Evidências Proféticas | blog adventista

06/06/2012

Jesus violava o sábado?


Jesus curava aos sábados
Está escrito em João 5:18  “Por isso, pois, os judeus ainda mais procuravam matá-lo, porque não somente violava o sábado, mas também dizia que Deus era seu próprio Pai, fazendo-se igual a Deus”.

Este texto nos diz que Jesus ‘não guardava o sábado do modo fanático dos judeus’; não está falando que Jesus não guardava o sábado ‘como Deus ensinou’. Podemos ver isto claramente nos seguintes versos: “Indo para Nazaré, onde fora criado, entrou, num sábado, na sinagoga, segundo o seu costume, e levantou-se para ler”. (Lucas 4:16). “Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor; assim como também eu tenho guardado os mandamentos de meu Pai e no seu amor permaneço”. (João 15:10). “Se me amais, guardareis os meus mandamentos”. (João 14:15).

Jesus tinha por costume ir aos sábados adorar a Deus na igreja (Lucas 4:16); Ele guardava o sábado do “modo correto”. Jesus obedecia a lei de Deus e inclusive disse para nós que “se o amássemos” iríamos guardar os seus mandamentos. (João 14:15).

Mas então, como entendermos o texto de João 5:18? Precisamos analisar seu contexto. Estudando os versos anteriores (contexto interno), vemos que a expressão “violava o sábado” não se refere a uma transgressão por parte de Jesus do 4o mandamento da lei moral de Deus. O significado do verso é que “Segundo os judeus” ele quebrantava o Sábado, pois não guardava da maneira deles. “Segundo Deus”, Jesus nunca profanou porque guardava da maneira correta estabelecida por Deus.

Podemos concluir que Jesus não violava o sábado da concepção de Deus, mas apenas da concepção extremista e fanática dos fariseus. Jesus enquanto esteve na terra procurou de todas as maneiras ensina-los a guardar o sábado de modo correto, para que se libertassem da pesada carga imposta pelos líderes da época.

O sábado, quando observando da maneira correta e com o fim para o qual Deus o designou é uma “bênção”.

"Domingo deve ser dia livre", afirma Papa


Papa diz que o domingo tem que ser livre
Cidade do Vaticano, 06 jun 2012 – O Papa afirmou hoje no Vaticano que as famílias têm de ser defendidas da sobrecarga laboral e que o domingo deve ser reservado ao convívio familiar e a Deus.

“É preciso preservar o tempo em família, ameaçada por uma predominância de compromissos devidos ao trabalho”, sublinhou Bento XVI na audiência geral realizada perante milhares de fiéis na Praça de São Pedro.

No discurso, enviado à Agência ECCLESIA, o Papa frisou que o domingo “deve ser livre para a família e livre para Deus”, e nas saudações que proferiu em vários idiomas disse que reza para que “o amor conjugal, a paternidade e a maternidade sejam percursos para a santidade”.

A intervenção de Bento XVI recordou os principais momentos da sua participação no 7.º Encontro Mundial das Famílias, que decorreu entre quarta-feira e domingo na cidade italiana de Milão.

O encontro que o Papa classificou de “inesquecível” constituiu “um inspirado testemunho da rica e variedade identidade da família como comunhão de amor baseado no casamento, um santuário de vida, uma igreja doméstica e célula primária da sociedade”, afirmou.

“Família, trabalho e festa”, tema das Jornadas, “devem encontrar um equilíbrio harmonioso para construir sociedades de rosto humano”, sustentou Bento XVI, salientando que “é possível, ainda que com esforço, viver o amor fiel, ‘para sempre’, aberto à vida”.

Na sexta-feira, primeiro dia da visita à cidade e arquidiocese milanesa, que nunca tinha visitado enquanto Papa, Bento XVI lembrou que a família é o espaço onde as pessoas fazem a “primeira experiência” de não viverem “fechados em si mesmas, mas na relação com os outros”.

Na missa de domingo, em que segundo as autoridades participaram um milhão de pessoas, o Papa acentuou a importância de cada família “evangelizar não só com a palavra, mas pela vivência do amor, a única força capaz de mudar o mundo”.

“Desça a minha bênção sobre vós, vossas famílias e comunidades ao serviço do menor, dos mais pequeninos e necessitados”, disse Bento XVI em português ao saudar os peregrinos lusófonos.

A audiência semanal terminou com um convite aos fiéis de Roma para participar na procissão do Corpo de Deus que esta quinta-feira vai percorrer as artérias da capital italiana entre as igrejas de São João de Latrão, onde o Papa celebra missa a partir das 18h00 de Lisboa, e de Santa Maria Maior.

“Convido os fiéis de Roma e os peregrinos a unirem-se neste ato de profunda fé na Eucaristia, que constitui o tesouro mais precioso da Igreja e da humanidade”, declarou.

Ecclesia

05/06/2012

Evidências - A vida do Apóstolo Paulo


Apóstolo Paulo
Você certamente já ouviu falar do grande apóstolo Paulo, o pregador dos gentios, mas quem foi esse homem?

São Paulo ou simplesmente Paulo foi sem dúvida uma das figuras mais importantes e ao mesmo tempo mais controversas da história do cristianismo primitivo, mas o valor de sua teologia para a fé cristã é incalculável praticamente 50 % do novo testamento vêm diretamente de sua autoria.

Conceitos chaves como o significado expiatório da morte de Cristo, a divindade messiânica de Jesus de Nazaré, a salvação pela graça mediante a fé etc., tudo isso e muito mais são valores de fé que hoje conhecemos graças ao trabalho incansável deste soldado de Cristo.

Assista ao vídeo:

Crise junta católicos e ortodoxos


Lisboa, 04 jun 2012 – ‘Crise econômica e pobreza: desafios para a Europa hoje’ é o tema do 3.º Fórum Católico e Ortodoxo que entre terça e sexta-feira vai trazer a Lisboa dezenas de figuras do clero das duas Igrejas.

“O objetivo é olharmos juntos para a crise que estamos quase todos a viver em toda a Europa, procurando – e esta é a novidade cristã – perceber as causas e as soluções que vão para além da economia”, explicou à Agência ECCLESIA o secretário-geral do Conselho das Conferências Episcopais da Europa (CCEE), padre Duarte da Cunha.

Em comunicado hoje publicado pelo CCEE, o presidente deste organismo, cardeal Péter Erdo, sublinha que o atual declínio econômico coloca em risco os próprios “modelos de sociedade” na Europa, mas constitui “apenas a ponta do icebergue e tem origens muito mais profundas”.

O arcebispo de Budapeste destaca “as graves consequências negativas ético-morais” de modelos antropológicos e culturais “errados” que afetam “ambientes sociais, políticos e econômicos”.

A iniciativa inicia-se esta terça-feira, às 17h30, numa sessão aberta aos jornalistas no seminário dos Dehonianos em Alfragide (Concelho da Amadora), mas o resto do encontro vai decorrer à porta fechada, com a publicação de um comunicado no final dos trabalhos.

O programa prevê que os participantes estejam presentes esta quinta-feira na Sé de Lisboa para a missa do Corpo de Deus presidida pelo cardeal-patriarca, D. José Policarpo, às 11h30.

O encontro inclui também uma oração ecumênica no Colégio do Bom Sucesso, em Lisboa, às 19h00 de quarta-feira, aberta ao público.

A lista de participantes ortodoxos integra prelados de patriarcados e dioceses da Península Ibérica, Grécia, Rússia, Roménia, Polónia, República Checa, Eslováquia, Sérvia, Geórgia, Albânia e Chipre.

Do lado católico espera-se, para além da presença do presidente da CCEE, a participação de arcebispos e bispos da Alemanha, Bélgica, Bielorrússia, Bósnia-Herzegovina, Escócia, Espanha, França, Itália, Rússia e Ucrânia.

O padre Duarte da Cunha considera que “há um empobrecimento da espiritualidade, sobretudo da fé e da prática da relação com Deus, o que gera instabilidade social, egoísmo e falta de ética, fatores que conduzem à crise”.

Por outro lado as dificuldades “levam as pessoas a estarem de tal maneira aflitas que muitas vezes se esquecem de olhar para o que está para além das circunstâncias do momento, ou seja, para Deus, para os valores permanentes, para a Igreja e para a caridade”, acrescentou.

Uma das duas intervenções sobre a relação da pobreza com a justiça social vai ser proferida por um leigo, o grego Christos Tsironis.

A prioridade do fórum, que desde 2008 junta clero e leigos da Europa a cada dois anos, é deixar “um olhar de esperança”, assinala o secretário da CCEE.

“A nossa intenção é valorizar o que tem sido feito de bom nas obras que nascem da fé e que se concretizam no apoio à erradicação da pobreza, desenvolvimento e educação, entre outras dimensões”, acrescenta o sacerdote português.

Este responsável está convicto de que os fóruns, organizados alternadamente por católicos e ortodoxos, “têm gerado proximidade”.

“Por vezes as relações a nível local não são fáceis e estes encontros têm promovido alguma corresponsabilidade ao nível dos desafios comuns, além de gerarem uma grande sintonia em muitos aspectos. Numa Europa secularizada esta voz comum talvez seja o mais importante que podemos oferecer agora”, referiu.

Ecclesia

Nota: Semelhantemente ao declínio do império romano no final da idade antiga, a atual crise na Europa tem envolvido poderes religiosos, que da mesma forma do passado, criarão um sistema religioso baseado no ecumenismo capaz de unir a humanidade (protestantismo apostatado + catolicismo (católicos e ortodoxos) + espiritismo) para satisfazer os interesses das forças políticas dominantes dirigidas pelos EUA, estes por sua vez, darão todo apoio (militar) a este falso sistema de adoração que tem a guarda do domingo como sinal da sua origem e seu "deus".

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