Evidências Proféticas | blog adventista

11/11/2011

A arte de esperar

O salmista afirmou: “Esperei confiantemente pelo Senhor; Ele Se inclinou para mim e me ouviu quando clamei por socorro” (Sl 40:1)

Uma das principais características do povo de Deus é a espera pela vinda de Jesus. Sendo assim, talvez seja prudente conhecermos alguns princípios que nos ajudam a compreender a importância da arte de esperar. Isso se faz necessário porque a espera parece amplificar o tempo, tornando-o mais lento do que é de fato. Quando estamos com fome, trinta segundos em frente ao micro-ondas podem parecer bem mais do que isso e, quando estamos atrasados, esse mesmo tempo de espera diante de um semáforo fechado dura uma eternidade!

A primeira verdade que precisamos compreender sobre a arte de esperar é que o tempo de espera não é um período em que nada acontece. O salmista nos lembra que, enquanto esperamos, Deus Se inclina para ouvir nosso clamor, como um pai amoroso se inclina sobre o berço do filho, para lhe acalmar o choro. Por isso, esperar é um tempo solene e necessário, durante o qual a criatura dá oportunidade à ação do Criador.

De fato, convivemos com o exercício da espera desde que nascemos. Aliás, esperar é o prenúncio do próprio nascimento. Mas é também um dom que se aperfeiçoa em nós ao longo do tempo. Você já percebeu como os adolescentes parecem nunca ter tempo para nada? Em geral, são ansiosos e afoitos, como se não lhes restasse muito tempo de vida, ao passo que os idosos carregam em suas atitudes a serenidade e paciência de quem reconhece que tem a eternidade pela frente; isso porque esperar é também um exercício de confiança. Quando marcamos encontro com alguém que não conhecemos, um eventual atraso dessa pessoa nos cerca de dúvidas e insegurança. Mas se o encontro é com um amigo em quem confiamos, repousamos sobre a certeza de que, ainda que pareça demorar, ele virá.

Atitude durante a espera – Talvez a questão seja: O que podemos fazer enquanto esperamos? Sonhar? Fazer planos? Talvez devamos seguir o exemplo da moça que imagina como será a festa do seu casamento e escolhe a cor das flores que ornamentarão a igreja. Planeja quantos filhos terá e já sabe até o nome que dará a cada um deles. Tudo isso acontece enquanto espera pelo namorado que Deus ainda está preparando para ela. O ato de esperar também está relacionado às nossas expectativas, não só quanto às pessoas que esperamos mas quanto ao que esperamos delas e ao que julgamos que elas esperam de nós. Quando algum amigo não atende às minhas expectativas, costumo brincar dizendo que a culpa não é dele, porém minha, pois espero demais das pessoas. E há um fundo de verdade nisso, porque esperar tem tudo a ver com nossas expectativas.

O conceito que temos sobre nós mesmos determina em grande parte o modo com que lidamos com o tempo da espera. Quem acha que nasceu pronto interpreta o ato de esperar como um período de desgaste e de envelhecimento natural. Para ele, viver é simplesmente esperar a morte chegar, mas quem deseja crescer ao longo da vida compreende a espera como uma etapa necessária ao processo de desenvolvimento pessoal.

Mais do que isso, a espera é um ritual que valoriza o acontecimento, pois os preparativos e as alegrias que antecedem o dia da festa podem ser tão bons quanto a própria festa. Afinal, esperar é também desejar. A intensidade do nosso desejo estabelece a importância do objeto de nossa espera, uma vez que esperar é reconhecer as necessidades que temos. Aqueles que julgam não precisar de mais nada, também não têm muito que esperar, enquanto os que admitem suas carências esperam com todas as forças do coração.

A natureza nos ensina muitas lições sobre a arte de esperar, motrando-nos que a espera produz frutos melhores. Se colhermos um abacate ainda verde, o envolvermos em folhas de jornal e o guardarmos numa gaveta, ele amadurecerá, mas se o deixarmos no abacateiro, sob a luz da lua e o olhar das estrelas, ele certamente se tornará bem mais saboroso. O período de espera corresponde ao tempo de maturação necessária. Se ainda não fomos abençoados com aquilo que temos esperado por muito tempo, isso não significa que a bênção não esteja pronta para nós. O mais provável é que ainda não estejamos preparados para ela.

É como a ilustração da lagarta que tenta se desvencilhar do casulo enquanto é observada por um menino ansioso. Querendo ajudá-la a se libertar mais depressa, o garoto corta o casulo, mas a lagarta não consegue voar, porque suas asas ainda não estão totalmente formadas. Por causa de sua ansiedade, o menino não testemunhará o surgimento da borboleta, e ela, por sua vez, nunca experimentará o privilégio de voar. Esperar é não se precipitar. É investir no futuro, e o mercado financeiro nos mostra que, quanto mais longo for o prazo do investimento, tanto maior será o retorno que ele nos oferecerá. Aqueles que esperam resultados rápidos, plantam alface. Os que preferem resultados mais duradouros, plantam árvores, mas os que almejam resultados eternos, lançam sementes para a eternidade.

Prontidão – Enquanto esperamos, precisamos estar atentos. Há algumas coisas na vida que não têm hora marcada para acontecer, e outras simplesmente não sabemos quando ocorrerão. É como o indivíduo que está esperando o ônibus no ponto e não sabe quando ele passará. Depois de longo tempo de espera, ele resolve tirar um cochilo justamente no momento em que o ônibus está quase chegando. O sucesso ou fracasso de alguém não é determinado pelo tempo que ele gasta esperando, mas por seu nível de preparo quando a espera terminar. É por isso que esperar é perseverar.

O evangelista João nos diz que Jesus “veio para o que era Seu, e os seus não O receberam” (Jo 1:11). Durante séculos esperaram o Messias e, quando Ele veio, não estavam preparados para recebê-Lo. Alguns se cansaram de esperar e outros não O esperaram do modo correto. Alguns esperavam outro tipo de Messias e muitos gostaram tanto da ideia de esperar que continuam esperando Sua primeira vinda até hoje…

O tempo de espera pode ser longo, mas não precisa ser de sofrimento. Esperar é descansar e ser feliz, é saber que, na plenitude do tempo, a espera findará. Porém, não podemos nos acomodar enquanto esperamos. A espera é um tempo de ação, de motivação e não de estagnação. Quem disse que precisamos ficar parados enquanto esperamos? Esperar é buscar, ir ao encontro e ansiar pela chegada. É também se preparar para o momento. Se alguém diz que virá me visitar na próxima semana, desde já começo a me preparar… Preparar a casa, a mesa e o coração. Quanto mais importante a pessoa aguardada for para mim, mais prazeroso será para mim o tempo de espera.

Esperar é ter paciência. Não é à toa que as pessoas que, durante horas, aguardam atendimento nos corredores dos hospitais, ou que esperam longos anos nas filas de transplantes são chamadas de “pacientes”. Mas esperar é também estar de prontidão, como os hebreus que, por orientação divina, aguardaram a libertação com os “lombos cingidos, sandálias nos pés e cajado na mão” (Êx 12:11). É saber que a oportunidade é um cavalo que só passa encilhado uma vez. Ele poderá até passar novamente, mas então precisará ser montado no pelo, o que é bem mais difícil e arriscado.

Se por um lado o abacate deve amadurecer no abacateiro, da mesma forma precisamos estar atentos ao tempo de maturação, para que ele não apodreça na árvore nem seja devorado pelas aves ou venha a cair de maduro.

Esperar é não se desesperar. Certamente, essa é a diferença mais gritante entre o funeral de um crente e o de um descrente. A dor, a perda, a saudade e a separação são as mesmas, porém a atitude é diferente, porque, ao redor de um caixão, estão reunidas pessoas que esperam pela vida, pela salvação, esperam ansiosamente a manhã da ressurreição, esperam confiantemente no Senhor, enquanto, ao redor do outro, se encontram pessoas angustiadas e desesperadas. Tudo isso porque esperar é a arte de ter esperança. Entre todas as definições de espera, essa é a que mais me fascina.

Só há uma experiência mais difícil do que esperar: é a aflição de ser esperado. Quando estamos sendo aguardados, o sinal vermelho fica mais demorado e o “micro-ondas” parece ainda mais lento. Só o ponteiro do relógio caminha mais depressa quando somos esperados. Você já pensou em como Jesus Se sente ao saber que está sendo ansiosamente aguardado? Já imaginou Sua aflição ao ouvir o clamor de Seus filhinhos? Já pensou que, enquanto O esperamos, podemos compartilhar nossa esperança com outros tantos que não têm em quem esperar?

Somos convidados a ser amigos de esperança. Por isso, precisamos viver de tal modo que as pessoas que nos encontram reconheçam em nós um povo que, de fato, conhece a arte de esperar. Que elas, por nossa influência, estejam do nosso lado, de cabeça erguida, olhando para o céu e exclamando: “Este é o nosso Deus, em quem esperávamos, e Ele nos salvará” (Is 25:9). 

Irã responderá 'com toda força' a qualquer agressão

O Irã vai responder "com toda a sua força" a qualquer agressão militar por parte dos Estados Unidos ou de Israel, afirmou nesta quinta-feira (10) o guia supremo iraniano, o aiatolá Ali Khamenei, em um discurso diante de oficiais do exército.
"Os inimigos, em particular os Estados Unidos, seus vassalos e o regime sionista devem saber que a nação iraniana não quer agredir nenhum país, mas responderá com toda a sua força a qualquer agressão ou inclusive a qualquer ameaça, de modo que os agressores serão destruídos desde o seu interior", disse o aiatolá, segundo seu site.

"Quem pensar em uma agressão contra a República Islâmica do Irã deve se preparar para receber poderosos golpes e os punhos de aço do exército, dos Guardas da Revolução ou dos Basij (milícia islâmica)", acrescentou.

Autoridades iranianas esgrimiram nos últimos dias a ameaça de um ataque militar contra o Irã, num momento em que a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) expressou na terça-feira "sérias inquietações" sobre uma "possível dimensão militar" do programa nuclear iraniano.

O Irã é acusado há vários anos pelos ocidentais de querer se dotar de uma arma atômica, o que Teerã desmente categoricamente. Fonte: G1

Líderes religiosos de Israel visitam o Papa

(10/11/2011) Bento XVI recebeu nesta quinta feira no Vaticano uma delegação do conselho de chefes religiosos de Israel

O conselho inclui, entre outros, o rabino-chefe de Israel, Yonah Metzger; o patriarca latino de Jerusalém, D. Fouad Twal e o chefe dos Imãs muçulmanos, Mohamad Kiwan.

Durante a audiência, Bento XVI recordou a importância hoje em dia do diálogo entre as diversas religiões e a responsabilidade que toca aos líderes religiosos na rejeição do uso da violência e na promoção da justiça e da paz.

“Nos nossos conturbados tempos, o diálogo entre as diferentes religiões está-se a tornar cada vez mais importante para suscitar uma atmosfera de mútua compreensão e respeito, que possa conduzir à amizade e a uma sólida confiança de cada um nos outros”.

O Papa considera “premente” este diálogo, por maioria de razão para os líderes religiosos da Terra Santa, lugar “cheio de memórias sagradas para as nossas tradições”, mas que se encontra “quotidianamente confrontado com as dificuldades de conviver em harmonia”. 

Retomando as reflexões propostas há duas semanas no Encontro de Assis, Bento XVI distinguiu dois tipos de violência que muitas vezes caracterizam a nossa sociedade: aquela que é exercida em nome da religião e aquela que provém da negação de Deus. 

“Nesta situação, como líderes religiosos, estamos chamados a reafirmar que a relação com Deus, corretamente vivida, é uma força para a paz. Trata-se de uma verdade que há-de adquirir cada vez mais visibilidade no modo como cada um convive com os outros no dia a dia. 

Referindo-se concretamente à situação que se vive na Terra Santa, Bento XVI sublinhou que “a justiça, juntamente com a verdade, o amor e a liberdade, constitui uma exigência fundamental para uma paz perdurável e segura, no mundo”. Em todo o caso – recordou ainda o Papa - o “movimento para a reconciliação requer coragem e visão, assim como confiança no próprio Deus, que nos mostra este caminho”. Sem a força que d’Ele provém não se consegue atingir esse objetivo. 

Para além da audiência com o Papa, os responsáveis pelas comunidades religiosas israelitas encontraram-se também com o cardeal Leonardo Sandri, prefeito da Congregação para as Igrejas Orientais, e com o cardeal Kurt Koch, presidente do Conselho Pontifício para a Promoção da Unidade dos Cristãos.

Após a audiência com o Papa, a delegação de líderes religiosos de Israel falou aos jornalistas, na sede da Rádio Vaticano.

Lei que proibia casamentos homossexuais em igrejas será revogada

A lei que proibia que homossexuais solicitassem uma cerimônia de casamento em igrejas na Inglaterra, será revogada no dia 05/12/2011, segundo informações do jornal Daily Mirror. Com isso, o Governo inglês afirma que a expectativa é de que por ano, 750 casais homossexuais troquem alianças em templos. O anúncio dessa medida foi feito pela Subsecretária para a Igualdade, Lynne Featherstone.

O Primeiro-Ministro inglês, David Cameron declarou que o matrimônio é um “valor dos conservadores”, e que acredita nos casamentos gays. A média de casamentos no país, entre heterossexuais é de 5.500 por ano.

A lei que permite a união entre pessoas do mesmo sexo está em vigor desde 2005 na Inglaterra e proporciona os mesmos direitos civis a esses casais, porém, proibia o uso de igrejas para as cerimônias de casamentos gays. Com a queda da proibição, as Igrejas não se tornam obrigadas a fazer as cerimônias, porém diversas Igrejas consideram a possibilidade de abrir as portas para que essas uniões sejam feitas nos templos.

A Igreja Católica e a Igreja Episcopal Anglicana da Inglaterra demonstram estar divididas sobre a questão, embora exista forte resistência de alguns líderes dessas igrejas. Segundo o Gospel Prime, em 2010, cinco Bispos Anglicanos divulgaram no jornal “The Times” uma Carta Aberta afirmando que os casais homossexuais não pudessem realizar suas cerimônias de casamento nas igrejas, uma vez que os direitos civis já eram garantidos.

Após a consagração em 2003 de um gay assumido ao posto de Bispo, a Igreja Anglicana vem promovendo debates intensamente sobre a questão da homossexualidade. Rowan Williams, maior liderança da Igreja Anglicana, recentemente concordou com a prática e anunciou novas medidas a respeito do assunto, que foram consideradas ousadas.

A Subsecretaria para a Igualdade afirmou que o “governo está avançando para oferecer a igualdade para os que pertencem a grupos homossexuais”. Lynne ressaltou que as igrejas não são obrigadas a nada: “nenhuma confissão religiosa é forçada a aceitar, mas agora existe a opção para aqueles que desejarem fazer isso. Trata-se de um marco importante”.

Os críticos da medida anunciada afirmam que o Primeiro-Ministro só irá revogar a lei porque seu mandato vem perdendo apoio de integrantes da comunidade gay inglesa.

Nota: E por aí vai Babilônia...

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