Evidências Proféticas | blog adventista

28/06/2012

Michelson Borges comenta o "Manifesto sobre criacionismo"


Manifesto sobre criacionismo
Recentemente, a Sociedade Brasileira de Genética publicou o "Manifesto sobre ciência e criacionismo" com o objetivo de desqualificar o ensino criacionista nas escolas, universidades e meios de comunicação. Mas quem de fato querem atingir? Veja abaixo o referido manifesto comentado pelo jornalista, Michelson Borges:

[Com todo respeito aos geneticistas, meus comentários seguem entre colchetes. – MB] A Sociedade Brasileira de Genética (SBG) vem a público comunicar que não existe qualquer respaldo científico para ideias criacionistas que vêm sendo divulgadas em escolas, universidades e meios de comunicação [Que ideias são essas que não têm respaldo científico? A “ideia” de que informação complexa e específica necessita de uma fonte informante? Que todo código pressupõe um codificador? Que a microevolução é verificável, mas a macroevolução é fictícia? Que o naturalismo filosófico contaminou a ciência darwinista excluindo aprioristicamente a possibilidade do sobrenatural? Que as mutações, conforme pesquisas científicas realizadas há um século, não promovem a evolução, segundo a concebem os darwinistas? Que os fósseis não têm corroborado as ideias macroevolutivas de Darwin? Etc., etc., etc.]. O objetivo deste comunicado é esclarecer a sociedade brasileira e evitar prejuízos no médio e longo prazo ao ensino científico e à formação dos jovens no país [Desde quando o ensino do contraditório e certa dose de ceticismo fazem mal aos estudantes? O dogmatismo – religioso ou científico – é que costuma ser maléfico].

A Ciência contemporânea é a principal responsável por todo o desenvolvimento tecnológico e grande parte da revolução cultural que vive a sociedade mundial [aqui há a velha confusão entre darwinismo e tecnologia; nenhum criacionista dotado de bom senso nega as vantagens dos avanços científicos e tecnológicos, e isso nada ter que ver com o questionamento que fazem dos aspectos filosóficos/metafísicos/não experimentais da teoria da evolução. Se o darwinismo é assim tão importante para a humanidade, por que nunca foi concedido um prêmio Nobel nessa área? Por que a medicina, por exemplo, avança sem precisar da “mãozinha” do darwinismo? Por que o próprio diretor do Projeto Genoma se rendeu aos fatos e admitiu que a tremenda complexidade específica do código genético só pode ser obra de um Designer inteligente?]. A Biologia do século XXI começou a se fundamentar como uma Ciência experimental bem estabelecida com a publicação das primeiras ideias sobre Evolução Biológica por Charles Darwin e Alfred Wallace, em meados do século XIX. Essa Teoria científica unifica todo o conhecimento biológico atual em suas várias disciplinas das áreas da saúde, ambiente, biotecnologia, etc [se o darwinismo é essa “Brastemp”, por que está sendo gestada uma nova teoria não selecionista?]. Além disso, a Teoria Evolutiva explica, com muitas evidências e dados experimentais, a origem e riqueza da biodiversidade, incluindo as espécies existentes e extintas, de nosso planeta [pode até explicar a biodiversidade, ou variação de baixo nível, mas nunca conseguiu explicar como esses seres vieram à existência a partir de um suposto ancestral comum. Ou seja: acertam apenas no “varejo”, mas erram fragorosamente no “atacado”. Mas tentam fazer o povo acreditar que está tudo certo].

Como as Teorias de outras áreas da Ciência, como Física (Gravitação, Relatividade, etc.) e Química (Modelo Atômico, Princípio da Incerteza, etc.), a Evolução Biológica está fundamentada no método científico, investigando fenômenos que podem ser medidos e testados experimentalmente [como testar experimentalmente – e não vale o uso de modelos computacionais que dependem de dados alimentados por seres inteligentes – a origem abiótica da vida? Como testar eventos que supostamente levam milhões de anos para se processar? Comparar o darwinismo a ciências duras como a Física e a Química é forçar e muito a barra]. O processo científico é contínuo, incorporando constantemente as novas descobertas e aprofundando o conhecimento humano sobre os seres vivos, a Terra e o Universo. É isso que temos visto acontecer com o estudo da Evolução Biológica nos últimos 150 anos, período no qual uma enorme quantidade de dados confirmou e aprimorou a proposta original de Darwin e Wallace. No entanto, as perguntas e as causas sobrenaturais não fazem parte do questionamento hipotético e nem das explicações em todas as Ciências experimentais modernas. Por exemplo, a pergunta “Deus existe?” pode ser discutida por filósofos e cientistas (como pessoas com diferentes crenças, opiniões e ideologias), mas não pode ser abordada e respondida pela Ciência. [Então por que muitos darwinistas insistem em argumentar contra a existência dEle e rejeitam até mesmo argumentos criacionistas que não dependem do sobrenatural ou de fé? O simples fato de provir do criacionismo já faz com que o argumento seja rejeitado sem discussão. Isso não é ciência, é preconceito – como bem expressou John Maynard Smith].

Frequentemente são divulgados fenômenos que não podem ser explicados por uma Ciência devido a limitações do conhecimento no século XXI, tal como a gravidade no nível atômico, algumas propriedades da molécula da água ou a evolução das primeiras formas de vida há mais de 3,5 bilhões de anos [acontece que os exemplos citados da gravidade e da molécula da água são observáveis e passíveis de estudo. O mesmo ocorre com a suposta evolução das supostas primeiras formas de vida há supostos 3,5 bilhões de anos? Claro que não! A comparação, mais uma vez, é indevida]. Para temas como estes, algumas pessoas argumentam com variantes de uma clássica falácia: “Se a Ciência não explica, é porque a causa é sobrenatural.” [Querem, mais uma vez, acusar os criacionistas de defensores do “Deus das lacunas”, como se o criacionismo impedisse a pesquisa científica. Na verdade, os primeiros cientistas, homens do quilate de Isaac Newton e Galileu Galilei, foram motivados à pesquisa justamente para entender como Deus havia criado o Universo. O que move um verdadeiro cientista criacionista é o seguinte pensamento: “Se a ciência não explica como Deus projetou isso e aquilo, vamos continuar estudando para entender.” A diferença está no fato de que, quando descobrem como o piano funciona, os darwinistas dispensam o pianista; os criacionistas passam a admirá-Lo ainda mais.] Este argumento é utilizado por inúmeros criacionistas, incluindo os adeptos da Terra Nova, da Terra Antiga e da crença do Design Inteligente [entre os adeptos do DI não há apenas criacionistas; há muitos agnósticos e ateus também; gente que não aceita os argumentos macroevolutivos como válidos para explicar a origem e o desenvolvimento dos seres vivos; mas os darwinistas ou ignoram esse fato ou evitam convenientemente mencioná-lo]. Curiosamente, algumas dessas versões criacionistas se apresentam ao grande público como produto de “estudos científicos avançados”, como se fossem parte da atividade discutida em congressos científicos em diversos países, no Brasil inclusive. Nessas versões, a Teoria Evolutiva é deturpada, como se pouco ou nenhum trabalho científico tivesse sido efetuado desde sua proposta há mais de 150 anos, demonstrando um total desconhecimento dos milhares de resultados e evidências que consolidam essa Teoria [cadê o Nobel?]. Alguns raros criacionistas são cientistas produtivos em suas áreas específicas de atuação, que não envolvem pesquisas na área da Evolução Biológica. Mas quando abordam o criacionismo, falam de sua crença particular e não das pesquisas que estudam e publicam [pergunto: Há espaço nos periódicos científicos e verba para financiamento de pesquisas com enfoque criacionista? Inexiste preconceito contra cientistas que queiram abordar temas criacionistas? Quem vive no meio acadêmico sabe que a coisa é bem complicada para quem ousa discordar do mainstream científico]. Como perguntas e explicações criacionistas não podem ser testadas pelo método científico [deixando de lado o componente sobrenatural do modelo, existem, sim, hipóteses perfeitamente testáveis no criacionismo], estes pesquisadores estão apenas emitindo uma opinião pessoal e subjetiva, motivada geralmente por uma crença religiosa. [Naturalismo filosófico e teísmo são crenças.]

Com o objetivo de informar à sociedade, inúmeros cientistas [quantos?], filósofos e educadores da área biológica têm apresentado várias críticas substantivas às diferentes versões criacionistas, demonstrando seus alicerces na crença e não no questionamento científico, erros elementares e significativas falhas conceituais em sua formulação, a falta de evidências, assim como deturpações dos fatos e métodos científicos. Essas críticas têm sido divulgadas no Brasil e em vários países, sendo que algumas podem ser lidas nos sites da internet indicados abaixo [no site da SBG].

Reconhecendo que a divulgação dessas ideias criacionistas representa uma deterioração na qualidade do ensino de Ciências [!], a Sociedade Brasileira de Genética (SBG) vem aqui ratificar que a Evolução Biológica por Seleção Natural é imensamente respaldada pelas evidências e experimentações nas áreas de Genética, Biologia Celular, Bioquímica, Genômica, etc. Além disso, reiteramos que, como qualquer outra teoria científica, a Evolução Biológica tem sido remodelada com a incorporação de várias novas evidências (incluindo da área de Genética), tornando suas hipóteses e explicações mais complexas e robustas a cada ano, desde a primeira publicação de Charles Darwin em 1859. [Uma análise da literatura científica mais aprofundada mostra o contrário. A seleção natural tem sido imensamente questionada como principal mecanismo da evolução biológica. Por isso, outros mecanismos têm sido apresentados: deriva genética, pressão de mutação, exaptação (o contrário de adaptação), etc.]

Esta manifestação da SBG visa [a] comunicar de forma muito clara à Sociedade Brasileira que não existe qualquer respaldo científico para ideias criacionistas (incluindo o Design Inteligente) que têm sido divulgadas em algumas escolas, universidades e meios de comunicação. Entendemos que explicações baseadas na fé e crença religiosa, e no sobrenatural podem ser interessantes e reconfortantes para muitas pessoas, mas não fazem parte do conteúdo da pesquisa ou de disciplinas científicas nas áreas de Biologia, Química, Física, etc. Ao lado do respeito à liberdade de crença religiosa, deve ser também observado o respeito à Ciência que tem enfrentado todo tipo de obscurantismo político e religioso [chamar criacionistas de obscurantistas é respeito? Afirmar algo numa linha e o negam na seguinte], de modo similar às situações vividas por Galileu Galilei [criacionista também perseguido pela academia de seu tempo] e o próprio Charles Darwin. Mesmo com toda a limitação do método científico e dos recursos tecnológicos em cada época, a Ciência alargou o conhecimento humano e o entendimento científico dos mais diversos fenômenos. A SBG reitera os princípios que vem defendendo ao longo de seus 58 anos de existência e reafirma que o ensino da Ciência, em todos os níveis, deve se dedicar à sua finalidade precípua, em respeito ao ditame constitucional da qualidade da educação, sem deixar-se perverter pela pseudociência e pelo obscurantismo político ou religioso.

Alguns criacionistas também utilizam o argumento de que a Ciência brasileira é retrógrada (ou “tupiniquim”, como a chamam [dá-lhe, Enézio!]), afirmando que o criacionismo é “aceito” no exterior, mas a Ciência é unânime em todos os países sobre este assunto, o que pode ser verificado no final deste documento [no site da SBG] em vários textos parecidos com este, sancionados por organizações científicas e educacionais de várias partes do mundo.

Concluímos que, embora o criacionismo possa ser abordado como explicações não científicas em disciplinas de religião e de teologia [mas nem nessas disciplinas eles querem!], estas versões criacionistas não podem fazer parte do conteúdo ministrado por disciplinas científicas [e quanto às críticas científicas ao darwinismo, podem?]. Entendemos que o ensino científico de boa qualidade no Brasil e em outros países depende da compreensão da metodologia científica [isso é naturalismo metodológico, que nada tem que ver com macroevolução darwinista e é também defendido por criacionistas e teóricos do DI], de suas potencialidades e de suas limitações, além da discussão de evidências e dados experimentais. No entanto, interpretações e ideias pseudocientíficas (criacionismo, astrologia, etc.) [comparar criacionismo à astrologia foi o cúmulo!] prejudicam seriamente o Ensino Científico de qualidade e o desenvolvimento do país.


Há mais de um século, Ellen White escreveu: “Quando a religião de Cristo for mais desprezada, quando Sua lei mais desprezada for, então deve nosso zelo ser mais ardoroso e nosso ânimo e firmeza mais inabaláveis. Permanecer em defesa da verdade e justiça quando a maioria nos abandona, ferir as batalhas do Senhor quando são poucos os campeões – essa será nossa prova. Naquele tempo devemos tirar calor da frieza dos outros, coragem de sua covardia, e lealdade de sua traição” (Testemunhos Seletos, v. 2, p. 31).


Quem é a “Rainha dos Céus”, mencionada por Jeremias?


Astarote
Vamos ao que escreveu o profeta Jeremias: ‘Quando queimávamos incenso à Rainha dos Céus e lhe oferecíamos libações, acaso, lhe fizemos bolos que a retratavam e lhe oferecemos libações, sem nossos maridos’? (Jeremias 44:19). Ainda: ‘Os filhos apanham a lenha, os pais acendem o fogo, e as mulheres amassam a farinha, para se fazerem bolos à Rainha dos Céus; e oferecem libações a outros deuses, para me provocarem à ira’. (Jeremias 7:18).

‘Rainha dos Céus’ era o título que se dava á ‘deusa mãe’, muito venerada no mundo antigo pela sua vinculação com a sexualidade e com as fontes da vida. Na Mesopotâmia, recebia o nome de Ishtar e era identificada com o planeta Vênus. Em Canaã a chamavam de Astarote. A menção dos filhos, dos pais e das mulheres dá a entender que se tratava de um culto familiar?.

O fato de Deus não querer que o seu povo não adorasse a ‘rainha dos Céus’ indica que não devemos adorar nenhuma criatura no lugar do criador.(Êxodo 20:1-6; Deuteronômio 4:15-19; Atos 17:29-31).


27/06/2012

Smartphone acentua problemas mentais


Psicólogo Larry Rosen
Quando o psicólogo Larry Rosen publicou seu primeiro estudo sobre problemas mentais ligados à tecnologia, em 1984, o vício em videogames Atari era praticamente o único assunto na área.

Hoje, com smartphones e redes sociais pedindo atenção permanente das pessoas, a lista de problemas cresceu para uma dezena de sintomas de males psiquiátricos.

Em seu novo livro, "iDisorder" (iTranstorno, numa tradução livre), Rosen defende a tese de que o Facebook e o iPhone acentuam comportamentos problemáticos que não seriam comuns numa sociedade "desplugada".

"Narcisismo, depressão e obsessão são aqueles que parecem ser os mais frequentes", afirmou Rosen em entrevista à Folha.


"Mais gente está se tornando mais narcisista, ou está se apresentando para o mundo como se só se importasse consigo própria. Mais gente está ficando obcecada e compelida a checar constantemente o telefone. E há uma pesquisa que mostra que mais pessoas estão ficando deprimidas quando não têm coisas maravilhosas para mostrar aos outros no Facebook."

No livro, além de apresentar resultados de estudos com centenas de usuários de internet e dispositivos móveis, Rosen ilustra sua tese relatando casos individuais.

São jovens que sofrem crises de ansiedade por estarem sem sinal de internet, estudantes que perdem a capacidade de concentração e até um programador que começou a desenvolver esquizofrenia por viver isolado, interagindo só via web.

Em algumas histórias, é fácil sentir empatia. Quem nunca viu uma mesa de bar onde as pessoas estavam manipulando seus celulares em vez de conversarem entre si?

Coisas como ansiedade e obsessão, porém, sempre existiram. Será que na interação com iPhones e iPads eles se transformam em novos problemas?

"Não", disse o professor da Universidade do Estado da Califórnia. "Cunhei o termo 'iDisorder' porque quero chamar a atenção para o modo como as pessoas interagem com esses aparelhos. Quero mostrar que eles geram a aparência de que temos um transtorno psiquiátrico, mesmo quando não temos."

FOCOS DE TENSÃO

Ainda assim, é algo preocupante, afirma Rosen, que divide a autoria do livro com Nancy Cheever e Mark Carrier. Os problemas descritos por eles são fonte de atrito nas relações interpessoais e pioram nossa qualidade de vida.

Para organizar essa tese, "iDisorder" apresenta um capítulo para cada tipo de transtorno tecnopsicológico.

Ao final de cada um, há um trecho de autoajuda, que mostra dicas de como evitar o problema. Algumas sugestões são senso comum, enquanto outras usam material mais sofisticado, como questionários que os psicólogos adotam em suas pesquisas.

Os autores defendem que, cada vez mais, psicólogos não podem ignorar a tecnologia. Não há como cuidar de um adolescente sem entender qual personalidade ele exibe no Facebook, por exemplo. E isso também é verdade para muitos adultos.

Rosen foi pioneiro em dar alguma ordem no conhecimento que existe sobre o tema, apesar de algumas de suas alegações soarem exageradas: seu livro se autointitula "groundbreaking" (uma inovação surpreendente).

SEM JULGAMENTO

Mas, mesmo que não seja um salto de conhecimento radical, o livro "iDisorder" tem algo de inédito. Uma qualidade especial de Rosen é a de não exercer tom julgador quando fala sobre algum transtorno, algo que resulta de sua própria obsessão por aparelhos eletrônicos.

"Com frequência, percebo que estou apalpando meu bolso da perna direita", conta o psicólogo. "É estranho, porque faço isso mesmo quando sei que meu telefone está lá. Quando, por acaso, ele não está lá, começo a ficar ansioso. Até descobrir onde deixei meu telefone, a ansiedade não diminui", diz.



90% dos impotentes sexuais são sedentários


Impotência

Curar impotência é mais fácil do que muitos pensavam: já pensou em simplesmente levantar a bunda da cadeira?

Cientificamente falando, claro que a disfunção erétil pode ter outras causas e tratamentos mais complicados podem ser necessários. Mas um novo estudo descobriu que 9 em cada 10 homens com impotência sexual são sedentários. É muita coisa, não?

A impotência atinge até 25 milhões de brasileiros acima dos 18 anos pelo menos uma vez na vida. O número é maior em homens na faixa etária dos 40 anos. Todo ano, segundo a Sociedade Brasileira de Urologia, um milhão de casos são registrados no país.

Agora, um estudo do Centro de Referência da Saúde do Homem, órgão da Secretaria de Estado da Saúde em São Paulo, que recebe cerca de 300 pacientes com o problema por mês, descobriu que 90% deles são sedentários – a ponto de não fazerem exercício nem de fim de semana (famosa “pelada”). Além disso, 40% deles também são fumantes.

Cigarro e sedentarismo: porque causam impotência?

Segundo o urologista responsável pelo centro, Joaquim Claro, a relação do sedentarismo com a impotência é indireta. “O problema está ligado às consequências da falta de atividade física, como obesidade, diabetes, colesterol alto e hipertensão. Essas são as vias finais que levam ao aparecimento ou à piora da disfunção”, diz o especialista.

Ou seja, quem não pratica exercícios e tem maus hábitos alimentares ganha peso e desenvolve doenças que formam as condições orgânicas da disfunção erétil. Como assim “condições orgânicas”?

Além dos estímulos (como tato e visão), é o cérebro que comanda as reações nos nervos, músculos e circulação (que enchem os corpos cavernosos do pênis de sangue e permitem a ereção). Sendo assim, as más condições de saúde apresentadas acima tornam os vasos sanguíneos mais “duros”, dificultando a vasodilatação (nada de pênis ereto).

A relação da disfunção erétil com o tabagismo é ainda mais direta (é nessa hora que o fumante se lembra do aviso de impotência sexual impresso nos maços de cigarros e se arrepende de não o ter levado a sério). O cigarro obstrui os vasos sanguíneos, que levam menos sangue até os corpos cavernosos do pênis. “Os fumantes com mais de 55 anos geralmente apresentam algum grau de impotência”, afirma Claro.

Hypescience

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