Evidências Proféticas | blog adventista

04/10/2011

Bancadas evangélica e católica estão unidas em Brasília

Devido às necessidades em comum, os parlamentares evangélicos e católicos passaram a atuar em conjunto, pela aprovação de projetos de interesse de ambas as partes, como retirada de pauta ou reprovação de projetos que contrariam os princípios cristãos. As duas bancadas possuem cerca de 100 parlamentares.

Segundo “O Globo”, atualmente são pelos menos 368 projetos em que as duas bancadas trabalham unidas. Dentre esses projetos em que católicos e evangélicos lutam para que não sejam aprovados, estão propostas como a união civil entre homossexuais, criminalização da homofobia, legalização do aborto e o divórcio instantâneo. Este último, prevê que o processo ocorra pela internet.

Um dos projetos em que os parlamentares cristãos trabalham juntos é justamente sobre outro tema polêmico: uma pensão para a mulher que engravidar após ser estuprada. Os críticos do projeto, que se chama Estatuto do Nascituro, o apelidaram de “Bolsa-Estupro”, pois prevê que a pensão seja paga pelo governo até a criança completar 18 anos.

“Foi-se o tempo em que católicos e evangélicos se estranhavam aqui no Congresso. Principalmente pelas críticas dos católicos aos cultos dos evangélicos. Esse tempo, passou e hoje trabalhamos juntos na proteção da família e da vida”, afirma o deputado João Campos, (PSDB-GO), líder da bancada evangélica no Congresso.

Fonte: Gospel +

Nota: Em breve veremos estes políticos, com o pretexto de defender a família, o meio ambiente, a economia e a religião, trabalharem unidos para aprovarem leis dominicais

O chamado mundo cristão será o palco de grandes ações decisivas. Homens com autoridade promulgarão leis para controlar a consciência, segundo o exemplo do papado. Babilônia fará que todas as nações bebam do vinho da ira de sua prostituição. Toda nação será envolvida. João, o Revelador, declara o seguinte sobre esse tempo: ... "Têm estes um só pensamento." (Apoc. 18:3-7; 17:13 e 14.) Haverá um laço de união universal, uma grande harmonia, uma confederação de forças satânicas. "E oferecem à besta o poder e a autoridade que possuem." Assim é manifestado o mesmo poder arbitrário e opressor contra a liberdade religiosa, contra a liberdade de adorar a Deus de acordo com os ditames da consciência, que foi manifestado pelo papado, quando no passado ele perseguiu os que ousaram recusar conformar-se aos ritos e cerimônias religiosas dos romanistas. Mensagens Escolhidas, vol. 3, pág. 392. 

Todo o mundo cristão estará envolvido no grande conflito entre a fé e a incredulidade. Review and Herald, 7 de fevereiro de 1893. 

Toda a cristandade estará dividida em duas grandes classes - os que guardam os mandamentos de Deus e a fé de Jesus, e os que adoram a besta e sua imagem, e recebem o seu sinal. O Grande Conflito, pág. 450. 

Extremistas muçulmanos matam cristãos na Nigéria

NIGÉRIA - Extremistas muçulmanos estão empenhados em extinguir o cristianismo do meio da Nigéria. No dia 22 de setembro, os extremistas assassinaram cinco cristãos no Estado de Níger e outros três na semana anterior no estado de Kaduna, incluindo uma menina de 13 anos de idade.

Supostos militantes do grupo islâmico Boko Haram, na cidade de Mandala, no estado de Níger, atacaram as propriedades comerciais de cristãos por volta das 8 horas da manhã. Os extremistas ordenaram que eles recitassem versos do Alcorão, mas os cristãos não sabiam nenhum verso do livro islâmico e então foram assassinados.

O som dos disparos contra os cristãos fez com que os moradores da região chamassem a polícia, que chegou ao local e viu que cinco cristãos haviam sido mortos. Richard Oguche Adamu, um porta-voz da polícia do Estado de Níger confirmou os cinco assassinatos.

Richard disse ao Compass que o ataque estava diretamente ligado aos membros do grupo extremista islâmico Boko Haram que recentemente bombardearam locais de propriedade cristã.

Os mortos no ataque feitos foram: Emmanuel, John Kalu, Uche Nguweze e Oliver Ezermath. A identidade do quinto cristão não foi imediatamente reconhecida, pois seu rosto estava muito desfigurado e não possuía documentos para identificação.

O grupo Boko Haram declarou jihad contra o governo da Nigéria em uma tentativa de impor a lei da sharia no norte do país. Outra preocupação é que, possivelmente, esse grupo tenha formalizado fortes ligações com a Al-Qaeda no ano passado. A lei da Sharia já está em vigor em 12 estados no norte do país.

Estima-se que a população da Nigéria seja de aproximadamente 160 milhões de pessoas, que é divido em 51,3% de cristãos, que vivem principalmente no Sul, e os muçulmanos representam 45% da população.

Ore pela Nigéria:
  • Para que os cristãos que estão sofrendo ataques e perseguições possam encontrar coragem no Senhor e que não desistam de sua fé em Jesus.
  • Ore para que possa confortar as famílias que perderam entes queridos assassinados pelo Boko Haram. Que Deus possa confortar o coração deles com o Seu amor.
  • Ore para que o governo tome providências e para que esses ataques terroristas contra cristãos cesse dentro da Nigéria.

Fonte: Compass Direct

Nota: Recentemente, um pastor cristão foi condenado a morte por recusar a mudar de religião no Irã. E no México, evangélicos foram perseguidos e mortos por católicos. Até quando, cegos em suas paixões, os homens  matarão uns aos outros, até mesmo em favor da fé? Maranata, ora vem Senhor Jesus!

Criança adotada por casal de lésbicas faz tratamento para troca de sexo

O garoto Thomas Lobel – da Califórnia – de oito anos de idade, esta sendo motivo de polêmica com a mudança de sexo com direito a tratamento à base de hormônios que tem feito.

O menino que é filho de uma casal de lésbicas iniciou o processo ainda quando tinha apenas 8 anos de idade. Com o apoio e defesa das mães, hoje o menino tem sua identidade como Tammy. As responsáveis dizem que a decisão de começar o processo de mudança de sexo na infância é melhor devido aos casos de transtorno de identidade na puberdade, o que ocasiona muitos suicídios.

“Sou uma menina”. Segundo as mães Pauline Moreno e Debra Lobel, essa foi uma das primeiras frases que “Tammy” aprendeu a falar, elas também contaram que aos sete anos ele fez a ameaça de mutilar seu próprio órgão genital, foi então que veio o incentivo maior da parte delas para a iniciação do processo médico, devido o diagnóstico de transtorno de gêneros.

O Daily Mail informou que esse tratamento hormonal permite que caso o garoto queira passar a puberdade como um garoto, o poderá fazer. Pois segundo eles, este pode ser interferido a tempo, não afetando inclusive a fertilidade de Thomas/Tammy, no entanto, se prosseguir na decisão de se tornar de fato uma mulher, os medicamentos irão começar a gerar mudanças físicas femininas em seu corpo.

A cidade de Berkeley, onde Tammy vive, é uma das quatro nos Estados Unidos (Boston, Seatle e Los Angeles são as outras) onde há um hospital com programas para crianças transexuais.

Nota: O que deverá impedir que o mundo se torne uma segunda Sodoma

A virgindade de Maria e os irmãos de Jesus

Os títulos que encimam este assunto têm dado motivo para intermináveis controvérsias entre católicos e protestantes.

Os irmãos são mencionados nas seguintes passagens: Mat. 12:46; 13:55; 28:10 e Marcos 6:3.

Outras duas passagens relacionadas com os irmãos de Jesus e a virgindade de Maria são Mat. 1:25 e Luc. 2:7.

Em Mar. 6:3 lemos: “Não é este o carpinteiro, filho de Maria, irmão de Tiago, José, Judas e Simão? e não vivem aqui entre nós suas irmãs?”

Este versículo já deu origem a muitas conjecturas e continua sendo motivo de acaloradas divergências. Muitos protestantes, baseados neste verso concluem que Maria foi mãe, não apenas de Jesus, mas em virtude de sua união com José, de quatro homens mais e de algumas mulheres, nascidos todos depois de Jesus, que foi o primogênito. É uma realidade inegável que não se encontra nos Evangelhos e em nenhum outro livro da Bíblia nenhuma referência a outros filhos de Maria além de Jesus.

Lucas 2:7. Descrevendo o nascimento de Jesus, usa com referência a Maria, a conhecida frase “ela deu à luz o seu filho primogênito”.

Os defensores de outros filhos de Maria apresentam Mat. 1:25 como prova para assim crerem, especialmente as palavras “conheceu” e “até”. Conhecer é um eufemismo semita para indicar as relações conjugais. Os comentaristas, de modo geral, citando a expressão “até que”, afirmam que Mateus quis especificar o que acontecera (nenhum contato) antes do nascimento de Jesus e não o que se verificou depois. Segundo nossa sintaxe, as palavras “até que” pressupõem o fim de uma situação e o início de uma outra contrária. Outros argumentam que no hebraico e no grego a expressão pode ser usada, mesmo que não haja uma mudança de situação.

O dicionário da Bíblia de João Davis, pág. 288, declara: “O que parece mais razoável e mais natural é que eles eram filhos de Maria depois de nascido Jesus. Que esta teve mais filhos é claramente deduzido de Mat. 1:25; e Luc.2:7 que explica a constante associação dos irmãos do Senhor com Maria”.

Os católicos, começando por S. Jerônimo, sempre solícitos em defenderem o dogma da perpétua virgindade de Maria, afirmam que os chamados irmãos, nas passagens citadas, são na realidade primos de Jesus, filhos de uma irmã de Maria, mulher de Alfeu ou Clopas, segundo João 19:25. A opinião mais defendida desde a antigüidade apoia que esses irmãos eram apenas “primos – irmãos”. Os que apoiam essa idéia alegam que em todas as línguas, mas especialmente naquela falada por Jesus, o termo “irmão” tem uma elasticidade notável; emprega-se para irmão, por parte de pai ou de mãe, primo e também para um parente mais afastado. Apresentam citações bíblicas para provar, que os judeus tinham por costume chamar de irmãos a certos parentes.

A Igreja Católica, desde os primeiros séculos, sempre venerou Maria como virgem em sentido absoluto, antes, durante e depois do nascimento de Jesus. Para nós esse dogma é uma simples tradição, admitida mesmo por alguns comentaristas católicos, como podemos verificar em “Cem Problemas Bíblicos”, pág. 278, Edições Paulinas. É real que tal tradição não teria surgido se os apóstolos tivessem conhecido e mencionado autênticos “filhos” de Maria além de Jesus.

Há uma terceira interpretação, semelhante às mencionadas e que foi defendida também pelos antigos pais da igreja (Orígenes, Eusébio de Cesaréia, Epifânio, Ambrósio e outros), segundo a qual José era viúvo quando se casou com Maria, e os aludidos irmãos e irmãs eram filhos de seu matrimônio anterior, com uma tal Melca ou Esca, chamada por outros Salomé.

Sabemos que os Evangelhos nada dizem com respeito a José, sobre seu estado de viuvez antes de seu casamento com Maria.

Apesar do silêncio dos evangelistas, esta versão é a que deve ser aceita por nós, como nos comprova o Comentário Adventista e o Espírito de Profecia.

“Seus irmãos. Os escritores dos evangelhos tornam claro que esses eram filhos de José em razão de matrimônio anterior. O fato de que Jesus confiou Sua mãe aos cuidados de João (ver S. João 19:26, 27) indica que os ‘irmãos’ (e irmãs) de Jesus não eram propriamente filhos de Maria. Que eles eram mais velhos que Jesus é demonstrado pela atitude deles e seu relacionamento para com o Senhor. Eles tentavam repreendê-Lo e falavam-Lhe com severidade (S. João 7:3, 4) procurando interferir em Sua conduta por outras maneiras. Tais atitudes somente seriam cabíveis a irmãos mais velhos, segundo os costumes da época. Para quem está familiarizado com a vida nas terras bíblicas esse argumento, por si só, parece conclusivo…

“Embora esses ‘irmãos’ não cressem em Jesus naquele tempo (S. João 7:3-5), eles posteriormente O aceitaram e foram contados entre Seus seguidores (ver Atos 1:4)”. – Seventh-Day Adventist Bible, comentário de S. Mateus 12:46

“Seus irmãos, como eram os filhos de José, tomavam o lado dos rabinos.” – O Desejado de Todas as Nações, pág. 86.

“Tudo isso desgostava os irmãos. Sendo mais velhos que Jesus, achavam que Ele devia estar sob sua direção.” – Idem.

O Pastor Juan Ferri defendeu tese idêntica declarando:

1º) Que os chamados “irmãos” mencionados em Mat. 13:55 e Mar. 6:3 não são primos do Senhor.

2º) Que são pessoas diferentes e não os filhos de Maria, esposa de Alfeu, embora tivessem nomes iguais.

3º) Que a única conclusão lógica seria que fossem filhos de um primeiro matrimônio de José, o que é confirmado por antiga tradição.

A seguir apresenta as provas bíblicas, que segundo seu parecer, constituem a base dessa última conclusão. Não as transcreveremos por duas razões:

1º) Não as reputamos essenciais;

2º) Por serem muito extensas. O Pregador Adventista, março-abril de 1949, págs. 3-8.

A Castidade de José

A Igreja Católica, apoiada em idéias defendidas por S. Jerônimo e S. Agostinho, afirma que José se conservara casto não somente depois do seu casamento com Maria, mas também antes dele.

Juan Ferri, no artigo já citado, sustenta a castidade de José após o nascimento de Jesus declarando:

“Vejo nisso nada mais do que a atitude conseqüente de um homem que, desde o momento em que o anjo Gabriel lhe revelara o propósito divino, compreendeu seu dever, aceitando a sagrada incumbência e se limitando a ser o que Deus queria que fosse: o pai legal e mantenedor de Jesus e o esposo legal e mantenedor de Maria …

“A sua união legal com a virgem era requerida somente como uma medida indispensável para que o bom nome daquela santa mulher permanecesse protegido de calúnia e infâmia”.

É bom frisar que ele declara ser esta uma opinião pessoal e não a posição da Igreja.

Conclusões Gerais

Tanto católicos como protestantes têm tomado posições extremadas, para as quais não se acham nenhuma base bíblica.

Não encontramos nada em o Novo Testamento a respeito da eterna virgindade de Maria; se esse fato fosse essencial para o plano da salvação ele seria apresentado.

Em contrapartida os protestantes também não podem, pela Bíblia, apresentar provas convincentes de que os irmãos e irmãs de Jesus fossem filhos de José e Maria. Russell Norman Champlin em seu Novo Testamento Interpretado (I vol. pág. 396) apresenta argumentos, na sua opinião irrefutáveis de que José e Maria tiveram vários filhos. Para mim ao menos, os argumentos não são convincentes.

Em face destas duas posições exageradas, nossa posição devia estar no meio termo: Maria somente deu à luz a um filho, o nosso Salvador; e por ser virgem “antes do parto”, não há nenhuma base para crer que continuasse a sê-lo no parto e depois dele.

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