmou isso. Nem sequer significa que a maioria dos homossexuais o sejam - não há nenhuma evidência para apoiar isso. Mas há evidências de que a taxa relativa de abuso sexual infantil entre os homossexuais é muito maior do que entre heterossexuais.]

Mito 9: Homossexuais são seriamente desfavorecidos em razão de discriminação.

Fato: As pesquisas mostram que os homossexuais, na realidade, têm níveis significativamente mais altos de escolaridade do que o público em geral, enquanto as conclusões sobre os rendimentos dos que fazem parte desse grupo são, na pior das hipóteses, muito variadas.

Mito 10: As relações homossexuais são apenas as mesmas que os heterossexuais, exceto quanto ao gênero dos parceiros.

Fato: Os homossexuais são menos propensos que os heterossexuais a entrar em um relacionamento sério, a ser sexualmente fiéis a um parceiro, mesmo que tenham um, e a ficar comprometidos por toda a vida. Eles também apresentam taxas mais elevadas de violência doméstica do que os casais heterossexuais casados.
Peço que você leia o artigo inteiro para obter os detalhes por trás dessas afirmações, que são apoiadas por citações das pesquisas. O resumo é este: a ciência mostra que o estilo de vida gay é em geral destrutivo aos que vivem nele e não devemos, como sociedade, promovê-lo.

Isso significa que cada pessoa gay vivencia os problemas citados na pesquisa? Obviamente que não. Estamos lidando com estatísticas e probabilidades, por isso há pessoas absolutamente gays que são exceções às conclusões da pesquisa. No entanto, o movimento de união gay pede um apoio estatal ao seu estilo de vida, e a única maneira de abordar esta questão é olhar em termos estatísticos a realidade daqueles que praticam este estilo de vida.

22/06/2011

Rede de adultério chega ao Brasil

Fenômeno nos EUA e na Europa, os sites internacionais voltados para casados em busca de amantes chegam ao Brasil.

Sob o teclado do computador, mãos digitando elogios e palavras de carinho. Na mão esquerda está o símbolo do sagrado matrimônio: uma aliança dourada, entregue na cerimônia de casamento.

Já no portal, onde isso não faz a menor diferença, a aliança substitui a letra “O”. Uma palavra provocativa para os visitantes escrita em inglês como slogan dos serviços no site: “A vida é curta, tenha um caso”.

Este tipo de serviço ganhou milhares de adeptos na Europa e nos EUA, agora estes sites ganham espaço no Brasil. O assunto: é adultério. O objetivo principal do serviço é facilitar um relacionamento extra conjugal.

“Há 1.139 associados perto de você online agora mesmo”, é o lembrete para os visitantes.

O convite para uma vida promíscua e deleitosa chega ao Brasil em agosto, através da Ashley Madison, rede internacional de sites para infidelidade. Uma franquia do gênero já funciona no Brasil, a Second Love, inaugurada em maio, que se somou aos sites nacionais, Só Casados e Pulando Cerca.

“Acreditamos que os casais querem escapar à rotina e viver novas experiências mas, por vezes essas fantasias são realizadas com alguém do trabalho ou do círculo de amigos, e a maior parte dos casamentos termina por causa disso,” diz Anabela Santos, porta-voz do Second Love, segundo o Globo.

O serviço não é só para casais héteros. Mas oferece uma opção para buscar parceiros do mesmo sexo.

O Alibi Network, site americano destinado a tornar mais convincente as desculpas, organiza um material específico para um evento. Você diz que foi a um congresso e eles enviam o material.

[...]


Nota: "As liberdades deste século de corrupção não devem ser tomadas como critério para os seguidores de Cristo. Essas costumeiras exibições de familiaridade não devem existir entre cristãos que se estão preparando para a imortalidade. Se a lascívia, poluição, adultério, crime e assassínios estão na ordem do dia entre os que não conhecem a verdade, e que recusam ser controlados pelos princípios da Palavra de Deus, quão importante é que a classe dos que professam ser seguidores de Cristo, intimamente associados a Deus e aos anjos, mostrem-lhes melhor e mais nobre conduta! Quão importante é que por sua castidade e virtude assumam posição de marcado contraste com essa classe que se deixa controlar pelas paixões grosseiras"! Testimonies, vol. 2, pág. 459. 

Hackers derrubam site da Presidência e do Governo do Brasil

A versão brasileira do grupo hacker LulzSec derrubou na madrugada desta quarta-feira (22) duas páginas ligadas ao governo brasileiro: o “presidencia.gov.br” (site da Presidência da República) e o “brasil.gov.br” (que contém informações do governo). O ataque, feito por volta da 1h, foi divulgado pelo próprio grupo em uma conta no Twitter. O governo brasileiro ainda não se manifestou a respeito do ataque.

“TANGO DOWN brasil.gov.br & presidencia.gov.br LulzSec Brazil”, postou o grupo hacker nesta madrugada. Alguns minutos após o ataque, o perfil do grupo LulzSec saudou a “divisão brasileira” pelo êxito na operação. “Nossa unidade brasileira está fazendo progresso, bem feito LulzSecBrazil.”

Segundo um manifesto divulgado pelo grupo hacker LulzSec, a ação para derrubar os sites do governo brasileiro faz parte da operação AntiSec – investida do grupo LulzSec com o grupo Anonymous contra páginas de governos de todo o mundo.

“A LulzSec e o Anonymous acabaram de declarar guerra aberta contra todos os governos, bancos e grandes corporações do mundo. Eles estão convocando todos os hackers do mundo para se unirem ao propósito. O objetivo é expor corrupção e segredos obscuros“, diz o documento.

Histórico de invasões

Nos últimos dois meses, o grupo LulzSecurity assumiu a autoria de vários ataques. Entre as vítimas estiveram a Sony (SonyPictures e a versão japonesa do site SonyMusic), a desenvolvedora de jogos Bethesda, o site da Fox, da Nintendo, do Senado norte-americano e até o site da CIA (Agência Central de Inteligência dos Estados Unidos).

Fonte: UOL

Fumar maconha emburrece

Um recente estudo da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) acaba de ratificar o que já havia sido objeto de pesquisa em outros países: o hábito de fumar maconha frequentemente, mesmo que em pouca quantidade, pode danificar seriamente a área do cérebro responsável pela memória. Por sua vez, [...] a chamada “corrente progressista” - são cerca de 190 milhões de usuários no mundo segundo a ONU - que luta pela legalização do cultivo, venda e consumo da maconha, acaba de sofrer um duro golpe. Nos EUA, a Califórnia, primeiro estado a oficializar o uso medicinal da cannabis em 1996, rejeitou, em referendo popular, tal proposta. Mesmo para uso medicinal o uso da maconha foi ainda rejeitado, pela corrente de conservadores, nos estados de Oregon e Dakota do Sul. Medida de bom senso contra uma droga, com seu componente psicoativo (tetrahidrocannabinol - THC), cada vez mais potente hoje - vide a maconha hidropônica - que nada tem de tão recreativo assim. 

Uma opinião, das mais importantes, já citada inclusive em artigo do jornalista Jorge Antônio Barros de O Globo, que coloca em xeque o pressuposto de que a maconha é uma droga inofensiva, parte da diretora do Instituto Nacional sobre Abuso de Drogas (EUA), a mexicana Nora Volkow, ao afirmar: “Há quem veja a maconha como uma droga inofensiva. Trata-se de um erro. Comprovadamente, a maconha tem efeitos bastante danosos. Ela pode bloquear receptores neurais muito importantes. Estudos feitos em animais mostraram que, expostos ao componente ativo (THC) há interferências sob controle do apetite, memória e humor. Isso causa desde aumento da ansiedade, até a perda de memória e depressão. [...]

A professora de psiquiatria Maria Teresa Costa de Aquino, da FCM/UERJ, diretora do Nepad (Núcleo em Atenção ao Uso Indevido de Drogas), no Rio, afirma que a maconha pode causar síndrome amotivacional, um estado letárgico de falta de motivação para o trabalho, estudo, atividades físicas e outras tarefas do dia a dia. “A maconha de que falamos hoje não é a mesma de 20 ou 30 anos atrás.A percentagem de substância alucinógena é bem maior”, diz a estudiosa. 

Outros estudiosos afirmam que a maconha, em uso contínuo, pode levar os dependentes a um estado agressivo exacerbado e dar causa a episódios psicóticos. [...]

Chega agora a notícia de que o uso prolongado do álcool - droga lícita - causa talvez mais danos do que o crack e a heroína. [...] Já nos bastam os males causados em todo mundo pelo alcoolismo e o tabagismo. Drogas não agregam valores sociais positivos. Há outros prazeres para os jovens, na vida, sem que necessitem da busca (falsa) do “mundo colorido” através de estados alterados de consciência. O bom senso determina a proteção de nossas futuras gerações no posicionamento contrário à descriminalização de drogas. Aos pais e responsáveis fica o alerta de que, neste caso, o preço da felicidade é a eterna vigilância de seu filhos. A maconha é uma perigosa porta aberta para o caminho da destruição. 

(Milton Corrêa da Costa, O Globo)

Nota: A despeito de todos esses males, o STF aprovou que se façam manifestações (marchas) de apoio ao uso da maconha. O estilo de vida desregrado (chamado por alguns de “liberdade”) e o estilo de vida homossexual, assim como o consumo de drogas (“lícitas” ou não) também são comprovadamente prejudiciais à saúde, no entanto, cedendo a prossões, os governantes e magistrados têm dado apoio a manifestações que enaltecem essas coisas. Mundo difícil o nosso...

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