Evidências Proféticas | blog adventista: Doenças
Mostrando postagens com marcador Doenças. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Doenças. Mostrar todas as postagens

23/01/2012

Tuberculose ‘incurável’ aparece na Índia



Uma tuberculose que parece ser totalmente resistente a tratamentos com antibióticos foi descoberta pela primeira vez recentemente, por médicos indianos.

A preocupação com uma tuberculose resistente à medicação está crescendo, com casos similares na Itália e no Irã. Um médico de Mumbai afirmou que 12 pacientes possuem uma forma da infecção “totalmente resistente aos medicamentos”, sendo que três já morreram.

O Ministério da Saúde indiano está investigando os casos e enviou uma equipe de médicos para a cidade.
A tuberculose é uma das infecções mais mortíferas do mundo, atrás apenas do HIV. Normalmente, um paciente diagnosticado recebe uma série de seis a nove meses de antibióticos para erradicá-la.

Entretanto, novas formas da bactéria têm desenvolvido uma resistência impressionante aos antibióticos mais comuns do tratamento. Tuberculoses parcialmente resistentes podem ser encontradas hoje no mundo, e versões “resistentes a multi medicamentos” estão afetando a Rússia e a China.

“Ameaça séria”

As notícias indianas estão aumentando a preocupação de que os médicos não consigam conter a doença nos próximos anos. Médicos do Hospital Nacional Hinduja, em Mumbai, afirmam ter tratado os pacientes por dois anos com uma bateria de medicamentos, sem conseguir tirar proveito.

Os doentes vieram de áreas pobres da cidade, onde o contato próximo entre as pessoas pode gerar uma epidemia.

O Centro Americano para Controle de Doenças (CDC) confirmou que a versão indiana parece mesmo ser completamente resistente.

O diretor da Divisão de Tuberculose, Kenneth Castro, disse: “A qualquer hora nós vemos algo assim, e precisamos estar a frente disso antes que vire um problema generalizado”.

Autoridades estão fazendo pedidos constantes à indústria farmacêutica para que novos antibióticos sejam desenvolvidos.

A médica Ruth Mcnerney, especialista em tuberculose, afirma que os novos casos representam uma “ameaça séria” para os esforços globais de erradicar a doença.

“O que estamos vendo é provavelmente apenas a ponta do iceberg. Não sabemos se isso já está muito espalhado, porque poucas pessoas são testadas para medir a resistências às drogas”.

Ela afirma que a presença constante da tuberculose na Índia, em conjunto com a alta densidade populacional nas cidades, significa que o novo tipo de tuberculose pode se tornar um problema ainda maior do que antigas formas “totalmente resistentes” a remédios.

“Vai exigir um esforço grande e uma mudança política para que nos livremos disso – não apenas do governo indiano, mas de todo o mundo. Isso é um problema global, não apenas da Índia”, comenta. 

11/10/2011

Os novos males do álcool


Depois de tantas pesquisas, já não é novidade para ninguém que o alcoolismo por longo período leva a uma doença hepática chamada cirrose, que é o “coroamento” dos danos que o álcool paulatinamente causa ao corpo. Pesquisas recentes de universidades britânicas, no entanto, têm dado mais atenção a outros órgãos que também são danificados pela bebida.

O mais afetado é o coração. Um centro de medicina da Inglaterra aponta, em um estudo, que o alcoolismo pode levar a um pacote de problemas nesse quesito. Aumento de pressão sanguínea, insuficiência cardíaca e infarto são exemplos, além da temível miocardiopatia, na qual o músculo do coração incha e torna a vida do portador um eterno sobressalto quanto à chance de uma parada cardíaca. O álcool, aparentemente, aumenta o nível de gordura circulante no sangue.

Outro centro médico britânico, este especializado em fatores cancerígenos, afirma que o risco de câncer de mama aumenta entre 7% e 12% para cada 10g de álcool ingerido por dia. Em uma semana, 100g de álcool no organismo representam 19% a mais de chances de câncer colorretal. De acordo com um estudo da entidade, a cada ano 13 mil britânicos (dos quais 4 mil mulheres) contraem câncer devido ao consumo exagerado de bebidas.

Mais dois focos de preocupação: imunidade e fertilidade. No primeiro quesito, uma pesquisa aponta o álcool como redutor da nossa resistência a doenças virais. Quanto à capacidade reprodutora, as bebidas alcoólicas tornariam mais difícil o período fértil da mulher e diminuiriam a quantidade de esperma produzida pelo homem.

Um dos fatores mais agravantes, segundo esta nova onda de estudos, diz respeito à quantidade. Nas últimas décadas, tornou-se senso comum que o álcool só faz realmente danos se for ingerido em excesso, e chega a ser aconselhável quando consumido com parcimônia. Mas um estudo da Universidade de Cambridge, também no Reino Unido, coloca até isso em cheque.

Segundo esta pesquisa, que teve uma etapa clínica com ratos de laboratório, o álcool pode ser danoso inclusive em pequenas quantidades.

No delicado quesito da genética, os pesquisadores garantem que poucas doses de álcool durante a gravidez já podem causar danos permanentes ao feto. Um problema de saúde pouco pesquisado, a síndrome fetal alcoólica, aumenta a chance de deficiência mental e física no bebê que vai nascer.

Isso sem mencionar, é claro, que os danos do álcool para o fígado em si continuam crescendo em número de casos e preocupação dos médicos. Uma pesquisa de um hospital em Southamptom, também na Grã-Bretanha, afirma que as mortes por doença no fígado aumentaram em 500%. Deste número de mortes, 85% foram diretamente relacionadas ao álcool.

Segundo os registros de Southampton, 2010 marcou a primeira vez em que mais de um milhão de pacientes foram internados por problemas de alcoolismo em um período de doze meses. Apenas sete anos antes, em 2003, esse número ainda era de 510 mil casos, pouco mais do que a metade.

07/10/2011

Câncer ligado ao HPV contraído no sexo oral atinge principalmente homens

O enorme aumento no número de casos de cânceres de cabeça e pescoço ligados ao HPV ao longo de duas décadas está mostrando o risco dessa infecção sexualmente contraída por um novo grupo: os homens.

Uma nova pesquisa mostra que entre 1988 e 2004, o câncer de cabeça, pescoço e garganta relacionados ao HPV aumentaram em 225%, um índice alarmante.

Dentro da próxima década a incidência desses cânceres – quase sempre contraídos como resultado de sexo oral – irá superar o câncer do colo do útero, e a maior parte dos casos será em homens. Mesmo assim, o HPV é muitas vezes deixado de lado nas discussões públicas – assim como a vacina que pode o prevenir.

Quando a vacina contra o HPV entra em pauta, normalmente ela é focada em jovens mulheres e no câncer cervical. Mas o HPV também causa câncer orofaríngeo e anal, fato poucas vezes divulgado pelas organizações médicas, governos e acadêmicos, que preferem não entrar em qualquer debate sobre práticas sexuais.

O fato é que também deveria haver campanhas para vacinação em homens. Os diagnósticos de câncer de cabeça e pescoço decorrentes de exposição sexual têm aparecido em pessoas cada vez mais jovens – até recentemente ele só atingia pessoas na faixa dos 60 anos associado ao fumo e bebida.

Estatísticas dos EUA mostraram que cerca de 90% dos homens e mulheres entrevistados praticaram sexo oral com um parceiro do sexo oposto. 36% de mulheres e 44% dos homens fizeram sexo anal. Estatísticas como essa, aliadas as conclusões do novo estudo sobre as taxas de câncer de cabeça e pescoço, mostram que uma recomendação mais ampla de vacina contra o HPV é urgente. [Hypescience]

Nota: Infelizmente, homens e mulheres entregues às paixões carnais acham que vale tudo na sexualidade. No entanto, se seguissem o propósito de Deus para o sexo (monogâmico, heterossexual, feito no casamento e respeitando o corpo como templo do Espírito Santo), não sofreriam desses males supracitados. A melhor vacina para essas "enfermidades do Egito" é a obediência à Palavra de Deus! 

Evidências Proféticas, o blog de todo adventista

29/09/2011

Doença mortal de pássaros se espalha pelo mundo


Uma doença que está matando pequenos pássaros no Reino Unido se espalhou para a Europa. A doença já foi encontrada na Finlândia, Noruega e Suécia e corre o risco de se mover para mais longe.

A doença, chamada tricomoníase, é causada por um parasita e foi vista pela primeira vez em tentilhões no Reino Unido em 2005. Desde então, os pássaros de pequeno porte da região já caíram até 35%.

A tricomoníase emergiu como uma ameaça muito séria para estas aves, por isso veterinários e ornitólogos devem colaborar para determinar se há uma maior disseminação e se é possível monitorar o impacto do parasita em populações de aves selvagens na Europa.

O parasita que causa a doença, Trichomonas gallinae, já tinha sido encontrado em pombos e os cientistas acreditam que, de alguma forma, foi passado entre outros pássaros.

Os gráficos mostram como a doença mudou-se de municípios centrais e ocidentais na Inglaterra para o leste em 2007, depois para a Finlândia, Noruega e Suécia em 2008, bem como se propaga ainda mais em todo o Reino Unido.

Os pesquisadores acreditam que a migração dos pássaros foi responsável pela propagação.

Enquanto os tentilhões têm sido mais duramente atingidos, a doença também foi diagnosticada em inúmeras outras espécies de aves, incluindo o pardal, já ameaçado de extinção.

A equipe de pesquisa diz que agora é fundamental tentar entender a tricomoníase e controlar a sua propagação. Quando se vê uma queda brusca de população, é mesmo algo com o que se preocupar.

Por isso, os pesquisadores estão pedindo para serem avisados caso qualquer ave apresente os sintomas da doença: vagarosidade, letargia, aparentar estar meio perdida, quase sem voar.

Os surtos tendem a ser mais graves e mais frequentes de agosto a outubro. Embora seja difícil de tratar aves selvagens que sofrem da doença, os pesquisadores dizem que há coisas que as pessoas podem fazer para ajudar a limitar a propagação, como a limpeza regular dos alimentadores, dos pássaros e das superfícies de alimentação.

09/09/2011

Casos de câncer cresceram 20% em uma década no mundo


Milhões de casos têm relação com o estilo de vida da população, afirma WCRF

A incidência de cânceres no mundo cresceu 20% na última década, sendo registrados 12 milhões de novos casos ao ano – número superior à população da cidade de São Paulo –, informou nesta quarta-feira a ONG World Cancer Research Fund (WCRF).

Para efeitos comparativos, na última década, a população global passou de ao redor de 6,2 bilhões de pessoas a 6,9 bilhões (aumento de cerca de 11%), segundo estatísticas da ONU.

Os cálculos do WCRF, feitos a partir de dados da Organização Mundial da Saúde, apontam que cerca de 2,8 milhões desses casos estão relacionados à alimentação, às atividades físicas e ao peso da população, "número que deve crescer dramaticamente ao longo dos próximos dez anos", segundo a ONG.

O alerta é feito em antecipação à conferência da ONU, entre 19 e 20 de setembro, sobre as chamadas doenças não transmissíveis – câncer, males cardiovasculares, doenças respiratórias crônicas e diabetes.
"As doenças não transmissíveis são uma ameaça ao mundo inteiro e, em particular, países em desenvolvimento", diz comunicado da WCRF.

Brasil
No caso do Brasil, os dados mais recentes levantados na pesquisa, disponibilizados pelo banco de dados Globocan, da OMS, datam de 2008 e apontam que os tipos mais comuns de câncer são, entre os homens, o de próstata (com 41,6 mil casos registrados) e pulmão (16,3 mil).

Entre as mulheres brasileiras, a maior incidência era de câncer de mama (42,5 mil casos) e de colo do útero (24,5 mil).

Para a WCRF, também aqui muitos casos de câncer têm relação com o estilo de vida.

"Estimamos que cerca de 30% dos tipos de câncer que estudamos no Brasil estão relacionados à dieta, às atividades físicas e ao peso", disse por e-mail à BBC Brasil um porta-voz da ONG, Richard Evans.

"Com relação ao câncer de intestino, um dos tipos de câncer mais ligados ao estilo de vida, estimamos que 37% dos casos brasileiros estejam relacionados a esses fatores."

Dados da Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009, do IBGE, apontam um ritmo crescente de obesidade entre as crianças brasileiras: cerca de 16% dos meninos e 12% das meninas com idades entre 5 e 9 anos são hoje obesas no país, quatro vezes mais do que há 20 anos.

O aumento recente da renda média do brasileiro levou à substituição dos alimentos naturais pelos industrializados e a maiores níveis de estresse e sedentarismo, que estão por trás do crescimento dos índices de obesidade na população, segundo analistas ouvidos pela BBC Brasil em agosto.

O movimento foi acompanhado por um aumento nas taxas de excesso de peso, que passaram de 42,7%, em 2006, para 48,1%, em 2010, segundo pesquisa do Ministério da Saúde.

Fonte: BBC

Nota: Há mais de um século, o povo de Deus recebeu instruções necessárias para combater os males deste mundo. Saiba mais lendo o livro A Ciência do Bom Viver da escritora Ellen White.

07/09/2011

Mais de 160 milhões de europeus padecem de uma doença mental ou neurológica


Mais de 160 milhões de europeus padecem de uma doença mental ou neurológica, sendo que apenas um terço dos casos diagnosticados está a ser tratado, conclui um estudo divulgado hoje pelo Colégio Europeu de Neuropsicofarmacologia. A investigação incidiu sobre 514 milhões de habitantes de 30 países - 27 Estados-membros da União Europeia, Suíça, Islândia e Noruega - e toda a gama de doenças mentais ou neurológicas, em todas as idades.

Segundo os dados divulgados, em comunicado, existem 164,8 milhões de europeus que sofrem de uma doença mental ou neurológica.

As patologias mais frequentes são ansiedade, insónia, depressão maior, transtornos somatoformes, dependência de álcool ou drogas, défice de atenção ou hiperatividade e demência. Há também "milhões de doentes" que padecem de apoplexia, traumatismos cerebrais, doença de Parkinson e esclerose múltipla.

Apenas um terço dos casos diagnosticados recebe tratamento, com vários anos de atraso e, muitas vezes, desadequado.

O estudo realça ainda que as doenças mentais ou neurológicas são as que mais contribuem para o peso das patologias registadas na Europa.

Fundado em 1987, o Colégio Europeu de Neuropsicofarmacologia é um organismo científico europeu que promove a investigação em neurociências.

01/09/2011

Mudanças climáticas afetam saúde mental, alerta estudo



Estudo mostra que desequilíbrio climático deixa crianças vulneráveis à ansiedade (Thinkstock)

Um estudo realizado pelo Instituto de Mudanças Climáticas da Universidade Nacional Australiana mostra que mudanças climáticas podem afetar a saúde mental das pessoas. Resultado: stress nos adultos e angústia nas crianças.

"Os danos causados pelas mudanças climáticas não são só físicos. O passado recente mostra que os eventos climáticos extremos trazem também sérios riscos para a saúde pública, inclusive a saúde mental e o bem-estar das comunidades", destacou o estudo.

Ao comparar fenômenos climáticos, como secas e inundações observadas nos últimos anos em algumas regiões da Austrália, o estudo constata que "a comoção e o sofrimento provocados por um evento extremo pode persistir durante anos". Segundo estimativas dos pesquisadores, uma em cada cinco pessoas seria afetada em comunidades atingidas pelas mudanças climáticas.

Segundo o instituto, o abuso de álcool pode ocorrer após eventos climáticos extremos. Alguns estudos inclusive estabelecem um vínculo entre ondas de calor, secas e taxas de suicídio mais elevadas. As crianças parecem particularmente vulneráveis à ansiedade e à insegurança geradas pela incapacidade dos adultos de lutar contra o desequilíbrio climático.

Embora haja vários estudos sobre os efeitos das mudanças climáticas em termos econômicos, existe uma lacuna sobre as "consequências das mudanças climáticas para o bem-estar e a saúde humana", constatou Tony McMichael, professor de saúde pública da Universidade Nacional Australiana. "Este é um ponto cego sério, limita nossa visão de futuros possíveis e da necessidade de uma ação eficaz e urgente".

22/08/2011

Homens homossexuais representam 61% dos novos casos de infecção com o HIV

O Centro para o Controle de Doenças (CCD) dos EUA estimou que os homens que têm relações anais com outros homens constituem 61% dos novos casos de infecção com o HIV nos EUA, embora esse grupo sexual seja apenas 2% da população total.

No princípio deste mês o CCD publicou as estimativas para as infecções do vírus HIV durante o período compreendido entre 2006-2009. Esses relatórios mostram que as novas infecções se mantiveram estáveis em torno das 50,000 para cada um dos 4 anos.

Os homens que têm relações anais com outros homens foram responsáveis por 29,300 das 48,100 novas infecções de 2009, e os homossexuais com idades compreendidas entre os 13 e os 29 representam 27% dos novos casos.

O único grupo onde as novas infecções com o HIV estão em crescimento é o grupo composto por jovens homens homossexuais - liderados pelo alarmante aumento de infecções entre os afro-americanos.

O estudo calcula que as novas infecções entre os homossexuais negros tenham aumentado 48% no período compreendido entre 2006-2009 - de 4,400 infecções com o HIV em 2006 para 6,500 infecções em 2009.

O estudo revelou também que cerca de 20% dos os homens que têm relações anais com outros homens têm o vírus HIV, embora cerca de metade daqueles que estão infectados estejam ignorantes da situação.

O comportamento homossexual, pela sua natureza promiscua, torna os praticantes em autênticas bombas de contaminação de doenças. Dado disto, é por demais ridículo que um país responsável retire esse grupo desproporcionalmente contaminado dos grupos de pessoas não que podem doar sangue.

Mas como sabemos, nos dias que correm o "politicamente correto" e a "diversidade" tomam preeminência sobre a responsabilidade. Dizer a verdade sobre o papel auto-destrutivo da homossexualidade é "ódio" (embora seja verdade). Deixar que os homens que têm relações anais com outros homens possam dar o seu sangue contaminado ao resto da população (incluindo crianças e mulheres grávidas) já é "tolerância".

Seria curioso vêr um ativista homossexual tentar explicar o porquê das prostitutas e dos toxicodependentes não poderem dar sangue, mas os homens que têm relações anais com outros homens poderem.

11/08/2011

Mundo está perdendo “cura milagrosa” dos antibióticos


A resistência aos antibióticos é cada vez maior e muitas infecções são agora mais difíceis de curar, o que leva a tratamentos caros e prolongados e a um aumento do risco de morte, alerta a Organização Mundial de Saúde. Quinta-feira, quando se assinala o Dia Mundial da Saúde, que neste ano [tem como] tema “Combater a Resistência aos Antibióticos”, a OMS apela a uma ação urgente e concertada dos governos, profissionais de saúde, indústria, sociedade civil e pacientes para desacelerar o aumento da resistência aos medicamentos, limitar o seu impacto e preservar os avanços médicos para as gerações vindouras. “A mensagem neste Dia Mundial da Saúde é muito clara. O mundo está perto de perder as suas curas milagrosas”, afirma a diretora-geral da OMS num comunicado divulgado hoje. Margaret Chan refere que, “na ausência de ações corretivas e protetivas urgentes, o mundo caminha para uma era pós-antibiótica, na qual muitas infecções que hoje são comuns deixarão de ter cura e irão, mais uma vez, matar sem esmorecer”.

Hoje, a OMS publica um pacote de medidas políticas, definindo as medidas que os governos e os seus parceiros nacionais precisam [tomar] para combater a resistência aos antibióticos. Entre as medidas sugeridas estão o desenvolvimento e implementação de um plano nacional financiado, o reforço das capacidades de vigilância e laboratorial, a garantia de acesso ininterrupto a medicamentos essenciais de qualidade garantida, a regulação e promoção do uso racional de fármacos, o reforço da prevenção e controle de infecções e o fomento da inovação, investigação e desenvolvimento de novas ferramentas.


Nota: Mais do que nunca, se faz necessária a adoção de um estilo de vida saudável, capaz de fortalecer o sistema natural de defesa do organismo (na tentativa de minorar ou retardar o inevitável). Você já notou como o tão aguardado século 21, com suas promessas de prosperidade e avanços tecnológicos, mais parece um barril de pólvora prestes a estourar? A prometida “odisseia no espaço” terminou melancolicamente com a aposentadoria dos ônibus espaciais. Uma crise financeira mundial nos moldes da grande depressão da década de 1930 (mas muito maior, devido à globalização) paira sobre nossas cabeças (e bolsos). Doenças e o risco de contaminação por superbactérias são uma ameaça constante (uma bomba relógio, como me disse um amigo infectologista). A moralidade está em acentuada decadência e o mundo só pensa em festa, como se esse esquecimento voluntário da realidade pudesse mudar as coisas. Isso sem contar o aumento (sempre minimizado pelos “especialistas”) de catástrofes “naturais”. O que podemos esperar deste mundo? Sinceramente, eu não espero nada. Meus olhos estão fitos na solução que vem do alto.

27/07/2011

OMS: um terço da população mundial está infectada com o vírus da hepatite

Cerca de um terço da população mundial – ou dois bilhões de pessoas – estão infectadas com o vírus da hepatite. De acordo com dados divulgados pela Organização Mundial de Saúde (OMS) nesta terça-feira durante a primeira conferência para o Dia Mundial da Hepatite, a maioria dessas pessoas não sabe que contraiu o vírus e que pode vir a desenvolver a doença a qualquer momento da vida.

A hepatite é uma doença caracterizada pela inflamação do fígado que chega a vitimar cerca de um milhão de pessoas todos os anos. O vírus causador da doença pode ser disseminado pela água ou pela comida contaminadas, pelo sangue, pelo sêmen ou outros fluídos corporais. “A doença é crônica em todo o mundo, mas, infelizmente, ainda há pouca conscientização, mesmo entre gestores de saúde”, diz Steven Wiersma, especialista em hepatite da OMS.

Segundo Wiersma, a doença é causada, principalmente, por cinco vírus principais, chamados de A, B, C, D e E. O tipo B tem sido o mais comum pelo mundo e pode ser transmitido de mãe para filho durante o parto ou no começo da infância, bem como por injeções contaminadas ou pelo uso de drogas injetáveis. Já o vírus E, transmitido através da água ou da alimentação, é uma causa comum de surtos da doença em países em desenvolvimento - e vem sendo cada vez mais observado também em países desenvolvidos.

De acordo com a OMS, vacinas eficazes foram desenvolvidas para combater os vírus A e B e poderiam ainda serem usadas contra o D. Uma vacina para hepatite E também chegou a ser desenvolvida, mas não está amplamente disponível. Para o vírus C, ainda não há vacina disponível. Campanhas de vacinação alcançaram sucessos consideráveis em diversos países. Cerca de 180 dos 193 países membros da OMS incluíram a vacina contra hepatite B nos programas de imunização infantil.

Fonte: Veja

___________________Agenda Adventista________________

 

Quer receber Notícias

por e-mail?