Evidências Proféticas | blog adventista

31/10/2011

Será que encontrei a pessoa certa?


Quando a vida torna-se equilibrada, se atinge um bom grau de maturidade, a situação financeira vai bem, os amigos se casam e a vontade de morar em um lugar para chamar de seu só aumenta, muitas pessoas comprometidas se questionam: será que encontrei a pessoa certa para dar o próximo passo?

As dúvidas fazem parte da vida. E os pés têm que estar bem firmes no chão antes de assumir um matrimônio, portanto, nada mais justo que questionar-se a respeito dos aspectos que envolvem um compromisso tão sério como este. E, verdade seja dita, quando estamos quase prontos, chegando lá, parece que bate uma ansiedade, uma angústia, uma insegurança tão grande a ponto de questionar até mesmo os sentimentos com relação ao outro.

Nos casais que estão há mais tempo juntos e que servem de inspiração aos mais novos é possível perceber que uma palavrinha faz toda a diferença: amizade. Desses exemplos concluo que as pessoas que consideram seu par seu melhor amigo já encontraram seu parceiro ideal.

Quem é o melhor amigo? Não é aquele que te aprecia do jeito que você é? Que te defende, que ressalta aos outros as suas qualidades? Que dá aquela bronca, quando ninguém está por perto, quando você está fora de si? Que na hora do aperto você chama seu nome? Que é fiel, compreensivo, sábio, dedicado? Que é a melhor companhia, para todas as horas? Que você pode passa horas ao lado e não vê o tempo passar?

Admiração é outro item que conta bastante para o fortalecimento das relações. Mas o que vem antes a admiração ou a amizade? Parece-me que ambas se misturam em algum momento, porque como alguém já disse “ninguém ama aquilo que não conhece”.

Se pensarmos nas características que compõem o que nós classificamos por melhor amigo e as encontrarmos em outras pessoas, que não no nosso namorado, ou namorada, devemos refletir seriamente a respeito de quão prazerosa e saudável é essa relação que estamos. Quem sabe, com trabalho e dedicação, é possível apostar em quem está do nosso lado.

Felizes daqueles que namoram com seus melhores amigos, porque, além da parceria emocional, têm os benefícios físicos da relação. Quando a hora certa chegar não hesite: a convivência no casamento e o passar dos anos vão fortalecer ainda mais os laços de amor e, principalmente, de amizade.

Economia global enfrentará uma nova e mais profunda recessão de empregos

A economia global está prestes a enfrentar uma nova e mais profunda recessão de empregos, que pode causar turbulências sociais em países desenvolvidos, segundo relatório da Organização Internacional de Trabalho (OIT).

A entidade afirma que levará pelo menos cinco anos para que o desemprego seja reduzido aos números de antes da crise e que, em 45 dos 118 países pesquisados, o risco de turbulências sociais vem aumentando.

No relatório World of Work Report 2011, a OIT diz que a estagnação da recuperação econômica já começou a ter um "efeito dramático" em certos mercados de trabalho.

O documento afirma que seria necessária a criação de 80 milhões de novas vagas de trabalho nos próximos dois anos para que o desemprego seja reduzido para os índices de antes de 2008, mas a previsão é que de sejam criados apenas metade destes postos.

"Chegamos à hora da verdade", afirmou Raymond Torres, diretor do instituto de pesquisas da OIT. "Há uma breve janela de oportunidade para que evitemos uma grande queda nos níveis de emprego."


O relatório também avaliou o grau de descontentamento causado pela falta de trabalho e a percepção de que os sacrifícios exigidos pela crise não estão sendo igualmente compartilhados.

O documento afirma que vários países enfrentam a possibilidade de turbulências sociais, especialmente na União Europeia, nas economias desenvolvidas e em nações árabes. Já na América Latina e na África Subsaariana, o risco não se alterou ou diminuiu.

Em 69 dos países com dados disponíveis, a OIT observou um aumento do número de pessoas que consideram que houve uma piora do padrão de vida. E a maioria dos consultados em metade dos 99 países onde foram realizadas entrevistas afirmaram que não confiam em seus governos.

Nos países desenvolvidos, mais de 50% das pessoas manifestaram que não estão satisfeitas com a oferta de empregos qualificados - em países como Grécia, Itália, Portugal, Eslovênia e Espanha, o índice foi superior a 70%.

Nesta segunda-feira, a divulgação de novos dados apontou que o desemprego nos 17 países da zona do euro subiu de 10,1% em agosto para 10,2% em setembro, o maior índice desde junho de 2010. O índice representa mais de 16 milhões de desempregados.

Entre os 27 países da União Europeia, o desemprego subiu de 9,6% em agosto para 9,7% em setembro. O problema é mais grave na Espanha, com 22,6% de desempregados - os países com menores índices são Áustria (3,9%) e Holanda (4,5%). Fonte: BBC

Nascemos com nosso destino traçado?

Em Romanos 9:22-23, Paulo fala em “vasos de ira, preparados para a perdição” e “vasos de misericórdia, preparados de antemão para a glória”. Não seria isso dupla predestinação: uns para a salvação e outros para a perdição?

Devemos nos aperceber de que, em Romanos 9, Paulo trata de dois tipos de predestinação: de papéis ou funções e de caracteres. Analisemos os dois tipos:

1. Predestinação de papéis ou funções - Esse tipo de predestinação é mostrado com o exemplo de Jacó e Esaú, em Romanos 9:11-13: “E ainda não eram os gêmeos nascidos, nem tinham praticado o bem ou o mal (para que o propósito de Deus, quanto à eleição, prevalecesse, não por obras, mas por aquele que chama), já fora dito a ela [Rebeca]: O mais velho será servo do mais moço. Como está escrito: Amei a Jacó, porém Me aborreci de Esaú.” Aqui, Paulo não está falando em “eleição” ou predestinação para a salvação ou perdição, e sim para papéis ou funções no mundo. Jacó, o mais novo, teria um papel mais importante que o do irmão Esaú. Antes do nascimento dos gêmeos, Deus escolheu Jacó para ser o ancestral do Messias. E por que escolheu Jacó e não Esaú? Porque Deus é soberano. Ele escolhe quem quer. Contudo, devemos entender que a escolha soberana de Deus não se dá no vácuo, isto é, por um mero capricho. Em Sua presciência, Deus sabia que tipo de pessoa seria Jacó: mesmo tendo sido enganador algumas vezes, ele “lutaria com Deus” e consigo mesmo para ser uma pessoa melhor e diferente. Sua luta com Deus no vau do ribeiro Jaboque (Gn 32:24-32) foi o momento de seu arrependimento e conversão, tanto que teve seu nome mudado de Jacó, enganador, para Israel, príncipe de Deus. Desse modo, Jacó se tornou habilitado para ser ancestral do Messias, e Jesus nasceu de sua família. Por esse papel destacado na história, Jacó se tornou um “vaso de honra” (Rm 9:21).

Já Esaú, por ter sido “impuro” e “profano” (Hb 12:16), não foi escolhido para o importante papel de ancestral de Cristo. Contudo, ele ainda poderia ser salvo, se assim o desejasse. A escolha de seu irmão Jacó para um papel de destaque não significava que ele, Esaú, devesse perder sua salvação. Esaú e seus descendentes, os edomitas, não tiveram a mesma importância histórica que tiveram Jacó e os israelitas. Foram ”vasos para desonra”, ou “vasos com menos honra” (Rm 9:21). Mas deve-se lembrar de que um vaso “para desonra” ou “menos honra”, como uma lixeira, por exemplo, não é menos útil que um “vaso para honra”, como um vaso para flores, por exemplo. Vasos “para honra” ou “para desonra” não têm nada que ver com salvação ou perdição, e sim com posições de maior ou menor destaque no mundo.

2. Predestinação de caracteres - Esse tipo de predestinação é apresentado pela figura de dois tipos de vasos: “vaso de ira” e “vaso de misericórdia”. “Que diremos, pois, se Deus, querendo mostrar a Sua ira e dar a conhecer o Seu poder, suportou com muita longanimidade os vasos de ira, preparados para a perdição, a fim de que também desse a conhecer as riquezas de Sua glória em vasos de misericórdia, que para a glória preparou de antemão, os quais somos nós, a quem também chamou, não só dentre os judeus, mas também dentre os gentios?” (Rm 9:22-24). Esse tipo de predestinação indica que Deus “predestinou”, ou “determinou”, que quem tiver um caráter justo se salvará e quem tiver um caráter mau se perderá. Note que é o tipo de caráter que é predestinado, e não pessoas. Cada pessoa é livre para escolher que tipo de caráter irá desenvolver. Quem (pelo poder de Deus) desenvolver um caráter justo será salvo, tornando-se “vaso de misericórdia”. E quem, ao contrário, desenvolver caráter mau se perderá, tornando-se, assim, “vaso de ira”. A esta altura de nossa análise, é importante deixar bem claro que os vasos não devem ser ”misturados”, isto é, “vaso de honra” não é o mesmo que “vaso de misericórdia”, nem “vaso de desonra” o mesmo que “vaso de ira”. Os vasos “para honra e para desonra” têm que ver com maior ou menor destaque na história, e é Deus quem escolhe; os vasos “para ira e para misericórdia” têm que ver com o tipo de caráter que poderá resultar em perdição ou salvação, e são as pessoas que escolhem que tipo de vaso desejam ser, ou que caráter irão desenvolver.

Pelas informações bíblicas, vemos que Jacó tanto foi um ”vaso de honra” (pela escolha divina) quanto um “vaso de misericórdia” (por sua escolha em se arrepender e mudar de vida). Ele teve papel destacado no mundo, tornando-se ancestral de Cristo, bem como estará, como “vaso de misericórdia”, entre os salvos (ver sua menção entre os heróis da fé, em Hebreus 11:21, 22). Já seu irmão Esaú, além de ter sido um “vaso para desonra” (ou menos honra), ou seja, não ter tido papel de destaque no mundo, pelo seu caráter “impuro e profano” (Hb 12:16), tornou-se também um “vaso de ira” e, a menos que tenha se arrependido antes de morrer, estará entre os perdidos.

Nosso papel no mundo (de maior ou menor destaque) depende, em grande medida, dos dons ou habilidades naturais com os quais Deus nos dotou ao sermos gerados e das oportunidades que Ele nos propicia ao longo da vida. Essa decisão é dEle. Nossa parte é desenvolver ao máximo essas potencialidades. Mas não nos esqueçamos: todos são úteis, com muita ou pouca honra, com maior ou menor destaque. Mas, quanto à salvação ou perdição, podemos escolher se vamos ser “vasos de misericórdia” ou “vasos de ira”. O tipo de caráter desenvolvido determinará se estaremos entre os salvos ou entre os perdidos. Você já fez sua escolha? -

Por Ozeas C. Moura, doutor em Teologia Bíblica e professor de Teologia no Unasp, campus de Engenheiro Coelho, SP. Publicado na RA de Ago/2010. / Sétimo Dia

STJ autorizou o primeiro casamento civil entre um casal homossexual

O Superior Tribuna de Justiça (STJ) autorizou o primeiro casamento civil entre um casal homossexual na terça-feira (25). Quatro dos cinco ministros da quarta turma do tribunal decidiram autorizar o casamento de um casal de gaúchas que vivem juntas há cinco anos e desejam mudar o estado civil.

O casal já havia recorrido ao Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, que julgou improcedente a ação, levado as gaúchas a recorrerem à instância superior, depois de terem a autorização para seu casamento recusada por um cartório.

Apesar da decisão do STJ não poder ser aplicada a outros casos, abre um precedente e cria jurisprudência, podendo estimular outros casais gays a fazerem a conversão entre a união estável para um contrato de casamento civil. Esta é a opinião do professor da Universidade Federal de Goiás (UFG) Luiz Mello, que falou ao Jornal do Brasil.

O julgamento, que se iniciou na semana passada, teve a decisão de quatro dos cinco ministros da quarta turma do STJ favorável à união civil, mas o ministro Marco Aurélio Buzzi fez um pedido de vista ao processo, de forma a ter mais tempo para analisar a questão.

Nesta terça-feira ele finalmente proferiu seu voto, em favor do casamento.

Segundo o G1, Buzzi destacou que o Código Civil, que disciplina o casamento entre heterossexuais, "em nenhum momento" proíbe "pessoas de mesmo sexo a contrair casamento".

Houve uma reviravolta durante o processo no STJ. O ministro Raul Araújo Filho, que havia se manifestado a favor na primeira parte do julgamento, mudou seu voto, contra o casamento.

Ele justificou que não cabe ao STJ analisar o caso, mas sim ao STF, argumentando que o casamento civil não é um mero "acessório" da união civil.

"Não estamos meramente aplicando efeito vinculante da decisão do STF, mas sim dando à decisão uma interpretação que não podemos fazer", alegou.

As diferenças entre as duas entidades são claras: a união estável acontece a partir da convivência entre o casal então possui formalidades; já o casamento civil é um contrato jurídico-formal estabelecido entre duas pessoas, segundo a publicação.

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