Evidências Proféticas | blog adventista

30/06/2011

WikiLeaks revela preocupação do Vaticano com o crescimento de evangélicos

Documento obtido pelo WikiLeaks e divulgado nesta quarta-feira (29) mostra que, na época da visita do papa Bento 16 ao Brasil, em 2007, o Vaticano estava preocupado com o crescimento dos evangélicos no país e recebeu críticas do monsenhor brasileiro Stefano Migliorelli, que questionou a entidade sobre a falta de padres na América Latina.

O telegrama enviado a Washington em 6 de maio de 2007 relata conversas entre diversos membros do Vaticano e o ex-embaixador americano Francis Rooney, um empresário republicano do ramo de construção e um dos maiores doadores de campanha do ex-presidente americano George W Bush.

O diplomata americano faz um comparativo entre a primeira viagem de João Paulo 2º ao Brasil em 1980, quando os católicos representavam 89% da população e o Censo de 2000, quando o número de católicos era de 74%.
“A cada ano, milhões de católicos latino-americanos deixam suas igrejas para se juntar a congregações evangélicas incentivados pelos pastores destes novos rebanhos”, disse Rooney.

Ainda segundo ele, de acordo com uma análise, enquanto a Igreja Católica concentra-se em “salvar almas”, muitas igrejas evangélicas fazem o possível apenas para matar a sede latino-americana para o misticismo.

Sem revelar fontes, o documento diz que João Paulo 2º descreveu as atividades evangélicas como “sinistras” e que uma das principais tarefas de Bento 16 seria despertar a comunidade católica e encorajar a resistência ao que o papa anterior teria chamado de “caçada por seitas”.

Já Migliorelli, na época chefe da seção brasileira da Secretaria de Estado do Vaticano, reclamou ao diplomata americano sobre o fato de a América Latina não ser uma região prioritária para a Igreja Católica.

Para Migliorelli, o Brasil e a América Latina seriam como “território de missão” --terras que não foram expostas “de maneira consistente” à fé católica. “Temos que ver isso como uma evangelização --começando do zero”, disse Migliorelli.

O monsenhor ainda criticou a quantidade e a qualidade do clero latino-americano.

“A falta de padres em grande parte da América Latina é muito pior do que nos Estados Unidos”, disse. Migliorelli disse também que “o nível de educação dos padres é muito baixo e que muitas vezes eles não aderem aos padrões de disciplina clerical (celibato, ofertas de sacramentos etc)”.

Em um tópico chamado de “A ameaça da teologia da libertação”, o diplomata americano comenta que o papa João Paulo 2º teria feito grandes esforços para acabar com “esta análise marxista da luta de classes” promovida “por um número significativo de clérigos e católicos leigos que, por vezes, em nome de um compromisso político sancionou a violência em nome do povo”.

Migliorelli comentou que o Vaticano não pretendia tocar no tema durante a visita do papa. O documento prossegue: “A chave é simplesmente que o clero seja treinado mais efetivamente para explicar a posição da Igreja para o povo, ele concluiu”.

Segundo o diplomata, João Paulo 2º combateu com a ajuda de Bento 16 a teologia da libertação mas, nos últimos anos, ela estaria ressurgindo em várias partes da América Latina.


Nota: Se os evangélicos de modo geral causam preocupação ao Vaticano, imagine o ódio que esta Besta tem do remanescente, os que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus.  

29/06/2011

Casais gays não teriam como constituir família nem estado


O juiz de Goiás que mandou anular um casamento gay deu uma entrevista exclusiva ao Fantástico. Jeronymo Villas Boas contrariou a decisão do Supremo de aceitar a união estável de pessoas de mesmo sexo.

Uma assinatura histórica. Se dependesse do casal homossexual que casou em Goiás duraria para sempre. “Foi aquela muvuca no cartório porque foi a primeira do Brasil”, contou.

Mas durou pouco mais de um mês. A primeira união estável entre pessoas de mesmo sexo foi anulada por um juiz em Goiânia. “Ele comparou o nosso ato para o cartório como um ato criminoso, de um roqueiro que tira a roupa durante um show no palco”, diz o jornalista Léo Mendes.

Odílio e Léo foram ao Rio de Janeiro fazer outra escritura de união estável. “Sim! E não há juiz nesse país que irá nos separar”, disse Léo, no momento do sim.

A cerimônia se transformou em um protesto coletivo: 43 casais homossexuais firmaram compromisso em cartório, inclusive, Odílio e Léo.

Mas eles nem precisavam ter viajado. A corregedora de Justiça de Goiás Beatriz Figueiredo Franco anulou a sentença do juiz e deu validade ao primeiro documento assinado pelo casal. “Eu achei por bem tornar sem efeito a decisão, dado o alcance administrativo que esta significava”, diz a corregedora.

O Fantástico foi a Goiás encontrar o juiz Jeronymo Villas Boas que contrariou a decisão do Supremo Tribunal Federal de aceitar a união estável de pessoas de mesmo sexo. A equipe de reportagem chegou no momento em que ele recebia a notificação da corregedoria, revendo a sentença.

Perguntado sobre se não teria medo de uma punição, ele responde: “Medo não faz parte do meu vocabulário”.

Quem é o juiz que discordou do Supremo Tribunal Federal?

Repórter: O senhor é homofóbico?

Juiz: De modo algum.

Mineiro de Uberaba, 45 anos, casado, pai de dois filhos e vice-presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros. Jeronymo Villas Boas é juiz há 20 anos e diz que se baseou na lei para tomar sua decisão. “O que neste ato pretenderam os dois declarantes é obter a proteção do Estado como entidade familiar. Os efeitos jurídicos que se extrairia disso são efeitos jurídicos de proteção da família. Eles não são uma família”, afirma.

Ele argumenta que se ateve ao conceito de família definido pela Constituição brasileira: “Declara no artigo 16 que constitui família o núcleo formado entre homem e mulher. E dá a esse núcleo uma proteção especial como célula básica da sociedade. Família é aquele núcleo capaz de gerar prole”.

Para o juiz, a união estável de pessoas de mesmo sexo contraria esse conceito constitucional. Na opinião dele, casais gays não teriam como constituir nem família nem estado. “Se você fizer um experimento, levando para uma ilha do Pacífico dez homossexuais e ali eles fundarem um Estado, sob a bandeira gay, e tentarem se perpetuar como Estado, eu acredito que esse Estado não subsistiria por mais de uma geração”, argumenta.

A posição do juiz vai contra a interpretação do Supremo Tribunal Federal sobre o que é uma família. O ministro-relator Ayres Britto disse que a Constituição apenas silencia e, portanto, não proíbe a união homoafetiva. Em linguagem poética, o relatório dele, aprovado por unanimidade, diz que família é um núcleo doméstico baseado no afeto. E que os “insondáveis domínios do afeto soltam por inteiro as amarras desse navio chamado coração”.

Desde o ano passado, o juiz Jeronymo Villas Boas é também pastor da Igreja Assembleia de Deus, que frequenta toda semana. Para os que o acusam de fundamentalismo religioso, Jeronymo Villas Boas diz que já tomou decisões contra a sua própria igreja, negando pedidos de isenção de impostos. E afirma ter outras inspirações: “As pessoas, talvez, possam querer me criticar porque eu tenho uma forte influência marxista”, diz o juiz.

De Marx, o fundador do comunismo, a Martin Luther King, de quem tem um imenso painel. “O Martin Luther King foi um defensor da igualdade racial, mas também foi um defensor da família”, ele destaca.

Em uma biblioteca contígua ao gabinete dele, Jeronymo mostra à equipe de Vinicius de Moraes, ao famoso ensaio do psicanalista Roberto Freire sobre o desejo, e até uma bíblia em hebraico.

Diz que lê de tudo, sem preconceito. Mas não nega a influência de seus princípios religiosos. “A Constituição brasileira foi escrita sob a proteção de Deus. Querer que um juiz, que professa a fé evangélica, não decida questões que envolva conflitos, muitas vezes, de natureza política, social ou religiosa é negar a independência do juiz”, ele pondera.

E afirma que vai tomar a mesma decisão sempre que houver casos semelhantes. “Já solicitei de todos os cartórios que me remetam os atos que foram praticados a partir de maio deste ano para análise”, avisa.

O repórter pergunta se ele sabe que irá enfrentar uma briga e Jeronymo responde: “Não há problema. Se o juiz tiver medo de decidir, tem que deixar a magistratura. Juiz medroso ou covarde não tem condição de vestir a toga”.

Já quando perguntado sobre o que fará se for enquadrado pelos superiores, argumenta: “Eu tenho direito de defesa. Se me punirem sem o direito de defesa, nós entramos no regime de exceção”, afirma.

O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal, se diz perplexo com a atitude de Villas Boas. Para o ministro, nenhum juiz está acima das orientações do Supremo. “No meu modo de ver, a reiteração dessa prática por esse magistrado vai revelar a postura ostensiva de afronta à Suprema corte. Isso efetivamente vai desaguar em um processo disciplinar junto ao Conselho Nacional de Justiça”, alerta Fux.

A sodomia está voltando

“Mas, no dia em que Ló saiu de Sodoma, choveu do céu fogo e enxofre e destruiu a todos. Assim será no dia em que o Filho do Homem se manifestar.” (Lucas 17:29,30)

Tenho quarenta e dois anos de idade e vinte um anos de ministério pastoral adventista. Eu nunca vi ao longo desses anos proliferar como uma praga egípcia o que estão chamando por aí de orgulho gay ou de homo afetivos. São muitas as pessoas que estão levantando a bandeira do arco-íris em nome da moralização daquilo que é absolutamente imoral.

A Sodomia está voltando

Temo que estejamos caminhando rapidamente para uma Sodoma e Gomorra modernas. Como pai de família que sou, percebo que tenho que ser firme em nossos valores bíblicos-cristãos cada dia em nosso lar e em nossa igreja. Todavia, um dos nossos problemas são as “autoridades” constituídas pelo poder público, em suas várias esferas.

É um absurdo ver, que de onde esperávamos que viesse a moralização da família nos moldes divino, ao contrário, veio a desmoralização. Porém, o que me conforta é que tudo isso é cumprimento de profecia, para Jesus logo retorne colocando um ponto final nesse mar de paixões abjetas (Lucas 17:26-32).

Por que Sodoma e Gomorra foram destruídas?

“Não ignoramos que a queda de Sodoma foi motivada pela corrupção de seus habitantes. O profeta especificou aqui os males que, especialmente, levaram à dissolução moral. (Ezeq. 16:49.) Vemos que existem hoje no mundo os mesmíssimos pecados que predominavam em Sodoma, e que sobre ela acarretaram a ira de Deus, para completa destruição sua. Health Reformer, julho de 1873. – Mente, Caráter e Personalidade, vol. I, pág. 232.

Os pecados de Sodoma se repetem

De acordo com o profeta Ezequiel no capitulo 16:48-50 assim os descreve: “Tão certo como eu vivo, diz o Senhor Deus, não fez Sodoma, tua irmã, ela e suas filhas, como tu fizeste, e também tuas filhas. Eis que essa foi a iniquidade de Sodoma, tua irmã: soberba, fartura de pão e próspera tranquilidade teve ela e suas filhas; mas nunca amparou o pobre e o necessitado. Foram arrogantes e fizeram abominações diante de mim; pelo que, em vendo isto, as removi dali.”

Está muito claro que os pecados de Sodoma e suas filhas, ou seja, as cidades vizinhas, foi a prosperidade e a ociosidade, o que resultou em práticas sexuais abomináveis diante de Deus. Quero chamar a atenção para a frase ‘fizeram abominações’. Se vamos até o livro de Romanos 1:24–27 descobrimos com detalhes que esses pecados se repetiram e irão se repetir nos grandes centros de todo o mundo.

O homossexualismo desonra o corpo humano

Paulo inspirado por Deus diz: ‘…Para desonrarem o seu próprio corpo entre si;’ depois essa prática execrável é chamada de ‘paixões infames…’, porque é ‘contrário à natureza.’ E finalmente o ato homossexual é descrito com o sendo uma ‘torpeza, homens com homens.’ (Romanos 1:24 – 27). Ou simplesmente, paixão depravada e vil.

A prática do homossexualismo é um ato repugnante e abominável diante de Deus (Levíticos 18:22 ; 20:13). A Bíblia diz claramente que é pecado; e o que é melhor, se é pecado tem perdão, se é pecado tem cura, se é pecado tem salvação em Cristo Jesus nosso Senhor (I João 1:9). Jesus é a única saída para o escravo do pecado! Jesus liberta das garras do pecado (João 8:32).

A Bíblia é extremamente assertiva em relação ao homossexualismo, se o pecador segue em sua prática depois de ter recebido o pleno conhecimento da verdade, infelizmente já não lhe resta salvação, pois assim, nos assegura a Palavra de Deus:

“Ou não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus? Não vos enganeis: nem impuros, nem idólatras, nem adúlteros, nem efeminados, nem sodomitas.” (I Coríntios 6:9 e I Timóteo 1:10).

Nós não somos contra as pessoas em si mesmas, somos contra a prática desse pecado que destrói o plano de Deus para a família humana. A família divina é formada por um macho e uma fêmea. O que queremos é que as pessoas que cometem tal pecado contra Deus se arrependam e mudem de vida agora mesmo, pelo excepcional poder transformador do sangue precioso de Jesus. Só Jesus pode curar e salvar os homo afetivos entre outros (Mateus 11:28-30).

Precisamos de líderes com firmeza moral

Como líderes espirituais de milhares de famílias e como pais de famílias, sejamos firmes em nossos valores morais, éticos e espirituais. Nós somos o ‘sal da terra e a luz do mundo’ ou seja, vamos juntos e unidos, pela graça de Cristo fazer a diferença onde nós estivermos. Que o Senhor Jesus liberte e cure cada pessoa que vive essa prática repugnante! Que Jesus dê a vitória para todos aqueles que O buscarem enquanto se pode achar.

E que Jesus volte logo, porém, antes vamos evangelizar o Estado de Alagoas o mais rápido possível. Não se esqueça, no nosso cronograma de trabalho é imperioso abrirmos cinco novos distritos pastorais em janeiro de 2012. Que Deus nos dê uma igreja fiel e apaixonado pela pregação do evangelho. Diga comigo nesse instante: Ora vem Senhor Jesus! Amém, vem Senhor Jesus!

O Grande Conflito – Tocando vidas pelo mundo


“Sou uma pessoa revolucionária, do tipo silencioso”, disse Wehdy Luhabe, de Johannesburgo, África do Sul, ao repórter. Como uma das mulheres de negócio mais proeminentes da África do Sul e empreendedora social, Luhabe já realizou muitas coisas. O livro “O Grande Conflito”, porém, mudou sua vida para sempre.
Nada parecia diminuir o rítmo de Luhabe, superempreendedora, até que ela fraturou o tornozelo no início de 2010. Enquanto permaneceu em casa recuperando-se, uma amiga lhe deu um conjunto de DVDs do evangelista sul africano, Mark Woodman, que a introduziu ao assunto do grande conflito. Após contar ao filho Lumko e à nora Zanele sobre as coisas incríveis que estava aprendendo, Zanele deu a ela o livro O Grande Conflito, de Ellen G. White. Wendy leu o livro avidamente e ficou tão impressionada que foi à loja de livros adventistas e comprou toda a coleção de livros de Ellen White.
Além disso, Wendy entrou em contato com Paul Ratsara, presidente da Divisão África do Sul e do Oceano Índico. Ratsara ofereceu-se para estudar a Bíblia com ela e, seis meses mais tarde, no dia 23 de outubro de 2010, teve o privilégio de batizar Wendy Luhabe na Igreja Adventista do Sétimo Dia.
“Sendo anglicana toda a minha vida, e há dez anos procurando por uma igreja que defende a verdade, sinto-me abençoada por ter sido levada à Igreja Adventista do Sétimo Dia”, disse Wendy. “Os livros de Ellen G. White foram muito importantes. Quando li O Grande Conflito, compreendi, pela primeira vez, o significado do que aconteceu no Jardim do Éden, da crucifixão de Cristo, da decepção de minha antiga religião, o fato de que o mundo é caracterizado tanto pelo bem como pelo mal e, finalmente, do conflito entre o pecado e a justiça.”
“Já doei esse livro para várias pessoas lerem – inclusive para um bispo da minha antiga igreja. O Grande Conflito foi fundamental na minha decisão para o batismo em outubro de 2010.”
Arriscando-se:
Leah Polischuk – Ucrânia
Esse era um ritual na casa de Leah Polischuk : cobrir todas as janelas, fechar as portas, entrar num pequeno guarda-roupas de madeira e datilografar sob um cobertor para abafar o barulho da antiga máquina de escrever mecânica. Todos os dias Leah arriscava sua vida para que outros fiéis da União Soviética pudessem ler o material religioso contrabandeado, inclusive O Grande Conflito.
“Nunca consideramos essa atividade como um risco”, disse Leah , mais tarde. “A necessidade era grande; fazíamos isso, pois sabíamos que precisava ser feito.”
Leah fazia parte de uma grande rede secreta adventista, que produzia os livros ilegais chamados samizdat (autopublicados) durante o período comunista. Mais de trinta mulheres eram datilógrafas dessa rede secreta que incluía muitas outras mulheres e homens que serviam como tradutores, encadernadores de livros e distribuidores. Além de produzir cópias datilografadas (às vezes, escritas à mão) do O Grande Conflito e outros livros de Ellen White, a rede também traduzia as lições da Escola Sabatina e vários outros materiais religiosos importantes.
Pelo fato de todas as máquinas de escrever na ex-URSS serem registradas e monitoradas pela polícia secreta da KGB, a rede adventista adquiria equipamentos velhos e quebrados, consertava e os usava para produzir os preciosos livros.
Alimento Espiritual Vital
“O Grande Conflito era mais importante para nós do que pão”, disse Nikolai Zhukaluk, coordenador dos livros samizdat na Ucrânia, “porque era nosso pão espiritual.”
Tanto Leah Polischuk como o Pastor Zhukaluk pagaram na prisão o preço por alimentar as pessoas com esse pão espiritual.
Enquanto cumpria pena em sua cela minúscula, Leah, com 25 anos de idade, consolava a si mesma confiando em Deus e em Suas promessas. “Naquela época (durante o comunismo) nos acostumamos a decorar muitos textos bíblicos”, disse Leah, “e ainda me lembro de muitas das promessas que decorei.” Não intimidada pelo tempo que passou na prisão, Leah, quando libertada, voltou ao seu trabalho arriscado, produzindo O Grande Conflito e outros preciosos livros para os que buscavam a verdade. Por meio dela e de outros que também se arriscaram, milhares de livros foram distribuídos pela antiga União Soviética.
Hora de Arriscar
Hoje, os adventistas do sétimo dia em todo o mundo são convidados a assumir o risco e partilhar esse livro importante e oportuno com seus amigos, vizinhos, colegas de trabalho e até mesmo com estranhos.
“Não se intimide e não tenha receio do que as pessoas podem pensar e dizer se os presentearmos com um exemplar do O Grande Conflito”, diz Ted N. C. Wilson, presidente da Associação Geral (AG). “Vá e confie em Deus. Espere, pois Ele fará com que o destinatário leia esse material que contém a verdade, e seja transformado.”
Muitas pessoas estão buscando o sentido para a sequência rápida de acontecimentos ao seu redor, e O Grande Conflito oferece respostas concretas às questões mais prementes sobre a história humana e o futuro do nosso planeta. Com essa compreensão, Ellen White apelou aos adventistas do sétimo dia que divulgassem amplamente esse livro, pois “em O Grande Conflito, a última mensagem de advertência ao mundo é dada mais distintamente que em qualquer de meus outros livros”. (O Colportor Evangelista, p. 127)
Esse conselho é ainda pertinente hoje? Baseado em experiências como a de Wendy Luhabe, na África do Sul, Karen Banner, nos Estados Unidos e Leah Polischuk, na Ucrânia, os líderes da igreja acreditam que a resposta é um incontestável: Sim. Para incentivar os membros das igrejas de todas as treze divisões do mundo a distribuir esse livro em seus países ecomunidades, o Comitê Executivo (A.G.) votou uma iniciativa chamada “Projeto O Grande Conflito”, que visa uma distribuição em massa do livro de Ellen White durante os anos de 2012 e 2013.
Além disso, os membros da igreja estão sendo convidados a preparar-se para essa distribuição, por meio da leitura do livro durante o ano de 2011.
“O Grande Conflito tem as respostas para as perguntas do mundo nesses últimos dias”, diz Delber W. Baker, vice-presidente da AG e diretor do projeto. “Eu incentivo os membros a ler ou reler o livro durante este ano, e então, unir-se à família mundial da igreja comprando vários exemplares e tornando-os disponíveis para familiares, amigos e desconhecidos.”
Os livros O Grande Conflito estão sendo preparados para venda com preços especiais para incentivar a compra de vários exemplares. “Queremos distribuir o maior número de exemplares possível”, diz o Pastor Ted Wilson, “mas esse projeto cumprirá os alvos do Espírito Santo, não os nossos. Vamos deixar que o Espírito Santo nos dirija e sigamos pela fé”.
No Brasil, teremos as versões: A Grande Esperança (Uma seleção de 11 capítulos de ‘O Grande Conflito – condensado’) e O Grande Conflito – condensado (em linguagem atualizada).
O livro A Grande Esperança já está disponível para você ler e ouvir em www.esperanca.com.br/agrandeesperanca. Em julho de 2011 terá início a campanha na internet que visa distribuir 10 milhões de livros digitais.

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