Evidências Proféticas | blog adventista

23/03/2012

"Apenas a Igreja Católica pode perdoar os pecados", afirma padre

Em uma entrevista para a agência de notícias Zenit, com sede no Vaticano, o padre Hernán Jiménez afirmou que apenas a Igreja Católica pode perdoar os pecados, o que pela lógica condenaria os evangélicos que não passam pela confissão.

A afirmação foi dada quando o repórter José Antonio Varela Vidal questionou o padre a respeito da ligação direta com Deus, mas ele afirma que essa ligação acontece somente com a oração e não com a confissão dos pecados. “Com Deus há uma comunicação direta com a oração e a meditação interior, mas nunca a remissão dos pecados. Segundo o mandamento do Senhor somente os apóstolos e seus sucessores, os sacerdotes, o fazem”, disse.

Jiménez é um padre da ordem dominicana, que é confessor da Igreja Santa Maria Maior (em italiano Basilica di Santa Maria Maggiore), de Roma, essa igreja pertence aos quatro templos papais encarregados do rito da confissão, por isso o pároco afirma que somente a Igreja Católica pode perdoar os pecados.

“A base está nos Evangelhos, em João 20: 22 – 23. O sacerdote atua em nome de Deus e o faz por meio do mandato da Igreja, que recebe a ordenação sacerdotal. O sacerdote redime todo o pecado a fórmula: “em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo”, diz.

Nesse caso quem não passa pelo confessionário Católico não estaria perdoado e, portanto, estaria condenado ao inferno.

O Papa Bento XVI também tem afirmado em suas declarações que a nova evangelização precisa passar pelo confessionário, ou seja, a pessoa evangelizada só estará completamente salva se fizer a confissão de seus pecados para um padre.


Nota: A arrogância do catolicismo não tem limites! Vejamos o que diz o COMENTÁRIO BÍBLICO ADVENTISTA sobre a "quem perdoardes os pecados":

Jesus fala aqui com os discípulos como representantes de sua igreja na terra, em cujo conjunto ele tinha crédulo a responsabilidade de velar pelos interesses espirituais e as necessidades de seus membros individuais. Jesus já tinha-lhes explicado amplamente como tratar com os membros desencaminhados: primeiro, pessoalmente (ver com.  Mat. 18: 1-15, 21-35); e depois, com a autoridade da igreja (ver com. vers. 16-20).  Agora reitera as instruções dadas na ocasião anterior. A igreja deve trabalhar fielmente pela restauração de seus membros desencaminhados, deve estimulá-los para que se arrependam e se separem de seus maus caminhos.  Quando existe a evidência de que se arrumaram as coisas com Deus e com o homem, a igreja deve aceitar o arrependimento como genuíno, deve exonerar ao pecador das acusações que pesaram sobre ele (débito “perdoar” seus “pecados”) e recebê-lo de novo em plena comunhão.  Tal remissão de pecados é ratificada no céu.  Em realidade, Deus já aceitou e perdoado ao arrependido (ver com. Luc. 15: 1-7).  Entretanto, as Escrituras explicitamente ensinam que a confissão do pecado e o arrependimento dele devem dirigir-se diretamente ao trono da graça no céu (Hebreus. 20: 21; 1 Juan 1: 9), e que a remissão dos pecados da alma só provém dos méritos de Cristo e de sua mediação pessoal (1 Juan 2: 1).  Deus nunca delegou esta prerrogativa aos falíveis mortais, os que com muita freqüência necessitam da misericórdia divina e da graça de Deus, embora tenham sido nomeados como dirigentes da igreja (ver DTGcom.  Mat. 16: 19).

Lhes são perdoados

Quando falta a evidência de um arrependimento genuíno, têm que ser “retidas” as acusações apresentadas contra um membro extraviado.  O céu reconhecerá a decisão da igreja, pois ninguém pode estar em boa relação com Deus quando está voluntariamente renhido com seus próximos.  Quem despreza o conselho dos representantes de Deus nomeados na terra, não pode esperar desfrutar de do favor de Deus.  Há uma ilustração da forma em que operava este principio na igreja primitiva no Atos. 5: 1-11.

Ellen White afirma no DESEJADO DE TODAS AS NAÇÕES, P. 805, 806:

“Aqueles a quem perdoardes os pecados”, disse-lhes Cristo, “são perdoados; e aqueles a quem os retiverdes lhes são retidos.” João 20:23. Cristo não dá aqui permissão, para qualquer homem julgar a outros. No Sermão do Monte, Ele proíbe fazê-lo. É a prerrogativa de Deus. Sobre a igreja em sua qualidade de corpo organizado, porém, Ele coloca uma responsabilidade para com os membros individuais. A igreja tem o dever, para com os que caem em pecado, de advertir, instruir e, se possível, restaurar. “Que redarguas, repreendas, exortes”, diz o Senhor, “com toda a longanimidade e doutrina.” II Tim. 4:2. Lidai fielmente com os que fazem mal. Adverti toda alma que se acha em perigo. Não deixeis que ninguém se engane a si mesmo. Chamai o pecado pelo seu verdadeiro nome. Declarai o que Deus disse com relação à mentira, à transgressão do sábado, ao roubo, à idolatria e a todos os outros males. “Os que cometem tais coisas não herdarão o reino de Deus.” Gál. 5:21. Se eles persistirem no pecado, o juízo que haveis declarado segundo a Palavra de Deus é sobre eles proferido no Céu. Preferindo pecar, renunciam a Cristo; a igreja deve mostrar que não sanciona seus atos, do contrário ela própria desonra ao Senhor. Deve dizer a respeito do pecado o mesmo que declara o Senhor. Deve tratar com ele segundo as instruções divinas, e sua ação é ratificada no Céu. Aquele que desdenha a autoridade da igreja, despreza a do próprio Cristo.

Há, porém, na questão, um aspecto mais feliz. “Aqueles a quem perdoardes os pecados lhes são perdoados.” João 20:23. Seja, acima de tudo, conservado este pensamento. No trabalho em prol dos que se acham em erro, dirigi todo olhar para Cristo. Tenham os pastores terno cuidado pelo rebanho do pasto do Senhor. Falem ao extraviado da perdoadora misericórdia do Salvador. Animem o pecador a arrepender-se e a crer nAquele que pode perdoar. Declarem, sobre a autoridade da palavra de Deus: “Se confessarmos os nossos pecados, Ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça.” I João 1:9. Todos quantos se arrependem têm a afirmação: “Tornará a apiedar-Se de nós; subjugará as nossas iniqüidades, e lançará todos os nossos pecados nas profundezas do mar.” Miq. 7:19.

Seja o arrependimento do pecador aceito pela igreja com coração agradecido. Conduza-se o arrependido da treva da incredulidade para a luz da fé e da justiça. Coloque-se sua trêmula mão na amorável mão de Jesus. Tal remissão é ratificada no Céu.

Unicamente nesse sentido tem a igreja poder de absolver o pecador. A remissão dos pecados só pode ser obtida por meio dos méritos de Cristo. A nenhum homem, a nenhum corpo de homens, é dado o poder de libertar da culpa a alma. Cristo encarrega Seus discípulos de pregar a remissão dos pecados em Seu nome entre todas as nações; eles próprios, porém, não foram dotados do poder de tirar uma só mancha de pecado. O nome de Jesus é “debaixo do Céu” o único que “há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos”. Atos 4:12.

Podemos ser doadores de órgãos?

A Bíblia não diz qualquer coisa que nos leve a entender que seja apropriado ou não doar órgãos do próprio corpo.

Todas as referências Bíblicas a um novo coração têm caráter unicamente espiritual (Ezequiel 11: 19, 18:31 e 36:26) . E é fácil entender que assim seja, visto que, ao tempo em que a Bíblia foi escrita, jamais se teria a idéia de que chegaríamos a tal avanço do conhecimento científico, que os transplantes de órgãos fossem possíveis.

Contudo, cremos que a doação de órgãos é um ato de amor cristão e deveria ser praticado por todo filho de Deus (‘De graça recebestes de graça dai’ Mat.18:8).

O corpo que possuímos vai se deteriorando a cada dia, e em caso de morte de nada nos valerá, pois com a morte todos nossos órgãos se transformam em pó. Quando porém, vencemos as barreiras do preconceito e do egoísmo e doamos estes órgãos, os quais de outra forma seriam comidos pelos vermes, temos nossos órgãos vivos no corpo de uma outra pessoa. É um consolo saber que sua vida será preservada por nossa bondade e que mesmo depois da nossa morte a influência dos nossos atos continua exercendo um poder transformador na vida de muita gente, e assim continuamos a testemunhar do amor de Cristo mesmo estando no túmulo. Além do mais, na ressurreição, Cristo nos dará corpos incorruptíveis.

Assim, este é assunto de foro íntimo. Mas pensemos em termos do amor cristão. Doar sangue reflete o amor de Cristo, que deu o seu sangue por amor a nós. Agora, do ponto de vista físico, podemos dar oportunidade para que outros sobrevivam recebendo o inestimável fluído. Por que não aplicarmos o mesmo princípio à doação de órgãos?

22/03/2012

A precisão da profecia das 2300 Tardes e Manhãs

O início e o fim das 2.300 Tardes e Manhãs (Cálculo do dia do mês)


No gráfico acima, estão representadas as 2.300 tardes e manhãs. Haveria um dia exato para o início e para o término desse período profético?

Resposta: Sim. Daniel 8:14 declara: “Ele me disse: Até duas mil e trezentas tardes e manhãs, e o santuário será purificado.”. Ou seja, ao término das 2.300 tardes e manhãs deveria ocorrer um evento de purificação do Santuário. No cerimonial típico do Antigo Testamento, isso acontecia no décimo dia do sétimo mês, quando o sumo sacerdote israelita entrava no Lugar Santíssimo do Santuário para purificá-lo de todos os pecados dos filhos de Israel (Levítico 16:29; 23:27 e 32; 25:9; e Números 29:7). Esse evento era conhecido como o Dia da Expiação, o Yom Kippur.

Como ficou demonstrado no estudo 2, as 2.300 tardes e manhãs equivalem a 2.300 dias (Gênesis 1:5), que por sua vez representam 2.300 anos (Números 14:34 e Ezequiel 4:6 e 7). Fixando o término do período no Dia da Expiação, basta retroceder 2.300 anos para se localizar o ponto de partida exato do mesmo período. Mas isso deve tomar como base o calendário judaico, lunissolar, no qual a data do Dia da Expiação era fixada.

Segue-se, então, o seguinte raciocínio: 2.300 anos solares constituem 840.057,037 dias (2.300 x 365,242190 = 840.057,037). Dividindo esse valor pela quantidade de dias de uma lunação, obtêm-se 28.447,01259 lunações ou meses lunares (840.057,037 / 29,530589 = 28.447,01259).

Visto que o início dos meses judaicos depende diretamente da Lua, o valor de um mês judaico deve ser igualado, para efeitos de cálculo, ao total de dias de uma lunação. Dessa forma, torna-se fácil identificar o ponto inicial dos 2.300 anos, pois, retrocedendo 28.447 meses judaicos desde o décimo dia do sétimo mês, o início do período também cairá num dia 10, embora tal método não permita determinar a que mês essa data se refere. O raciocínio é idêntico ao que seria feito com base num calendário juliano-gregoriano, utilizado no mundo ocidental. Por exemplo: retrocedendo um mês desde o dia 22 de outubro, chega-se ao dia 22 de setembro; retrocedendo 12 meses desde a mesma data, chega-se ao dia 22 de outubro do ano anterior; retrocedendo 28.447 meses, chega-se ao dia 22 de um mês qualquer. Assim, fica matematicamente demonstrado que o ponto de partida dos 2.300 anos é necessariamente o décimo dia de um mês judaico, o qual ainda precisa ser identificado. A fração de 0,01259 lunação corresponde a apenas 8,92119 horas. Esse valor é bem inferior ao de um dia completo, de 24 horas, sendo, portanto, insuficiente para deslocar as extremidades do período do Dia da Expiação.


Conclusão: as 2.300 tardes e manhãs começam e terminam no décimo dia de um mês judaico.

O início e o fim das 2.300 Tardes e Manhãs (Cálculo do mês)

Se Daniel 8:14 já fixa o término do período no sétimo mês, pois era nessa época que ocorria a purificação do Santuário, haveria alguma forma de se localizar o mês em que começariam os 2.300 anos?

Resposta: Sim, se bem que o processo seja um pouco mais complexo do que seria no calendário juliano-gregoriano, pois o ano judaico pode totalizar 12 ou 13 meses. Segue-se, então, o seguinte raciocínio: como, após 19 anos (ou 235 lunações), o ciclo solar e o ciclo lunar novamente se harmonizam, com uma pequena diferença de cerca de 2 horas, deve-se dividir o total de lunações existentes em 2.300 anos (28.447 lunações) pela quantidade de lunações de um ciclo metônico (235 lunações). O resultado dessa operação é: 121 ciclos de 19 anos + 12 lunações (resto). Ora, retrocedendo 121 ciclos completos desde o sétimo mês, chega-se, obviamente, ao sétimo mês. Mas, o que fazer com as 12 lunações restantes?

Essas lunações restantes em nada afetam o cálculo, pois, depois de 2.299 anos (que correspondem aos 121 ciclos), a diferença de + 2,08332 horas se acumula em + 10,503405 dias (2,08332 x 121 = 252,08172 / 24 = 10,503405). Isso significa que o esquema lunissolar está terminando 10 dias depois do esquema puramente solar, como pode ser demonstrado no gráfico a seguir.


No gráfico, o período é calculado do início para o final, ao passo que, no texto, ele é contado do final para o início. Isso não traz maiores problemas, pois a verdade matemática não é afetada.

No entanto, avançando mais um ano (o último do período), essa diferença é corrigida, pois o ano puramente solar é cerca de 10 dias maior que o ano lunar (354,367068 – 365,242190 = – 10,875122).


Conclusão: as 2.300 tardes e manhãs começam e terminam exatamente no Dia da Expiação, o décimo dia do sétimo mês.
Henderson H. L. Velten

O Dia da Expiação

Portanto, era necessário que as cópias das coisas que estão nos Céus fossem purificadas com esses sacrifícios, mas as próprias coisas celestiais com sacrifícios superiores.” (Heb. 9:2)

Por que eram feitos diariamente sacrifícios de animais? Por que a cada pecado deveria ser oferecido um cordeiro, para ser morto? Por que o pecado exigia essas mortes? Por que o pecado está relacionado com a morte?

Todo o governo deve ter leis. Sem leis, ou com um sistema legal fraco, desprestigiado, não há governabilidade, ou seja, a autoridade, nesse caso, só faz de conta de dirige, e os súditos, só fazem de conta que obedecem. A lei é a base do funcionamento de qualquer governo, do relacionamento dos cidadãos com o governo, e do relacionamento dos cidadãos entre si.

Se deve haver lei, ela precisa ser obedecida, para que a lie tenha valor prático. Se não houver obediência, precisa haver sanção. Se não houver sanção em caso de desobediência, a lei tem a mesma eficácia como se não existisse: se torna nula.

A Lei de DEUS, acima de tudo, é a garantia da vida, porque é a lei do amor. DEUS cria por amor, e nós geramos filhos por amor. Nós constituímos família por amor, e vivemos unidos por amor. Sem amor, nada disso, que é tão bom, é possível. E a vida é necessária para que tudo isso que o amor proporciona seja real. A vida é por certo o maior dom (produto) do amor. Pelo amor, a vida pode ser deliciosa, e os seres vivos podem estar unidos entre si. O amor é DEUS, e com Ele está a vida. É pelo amor que DEUS é que a vida se torna realidade.

A lei de DEUS é a lei do amor. A Sua lei, Ele e o amor são o mesmo. Se essa é a relação, então a pena pelo não cumprimento dessa lei só pode ser relacionado ao que ela provê: a perda da vida. A desobediência do amor, da lei da vida e da liberdade deve acarretar a perda de todos os dons que a lei garante. Desobedecendo-a, perde-se a liberdade e a garantia da vida, bem como a felicidade e a perfeição, além dos demais atributos excelentes do amor. Mas desses dons do amor, o principal, certamente é a vida. Por isso, o salário do pecado é a morte, precedido de todo o sofrimento causado pelas demais perdas havidas.

Já afirmamos que uma lei sem penalidade prevista se desobedecida, não é lei, é apenas intenção. Havendo penalidade, invariavelmente deve ser aplicada em caso de desobediência, sob risco de anulação do poder da lei e de degeneração do funcionamento do respectivo governo.

E se o juiz, aquele que deve aplicar a pena, ama o réu? Ele não pode fazer nada, se for um juiz justo, deve aplicar a pena. É razoável um juiz aplicar a pena a si, em lugar de aplicá-la sobre o réu, na intenção de substituí-lo? Se o juiz não é legislador, não pode fazer isso, ele não pode tornar-se réu em lugar do que desobedeceu. Mas se o juiz é também legislador e rei, como é o caso de DEUS? Então há uma saída: ele pode substituir o réu, e sofrer a pena, no caso de morte, em lugar do réu. Ele pode fazer isso porque, sendo legislador, d’Ele veio a lei, sendo rei, pode governar com a lei, e sendo juiz, pode aplicar a lei, e amando o réu, se quiser, pode ele mesmo pagar a pena, substituindo o réu. Isso é válido desde que o RÉU NÃO SE TORNE OUTRA VEZ INFRATOR. Ou seja, o Rei pode aplicar a lei a si mesmo, em lugar do réu, se o ama tanto. A rigor, o legislador emite a lei para que o rei governe, e a substituição acima mencionada é um ato de governo. Então, quem nos substituiu na cruz, a rigor, foi o nosso Rei, porque, em razão da Sua própria lei, nos ama a ponto de agir assim. Nesse ato, como Juiz, ele mesmo aplicou a condenação a si como Rei para morrer por nós, e como Legislador, exemplarmente obedeceu a Sua própria lei até a morte, e ao ressuscitar, tornou-se O Salvador e advogado, aquele que nos defende da condenação que Ele já pagou. Maravilha, quando o amor se junta com a justiça, tudo se resolve!!! Para nos salvar da morte eterna, O Criador reuniu todos os Seus atributos de governo do Universo, e assim, pôde fazer uma obra inédita e única, jamais vista. JESUS surpreendeu tanto os anjos bons como o próprio satanás e seus anjos, e também o ser humano perdido, que veio resgatar.

Como podemos entender isso melhor? É fácil, a lei de DEUS existe para cumprir duas funções: garantir a vida, e proporcionar excelência no relacionamento entre criaturas e o Criador, e entre as criaturas. A isso se pode chamar de “governabilidade do reino de DEUS”. Portanto, se DEUS é o Rei, o legislador e o juiz, pode fazer o que quiser, desde que Ele mesmo não altere a Sua lei, nem coloque em risco a governabilidade e o bom relacionamento. Caso DEUS alterasse a Sua própria lei, que é o Seu caráter, Seu governo perderia a credibilidade, como acontece nos reinos deste mundo. Significaria que, de fato, satanás tinha razão, quando afirmava que a lei do Universo não é boa, e que ele precisava ocupar o trono. Salienta-se ainda que um reino será tanto mais confiável quanto mais identificado o seu governo estiver com as respectivas leis, e DEUS está tão identificado com a Sua lei que Ele é a própria lei. Portanto, esse governo é totalmente confiável.

DEUS uniu tudo o que Ele é, e agiu pela salvação da raça humana. Ele nos resgatou de volta para o Seu reino, onde estão garantidas todas as condições que sempre houve, ou seja, a Lei persiste, o relacionamento é excelente, e a vida é eterna. E DEUS continua o mesmo, pois Ele é a lei que não foi alterada em momento algum. O amor é eterno, JESUS defendeu a sua eternidade na cruz, fez um trabalho completo, eficaz e permanente.

E quando a lei está sendo questionada por um golpista (satanás), que pretende tomar o trono do Rei, que é legislador e juiz? Então surge um segundo motivo para que o juiz, legislador e também rei, se doe em lugar do réu. Esse outro motivo é provar que a lei é boa. Para isso, nesse caso assim posto, não basta o juiz, legislador e rei vir apenas morrer pelo réu. Precisa mais, deve viver por um tempo, mostrando a todos, tanto inimigos como amigos, que a obediência à lei é necessária porque é assim que se garante uma vida feliz e eterna, com harmonia e paz. Deve provar que a lei é boa, que não necessita ser mudada. Essa é a razão da vida e da morte de JESUS aqui entre nós, seres humanos condenados à morte eterna. Nesse caso, Ele esteve na cruz como legislador, pois só nessa condição, mostrando como se obedece a lei, pôde defendê-la. Já não mais temos necessidade de morrer para sempre, se quisermos, podemos outra vez viver para sempre. O amor de JESUS, que está representado por Sua Lei, a Lei dos Dez Mandamentos, levou-O a viver demonstrando como se obedece a esses mandamentos, e por fim, morreu em nosso lugar. Assim, Ele defendeu a validade da lei, pois veio para cumpri-la, não para revogar a Lei, e assim também Ele nos salvou, pois pagou a penalidade da morte em nosso lugar, o que era exigência da lei. No entanto, para termos a vida eterna de volta, nos é necessário querer, aceitando a Sua morte por nós, arrependendo-nos de termos desobedecido a Lei, e obviamente não desejando mais desobedecê-la, o que é uma vida de santificação (santificar-se é separar-se da vida de pecado anterior ao arrependimento).

Assim que JESUS ressurgiu outra vez para a vida, adquiriu mais uma função: a de advogado. Agora que Ele morreu por nós e que mostrou a validade da lei, pode defender-nos se nos arrependermos. A defesa que ele faz é garantir que a Sua morte substituiu a nossa morte, porque a aceitamos. Esse direito Ele tem por que se tornou nosso substituto na morte, e por que obedeceu até a morte, não anulando a lei, mas confirmando-a. Agora, como advogado, pelo Se sangue nos livra da morte.

Os santuários terrestre e celestial

Eles servem num santuário que é cópia e sombra daquele que está nos Céus, já que Moisés foi avisado quando estava para construir o tabernáculo: ‘Tenha o cuidado de fazer tudo segundo o modelo que lhe foi mostrado no monte’.” (Heb. 8:5).

Não sabemos se os mundos não caídos em pecado também tem, em seus planetas, santuário. Na Terra não havia santuário até que a Moisés foi dada a ordem de construir um, segundo o modelo do que existe no Céu.

A função de um santuário é de governo. Não confundir aqui alguma mistura do civil com o religioso. DEUS governa diferente do que estamos acostumados a ver nas nações atuais. O governo de DEUS ocorre pela Sua lei moral, que, como já sabemos, define o relacionamento entre Criador e criatura e vice versa, e das criaturas entre si, ou seja, a manutenção por bênçãos e a adoração no relacionamento DEUS e criatura, e o servir, no relacionamento entre criaturas.

Nesse raciocínio, o santuário de DEUS na Terra tinha funções paralelas ao santuário de DEUS no Céu: sede de governo. Ou seja:

a) DEUS estava ali, presença real, visível, pela Sua glória;

b) No santuário, estava a Lei, os Dez Mandamentos, a constituição do governo de DEUS, assim como está no santuário celeste (ver Apoc11:19);

c) Onde se estabelecia também o acerto de casos de desobediência, para restabelecer as condições de bom relacionamento criatura e Criador;

Nesse pondo devemos interromper para esclarecer algo, que em comentários anteriores já havíamos exposto. O governo de DEUS é de plena liberdade, portanto, a obediência livre é a estratégia de relacionamento legal entre os seres inteligentes e seu rei. Para definir a obediência é que existe a Lei dos Dez Mandamentos. Portanto, havendo desobediência, evidentemente é preciso haver o acerto, que como vimos acima, é a pena de morte. Aí se explica porque os cordeiros, e outros animais mansos eram mortos como substitutos dos seres humanos que desobedeciam, simbolizando a futura definitiva substituição por parte de JESUS, o cordeiro de DEUS.

d) Esse acerto requer o perdão, condição para a purificação.

e) Diariamente os indivíduos, após a simbólica transferência de seus pecados para um animal manso eram perdoados de seus pecados, pelos sacrifícios diários.

f) Cada vez que um indivíduo era perdoado de seu pecado, o santuário era contaminado pelo significado daquele pecado, o sangue sujo do animal quando posto sobre as pontas do altar, ou espargido no lugar santo, sujo pelo pecado, a rebeldia contra o amor.

g) Assim, anualmente, se procedia também a purificação do santuário e do povo. Esse se chamava “dia da expiação”.

h) Nesse dia, parte dos pecados eram transferidos para o bode expiatório, que simbolizava a morte de JESUS por aqueles pecados;

i) e parte dos pecados dali eram transferidos para o bode emissário, de azazel (satanás), e que era remetido para o deserto para ali morrer. Isso simboliza satanás carregando sua responsabilidade pela desobediência do povo.

j) Os pecados transferidos para o bode que simbolizava JESUS, eram de responsabilidade dos seres humanos, e os transferidos sobre o bode de satanás eram de responsabilidade dele, ou seja, a parte que ele desempenhou (as tentações bem sucedidas) para levar as pessoas a cometer aqueles pecados, que o bode de JESUS levava sobre si.

k)  Assim o santuário era purificado, mas isso era tudo simbólico. A morte de animais irracionais não poderia substituir a morte de seres inteligentes.

l)  Era necessário que o próprio rei legislador e juiz viesse, num procedimento legal aceitável perante o trono do Universo, para substituir o ser humano da morte eterna. Aqueles sacrifícios todos apontavam para esse sacrifício definitivo. Por isso que o ritual do santuário se tornou desnecessário no momento em que JESUS morreu, que se tornou o Cordeiro de DEUS morto por nós. Muitos confundem as coisas nesse ponto, achando que os Dez Mandamentos que foram eliminados, ou só o quarto mandamento. Foi o contrário, esses mandamentos o Cordeiro de DEUS os obedeceu até a morte, ratificando-os.

m) Portanto, o santuário é o lugar onde se dá o encontro entre Criador e criaturas;

n) Normalmente para louvar O Criador, função das igrejas depois da morte de JESUS;

o) mas antes da morte d’Ele, era o lugar para buscar a purificação dos pecados.

p) Hoje, se vai à igreja para louvar O Criador, para ali nos dirigirmos a Ele para que nos perdoe e nos purifique. Nisso estamos nos dirigindo direto ao salvador que se encontra no santuário do Universo, como nosso advogado intercessor.

q) No futuro, quando JESUS tiver restabelecido outra vez por completo a Lei do amor, então o santuário será um lugar para gigantescos e espetaculares encontros dos servos de DEUS para ali, exclusivamente, adorá-Lo em máximo louvor.

r) É assim que DEUS governa, mediante a fidelidade de livre e feliz obediência a uma Lei que estabelece a excelência no relacionamento entre os seres inteligentes. E quem não quer viver num reino assim?

Assim como no ritual do santuário israelita, antes da morte de JESUS, havia a purificação anual, o dia da expiação, ou dia do juízo, assim também o mesmo deve acontecer no santuário do Céu. Isso é o que diz a profecia dos 2.300 anos, de Daniel 8:14, e é o que JESUS está fazendo lá desde 1844. Nessa data, o santuário do Céu está sendo purificado, ou seja, os pecados de todos aqueles que uma vez aceitaram a morte de JESUS para os substituir na pena capital, estão sendo investigados. Se houve arrependimento de todos eles, ou, se houve arrependimento do sistema de vida do passado, já que é impossível lembrar de todo mal que fizemos em nossa vida. Então os pecados registrados no livro específico são todos apagados por um anjo assistente. Quem determina fazer isso é JESUS, ali com funções de sacerdote, ou seja, como um advogado. Nesse caso, o nome daquela pessoa permanece no livro da vida, e ela será chamada à vida eterna quando JESUS vier, ressuscitando já transformada, ou seja, recriada à perfeição. No momento em que seus pecados foram apagados para sempre, parte do santuário do Céu foi purificado, pois o registro do pecado foi apagado, para sempre. Esse processo continuará até que todas as pessoas nessas condições forem examinadas, então naquele santuário não vai mais haver nenhuma mancha de pecado da parte dos futuros habitantes dali, resgatados da Terra.

Serviços diários

Os serviços diários eram sacrifícios de dois tipos principais. Chamemo-los assim: os gerais e os específicos. Os gerais eram dois, pela manha e pela tarde. Cada vez era oferecido um cordeiro, portanto, dois por dia, para esse sacrifício. Era para perdão dos pecados cometidos por todos, muitos dos quais os indivíduos nem se deram conta, do qual nunca se flagraria. Esse sacrifício diário representa a morte de CRISTO por todos, a garantia de vida. Já os sacrifícios individuais por pecados específicos significam o arrependimento e pedido de perdão pelo pecado e a aceitação daquela morte. Como DEUS é bom e completo!

Os demais sacrifícios pelos pecados (haviam outros sacrifícios) eram específicos, ou seja, cada vez que um indivíduo cometia um pecado, desobediência à lei, isso gerava motivo para a morte daquele indivíduo. Então, ele levava um cordeiro ao altar do tabernáculo e ali oferecia, simbolicamente, a vida do cordeiro em lugar da sua própria vida. Esses sacrifícios, o diário e o específico eram apenas símbolo do verdadeiro sacrifício de JESUS.

Então, diariamente os pecados das pessoas eram transferidas, delas para o altar e para o santuário, no sangue contaminado e no sacerdote também contaminado, pelos pecados. Ali permaneciam até o dia da expiação, ou dia do juízo. O que acontecia no santuário terrestre era apenas sombra (ilustração) do celeste. Esse é que na realidade recebia os pecados, nos registros dos livros ali existentes. Por isso é o santuário celeste que precisa ser purificado.

O Dia da Expiação – I

“Porquanto nesse dia se fará propiciação por vocês, para purificá-los. Então, perante o senhor, vocês estarão puros de todos os seus pecados.” (Lev. 16:30)

Quando o santuário é manchado, de certa maneira próprio caráter de DEUS é manchado, não n’Ele, mas em Suas criaturas, criadas á Sua semelhança, e na Sua santa Lei. O Universo para funcionar como um reino de liberdade, precisa ser absolutamente puro, não pode haver contradições legais.

No dia anual da expiação, tanto o povo quanto o santuário eram purificados. Havia uma solene preparação prévia de dez dias de todo o povo para aquele impressionante dia. Tudo era posto em ordem, todo desentendimento não resolvido era acertado e toda a vida revisada. Então, na cerimônia do dia da expiação, o povo se apresentava perante DEUS absolutamente livre de pecado, isto é, tudo estava perdoado. Antes dessa cerimônia, naquele dia, foram realizadas os dois últimos sacrifícios diários. Nesse dia, o santuário era totalmente purificado dos pecados que o povo havia cometido durante o ano. No final da cerimônia, tanto o povo quanto o santuário estavam puros de pecado.

Tudo isso era símbolo do que ocorreria no santuário do Céu. Desde que JESUS subiu ao Céu, lá esteve atuando no santuário, no lugar santo. Desde 1844 para cá, ele atua no lugar santíssimo, purificando-o. Esse é o juízo investigativo, em que cada nome é investigado. Se houve arrependimento, seus pecados são apagados dos respectivos registros. Se não houve arrependimento, seu nome é apagado dos registros do livro da vida, mas seus pecados permanecem registrados. Ficarão ali até o final do milênio, quando então o próprio sujeito pagará pelos seus pecados. Então é que naquele santuário não vai mais haver lembrança das coisas passadas, tudo estará totalmente puro. Atenção, após o fechamento da porta da graça, isto é, concluindo-se o trabalho de purificação, o santuário do céu estará totalmente puro. Os pecados daqueles que nunca tiveram seus nomes escritos no livro da vida jamais foram transferidos para aquele santuário. Desses, portanto, o santuário não precisa ser purificado, nem agora, nem no final do milênio

Dia da Expiação – II

“Ele me disse: Até duas mil e trezentas tardes e manhãs; e o santuário será purificado.” (Dan. 8:14)

“Portanto, era necessário que as cópias das coisas que estão nos Céus fossem purificadas com esses sacrifícios, mas as próprias coisas celestes com sacrifícios superiores.” (Heb. 9:23)

O santuário da Terra era apenas um símbolo do santuário do Céu, com funções didáticas. De que outra maneira poderia ser ensinado a nós o seguinte:

a) o caráter nojento e catastrófico do pecado;

b) suas terríveis conseqüências;

c) que cada pecado significa pena de morte;

d) mas que JESUS viria nos salvar;

e) que haveria necessidade de perdão e purificação dos pecadores e de purificação o santuário do Céu, por causa de nossos pecados.

Por essas, e outras razões, o santuário da terra foi estabelecido. Uma outra razão importante é permitir um local de encontro com DEUS.

A purificação do santuário celeste é resultado de um processo judicial. (a) houve desobediência, fator causal; (b) isso acarretou o respectivo registro nos livros do céu; (c) JESUS morreu, e tornou-se advogado de defesa, não por alguma inocência do pecador, mas porque aceitou em lugar de seu pecado a inocência do Salvador. Portanto pode ser perdoado. (d) Agora precisa haver investigação se de fato a pessoa se arrependeu de sua vida passada, para que tudo possa ser posto em dia, e ele seja novamente aceito como cidadão do Universo, como um indivíduo justo.

Há um importante paralelismo na sucessão dos fatos proféticos, com relação a esse assunto d purificação, entre Daniel 7 e Daniel 8. Veja-se abaixo:



Paralelismo entre Daniel 7 e Daniel 8

Daniel 7

Daniel 8

Babilônia
Medo-PérsiaMedo-Pérsia
GréciaGrécia
Roma pagã e papalRoma pagã e papal

Julgamento no Céu

Purificação do santuário

Reino de DEUSReino de DEUS
A seqüência é a mesma. Verifica-se que após o império romano e o império moral do Vaticano, que terminou em 1798, logo após, viria a fase do julgamento no Céu, que é a purificação do santuário celeste. Isso começou a ocorrer em 1844, conforme Daniel 8:14, e ainda não terminou.

Significado do dia escatológico da expiação

Expiação significa eliminação dos pecados, isto é, a purificação deles. Para isso, no ritual simbólico e didático, no dia da expiação, eram trazidos dois bodes perante o altar. Um era para o Senhor, o outro para azazel (satanás).

O bode para o Senhor era sacrificado pelos pecados do povo. Segundo bons autores consultados, esse bode pagava com sua vida os pecados cuja responsabilidade era do próprio pecador, e/ou a parte que lhe compete. Quando cometemos um pecado, duas coisas podem ter acontecido. (a) foi por nossa iniciativa própria, sem influência de terceiros. Nesse caso, a responsabilidade é inteiramente nossa. (b) pode ter havido influência de terceiros, nos levando a pecar. Nesse caso há dois ou mais responsáveis: nós e o(s) terceiro(s). Esse(s) terceiro(s) pode(m) ser outras pessoas, ou satanás, o tentador para o mal.

O bode do Senhor, símbolo de JESUS, está disposto a morrer pelos pecados de responsabilidade própria, os do item “a”, e os das pessoas que eventualmente influenciaram para pecado de outros. Mas, pela lógica, não tem porque morrer pela influência de pecados cuja influência veio da parte de satanás. Então, o bode para o Senhor morre pela responsabilidade específica do povo quanto a desobediência, e o bode de satanás, deve morrer pelo que ele levou o povo pecar. JESUS não iria morrer por satanás. Essa é uma explicação muito aceita entre os estudiosos. Ou seja, quando ocorreu o pecado, ele é registrado, quando ocorre o processo judicial, cada culpado é devidamente citado. O que compete a pecadores humanos, isso pode ser pago por JESUS, e o que compete a satanás, ele mesmo terá de pagar, no final do milênio. No entanto, no final do milênio, quando satanás for destruído, sobre ele serão postas as culpas dele mesmo e as culpas de responsabilidade de cada um dos que foram salvos. Satanás terá que sentir o peso das conseqüências do que ele fez e do que ele levou a outros fazerem contra a lei de DEUS

Conclusão

Esse estudo mostra a natureza da verdadeira guerra, a principal, em torno da qual giram outras batalhas. A guerra principal é de natureza espiritual, não perceptível à muitas pessoas. Ela é tão mais imperceptível quanto mais essas pessoas estiverem apegadas à ciência secular, que, em grande parte, está contaminada de preconceitos contra a Palavra de DEUS. Assim, a humanidade se posiciona de um e de outro lado, e a grande maioria que se posiciona do lado de satanás, nem sabe que está ali e qual o seu papel que desempenha. Nessa situação estão pobres e incultos como muitos doutores de Universidade. Aqueles, coitados iludidos pela superstição e crendices inventadas ao longo dos séculos, estes incapazes de ver a realidade flagrante ao redor, cegados pelo preconceito das componentes ideológicas inseridos na ciência. A verdade misturada com o erro é uma arma poderosa, por ela podem ser distribuídos muitos altos títulos.

Para tentar resgatar pessoas em tal situação, de ambos os casos, deve-se ter o máximo cuidado para não causar constrangimento à sua ignorância, o que desconhecem. As pessoas julgam tudo pelo que sabem, e o que sabem lhes parece ser tudo o que existe para saber. Aí está a armadilha, governam a sua vida, decidem seu futuro desconhecendo o principal. Então, enganadas, persistem no erro pensando estar nos níveis mais altos da verdade.

O poder da ponta pequena é tão vasto que, por crendices ilógicas, flagrantemente ofensivas à inteligência do ser humano, inaceitáveis em razão da falta de genuinidade, que não resistem a qualquer exame um pouco mais profundo, consegue enganar muitos, milhões de descuidados e despreocupados. Mas já vem o tempo, e a ordem do Céu já vai se cumprir: “sai dela povo meu” (Apoc. 18:4), e livrem-se de serem cúmplices dos pecados de babilônia.

Não se estude essas lições apenas numa ótica acadêmica, a busca do conhecimento em si, e mais nada. Estude-se essas lições para a busca de um ação real no dia-a-dia. O povo de DEUS, cujos membros foram batizados em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, que, portanto, já tem o Espírito do Senhor, agora precisa unir-se por completo, para ter aumentado o poder do Espírito Santo, e, pela pregação e pelo ensino, com forte testemunho da verdade, concluir o trabalho de esclarecimento sobre a verdadeira adoração a todas as pessoas do mundo. Isso agora é cada vez mais urgente!!!

Prof. Sikberto R. Marks

___________________Agenda Adventista________________

 

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