Evidências Proféticas | blog adventista

30/03/2012

Na Mira da Verdade - Por que existem tantas religiões?

“Deus tem apenas um povo na Terra? Como explicar o surgimento de tantas religiões?”
“Por que Jesus só realizou milagres após ser batizado? Só ai Ele recebeu o Espírito Santo?”
“Como podemos ter o livre arbítrio se a vontade de Deus é soberana?”
“O que é o pecado contra o Espírito Santo? Este é um pecado imperdoável?”
“É possível o re-batismo?”
“Foi no Concílio de Nicéia que decidiram quais livros estariam na Bíblia?”
“Ellen G. White teve influência mórmon nos seus escritos?”
“O Decreto Dominical está a caminho?”
“De acordo com Gênesis 6, houve relação sexual entre anjos e seres humanos?”

Em alerta de guerra, Israel distribui máscaras de gás aos civis


(30/03/2012) O maior ponto de distribuição de máscaras de gás em Tel Aviv, em Israel, estava lotado nesta quinta feira. Em meio à multidão que obedeceu à convocação do Comando da Retaguarda do Exército israelense para se equipar com os chamados "kits de proteção", vários cidadãos estão preocupados com a possibilidade da eclosão de uma nova guerra na região.

A convocação, enviada por correio a cerca de 7,5 milhões de israelenses, anuncia: "Caro cidadão, de acordo com os registros do Comando da Retaguarda você ainda não se equipou com o kit de proteção". Segundo a solicitação, "os kits de proteção fazem parte da vida", são grátis e cerca de 4 milhões de pessoas já os receberam. Esta é a terceira vez que Israel distribui máscaras de gás aos civis. A primeira ocorreu em 1990, às vésperas da Guerra do Golfo. A segunda, em 2003, antes da guerra no Iraque.

Há cerca de um ano foi iniciada uma terceira distribuição. Porém, nos últimos meses, aumentou o número de civis que comparecem aos pontos de distribuição, em consequência do medo que haja uma guerra com o Irã, com a milícia libanesa Hezbollah ou com o grupo palestino Hamas, que controla a Faixa de Gaza.

Esses temores são alimentados por declarações do governo israelense, cada vez mais incisivas, sobre as intenções de "destruir as instalações nucleares iranianas para impedir a fabricação de bombas atomicas". De acordo com as avaliações de analistas militares, se Israel bombardear as fábricas iranianas, o país persa provavelmente revidará contra Tel Aviv.

Além disso, há 3 dias, a colocação de baterias anti-misseis nos arredores da capital israelense também não contribuiu para acalmar a população. Artigos de analistas militares, publicados na imprensa local, apontam a possibilidade de que o presidente sírio, Bashar al-Assad, transfira armamentos não convencionais ao Hezbollah, que por sua vez poderia dispará-los contra Israel, aumentando a preocupação geral.

Jonathan Richey, 41 anos, encheu o bagageiro de seu carro com as caixas das máscaras. Imigrante dos Estados Unidos e pai de 8 filhos, Richey confirma o temor. "Sou responsável por 8 crianças, além de minha mulher, senti que é meu dever buscar as máscaras, mas espero não precisar usá-las", disse Richey. "Podemos ter uma guerra a qualquer momento, mas apesar disso não me arrependo de ter me mudado para Israel", afirmou o ultra-ortodoxo, acrescentando que "sente uma força especial na terra do patriarca Abraão".

Noah Kaufman, 27 anos, é funcionária de uma ONG de direitos humanos que defende trabalhadores estrangeiros. "Tenho muito medo de uma guerra. Tenho medo de perder minha casa, de não conseguir fugir, de ficar ferida ou de morrer", desabafou. Libby, 38 anos, relações públicas de uma empresa, foi receber a máscara junto com o filho de 2 anos. "Não tenho medo, acho que não haverá guerra, mas vim buscar a máscara para acalmar minha mãe, ela me pressionou muito", afirmou.


29/03/2012

Por que igrejas evangélicas estão por trás do maior grupo de apoio a Israel nos EUA?

Igrejas evangélicas estão por trás do maior grupo de apoio a Israel nos Estados Unidos. Mas o que está por trás desse apoio?

Anos atrás, o Living Word Christian Center (Centro Cristão da Palavra Viva), uma igreja evangélica de Minneapolis realizou sua primeira “noite de homenagem a Israel”, para que – nas palavras de Tim Burt, um pastor ligado à igreja – cristãos “demonstrassem seu amor e apoio a Israel e o povo judeu”.

Mas três líderes judeus locais foram até ele e perguntaram o que havia por trás daquele evento. “Eles tiveram muita dificuldade em acreditar que não havia outra motivação por trás disso, além do amor por Israel”, explicou Burt.

Como as coisas mudaram

Na última semana, Burt e um grupo de 130 evangélicos de Minnesota e do Texas passaram uma noite muito especial com o primeiro-ministro israelense Binyamin Netanyahu. “Obrigado por defender Israel,” disse o primeiro-ministro às 800 pessoas que haviam se reunido em Jerusalém para a conferência deste ano dos Cristãos Unidos por Israel (CUFI, na sigla em inglês), uma associação evangélica norte-americana pró-Israel.

Há seis anos, o CUFI estava sendo criado. Hoje, com um milhão de membros, é de longe o maior grupo de defesa pró-Israel nos Estados Unidos. Existem agora 50 milhões de cristãos evangélicos nos Estados Unidos, muitos deles também fortemente pró-Israel. Em uma pesquisa do Pew Research Center, publicada no início deste mês, 40% dos evangélicos brancos afirmaram que os Estados Unidos “não dão apoio suficiente” a Israel (apenas 17% dos protestantes tradicionais brancos e 14% dos católicos concordaram).

Mas todo o apoio é bem-vindo? Embora Netanyahu tenha abraçado o apoio de grupos cristãos sem muito alarde, nem todos os israelenses são tão otimistas. Alguns questionam os motivos religiosos dos membros do CUFI – “Quando é que começarão com o proselitismo?” – ou estão preocupados com suas políticas, especialmente sua resistência para assumir um compromisso a respeito do conflito israelense-palestino.

É verdade que John Hagee, fundador e líder do CUFI, não é um homem de nuances. Quatro anos atrás, ele afirmou que Hitler era um “caçador” enviado por Deus para perseguir os judeus da Europa e “mandá-los de volta para a terra de Israel”. Esta declaração fez com que John McCain, então candidato à presidência, rejeitasse o apoio de Hagee. Com base em sua leitura das escrituras, Hagee se opõe a uma solução de dois Estados. Ele não quer que Israel abra mão da Terra Santa pela paz.

Hagee diz que apoia Israel. Mas ele poderia também apoiar um governo de esquerda israelense? Para isso, sua resposta é sempre: Israel está livre para tomar suas próprias decisões. Caso se veja em desacordo com as políticas do país, ele afirma que encontrará outras maneiras de expressar seu apoio. Doando a hospitais ou comunidades carentes em Israel, por exemplo.

Alguns continuam céticos e dizem que há um preço a ser pago pela associação com os evangélicos. Yossi Sarid, um comentarista de esquerda israelense e ex-líder do partido Meretz, escreveu, no ano passado, que Hagee, Glenn Beck e “seu enxame” são “antissemitas, que não são sequer conscientes do seu antissemitismo e a extensão de sua feiura”.

Os fundadores da CUFI parecem inabaláveis. “Depois de dois mil anos de antissemitismo cristão, é muito difícil para os judeus acreditarem que os cristãos subitamente abraçaram o filossemitismo de uma forma honesta e sincera”, diz David Brog, diretor executivo do CUFI. “E se eles mudaram, o que impede então que mudem de volta?”

Essa é uma boa pergunta, e a obstinação do CUFI diante da suspeita constante pode ser a melhor resposta a ele. Se Hagee ama tanto assim os judeus, talvez eles devessem encontrar uma maneira de amá-lo de volta.


Nota: Estariam estes evangélicos "dando uma mãozinha" para o dispensacionalismo?

Segundo o site Wikipédia, o "dispensacionalismo é uma doutrina teológica e escatológica cristã que afirma que a segunda vinda de Jesus Cristo será um acontecimento no mundo físico, envolvendo o arrebatamento e um período de sete anos de tribulação, após o qual ocorrerá a batalha do Armagedon e o estabelecimento do reino de Deus na Terra".

Os adventistas não creem na doutrina dispensacionalista, simplesmente por não haver embasamento bíblico para tal.

Primeiro de tudo, a noção de que Deus salvou os judeus do Antigo Testamento por lei, mas agora salva cristãos do Novo Testamento, pela graça, não é apenas sutilmente anti-judaica em si, mas é totalmente anti-bíblica. A Graça começou com a queda de Adão e a primeira entrada do pecado (ver Romanos 5:20), ou a humanidade teria sido exterminada imediatamente. Antes do dilúvio, Noé achou graça aos olhos do Senhor “(Gênesis 6:8). Ao longo da história de xadrez de Israel, seu povo achou graça também. Mesmo antes Deus escreveu os Dez Mandamentos no Monte Sinai, os israelitas saíram do Egito com segurança por causa do sangue dos cordeiros mortos aspergido sobre as portas (ver Êxodo 12), tipificando sua graça messiânica. O sangue quente dos animais mortos aspergido pelos sacerdotes judeus acima dos dez mandamentos dentro do Santuário, no Dia da Expiação também proclamou a salvação pela fé em Jesus Cristo, e não através da lei. Na verdade, antes mesmo de Israel existir como nação, Deus Todo-Poderoso “anunciou primeiro o evangelho a Abraão” (Gálatas 3:8) centrado no Calvário.

Por outro lado, há uma abundância de declarações sobre eles obedecendo a lei no Novo Testamento (leia Romanos 2:25,26, 3:31, 7:12, 8:4; Efésios 6:1-3; Tiago 2:10 -12). A verdade é que Deus tem usado a “lei” para mostrar aos pecadores os seus pecados (tanto judeus como gentios) e para criar uma necessidade da fé e da graça (cf. Romanos 5:19-20, Gálatas 3:24). Assim, não é que a “Lei do Velho Testamento foi Substituída pela graça do Novo Testamento”, mas sim que a “Lei cria a necessidade da Graça” por toda parte. Em Gálatas 3:11, Paulo esclareceu que “nenhum homem é justificado pela lei perante os olhos de Deus”, e ele cita o Antigo Testamento para provar isso. Em última análise, toda a graça está centrada em Jesus Cristo, e se as pessoas viviam na época do Antigo Testamento, quando o Seu sacrifício foi prenunciado pelos cordeiros mortos, ou nos tempos do Novo Testamento, após seu sacrifício ser realizado no Calvário, como o próprio Mestre disse: “Ninguém vem ao Pai senão por mim “(João 14:6).

“Nenhum homem” significa nenhum, quer judeu ou grego.

Em outras palavras, todo aquele que atinge o céu vai chegar lá apenas por causa de Jesus Cristo e seu sacrifício, isto é, pela Sua graça. Assim, quando dispensacionalistas ensinam que os judeus do Antigo Testamento alcançaram a salvação em qualquer caminho através da lei, ou que lhes foi negado o evangelho, quer eles façam idéia ou não, eles estão ensinando uma sútil e falsa doutrina anti-judaica. A verdade é que Deus amou os judeus do Antigo Testamento, tanto como Ele ama os cristãos do Novo Testamento, e a ambos os grupos sempre lhes foi oferecida a esperança através de um salvador.

E este salvador ama ambos os grupos ainda hoje.

Em segundo lugar, é fictícia a idéia dispensacionalista que faz separação entre Israel e a igreja. No Dia do Pentecostes judaico, 3.000 judeus foram batizados por meio da pregação de Pedro e foram acrescentados a igreja “(Atos 2:41,47). Se você perguntasse a Pedro e aos discípulos se eles eram parte de “Israel” ou da “Igreja”, o que eles diriam? A resposta é óbvia. Eles responderiam os dois! A mais antiga igreja cristã foi quase inteiramente uma Igreja judaica até os gentios se juntarem as suas fileiras.

Terceiro: o Arrebatamento. O cenário dispensacionalista do fim dos tempos começa com os cristãos sendo “arrebatados” para o encontro de Jesus nos ares o que os dispensacionalistas interpretam como um evento silencioso e secreto ocorrendo sete anos antes do fim. Errado de novo. Uma leitura cuidadosa de 1 Tessalonicenses 4:16 e 17 revela que os verdadeiros crentes serão “arrebatados” (verso 17) quando Jesus literalmente descer do céu em sua segunda vinda com “grande brado”, “á voz do arcanjo” e “ao som da trombeta de Deus”. Não há nada de silêncioso ou secreto nesse evento. Como o artigo da Wikipedia afirmou correctamente, a doutrina do arrebatamento pré-tribulação é realmente “enraizada” nos ensinamentos do teólogo do século 19 “John Nelson Darby”

Quarto: o mito da tribulação de sete anos. Surpreendentemente, não há nenhum verso em toda a Bíblia que ensina especificamente uma “tribulação de sete anos”.Cheque em qualquer concordância. Simplesmente não existe. Daniel 9:27 é o mais freqüente verso citado para apoiar a “Teoria dos sete anos de tribulação”, mas o próprio versículo não diz nada do tipo. Na verdade, a grande maioria dos antigos comentaristas cristãos – como Matthew Henry, Adam Clarke, Jamieson e Faucett & Brown – colocam Daniel 9:27 durante o tempo em que o próprio Jesus “confirma a nova aliança” fazendo “cessar os sacrifícios e ofertas” pela sua morte na cruz.

Quinto: um final sangrento que abaterá dois terços dos judeus que vivem em Israel. Tal ensino horrendo é baseado quase que inteiramente num único verso – Zacarias 13:8. No entanto, o Novo Testamento coloca o versículo anterior (versículo 7) diretamente no tempo de Cristo (comparar com Mateus 26:31). Não há previsão no livro de Apocalipse sobre a aniquilação de dois terços de todos os judeus que vivem em Israel pelo Anticristo antes da volta visível do Senhor, nem que os israelitas seriam alvo de um massacre.

Em conclusão, devemos prestar maior atenção à advertência do Mestre: “Vede que ninguém vos engane” (Mateus 24:4) – especialmente quando se trata de nossos amigos judeus, e de interpretações da profecia. Nestes dias turbulentos de Delírios dispensacionalistas dizendo que “A Lei” era somente para os judeus do Antigo Testamento e não para os cristãos, a distinção entre Israel e a Igreja, o arrebatamento, os sete anos de tribulação, e um suposto abate de dois terços de todos os israelenses, vamos fazer tudo o que pudermos para compartilhar “o evangelho eterno” (Apocalipse 14:6) com todos, tanto judeus e gentios, antes da Segunda Vinda.

Não se deixe enganar por falsas profecias.Vamos manter a verdade bíblica sólida.

(Parte do comentário extraído do blog SétimoDia).

Bíblia é obra preferida dos brasileiros


O brasileiro lê em média quatro livros por ano e apenas metade da população pode ser considerada leitora. É o que aponta a pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, divulgada nesta quarta-feira pelo Instituto Pró-Livro. O estudo realizado entre junho e julho de 2011 entrevistou mais de 5 mil pessoas em 315 municípios.

Em 2008, o instituto divulgou pesquisa semelhante que apontava a leitura média de 4,7 livros por ano. Entretanto, a entidade não considera que houve uma queda no índice de leitura dos brasileiros, já que a metodologia da pesquisa sofreu pequenas alterações para torná-la mais precisa.

De acordo com o levantamento, o Brasil tem hoje 50% de leitores ou 88,2 milhões de pessoas. Se encaixam nessa categoria aqueles que leram pelo menos um livro nos últimos três meses, inteiro ou em partes. Entre as mulheres, 53% são leitoras, índice maior do que o verificado entre os entrevistados do sexo masculino (43%).

Ao perguntar para os entrevistados quantos livros foram lidos nos últimos três meses, período considerado pelo estudo como de mais fácil para lembrança, a média de exemplares foi 1,85. Desse total, 1,05 exemplar foi escolhido por iniciativa própria e 0,81 indicados pela escola.

Entre os estudantes, a média de livros lidos passa para 3,41 exemplares nos últimos três meses. Os alunos leem 1,2 livro por iniciativa própria, divididos entre literatura (0,47), Bíblia (0,15), livros religiosos (0,11) e outros gêneros (0,47).

De acordo com o estudo, a Bíblia aparece em primeiro lugar entre os gêneros preferidos, seguido de livros didáticos, romances, livros religiosos, contos, literatura infantil, entre outros.

Em.com.br

Nota: Se estes 88 milhões de brasileiros, além de lerem a bíblia, guardassem as palavras nela escritas, o Brasil seria outro, aliás o mundo inteiro seria impactado pelo poder da Palavra. "Eis que presto venho: Bem-aventurado aquele que guarda as palavras da profecia deste livro". Apocalipse 22:7

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