Evidências Proféticas | blog adventista

29/12/2011

Argentina promulga lei polêmica contra o "terrorismo"

O governo argentino promulgou na quarta-feira uma polêmica lei que permite qualificar como "terrorismo" atos como uma manifestação ou uma corrida cambial.

A norma, aprovada na semana passada pelo Congresso com apoio da maioria governista, foi criticada por juristas, que a consideram inconstitucional devido à sua definição ampla demais sobre o que é terrorismo.

A lei prevê até 15 anos de prisão para quem "aterrorizar" a população ou obrigar o Estado a se eximir de suas obrigações.

"O problema é a ambiguidade da expressão 'terrorismo'. Poder-se-ia (considerar terrorista) um protesto social ou o título de um jornal (...). Uma corrida bancária poderia ser considerada um ato de terrorismo", disse à Reuters o advogado constitucionalista Félix Lon.

O governo justificou a medida pela necessidade de adaptar a legislação local a normas antiterroristas internacionais, como exige o Grupo de Ação Financeira Internacional (Gafi), que mantém a Argentina sob observação devido a falhas no combate à lavagem de dinheiro.

Mas o diretor da Unidade de Informação Financeira (UIF), José Sbatella, afirmou recentemente que a lei tem como alvo os "golpes de mercado", e visa a evitar que "um grupo de pessoas de grande poder econômico possa definir uma política ou que esvazie as reservas e aterrorize a população de tal maneira que a induza a esvaziar os depósitos".

A presidente Cristina Fernández de Kirchner tomou posse neste mês para um segundo mandato prometendo aprofundar as políticas de intervencionismo estatal, que agradam à opinião pública local, mas afastam investidores.

Dias depois de ser reeleita, em outubro, a presidente impôs controles cambiais para frear uma fuga de capitais que erodiu as reservas do Banco Central e provocou uma redução dos depósitos em dólares nos bancos.

Cristina já afirmou, em diversas ocasiões, que especuladores financeiros querem desestabilizar seu governo.

Juristas concordam que a nova lei pode provocar uma avalanche de liminares judiciais que acabe inviabilizando sua aplicação até que a Corte Suprema se pronuncie sobre sua constitucionalidade.

"Aqui estamos diante de uma tipificação penal aberta, que abarca todo o espectro de delitos do código penal argentino, o que me parece um disparate. Nunca poderá ser aplicada", disse o constitucionalista Eduardo Barcesat.

A lei antiterrorista também foi criticada por entidades de direitos humanos aliadas do governo, e pelo juiz Eugenio Zaffaroni, da Suprema Corte, muito ligado a Cristina.

"O Gafi é um organismo que se arvora em atribuições que não tem, e extorque nosso país. Seu objetivo não é evitar a lavagem nem prevenir o terrorismo, e sim controlar todo o movimento financeiro", disse o juiz a meios de comunicação locais.

Já Estela de Carlotto, presidente da entidade Avós da Praça de Maio, se disse "preocupada" com a possibilidade de que a nova lei criminalize movimentos sociais.

Fonte: UOL

Nota: Esta lei na Argentina exemplifica a existência de um comportamento mundial por um controle total do sistema financeiro. Se agora há um problema de ambiguidade na expressão "terrorismo", ficará pior quando as leis dominicais entrarem em vigor.

28/12/2011

Marca de 7 bilhões de pessoas revela grave problema sanitário



O final de outubro deste ano assistiu a humanidade alcançar mais uma marca histórica: segundo as estimativas das Nações Unidas, somos agora 7 bilhões de pessoas respirando sobre o Planeta Terra. Mas não estamos apenas respirando: nós também trabalhamos, dormimos, comemos; e sim, defecamos. Já pensou a quantidade de fezes que é produzida por sete bilhões de pessoas?

Representantes de ONGs ambientais e humanitárias, de atuação internacional, chamam a atenção para um problema geralmente oculto. Os números da ONU revelam que 2,6 bilhões de pessoas (ou seja, 37% da população mundial) não têm saneamento básico e depositam seus excrementos no ambiente. A cada ano, 200 milhões de toneladas de fezes são lançadas na natureza sem tratamento.

Uma série de problemas pega carona nesse panorama, porque 90% destes excrementos sem saneamento são atirados em rios. Quando há chuvas pesadas, em países subdesenvolvidos, o líquido que corre pelas ruas, nas enchentes, não é nada saudável. Mas o risco de doenças relacionadas a excrementos apresenta, ele próprio, um leque maior de preocupações.

No mundo, morrem cerca de 1,4 milhões de crianças devido a doenças ligadas à falta de saneamento a cada ano. É como se perdêssemos uma criança por essa razão a cada 20 segundos. Uma das ONGs, a WaterAid, critica a ONU, que havia se comprometido a tomar ações para reduzir pela metade o número de pessoas sem saneamento no mundo até 2015, e agora consideram esse número “fora de alcance”.

O problema, segundo as entidades, é também cultural. O governo indiano, já nos anos 80, deu milhões de latrinas à população. Embora não sejam o ideal, as latrinas com cobertura química (geralmente, uma pá de cal) evitam o acesso de mosquitos e proliferação de doenças. Mas as autoridades da Índia tiveram, alguns anos depois, uma péssima surpresa: as pessoas usavam a “casinha” como estábulo ou depósito, e mantinham o hábito de defecar no ambiente.

Além do óbvio problema da contaminação, defecar ao ar livre leva consigo mais problemas culturais. Em algumas áreas da África subsaariana, nas localidades em cujas casas não há sequer latrina, mulheres são vítimas de estupro momentos antes de serem obrigadas a fazer suas necessidades em um arbusto.

E nem todas as latrinas são de boa qualidade. Quando não há manutenção adequada, ela logo fica infestada de insetos e exala um cheiro insuportável. Os pesquisadores da WaterAid explicam que isso é um problema gravíssimo, porque as pessoas claramente optam por defecar no rio ao invés da latrina diante dessa situação, o que amplia o problema ambiental.

Nas áreas urbanas, esse problema fica explícito em favelas. Os dados da ONU revelam que a população mundial morando em favelas caiu de 39% em 2000 para 30% em 2010. Pode parecer um alento, mas o número absoluto de pessoas nessa situação subiu. Em alguns casos, o governo municipal simplesmente não reconhece uma favela como parte do perímetro urbano, e todos os moradores ficam à margem de qualquer assistência sanitária.

Algumas cidades ainda apresentam paisagem semelhante a centros urbanos desenvolvidos do século XVIII: ruas estreitas, uma casa ao lado da outra, nada que se pareça com uma latrina para depositar as fezes. Em muitos lugares do mundo, os dejetos ainda são atirados à rua diretamente.

A falta de saneamento chega a criar situações surreais. Uma pesquisa recente, em países subdesenvolvidos, aponta que 20% das meninas deixam de ir à escola por falta local adequado para fazer as necessidades. Ou seja, até os índices de educação e alfabetismo são afetados pelas péssimas condições sanitárias.

Diante de um quadro tão pessimista, a WaterAid pensa em estratégias para “convencer” as autoridades da seriedade do problema. Um dos argumentos é econômico: de acordo com um levantamento, para cada dólar investido pelo Estado em saneamento básico, oito dólares são poupados em saúde pública. Segundo a ONG, 30 dólares (cerca de 52 reais, na conversão atual) são suficientes para garantir a uma pessoa acesso básico a água tratada e saneamento.

Embora os focos de maior atenção estejam em países pobres da África e Ásia, as nações desenvolvidas não estão livres do problema. Quando uma metrópole cresce além da sua capacidade, é comum que o esgoto não tenha estrutura suficiente para suportar o volume de fezes que cria. Em alguns locais, excrementos são depositados na natureza pela própria rede de esgoto super saturada.

Medidas para solucionar essa questão são urgentes, como explicam os pesquisadores, porque a população não está caindo. Por volta de 2100, calcula-se que haverá 10 bilhões de pessoas na Terra. Se o panorama com relação às fezes já é tão preocupante com a população atual, os cientistas nem conseguem prever o que pode acontecer se houver três bilhões de humanos a mais. 

Fonte: LiveScience

Nota: O final da postagem diz: "os cientistas nem conseguem prever o que pode acontecer se houver três bilhões de humanos a mais". Mas em Lucas 21 temos uma previsão: "haverá em vários lugares... pestes e fomes". A falta de saneamento básico, diante do descaso dos governantes, é a principal causa das epidemias que têm ceifado milhões de vidas no mundo. Ao ler a bíblia, vejo o amor de Deus com os hebreus libertados do Egito ao promover uma educação sanitária e de higiene, fazendo deles um povo saudável e forte. Ainda hoje, a mensagem de saúde pessoal e pública é o braço direito do evangelho eterno.

27/12/2011

Nostradamus foi ou não um profeta?

Entre todos os homens ilustres do século dezesseis, Michel de Nostredame, conhecido como Nostradamus, é incontestavelmente o que, depois de sua morte, deu origem ao maior número de obras literárias, com influência no século XX, objeto essencial de sua visão profética.

Nasceu a 14 de dezembro de 1503, na França, e morreu a 2 de julho de 1566. Além de astrólogo foi um respeitável médico.
Nostradamus aprendeu latim, grego, hebraico, matemática e astrologia com seu avô, Jacques de Nostredame, médico da corte do rei René de Provença.

Apesar de existirem controvérsias, dizem que Nostradamus profetizou a queda de Napoleão Bonaparte; viu o assassinato de Lincoln e dos irmãos Kennedy; a tomada do poder por Francisco Franco, na Espanha, e a tirania de Hitler. Há menções de um príncipe árabe que conquistará parte do Ocidente e previsões de peste e fome para o futuro.

Mas será que Nostradamus foi realmente inspirado por Deus?

Entendemos que um profeta é aquele que prevê acontecimentos que ainda irão ocorrer. Porém muito mais do que isto, um profeta do Senhor é aquele que não só prevê o futuro, mas é fiel a Deus, e seus ensinos estão de acordo com a Bíblia.

Nós precisamos analisar a vida espiritual e os exemplos deixados, para comparar e ver se realmente este profeta é autêntico. A Bíblia também menciona falsos profetas que enganavam o povo, com suas profecias, na maioria, de prosperidade. Deve-se ter muito cuidado antes de considerar se um profeta é verdadeiro ou não.

Para sabermos se um profeta é realmente verdadeiro, precisamos comparar o que ele fala ou escreve com o que está escrito na Bíblia. Devemos ter muito cuidado pois um falso profeta muitas vezes consegue prever um acontecimento, ou outro, mas sua vida não é de acordo com os ensinamentos Bíblicos.

Veja alguns requisitos para comprovarmos se um profeta é verdadeiro e os compare com a vida e obra de Nostradamus:

1) Falar segundo a lei e o testemunho – Isaías 8:19 e 20.
2) Pelos seus frutos os conhecereis – Mateus 7:15-20
3) Pelo cumprimento de suas profecias – Jeremias 28:9.
4) Pela exaltação de Cristo Jesus – I João 4:1-3.

Nostradamus não possuí estas características. Segundo a Bíblia, todo o trabalho de astrologia, adivinhação, etc.. é abominável a Deus: Não se achará entre ti quem faça passar pelo fogo o seu filho ou a sua filha, nem adivinhador, nem prognosticador, nem agoureiro, nem feiticeiro; nem encantador, nem necromante, nem mágico, nem quem consulte os mortos; pois todo aquele que faz tal coisa é abominação ao SENHOR; e por estas abominações o SENHOR, teu Deus, os lança de diante de ti. Perfeito serás para com o SENHOR, teu Deus. Porque estas nações que hás de possuir ouvem os prognosticadores e os adivinhadores; porém a ti o SENHOR, teu Deus, não permitiu tal coisa. (Deuteronômio 18:10-14).

Deus não permitiu que houvesse entre Seu povo este tipo de prática, pois estas (astrologia, adivinhação, prognósticos, consulta a mortos) são ciências e práticas ocultas inventadas pelo diabo, a fim de enganar as pessoas e desviá-las de Deus.

Todo aquele que faz tal coisa é abominação ao Senhor…

Com isto, podemos concluir que Nostradamus foi um falso profeta, pois não estava em harmonia com os requisitos bíblicos de um verdadeiro profeta.

Descoberta de carimbo de 2 mil anos confirma rituais religiosos em Jerusalém


Uma equipe de arqueólogos da Universidade de Haifa divulgou nesse domingo (25) a descoberta de um objeto com dois mil anos de idade que é uma evidência física dos registros escritos de rituais praticados no templo judaico de Jerusalém.

Os arqueólogos da universidade israelense encontraram o objeto nas proximidades do Muro das Lamentações que é tido como principal símbolo judeu em Jerusalém. O local onde a peça foi escavada fica próximo também ao complexo de edifícios muçulmanos considerados sagrados na cidade como a mesquita de Al Aqsa.

Segundo a France Presse trata-se de um artefato em formato de botão, que serviria como um lacre, trazendo inscrições em aramaico nas quais está escrito “puro por Deus”. Os arqueólogos acreditam que o objeto possivelmente era usado como certificado para alimentos e animais usados como sacrifícios durante cerimônias religiosas.

A descoberta desse objeto confirmou relatos escritos de rituais que aconteciam no templo. Excetuando os registros escritos essa é a primeira evidência de alguns rituais que eram executados pelos judeus no templo.

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