Evidências Proféticas | blog adventista

01/02/2012

UE/Crise: Igrejas cristãs estão determinadas a trabalhar em conjunto


Genebra, Suíça, 30 jan 2012 – As Igrejas cristãs presentes na Europa estão determinadas a trabalhar em conjunto para contrariar os problemas económicos, sociais, políticos e espirituais que assolam o continente.

Este “compromisso”, que se baseia no favorecimento de um esforço cristão verdadeiramente “ecuménico”, foi assumido durante um encontro do comité conjunto do Conselho das Conferências Episcopais da Europa (CCEE) e da Conferência das Igrejas Europeias (CEC), em Genebra, na Suíça.

De acordo com um comunicado enviado hoje à Agência ECCLESIA, o presidente do CCEE, cardeal Péter Erdö, aproveitou o evento para sublinhar que “a Igreja Católica está empenhada neste caminho”, que “implica não só o esforço humano mas também uma ação espiritual que está dependente da oração de todos os cristãos”.

O responsável pelo CEC, Metropolita Emanuel de França, destacou por sua vez o contributo que os fiéis poderão dar, através da evangelização, para o desenvolvimento de “uma política sustentável para a União Europeia”, baseada na “defesa da dignidade humana e no respeito pela diversidade cultural e ambiental”.

Subordinado ao tema “Novos desafios para as Igrejas, testemunhas na Europa”, o encontro entre os dois organismos decorreu entre 26 e 28 de janeiro, mês em que se assinala o 40º aniversário do comité CCEE – CEC.

A iniciativa permitiu ainda verificar que a religião está a ter cada vez menos impacto no domínio público, fortemente influenciado por uma visão secular ou “ateísta” do mundo.

Um dos oradores presentes, Alister McGrath, professor de teologia no King’s College, em Londres, acrescentou ao debate o problema do “extremismo religioso”, que pede uma ação mais efetiva por parte das Igrejas cristãs.

Uma ação “capaz de gerar mais-valias sociais, de promover a tolerância e, acima de tudo, de encorajar uma mentalidade contrária a fanatismos”, sustentou.

Neste campo, os responsáveis pelo comité conjunto “expressaram a sua solidariedade para as comunidades cristãs que estão a passar por dificuldades, particularmente no Médio Oriente, em países como o Egito e a Síria”, e também no continente africano, para “as vítimas de violência na Nigéria”.

O Conselho das Conferências Episcopais da Europa, criado em 1971, é composto pelas 33 conferências episcopais da Europa, representadas pelos seus presidentes, além dos arcebispos do Luxemburgo, Principado do Mónaco, Chipre dos Maronitas e o bispo de Chisinau, na Moldávia.

A Conferência das Igrejas Europeias, estabelecida em 1959, reúne 120 representantes de Igrejas Ortodoxas, Protestantes, Anglicanas e Vetero-Católicas de todos os países da Europa, para além de mais 40 organismos associados.

Agência Ecclesia

“A maior nação cristã do mundo” está cada vez menos cristã


O grande declínio do cristianismo nos EUA afetará o mundo todo

O cristianismo está em declínio nos Estados Unidos, disso não há dúvida. Quando se examinam os números friamente não é possível chegar à outra conclusão. Ao longo das últimas décadas, a porcentagem de cristãos na América só diminui. Isto é mais claro entre os jovens.

Um dos motivos é que o significado de “cristianismo” para os cristãos americanos de hoje é muito diferente do que a religião significava para seus pais e seus avós. Milhões de cristãos nos Estados Unidos simplesmente não acreditam mais nos princípios fundamentais da fé cristã.

Sem dúvida, os EUA, que ainda são considerados “a maior nação cristã do mundo” mesmo em crise econômica ainda é uma das mais influentes politica e culturalmente. Isto significa que qualquer mudança drástica por lá tem implicações profundas para o restante do mundo.

Os Estados Unidos foram fundados por cristãos que estavam fugindo da perseguição religiosa. Para os primeiros colonos, a fé cristã era o centro de suas vidas, e isso afetou profundamente as leis que fizeram e as estruturas governamentais que eles estabeleceram.

No geral, o cristianismo ainda é a maior religião do mundo. Segundo o Fórum Pew sobre Religião e Vida Pública, existem atualmente 2,2 bilhões de cristãos no mundo. Porém o centro da fé hoje se deslocou da Europa e América do Norte para a África e Ásia, onde está experimentando um crescimento explosivo.

Enquanto vários países da Europa já dizem estar num mundo secularizado e “pós-cristão”, os Estados Unidos parece caminhar na mesma direção. Igrejas estão encolhendo, o ceticismo é crescente e apatia sobre assuntos espirituais parece ter atingido uma alta histórica.

Mark Silk, professor de religião e vida pública no Trinity College escreveu em uma análise recente para o jornal USA Today que “o segredo sujo da religiosidade na América é: há tantas pessoas que não se interessam pelas questões espirituais e a curiosidade sobre questões existências é mínima”.

Seu argumento é apoiado pelos números. Uma pesquisa realizada no ano passado pela LifeWay Research descobriu que 46% dos americanos nunca pensam se vão para o céu ou não. Isto é particularmente verdadeiro para os jovens. Os menores de 30 anos de idade estão abandonando em massa as igrejas dos EUA.

David Kinnaman, o presidente do Grupo Barna, uma empresa de pesquisa evangélica, publicou em seu novo livro, “You Lost Me: Por que os cristãos jovens estão deixando Igreja e repensando a Fé”, ele diz que as pessoas entre 18 e 29 anos caíram em um “buraco negro”. Há uma queda de 43% na frequência à igreja cristã nessa faixa etária.

Mas não são apenas os jovens que estão deixando as igrejas americanas. A proporção de americanos que se consideram cristãos tem diminuído constantemente por muitos anos. Em 1990, 86% de todos os americanos consideravam-se cristãos. Em 2008, esse número caiu para 76%.

Enquanto isso, o número de americanos que rejeitam totalmente a religião disparou. De acordo com dados do Censo norte-americano, o número de americanos com “sem religião” mais do que dobrou entre 1990 e 2008. Uma pesquisa recente aponta que 25 % dos americanos com idades entre 18 e 29 dizem que não têm religião.

É bom lembrar que com isso caiu à arrecadação das igrejas e, consequentemente, os investimentos em projetos missionários em diferentes partes do mundo.

Dave Olson, diretor de plantação de igrejas da Igreja Aliança, acredita que as expectativas do que vai acontecer com frequência à igreja nos EUA são desanimadoras. De acordo com ele, apenas 18,7 % dos americanos frequentam regularmente a igreja hoje em dia. Se este número continua a diminuir no ritmo atual, em 2050 a porcentagem de americanos sentados na igreja aos domingos será metade do que é hoje.

Um grande número de jovens norte-americanos que iam à igreja, enquanto eles estavam crescendo agora estão deixando as igrejas americanas inteiramente. Um estudo recente pelo grupo Barna descobriu que quase 60% de todos os cristãos com idade entre 15 e 29 há muito tempo envolvido ativamente em qualquer igreja.

O fato é que um grande número de “cristãos evangélicos” estão rejeitando os princípios fundamentais da fé cristã. Por exemplo, uma pesquisa descobriu que 52% dos cristãos norte-americanos acreditam que “pelo menos uma das religiões não cristãs poderia conduzir à vida eterna”.

Outra pesquisa descobriu que 29% de todos os cristãos americanos afirmam ter procurado contato com os mortos, 23% acreditam em astrologia e 22% acreditam em reencarnação.

Segundo o Grupo Barna, menos de 1% de todos os americanos com idades entre 18 e 23 possuem uma “cosmovisão bíblica”.

Se essa tendência não for revertida, em 20 anos as igrejas dos EUA devem ter o mesmo destino das europeias e começarão a fechar suas portas.

As consequências dessa grande mudança e, em especial, na maneira com que as igrejas que ainda estão abertas pregam a mensagem cristã. Afinal, os Estados Unidos ainda é o maior produtor de material evangélico do mundo. A esmagadora maioria das Bíblias de estudo, comentários bíblicos, dicionários, enciclopédia, livros e software cristão comercializados globalmente são produzidos por teólogos americanos.

Isso sem falar no material que é distribuído apenas pela internet. O crescimento do liberalismo e do secularismo pode impactar fortemente toda a produção teológica mundial nos próximos anos.

O declínio americano poderá ter sérias consequências no cristianismo de todo o mundo. Quem viver verá.

31/01/2012

Criança também tem depressão


Criança também tem depressão. Criança também sente angústia. Depressão é diferente de angústia. Angústia pode ser sinônimo de ansiedade. Ansiedade todo mundo tem, mas nem todos têm ansiedade alta ou forte demais. Ansiedade é uma inquietude, uma sensação de vazio mesmo quando as coisas ao redor estão sob controle, é uma agitação mental, uma falta de serenidade.

Já depressão é uma perda do ânimo, tristeza profunda que não passa, apatia, pensamentos predominantemente pessimistas, desesperança, perda do prazer nas coisas que antes davam prazer, ideias de morte, isolamento das pessoas, tudo isto persistindo mais do que duas semanas.

As crianças não vivem a ansiedade e a depressão igual aos adultos. A depressão infantil atinge cerca de 1% de pré-escolares; quase 2% das crianças que já estão na escola e cerca de 5% de adolescentes. Alguns estudos dizem que nos adolescentes pode chegar perto de 9% desta população jovem.

As causas da depressão na criança são ligadas ao abuso moral, brigas constantes dos pais, separação dos pais, excesso de atividades exigidas das crianças, com cobranças excessivas, expectativas altas demais em relação ao desempenho da criança em que ela sente que tem obrigação de cumprir tudo, mas como é demais mesmo, ela não consegue, se sente incapaz, culpada, e fica deprimida. Também há o fator hereditário em que a criança pode herdar a possibilidade maior de ter depressão se um dos pais ou outro parente próximo também teve este problema.

Os sintomas mais frequentes são: fadiga com diminuição da atividade, insônia, choro, diminuição da concentração, raciocínio lento, irritabilidade, rebeldia, tiques, medos, desesperança, isolamento, perda do interesse nos amigos, queda do apetite, ideias e tentativas de suicídio, tristeza podendo ou não estar presente, fobia escolar, enurese noturna (urinar na cama quando já conseguia controlar). Fisicamente podem haver queixas gerais como dor de cabeça, dor nas pernas, nas costas, náusea, cólica intestinal, tontura.

O tratamento envolve: (1) pais aceitarem a doença da criança. Em geral há uma negação por parte dos pais, e acham que a criança quer chamar a atenção, ou tem preguiça, ou eles podem ter vergonha de admitirem que a criança precisa de tratamento psicológico e psiquiátrico; (2) terapia familiar para que os membros da família possam receber orientações, esclarecimentos, e obterem melhoras nos conflitos; (3) possível medicação antidepressiva; (4) orientação educacional; (5) dieta mais natural, com eliminação das fontes de cafeína, chocolate, açúcar refinado, doces, achocolatados, dando alimentos integrais, frutas, legumes, verduras, leite de soja, etc.; (6) expor a criança ao sol por pelo menos 20 minutos antes das 9 da manhã e depois das 4 da tarde (ajuda a liberar serotonina); (7) animar e conduzir a criança a ficar ao ar livre junto à Natureza o mais possível ao invés de fechada entre quatro paredes.

A criança ou o adolescente deprimido necessita ser avaliado por psiquiatra que atende esta faixa etária, para orientar o tratamento que, dependendo do nível depressivo, pode conter medicamentos ou não, e para encaminhar para uma terapia com psicólogo, caso o psiquiatra não faça o tratamento psicoterápico, e só o medicamentoso.

Na maioria das vezes, o apoio familiar e o tratamento psicoterápico bastam para resolver a depressão da criança. Em alguns casos, só a partir dos 6 anos de idade, pode ser necessário, usar algum medicamento.

30/01/2012

A doação de sangue e de órgãos é ou não proibida pela Bíblia?


A Bíblia proíbe comer o sangue, da mesma forma que proíbe comer a gordura das carnes ingeridas. Mas a Bíblia não proíbe a “transfusão” de sangue. “Carne, porém, com sua vida, isto é, com seu sangue, não comereis.” (Gênesis 9:4). Levítico 7:26 diz mais: “Não comereis sangue em qualquer das vossas habitações, quer de aves, quer de gado.”

Por que Deus proíbe isto? Deus quer que tenhamos saúde, e comer o sangue ou a gordura debilita nosso organismo e pode trazer doenças muito prejudiciais.

É completamente diferente ingerir sangue como comida (algo totalmente desnecessário e portanto proibido) e dar ou receber uma transfusão de sangue – algo que com certeza tem salvo e poderá salvar muitas vidas.

Pensemos em termos do amor cristão. Doar sangue reflete o amor de Cristo, que deu o seu sangue por amor a nós. Agora, do ponto de vista físico, podemos dar oportunidade para que outros sobrevivam recebendo o inestimável fluído. O mesmo pode ser dito da doação de órgãos em vida.
Quanto a doação de órgãos após a morte não cremos haver nenhum impedimento bíblico para isso. Com a  morte as partes do corpo serão perdidas para sempre. E se estes preciosos órgãos não nos valem mais, por que não permitir que outros se beneficiem deles e passem a viver com mais saúde e em melhor estado com algo que se tornará pó? Na ressurreição, Deus não precisará valer-Se daquela própria matéria para trazer-nos à vida. “Nenhuma lei da natureza requer que Deus devolva ao corpo  as mesmas partículas da matéria que o compunham antes da morte.”

Como Jesus vê uma pessoa que doa sangue?  Lucas 19:10 responde: “Porque o Filho do Homem veio buscar e salvar o perdido.” Se Jesus veio derramar o seu sangue para nos salvar, com certeza ele vê com alegria quando alguém se dispõe a também doar o seu sangue para salvar alguém.

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