Evidências Proféticas | blog adventista

02/12/2011

Evidências - Curiosidades Bíblicas II

No último programa você pôde acompanhar conosco várias curiosidades acerca da Bíblia. Vimos as origens da palavra Bíblia conectada à produção do papiro, uma das mais antigas formas de papel vegetal criadas inventada pelos egípcios também acompanhamos a trajetória de Gutenberg e a publicação da primeira Bíblia impressa em cerca de 1450 na Alemanha no programa de Hoje vamos dar continuidade à esta série de informações curiosas acerca da Palavra de Deus. Bem, como já dissemos a Bíblia é uma coleção de pequenos livros escrita por aproximadamente 40 autores que levou 1600 anos para ficar completa com seus atuais 66 livros.



Assista ao vídeo abaixo:

Games violentos alteram funções cognitivas e emocionais em 7 dias

Os videogames violentos alteram as funções cognitivas e emocionais do cérebro de jovens em apenas uma semana, segundo dados apresentados nesta quarta-feira pela Sociedade Radiológica da América do Norte (RSNA, na sigla em inglês).

"Pela primeira vez percebemos que uma amostra aleatória de jovens adultos evidencia menos ativação em certas regiões frontais do cérebro depois de uma semana jogando em casa", disse o professor Yang Wang, pesquisador da Universidade de Indiana.

O estudo, que utilizou os dados procedentes de ressonâncias magnéticas, submeteu à análise 22 homens entre 18 e 29 anos, que foram separados em dois grupos iguais.

Um grupo jogou videogames de tiro em primeira pessoa durante 10 horas ao longo de uma semana para na seguinte não jogar, enquanto o outro grupo se manteve isento desta rotina durante esses 14 dias.

Para obter dados comparativos, os indivíduos que jogaram durante a primeira semana foram submetidos a uma ressonância magnética enquanto realizavam várias tarefas.

Este grupo mostrou uma menor ativação do lóbulo frontal inferior ao realizar as provas emocionais com palavras de ações violentas e não-violentas, e também uma redução da atividade no córtex na hora de desempenhar tarefas numéricas. Na semana seguinte, livre dos games, essas mudanças cerebrais diminuíram.

Segundo o professor Wang, os resultados demonstram que os jogos violentos têm um efeito a longo prazo nas funções cerebrais. 

Fonte: UOL

Nota: Esta é uma das inúmeras estratégias de Satanás para enfraquecer a mente das pessoas e colocar suas idéias maléficas.

01/12/2011

Restam dez dias à zona euro, no máximo.

Se não forem tomadas medidas drásticas, a zona euro poderá desintegrar-se muito em breve.

Em quase todos os debates em que participei sobre a zona euro há sempre alguém que diz que os políticos só decidem agir quando as coisas ficam realmente complicadas: ‘eurobonds', monetização da dívida, alívio quantitativo e por aí fora. Não estou assim tão certo. O argumento ignora o problema de uma acção colectiva extrema.

A semana passada, a crise atingiu um novo patamar qualitativo. Com o espectacular fiasco do leilão de dívida alemã e a alarmante subida dos juros a curto prazo em Espanha e Itália, o mercado de dívida pública da zona euro paralisou. O sector bancário também está falido. Partes importantes da economia da zona euro não têm acesso ao crédito, o que significa que está sujeita à fuga dos investidores globais e a uma corrida aos bancos por parte dos seus cidadãos.

Esta erosão massiva da confiança também destruiu o principal alicerce da estratégia de resgate. O Fundo Europeu de Estabilidade Financeira (FEEF) deve o seu poder de fogo às garantias dos seus accionistas. À medida que a crise alastra a França, Bélgica, Holanda e Áustria, o FEEF é igualmente vítima do contágio. Se não forem tomadas medidas drásticas, a zona euro poderá desintegrar-se muito em breve.

Tecnicamente falando, é possível resolver o problema, muito embora as opções sejam cada vez mais limitadas. A zona euro tem de tomar três decisões o quanto antes, uma vez que se acabou o tempo das respostas evasivas.

Primeiro, o Banco Central Europeu (BCE) tem de aceitar prestar algum tipo de apoio, seja através de uma garantia ilimitada de um spread máximo para os títulos de dívida ou de um apoio ao FEEF, juntamente com medidas radicais para aumentar a liquidez a curto prazo no sector bancário, pondo termo à ameaça de falência imediata.

Segundo, é necessário estabelecer um calendário claro para as ‘eurobonds'. A Comissão Europeia apelida-as de "obrigações de estabilidade" (stability bonds), o que a meu ver é um sério candidato a eufemismo do ano. Há várias propostas sobre a mesa e pouco importa o nome que se lhes dá. Importa, sim, que seja uma responsabilidade assumida conjuntamente e com o máximo de credibilidade possível. É preciso pôr fim à insensatez das garantias transnacionais, porque em vez de contribuírem para resolver a crise são o seu principal meio de propagação.

Terceiro, é preciso avançar para uma união orçamental. Isto implicaria a perda parcial da soberania nacional e a criação de um enquadramento institucional credível para lidar com a política orçamental, assim como para gerir um leque de questões relevantes ao nível da política económica. A zona euro precisa de um Ministério das Finanças com ‘staff' a preceito e não de uma coordenação ‘ad hoc' do Conselho Europeu entre a sobremesa e o café.

Consta que estão a decorrer conversações exploratórias sobre um pacote de compromissos que integra as três questões acima referidas. Se houver acordo na cimeira europeia de 9 de Dezembro, a zona euro poderá sobreviver. Caso contrário, espera-a um fim violento. O risco de uma longa recessão, senão depressão, é real, mesmo na eventualidade de uma desintegração. Por isso, e apesar de o Conselho Europeu poder chegar a um acordo sobre esta agenda particularmente ambiciosa, os seus líderes teriam de continuar a superar-se a si próprios nos próximos meses e anos.

Quais são as probabilidades de se alcançar um acordo desta natureza? A cada semana que passa, os custos políticos e financeiros de resolução da crise tornam-se cada vez mais elevados. Na semana passada, Angela Merkel manteve-se firme no seu discurso e rejeitou as ‘eurobonds' pela enésima vez. Quando a Comissão Europeia apresentou as suas propostas, a chanceler alemã ficou furiosa porque a sua ideia era debater separadamente a crise e a futura arquitectura da zona euro. Só há uma palavra para qualificar os conselhos económicos que recebeu ao longo da crise: terríveis.

A sua oposição pública às ‘eurobonds' tornou-se um verdadeiro obstáculo a qualquer acordo. Não estou a ver como Merkel se vai desenvencilhar dos constrangimentos que infligiu a si mesma. Se tivesse sido mais circunspecta, poderia levar à cimeira a proposta dos Conselheiros Económicos do Governo alemão, que elaboraram um plano inteligente, ainda que limitado, no qual propõem obrigações de "amortização da dívida", que me parece ser outro excelente candidato a eufemismo do ano. A ideia é criar ‘eurobonds' estritamente temporárias, que os Estados membros amortizariam durante um período de tempo pré-definido. Uma proposta que, apesar de tudo, é coerente com a interpretação mais restritiva da lei alemã.

A hostilidade de Merkel às ‘eurobonds' tem eco na opinião pública. A imprensa reagiu com indignação às propostas da Comissão. Pessoalmente, considero que as propostas e o ‘timing' da sua apresentação denotam perspicácia, pois conseguiu mudar a natureza do debate. Merkel poderá ter a sua união orçamental, mas, terá de aceitar as ‘eurobonds' em troca. Se houver acordo sobre estes dois aspectos, o problema ficará resolvido. Devo dizer que é a primeira proposta inteligente de um organismo oficial desde o início da crise.

Tenho mais dificuldade em acreditar que o Conselho Europeu consiga chegar a um acordo substantivo como este, dado o seu comportamento no passado. É de esperar que chegue a uma espécie de acordo e o venda como um pacote abrangente de medidas. É o que sempre faz. O problema é que o período de vida destes pacotes falsos tem sido cada vez mais curto. Lembro a propósito que, no final da última cimeira, o entusiasmo dos mercados financeiros em torno da ideia ridícula de um FEEF alavancado esvaneceu-se em menos de 48 horas.

O desastroso leilão de dívida pública italiana, na sexta-feira, diz-nos que o tempo urge: restam dez dias à zona euro, no máximo.

Tradução de Ana Pina
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Wolfgang Münchau, Cronista do Financial Times

Nota: Segundo o texto"tecnicamente falando, é possível resolver o problema", mas a fragilidade das relações na zona do euro, semelhante à ligação de "ferro com barro", não permitirá uma solução definitiva para a crise estabelecida.

Justiça dá a estudante adventista direito de faltar a aulas aos sábados

Uma estudante adventista matriculada numa universidade católica do interior de São Paulo conseguiu na Justiça, na semana passada, o direito de não ir às aulas às sextas à noite e aos sábados de manhã.

Quielze Apolinario Miranda, 19, é da Igreja Adventista do Sétimo Dia, que prega o recolhimento da hora em que anoitece nas sextas-feiras até o fim do dia dos sábados.

Aluna do 1º ano do curso de relações internacionais da USC (Universidade Sagrado Coração), instituição fundada por freiras católicas em Bauru na década de 1950, Quielze nunca foi às aulas noturnas às sextas e aos sábados e corria o risco de ser reprovada por faltas.

Ela diz ter tentado negociar com a reitoria para apresentar trabalhos alternativos. A USC, de acordo com a estudante, negou em várias instâncias o pedido.

"Geralmente, em outras faculdades é mais fácil. O pastor entrega uma cartinha falando sobre liberdade religiosa e o aluno consegue a dispensa", afirma. "Aqui, não consegui."

TRABALHO EXTRACLASSE

No último dia 16, o advogado da aluna, Alex Ramos Fernandez, entrou com mandado de segurança na Justiça Federal de Bauru.

Solicitou a substituição das atividades das 18h das sextas às 18h dos sábados por "prestações alternativas", como trabalhos extraclasse.

"O que ela estava buscando era uma igualdade para preservar o sentimento e a intimidade religiosa dela", diz.

"Nesses casos o aluno até estuda mais, pois os professores dão trabalhos mais elaborados do que assistir a uma aula. Não há uma quebra de isonomia entre os alunos."

AMPARO LEGAL

O juiz da 3ª Vara Federal de Bauru, Marcelo Zandavali, concedeu uma liminar que obriga a USC a oferecer atividades alternativas.

De acordo com o texto, a USC alegou que faltava ao requerimento da aluna "amparo legal".

O magistrado discordou da instituição e baseou sua decisão nos artigos 5º e 9º da Constituição e na lei paulista nº 12.142, de 2005, que assegura ao aluno esse direito em respeito à sua religião.

A USC informou que só vai se manifestar depois de ser oficialmente notificada.

Segundo o advogado de Quielze, que é adventista e se especializou em casos como o dela, a Justiça vem atendendo, nos últimos anos, aos pedidos de alunos adventistas e judeus, que também guardam os sábados.

A igreja Adventista do Sétimo Dia, religião cristã que surgiu nos anos 1840 nos Estados Unidos, tem como doutrina a crença que Jesus voltará -o advento- e que os mortos dormem, inconscientes, até a ressurreição. Existe no Brasil desde 1894.

Fonte: Folha

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