Evidências Proféticas | blog adventista

30/11/2011

Conselho da Europa debateu importância da dimensão religiosa

Lisboa, 29 nov 2011 (Ecclesia) – O Conselho da Europa promoveu um encontro de dois dias sobre a “dimensão religiosa no debate intercultural”, que hoje se concluiu no Luxemburgo, destacando o papel das comunidades de crentes na construção do “bem comum”.

Na abertura dos trabalhos, o secretário-geral da organização, Thorbjorn Jagland, afirmou que “a religião pode ser uma força positiva e poderosa para a coesão social, permitindo a comunidades de diferentes origens um trabalho pelo bem comum, em consonância com as suas crenças”.

A iniciativa decorreu na abadia de Neumunster, sob a coordenação do Comité de Ministros do Conselho, juntando representantes de comunidades religiosas, profissionais da comunicação social, peritos, académicas, membros de ONG’s e representantes de organizações internacionais.

A Santa Sé foi representada pelo seu observador permanente junto do Conselho da Europa, D. Aldo Giordano, e pelo padre Laurent Mazas, do Conselho Pontifício para a Cultura, acompanhados pelo sacerdote português Duarte da Cunha, secretário do Conselho das Conferências Episcopais Europeias.

No Luxemburgo estiveram ainda líderes ortodoxos, judaicos, muçulmanos e representantes de movimentos ateístas.

Em declarações à Rádio Vaticano, D. Aldo Giordano afirma que “nos últimos anos, as instituições internacionais tomaram consciência da importância do papel das religiões para os povos e para as culturas”.

Os representantes dos media discutiram o equilíbrio entre a busca pela liberdade de expressão e o respeito pela diversidade cultural e religiosa.

Para o observador permanente da Santa Sé, “os media são hoje essenciais, por um lado para fazer compreender as religiões e favorecer o diálogo” e, por outro, “têm uma responsabilidade enorme, porque pode ser também o lugar em que se criam os maiores problemas”.

O Conselho da Europa, com sede em Estrasburgo, foi criado em 1949, no final da II Guerra Mundial com o intuito de promover a defesa do Direitos Humanos e concluir acordos à escala europeia para alcançar uma harmonização das práticas sociais e jurídicas em território europeu.

Hoje, o Conselho da Europa é a maior e mais antiga organização intergovernamental com carácter político, integrando 47 países, incluindo todos os Estados-membros da União Europeia.

Fonte: Ecclesia

Nota: A história comprova: política + religião maculada = falso sistema de adoração

China quer melhorar relações com Vaticano

A China disse nesta terça-feira que quer melhorar suas relações com o Vaticano, com quem não mantém vínculos desde 1951, em assuntos como a ordenação de bispos, um dos aspectos de maior tensão entre Roma e Pequim, apesar de alguns acordos feitos.

"A China é sincera sobre seu desejo de melhorar as relações com o Vaticano e gostaria que isso acontecesse de acordo com uma série de princípios", afirmou em entrevista coletiva Hong Lei, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do país, ao ser perguntado por uma nova ordenação estipulada entre Pequim e Roma.

Hong explicou que nos últimos anos, com o objetivo de facilitar a evangelização, a China ordenou um grupo de bispos "para promover a boa saúde do catolicismo chinês".

Embora muitas dessas ordenações tenham causado tensões entre ambos os Estados por não receberem o sinal verde do papa - o qual não é reconhecido pelo Partido Comunista que governa a China desde 1949 -, nos últimos cinco anos houve acordos.

Uma dessas nomeações estipuladas será feita nesta quarta-feira, com a ordenação de Peter Luo Xuegang como bispo auxiliar de Yibin, na província de Sichuan.

A ordenação de Luo contaria com o sinal verde do papa, segundo a "Asia News", uma agência de notícias próxima ao Vaticano.

Mas Pequim exigiu ainda inclusão de um bispo que foi nomeado pela Igreja Católica Patriótica (controlada pelo Partido) e excomungado pelo Vaticano, Paul Lei Shiyin, atual presidente dos católicos chineses, de acordo com a mesma fonte.

O porta-voz da Igreja Patriótica da China não estava disponível nesta terça-feira para confirmar esse acordo sobre uma nomeação, embora em ocasiões anteriores tenha afirmado à Agência Efe que Pequim mantinha um contato discreto com Roma para nomear bispos e amenizar um dos principais motivos de conflito entre ambos os Estados.

O Vaticano e a China não mantêm relações diplomáticas desde 1951 e, para retomá-las, Pequim exige que a Santa Sé rompa previamente com Taiwan e não interfira nos assuntos internos chineses.

Dados oficiais chineses indicam que nesse país há 6 milhões de católicos, embora o número real possa ser o dobro se forem incluídos os fiéis que reconhecem a autoridade de Roma e que, por esse motivo, são considerados clandestinos.

Em 2010, o vice-presidente e porta-voz da Igreja Patriótica Católica da China, Anthony Liu Bainian, afirmou a Efe que esperava que durante o Pontificado de Bento XVI'' "a China e o Vaticano estabelecessem relações".

Fonte: Terra

Nota: Ferida curada! Próximo passo...

29/11/2011

"Se a Europa não muda, terá de haver uma revolução"

"Se a Europa não muda, terá de haver uma revolução", diz Mário Soares, numa entrevista publicada nesta terça-feira pelo jornal i, a propósito do livro que o antigo Presidente e primeiro-ministro português vai lançar na quarta-feira.

"Um Político Assume-se" é o título desse livro do dirigente socialista que, na entrevista em causa, assinala que a Europa "está numa crise profundíssima", culpando o que considera ser a colonização da política europeia pelo neoliberalismo. 


"A União Europeia está desorientada. Dantes era constituída por duas grandes famílias políticas: os socialistas e os democratas-cristãos que seguiam a doutrina social da Igreja. Hoje não há democratas-cristãos, ou quase não há, porque já não seguem a doutrina social da Igreja, seguem o neoliberalismo, tendo o dinheiro como principal valor".


Também os socialistas europeus se entregaram a esta ideologia, considera Soares, atribuindo ao antigo primeiro-ministro britânico, Tony Blair, uma "influência maléfica", porque "convenceu bastantes partidos socialistas europeus a converterem-se à 'terceira via'".


"O dilema que existe hoje já vem de há dois ou três anos: ou mudam o modelo de desenvolvimento ou todos os Estados europeus vão entrar numa decadência profunda", sustenta Mário Soares, que já foi também deputado europeu em Bruxelas.


O atual primeiro-ministro português, Pedro Passos Coelho, é ele próprio um neoliberal cujo governo acolhe os conselhos da troika "como se fossem ordens", critica Soares, apontando que "esse é o mal". "A troika, como diz, bem, o presidente do BPI [Fernando Ulrich], é um conjunto de tecnocratas de quinta ou sétima linha, que julgam poder governar por nós. Alguém aceitará que tecnocratas estrangeiros governem o nosso país? Mas por que carga de água?", questiona o histórico militante e fundador do PS.


Apesar disso, Soares diz que simpatiza com Pedro Passos Coelho, com quem tem "almoçado e conversado". "Tenho apreço por ele", mas ideologicamente pertence a uma família política diferente. "É um neoliberal. Acho que o neoliberalismo, nos últimos anos, tem sido a desgraça do planeta. Temos de mudar de paradigma, espero que pacificamente. Da mesma maneira que o colapso do comunismo nos trouxe uma aura de liberdade, tem de suceder com o neoliberalismo. Que é hoje uma ideologia esgotada".


Soares tem igualmente "alguma esperança" numa "revolução pacífica" e na "ruptura profunda" na organização da Europa que, para subsistir ", não pode deixar de ser uma federação democrática". "É verdade que estão a nomear primeiros-ministros não eleitos. É grave. Digamos que foi em casos de emergência. Mas vão ter, queiram ou não, de mudar", argumenta o político que ajudou a negociar a entrada de Portugal na então Comunidade Econômica Europeia. "Se não mudam, vai ser terrível. Não só para nós como para o resto do mundo. E não sabemos onde podemos parar. Se for assim, terá de haver uma revolução."

Fonte: Público (Portugal)

Nota: Observem este discurso como está alinhado com as idéias de Bento XVI e seus colaboradores. Ao contrário do que pensa Soares, o povo de Deus sabe onde vai parar: nas mansões celestiais ao lado de Jesus.


Novo “kit gay” é proposto pelo ministro da educação à presidente Dilma

O ministro da educação Fernando Haddad propôs a seis meses atrás o chamado “kit gay”, que foi vetado pela presidente Dilma, que o considerou inadequado. Agora ele volta com a proposta de um novo kit, que segundo o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) contaria, inclusive, com cotas para professores gays em concursos da rede pública de ensino.

Bolsonaro afirma, segundo o R7, que o kit que seria distribuído sem que a Câmara dos Deputados fosse chamada ao debate sobre a pertinência do material levaria cartilhas, cartazes e vídeos para 6.000 escolas do ensino público. O parlamentar afirma que o material apelidado por ele de “kit gay 2”, “é muito pior do que o primeiro”.

O parlamentar do PP carioca chegou a questionar a sexualidade da presidente Dilma na semana passada : “Se gosta de homossexual, assuma. Se o seu negócio é amor com homossexual, assuma, mas não deixe que essa covardia entre nas escolas do primeiro grau”, disse Bolsonaro ao falar do “kit gay”.

Diversas lideranças religiosas se colocam contra a distribuição do kit nas escolas, entre elas o Pastor Silas Malafaia, que pede para que os evangélicos façam uma acirrada campanha contra a candidatura de Haddad à prefeitura de São Paulo. Segundo Malafaia, o kit não é para proteger, e sim para se ensinar o homossexualismo.

Em sua possível saída para disputar a prefeitura de São Paulo, o ministro Haddad (autor da ideia do “kit gay”) pode ser substituído no ministério da educação por Marta Suplicy, que a algum tempo atrás foi manchete por sua polêmica frase “relaxa e goza” quando falava da crise aérea no Brasil. Fonte: Gospel +

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