Evidências Proféticas | blog adventista

13/01/2012

Jovens mudam atitudes sexuais com a internet



Becky Nicolson tem 24 anos e teve uma infância normal. Quando era mais jovem, como a maioria das adolescentes, Becky se preocupava com sua aparência, o que as pessoas pensavam dela e quando ela arranjaria um namorado.

Mas depois de sofrer bullying na escola e desenvolver uma forte insegurança, ela tomou medidas mais drásticas do que a maioria. Becky começou a ter relações sexuais com estranhos que conhecia na internet para tentar impulsionar sua confiança e convencer-se de que era atraente.

Ela diz que entre os 15 e 20 anos, dormiu com 40 homens. Becky diz que não pensava nos riscos no início, mas mudou à medida que envelhecia. “Eu me tornei muito mais consciente dos riscos, e quão perigoso isso pode ser”, admitiu.

“Foi viciante em um ponto, apenas para me sentir bem comigo mesma por duas ou três horas ou dias. Mas depois de tudo o que tinha acontecido, eu sempre voltava a sentir uma sensação horrível sobre mim”.

O caso de Becky não é único. Novas pesquisas sugerem que redes sociais e outros sites de relacionamento estão mudando as atitudes dos jovens em relação ao sexo.

Um relatório chamado “O Uso das Tecnologias nos Relacionamentos” foi feito por acadêmicos da Universidade de Plymouth, em associação com o Centro de Segurança na Internet, no Reino Unido.

865 pessoas com idades entre 16 e 24 anos responderam uma pesquisa online. Um em cada 10 dos entrevistados disse ter se encontrado com pessoas que conheceram online e, em seguida, passaram a ter sexo casual com ela.

Cerca de metade dos entrevistados admitiu ter feito sexo online a partir de webcam, e um terço das pessoas disseram que tinha sido com um estranho.

Andy Phippen, professor que realizou a pesquisa, diz que ela mostra uma mudança de atitude nos jovens em relação ao sexo. “Os resultados desta pesquisa mostram que a tecnologia agora é parte normal das relações de dezenas de milhares de pessoas”, disse. “Isso pode incentivar as pessoas a serem mais promíscuas.”

É evidente que há perigos em encontrar pessoas para relações sexuais depois de encontrá-las na internet. Em exemplos mais extremos, houve vários casos em que mulheres foram assassinadas nesses encontros.

Além desses riscos, há também a preocupação com o aumento de doenças sexualmente transmissíveis (DST) devido a essas mudanças de atitude. As pessoas devem ficar atentas a segurança e pensar na saúde sexual antes desses envolvimentos.

Internet em excesso tem efeito similar ao de drogas no cérebro


Análise de exames de ressonância magnética revelou alterações nas partes do cérebro


Viciados em internet têm alterações similares no cérebro àqueles que usam drogas e álcool em excesso, de acordo com uma pesquisa chinesa.

Cientistas estudaram os cérebros de 17 jovens viciados em internet e descobriram diferenças na massa branca - parte do cérebro que contém fibras nervosas - dos viciados na rede em comparação a pessoas não-viciadas.

A análise de exames de ressonância magnética revelou alterações nas partes do cérebro relacionadas às emoções, tomada de decisão e autocontrole.

"Os resultados também indicam que o vício em internet pode partilhar mecanismos psicológicos e neurológicos com outros tipos de vício e distúrbios de controle de impulso", disse o líder do estudo Hao Lei, da Academia de Ciências da China.

Computadores
A pesquisa analisou o cérebro de 35 homens e mulheres entre 14 e 21 anos. Entre eles, 17 foram classificados como tendo Desordem de Dependência da Internet, após responder perguntas como "Você fez repetidas tentativas mal-sucedidas de controlar, diminuir ou suspender o uso da internet?"

Os resultados então descritos na publicação científica "Plos One", que poderiam levar a novos tratamentos para vícios, foram similares aos encontrados em estudos com viciados em jogos eletrônicos.

"Pela primeira vez, dois estudos mostram mudanças nas conexões neurais entre áreas do cérebro, assim como mudanças na função cerebral, de pessoas que usam a internet ou jogos eletrônicos com frequência", disse Gunter Schumann, do Instituto de Psiquiatria do King's College, em Londres.

O estudo chinês também foi classificado de "revolucionário" pela professora de psiquiatria do Imperial College London Henrietta Bowden-Jones.

"Finalmente ouvimos o que os médicos já suspeitavam havia algum tempo, que anormalidade na massa branca no córtex orbitofrontal e outras áreas importantes do cérebro está presente não apenas em vícios nas quais substâncias estão envolvidas, mas também nos comportamentais, como a dependência de internet."

12/01/2012

Diante da crise financeira, Bento XVI diz que deve haver a "renovação da sociedade"


Cidade do Vaticano, Bento XVI afirmou hoje no Vaticano que a atual crise econômica e financeira global pode ser ocasião para promover uma “verdadeira renovação da sociedade” que defenda o “bem integral da pessoa”.

O Papa falava aos administradores da província de Roma, na Itália, que apresentaram os seus cumprimentos de Ano Novo, pedindo que a prioridade dos governantes não seja apenas a “retoma econômica”, mas a criação de uma “sociedade mais justa, equitativa e solidária”.

Aludindo aos “efeitos da crise econômica e financeira que atinge várias áreas do mundo”, há alguns anos, Bento XVI declarou que se está perante uma “crise ética” que só pode ser superada dando “vida a uma sociedade mais humana”.


“A atual crise tem nas suas raízes o individualismo, que obscura a dimensão relacional do homem, conduzindo-o a fechar-se no seu pequeno mundo, estando atento a satisfazer antes de mais as próprias necessidades e desejos, (mas) preocupando-se pouco com os outros”.

Concretizando o seu pensamento, Bento XVI referiu a especulação nos aluguéis, a dificuldade que os jovens encontram para inserir-se no mundo do trabalho, o anonimato na vida dos bairros citadinos, assim como um olhar um tanto superficial sobre as situações de marginalização e pobreza. 

O homem – lembrou o Papa - é um ser chamado a viver em relação: para o eu se encontrar a si mesmo precisa de um tu que o aceite e ame. E “este Tu é antes de mais Deus, o único capaz de dar ao homem um acolhimento incondicionado e um amor infinito.

“Redescobrir esta relacionalidade como elemento constitutivo da própria existência é o primeiro passo para dar vida a uma sociedade mais humana. E é tarefa também das Instituições favorecer o crescimento da consciência de ser parte de uma única realidade, em que cada um, à semelhança do corpo humano, é importante para o todo”.

A consciência de ser um “corpo” poderá crescer se se consolidar o valor do acolhimento – considerou Bento XVI, que lembrou também o valor da solidariedade, que há que reforçar. 

“É uma exigência de caridade e justiça que nos momentos difíceis aqueles que têm maiores disponibilidades se preocupem com quem vive em condições de carência. Às Instituições toca a responsabilidade de mostrar sempre atenção e apoio àquelas realidades das quais depende o bem da sociedade”.

A começar pelas famílias, em particular as mais numerosas ou as que se confrontam com situações de desemprego – concretizou o Papa, que encorajou a que se defenda como célula essencial da sociedade a família fundada sobre o matrimónio, não esquecendo também os jovens.

A concluir, e a propósito de graves episódios de violência recentemente ocorridos em Roma, Bento XVI considerou “necessário promover uma cultura da legalidade, que ajude os cidadãos a compreender que as leis servem para canalizar as muitas energias positivas presentes na sociedade, permitindo a promoção do bem comum”. Perante os “múltiplos e complexos desafios” com que se confrontam Roma e o Lácio, o Papa considerou que só será possível vencê-los reforçando a consciência de que o destino de cada um está ligado ao de todos. Promovendo concretamente os três valores fundamentais referidos - acolhimento, solidariedade e legalidade – poder-se-á encarar com maior serenidade o novo ano – concluiu Bento XVI.


Nota: Ao final, Bento XVI mostra sua atenção às leis que promovam o bem comum, ou melhor, que promovam o poder papal em todo o mundo!

10/01/2012

"Relógio do Apocalipse" é ajustado em 1 minuto


O Relógio do Apocalipse aproximou-se mais da meia-noite. Cientistas atômicos que atualizam seus ponteiros sempre que consideram que os riscos de uma catástrofe nuclear ou climática têm um impacto sobre o tempo de vida de nosso planeta o ajustaram para cinco minutos para a meia-noite. Em 2010, a previsão era mais otimista, e o relógio marcava seis minutos para a meia-noite.

Esta última atualização pessimista foi anunciada nesta terça-feira, em Washington, pelo Bulletin of the Atomic Scientists (BAS), uma publicação organizada pelos maiores nomes do mundo da ciência atômica, incluindo o mais prestigiado físico da atualidade, o britânico Stephen Hawking.

Os cientistas baseiam a decisão de atrasar ou adiantar o Relógio do Apocalipse nas atuais situações políticas e climáticas globais. "A situação mundial piorou devido aos perigos de proliferação nuclear e mudança climática", afirmou Lawrence Krauss, astrofísico e cosmotólogo que é vice-presidente do BAS.

"A comunidade global não fez progresso algum para melhorar a situação e isso vai nos colocar em um caminho muito difícil. Podemos ter chegado a uma situação sem saída com respeito aos esforços para evitar catástrofe resultantes de mudanças na atmosfera terrestre", disse Allison Macfarlane, presidente da BAC.

A maior preocupação dos cientistas são os impactos do desastre do qual foi vítima o Japão, em 2011 e a proliferação de programas nucleares. Eles também acreditam que a Coreia do Norte é motivo de preocupação e, assim como outros países que apresentam problemas para a comunidade global, é um sintoma de um problema na realidade maior e global e defendem que é necessário que tanto países com programas nucleares quanto as nações sem programas nucleares precisam agir imediatamente.

Em 2007, devido à ameaça representada pelos programas nucleares da Coreia do Norte e do Irã, além do renovado interesse dos EUA em usar armas nucleares, o relógio marcava cinco minutos para a meia-noite. Neste mesmo ano, os cientistas adicionaram o fator mudança climática ao cálculo para definir o Relógio do Apocalipse.

Os esforços da comunidade global para reduzir o arsenal nuclear e limitar as consequências negativas da mudança climática surtiram efeito e, em 2010, o relógio foi atrasado em um minuto, marcando seis minutos para a meia-noite. Mas agora, segundo os cientistas, a comunidade global teve um retrocesso devido a políticas que não parecem levar em conta o bem-estar do planeta.

"Nos EUA, a política está nos guiando e não a lógica", disse Krauss, sobre a posição do país quanto a mudança climática. Mas o grupo de cientistas lembra que os EUA não estão sozinhos ao assumirem esta postura.

O Relógio do Apocalipse foi criado poucos anos depois do final da Segunda Guerra Mundial, em 1947, como um método de alertar o mundo quanto à vulnerabilidade do planeta. Desde que foi criado, o relógio tem variado entre dois a 17 minutos na sua previsão do apocalipse. Os ponteiros do relógio apontaram para o prognóstico mais desesperador em 1953, indicando apenas dois minutos para a temível meia-noite. O motivo disso foi que, no ano anterior, os Estados Unidos testaram a Bomba H, uma bomba de nitrogênio capaz de exterminar a raça humana. Nove meses depois, os soviéticos repetiram o experimento.

Com o fim da Guerra Fria e a queda do império soviético, o Relógio do Apocalipse começou a apresentar previsões mais otimistas. A melhor delas, até agora, foi em 1991, quando os ponteiros marcavam 17 minutos para o fim do mundo. O motivo disso foi que, naquele ano, os EUA e a União Soviética assinaram o Tratado para a Redução de Armas Estratégicas.


Nota: "Depois disto, vi quatro anjos em pé nos quatro cantos da terra, conservando seguros os quatro ventos da terra, para que nenhum vento soprasse sobre a terra, nem sobre o mar, nem sobre árvore alguma. Vi outro anjo que subia do nascente do sol, tendo o selo do Deus vivo, e clamou em grande voz aos quatro anjos, aqueles aos quais fora dado fazer dano à terra e ao mar, dizendo: Não danifiqueis nem a terra, nem o mar, nem as árvores, até selarmos na fronte os servos do nosso Deus. Então, ouvi o número dos que foram selados, que era cento e quarenta e quatro mil...". Apocalipse 7:1-4

Enquanto os cientistas, ateus em sua maioria, fazem cálculos probabilísticos do fim do mundo, prefiro seguir o relógio de Deus e pela graça divina receber o selo do Deus Vivo.



___________________Agenda Adventista________________

 

Quer receber Notícias

por e-mail?