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08/03/2013

Coreia do Norte irá "desaparecer" se realizar ataque nuclear, diz Seul



O Ministério da Defesa da Coreia do Sul advertiu nesta sexta-feira que a Coreia do Norte provocará sua própria destruição se produzir um ataque nuclear preventivo, em uma resposta às últimas ameaças do regime de Kim Jong-un.

"Se a Coreia do Norte atacar a Coreia do Sul com uma arma nuclear, o regime de Kim Jong-un desaparecerá da Terra", expressou o porta-voz do Ministério, Kim Min-seok.

O representante da Defesa ilustrou que, "embora no passado a bomba atômica tenha sido utilizada duas vezes para pôr fim à Segunda Guerra Mundial, o ataque a uma sociedade livre e democrática, como a República da Coreia, não será perdoado pela Humanidade".

A presidente da Coreia do Sul, Park Geun-hye, também reiterou hoje a intenção de "responder duramente" a futuras provocações da Coreia do Norte e assegurou que o país comunista enfrentará sua "autodestruição" se continuar com suas políticas militaristas.

Por outro lado, uma fonte militar manifestou à agência sul-coreana Yonhap que a unidade de artilharia da Coreia do Norte na frente ocidental aumentou seus exercícios desde o início do ano, com a mira voltada para Seul e seus arredores.

Poucas horas antes do comunicado sul-coreano, um general da Coreia do Norte assegurara que seu Exército tem preparados para lançamento mísseis nucleares capazes de alcançar os Estados Unidos, em uma nova ameaça após a resolução emitida ontem pela ONU para punir o teste atômico realizado em 12 de fevereiro.

Pyongyang também anunciou hoje que irá anular na segunda-feira os acordos de não agressão assinados com Seul ao término da Guerra da Coreia (1950-53) em resposta a essa resolução do Conselho de Segurança da ONU, que amplia as sanções já impostas ao regime de Kim Jong-un por "provocações" anteriores.

Terra

07/03/2013

Coreia do Norte ameaça EUA com ataque nuclear


A Coreia do Norte ameaçou os Estados Unidos nesta quinta-feira com um "ataque nuclear preventivo", em uma nova subida de tom por parte do país comunista à espera de que a ONU confirme a resolução que imporá novas sanções por seu recente teste atômico.

"Como os Estados Unidos estão a ponto de iniciar uma guerra atômica, vamos exercer nosso direito de um ataque nuclear preventivo contra o quartel-general do agressor para proteger nosso supremo interesse", indicou o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores norte-coreano em comunicado divulgado pela agência estatal KCNA.

Os EUA e Coreia do Sul estão realizando manobras militares conjuntas na região e na segunda-feira iniciarão novos exercícios. Além disso, a iminência de um aumento das sanções aumentaram os ataques verbais do regime de Kim Jong-un, que pela primeira vez mencionou a possibilidade de lançar um "ataque preventivo".

No entanto, os analistas políticos não acreditam que a Coreia do Norte tenha tecnologia suficientemente avançada para lançar um míssil com capacidade nuclear nos EUA a curto ou médio prazo, por isso o desafio se insere mais na habitual retórica belicista do país.

Na terça-feira, Pyongyang prometeu acabar com o armistício que colocou fim à Guerra da Coreia (1950-53), em uma ameaça sem precedentes que chegou pouco após ser publicado um acordo entre os Estados Unidos e a China na ONU para impor novas sanções a Coreia do Norte por seu teste nuclear de fevereiro.

As sanções, que poderiam ser tornadas oficiais em breve, foram anunciadas hoje e incluem um reforço das inspeções no país para impedir o tráfico de produtos ilícitos e bens de luxo, assim como restrições a três novos indivíduos e duas empresas supostamente envolvidos em atividades ilegais.

O Ministério da Defesa sul-coreano afirmou hoje que a Coreia do Norte prepara exercícios militares em "grande escala" para a próxima semana, enquanto realiza testes de suas forças de terra, mar e ar. Os EUA mantêm cerca de 28,5 mil soldados na Coreia do Sul e se compromete a defender seu aliado em caso de agressão. A Guerra da Coreia acabou com um armistício que nunca foi substituído por um acordo final de paz.

Terra

24/01/2013

Coreia do Norte prepara teste nuclear contra os EUA


A Coreia do Norte está se preparando para novos lançamentos e testes nucleares tendo como alvo seu “inimigo”, os Estados Unidos, segundo a Comissão de Defesa Nacional, em declaração reportada pela agência estatal KCNA. As informações são da agência Reuters.

O anúncio desta quinta-feira do principal órgão militar do país acontece dois dias depois de novas sanções impostas pelo Conselho de Segurança da ONU por seu recente lançamento de um foguete de longo alcance. Em comunicado, o regime comunista liderado pelo jovem Kim Jong-un advertiu que responderá às sanções com o reforço das "capacidades militares de autodefesa, incluindo a dissuasão nuclear".

“Nós não vamos disfarçar o fato de que os vários satélites foguetes de longo alcance e testes de alto nível nuclear que vamos realizar são direcionados aos Estados Unidos”, afirmou nesta quinta a Comissão de Defesa Nacional, segundo a KCNA.

A Coreia do Norte estaria tecnicamente preparada para um terceiro teste nuclear, segundo o governo sul-coreanos e observadores internacionais, e a decisão de prosseguir com os testes seria uma decisão do líder Kim Jong-un.

Pyongyang realizou em 2006 e 2009 dois testes nucleares que incluíram, respectivamente, o lançamento de mísseis balísticos e uma tentativa fracassada de enviar ao espaço um foguete de longo alcance.

A maior preocupação é que Pyongyang, cujo maior aliado, a China, aprovou a mais recente resolução da ONU, possa realizar um terceiro teste usando urânio enriquecido pela primeira vez, abrindo caminho para uma bomba nuclear.

Seus testes anteriores, considerados de sucesso limitado, usaram plutônio, do qual a Coreia do Norte tem pouco estoque. O comunicado do órgão militar não deu, no entanto, prazo para o teste que está sendo preparado.

Acredita-se que os atuais foguetes norte-coreanos não sejam capazes de atingir o território dos Estados Unidos, e o país ainda não teria tecnologia suficiente para montar uma ogiva nuclear de longo alcance.

Terra

20/11/2012

Autoridades ocidentais se preocupam com movimentação em usina nuclear do Irã


Usina nuclear no Irã
20/11/2012 - Autoridades ocidentais manifestaram preocupação na terça-feira com o que descreveram ser um inesperado descarregamento de combustível na primeira usina nuclear iraniana, cobrando esclarecimentos de Teerã, que disse se tratar de uma atividade normal.

A Agência Internacional de Energia Nuclear (AIEA, um órgão da ONU) disse em um relatório confidencial na sexta-feira que o combustível foi transferido no mês passado de um núcleo de reator na usina de Bushehr para um tanque de combustível gasto. O relatório não cita explicações para a transferência.

A usina de Bushehr, construída pelos russos com capacidade de 1 gigawatt, é um símbolo daquilo que os iranianos dizem ser suas ambições nucleares pacíficas. Mas o Ocidente contesta isso, acusando o país de tentar desenvolver armas atômicas. A inauguração da usina já foi adiada em cinco anos, e qualquer novo defeito causará constrangimentos para Teerã e Moscou.

"Essa não é uma questão de rotina ou algo que seja bastante comum", disse um funcionário ocidental graduado, pedindo anonimato. "Então é de grande preocupação. Precisamos de respostas."

Outro diplomata ocidental em Viena, onde fica a sede da AIEA, disse não saber o que aconteceu em Bushehr, mas que o deslocamento de combustível desperta questões de segurança. Teoricamente, o plutônio passível de enriquecimento para uso em armas nucleares poderia ser extraído das cápsulas de combustível usado.

Ali Asghar Soltanieh, embaixador do Irã junto à AIEA, disse que a movimentação de combustível é parte de um "procedimento técnico normal", vinculado à transferência de responsabilidades da usina de engenheiros russos para iranianos.

O embaixador iraniano em Moscou, Reza Sajadi, disse não haver razões para preocupação. "Antes da transferência da estação para especialistas iranianos, o trabalho de inspeção precisa ser concluído ... Nada de imprevisto está acontecendo lá".

Mas um diplomata familiarizado com Bushehr disse na semana passada que a transferência de combustível "certamente não era prevista".

No começo do ano passado, o Irã anunciou que retiraria combustíveis de reatores para testes. Uma fonte próxima à questão disse que havia suspeita de contaminação do combustível por partículas metálicas oriundas do equipamento de quase 30 anos usado na construção do reator.

13/10/2012

"Estamos em um pré-11/set"


O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Leon Panetta, afirmou na noite de quinta-feira (horário de Washington) que o país deve preparar-se para um "significante aumento de ameaças virtuais" e alertou que os EUA perseguirão agressivamente os perpetradores - o que especialistas consideram ter sido uma advertência velada ao Irã.

Os ataques contra bancos e empresas dos EUA e seus aliados demonstram a necessidade de uma postura militar mais agressiva para defender as redes norte-americanas e retaliar os grupos ou governos que empregam os hackers, disse Panetta para empresários reunidos em Nova York.

Ele comparou a atual situação com aquela que antecedeu o 11 de setembro: "Este é um momento pré-11/09. Os inimigos estão tramando". "Nós não estávamos prontos (na época). E sofremos consideravelmente por aquela falta de atenção. Não podemos deixar isso acontecer de novo."

Em seu discurso, o secretário de Defesa ligou o ataque contra a petrolífera estatal da Arábia Saudita, a Aramco, ao governo iraniano. Em agosto, o vírus Shamoon espalhou-se pela rede da companhia e infectou mais de 30 mil computadores. As informações são da Associated Press e Dow Jones.
Fonte: A Tarde 

NOTA: A maior preocupação é os EUA patrocinarem um ciberataque do tipo falsa-bandeira apenas para arrumar o pretexto final para uma guerra de maior envergadura no Oriente Médio e norte da África. O que não seria nenhuma novidade...

24/09/2012

Ataque de Israel levaria à 3ª Guerra Mundial, afirma comando militar do Irã


Um general do comando militar do Irã afirmou que o Irã poderia lançar um ataque preventivo contra Israel se houvesse uma investida militar israelense, e isso poderia desencadear a Terceira Guerra Mundial.

A declaração foi do brigadeiro-general da Guarda Revolucionária iraniana, Amir Ali Hajizadeh, a uma rede de televisão estatal do país. “Esse conflito causaria a Terceira Guerra Mundial, o que significaria que muitos países entrariam na disputa a favor ou contra o Irã”, comentou o comandante militar iraniano, de acordo do com a agência Efe.

Hajizadeh afirmou que no caso de uma guerra, haveria forte probabilidade de que Israel fosse apoiado pelos EUA, e aí “a situação poderia sair de controle”.

O primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu, tem dado indicações de que Israel poderia realizar ataques contra instalações nucleares iranianas para conter a suposta construção de uma bomba atômica.

Já Teerã nega que esteja desenvolvendo armas atômicas e diz que seu programa nuclear tem fins unicamente de geração de energia elétrica.

Por sua vez, a Força Aérea do Irã anunciou que realizará manobras militares no sul do país. Todos os anos as Forças Armadas e os Guardiões da Revolução do Irã realizam vários exercícios e manobras, em sua maioria destinados a prevenir um eventual ataque de EUA ou Israel.

O comandante da Força Aérea do país, general Aziz Nasirzadeh, afirmou que “as manobras são pacíficas e provam que o Irã e os países da região são capazes de salvaguardar a segurança na região”.

Segundo a Efe, Israel e EUA já ameaçaram atacar o Irã se ele não interrompesse seu programa nuclear. Teerã, no entanto, respondeu que não irá paralizar suas atividades nucleares que segundo eles possuem finalidades pacíficas. Acrescentou que caso sofra agressões, iria revidar de forma destruidora.

16/09/2012

Imprensa britânica destaca preparos para invasão ao Irã


A imprensa britânica está preparando os navios para a invasão ao Irã. [O jornal] The Sunday Telegraph informa que agora está se realizando uma concentração sem precedentes de forças navais de 25 estados no Estreito de Hormuz. Esses países demonstram o poder, esperando o ataque preventivo israelense contra alvos nucleares no Irã, lê-se no artigo.

Outro jornal de domingo, o Mail on Sunday, informa que o ministro das Forças Armadas britânico, Nick Harvey, foi obrigado a renunciar por causa de seu desacordo com os planos de Londres de apoiar uma possível operação contra o Irã.

02/09/2012

Segundo autoridade, o Irã agirá se os EUA atacarem a Síria

02/09/12 - O Irã tomará medidas se os Estados Unidos cometerem um ato de "estupidez" e atacarem a Síria teria dito neste sábado uma autoridade militar do Irã, porém mais tarde os comentários desapareceram do site da agência de notícias ligada ao governo.

O Irã tem apoiado firmemente o ditador sírio Bashar Assad na sua tentativa de abafar um levante que, tanto Teerã quanto Damasco, entendem como sendo uma guerra por procuração de Israel e dos países do Ocidente, para aumentar a sua influência no Oriente Médio.

"Se os EUA atacarem a Síria, o Irã, junto com os aliados da Síria, tomará medidas, que seria um fiasco para os EUA", teria dito Mohammad Ali Assoudi, o representante de cultura e propaganda da Corporação Militar Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC).

Os comentários de Assoudi foram divulgados inicialmente pela agência de notícias ligada ao governo, a Young Journalists Club, mas depois foram aparentemente retirados do site do grupo. Os comentários foram publicados por sites de notícias iranianos, incluindo o do jornal iraniano "Jam-e Jam" e pelo site de língua persa da BBC.

Autoridades iranianas não estavam disponíveis para comentar a notícia.

Assoudi não especificou exatamente que medidas seriam tomadas pelo Irã, mas disse que os aliados da Síria colocariam em ação seu pacto militar conjunto no caso de um ataque dos EUA.

"Em caso de uma estupidez americana e de um ataque militar deste país contra a Síria, o pacto militar conjunto dos aliados da Síria seria ativado", disse Assoudi.

Irã e Síria assinaram um pacto de defesa mútua em 2006, mas pouco se sabe sobre ele ou se existem outros signatários.

A República Islâmica considera o governo de Assad, assim como o grupo libanês de militantes xiitas Hezbollah, como parte do "eixo de resistência" contra a influência dos EUA e de Israel no Oriente Médio.

Mas enquanto a Turquia, os países árabes do Golfo e os países ocidentais admitem ter dado ajuda não armamentista aos rebeldes sírios, não há muita vontade em Washington, especialmente em um ano de eleição, de fazer uma intervenção direta na Síria. Sem a liderança dos EUA, seus aliados parecem não estar dispostos a fazê-lo sozinhos.

O Irã acusa as potências ocidentais e os países da região de apoiar e armar os rebeldes, enquanto os rebeldes acusam o Irã de enviar combatentes do IRGC para ajudar Assad a esmagar o levante.

"Com a cooperação do Qatar, Turquia e Arábia Saudita, os EUA têm o objetivo de dar um golpe contra a Síria e fazer preparativos para a queda do governo sírio", disse Assoudi.

10/08/2012

Israel está decidido a atacar o Irã no outono, diz jornal


Tensão entre Israel e IrãA imprensa israelense dedicou suas capas nesta sexta-feira a um possível ataque militar de Israel contra instalações nucleares iranianas, considerando que os principais defensores deste controverso plano são o primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, e o ministro da Defesa, Ehud Barak.

Para o jornal de grande circulação Yediot Aharonot, Netanyahu e Barak estão "decididos a atacar o Irã no outono", inclusive antes das eleições americanas.

"É muito relevante que estas duas figuras de alto escalão, o primeiro-ministro e o ministro da Defesa, estejam decididos" a isso, consideraram dois editorialistas do jornal, Nahum Barnea e Shimon Shiffer.

"Mas também é muito relevante que nenhuma personalidade da classe dirigente - nem no exército, nem nos círculos da Defesa, nem sequer o presidente - apoie atualmente um ataque israelense", acrescentaram.

O Haaretz abre sua edição do fim de semana com declarações de um funcionário de alto escalão que pediu o anonimato. "Israel tem que se perguntar de maneira responsável qual seria o sentido de não agir neste momento", considerou o dirigente.

Por sua vez, o Maariv se refere em sua primeira página a uma pesquisa que indica que 37% dos israelenses entrevistados pensam que se o Irã tivesse uma arma nuclear poderia provocar um "segundo Holocausto".

Teerã nega as acusações das potências ocidentais e de Israel e assegura que seu programa nuclear só tem fins civis.

Israel, a única potência nuclear - embora não reconheça - da região, considera que sua existência estaria ameaçada se o Irã possuísse uma bomba atômica.

Na quinta-feira, Barak havia afirmado que "as estimativas dos americanos sobre a possibilidade de que o Irã possa dispor de uma bomba atômica (...) se aproximam das nossas". Isso "faz com que a questão iraniana seja um pouco mais urgente", acrescentou.

11/07/2012

Aiatolá Ali Khamenei anuncia fim do mundo e chegada do messias

Aiatolá Ali Khamenei
O aiatolá Ali Khamenei, líder supremo do Irã, afirmou que sua nação deve se preparar para a guerra e “o fim dos tempos”, enquanto continuam desenvolvendo armas nucleares.

Em um esforço coordenado, que envolveu os órgãos estatais de mídia, a mensagem semanal do aiatolá na última sexta-feira falou sobre a vinda do último profeta islâmico. Os meios de comunicação iranianos em geral citavam os clérigos dirigentes de seminários ao falarem sobre a questão do “messias” islâmico. No entanto, a ampla publicação das últimas declarações de Khamenei mostram a necessidade do povo se preparar para o fim dos tempos enquanto preveem um confronto iminente com o Ocidente por causa de seu programa nuclear.

“A questão do Imã Mahdi é de extrema importância, e seu reaparecimento foi claramente explicitado pela nossa santa religião do Islã”, disse Khamenei. Devemos estudar e lembrar-nos do fim dos tempos e a era do Imã Mahdi… Temos de preparar o ambiente para a vinda desse grande líder”.

A teologia muçulmana xiita afirma que grandes guerras devem ocorrer na Terra, durante as quais um terço da população mundial irá morrer em combate e outro terço por causa da fome e da violência. Israel deve ser destruído para que então o 12 º imã, chamado de Mahdi, apareça para matar todos os infiéis, levantando a bandeira do Islã em todos os cantos do mundo.

Sob a orientação de Khamenei, vários centros foram estabelecidos no Irã para fazer pesquisas e dar informações sobre a vinda do Mahdi, o último profeta, e uma conferência sobre o tema é realizada anualmente.

“Hoje nós temos o dever de se preparar para a vinda. Se… nós somos os soldados do 12 º imã, então devemos estar prontos para lutar”, disse Khamenei em seu discurso. “Com a orientação de Deus e de Sua ajuda invisível, nós faremos a civilização islâmica ser um orgulho no cenário mundial. Este… é o nosso destino… A juventude e os fiéis devem se preparar para este grande movimento”.

Citando o Alcorão, Khamenei disse que a vinda do imã foi prometida por Deus. “Haverá um momento em que todos os poderes opressores do mundo serão destruídos e a humanidade será iluminada na era do Imã Mahdi”.

O atual regime iraniano já distribuiu uma cartilha chamada “Os últimos seis meses” para suas forças militares, antecipando o confronto bélico com o Ocidente. O material adverte que a Guarda Revolucionária e as forças paramilitares Basij devem estar preparadas para cumprir deveres durante a próxima guerra.

A Guarda Revolucionária Mashregh, recentemente advertiu Israel e os EUA que eles vão ter que adivinhar que tipo de ogiva os mísseis iranianos estarão carregando, quando forem alvejá-los.

Em seu longo discurso, Mashregh discutiu o alcance dos mísseis iranianos e da devastação que podem causar sobre os inimigos em potencial. Referindo-se a bases militares americanas na região, disse que operações de guerra recentes, mísseis com ogivas de fragmentação destruído alvos semelhantes.

Os iranianos se gabam de que o míssil Sejil, de dois estágios de combustível sólido, pode perfurar o sistema de defesa antimísseis de Israel e isso tem feito os “sionistas perderem o sono”.

Após mais de uma década de negociações com o Irã, a ONU ainda não conseguiu parar o programa nuclear do regime de Khamenei.

O último relatório da Agência Internacional de Energia Atômica indica que o Irã continua enriquecendo urânio nas instalações militares de Natanz e em Fordow e agora tem material nuclear suficiente para lançar, pelo menos cinco armas nucleares. O regime negou um pedido da Agência para inspecionar uma base militar onde se acredita que o Irã realizou experiências secretas de uma arma de implosão do tipo nuclear.

Enquanto a maioria dos iranianos se opõem ao regime violento dos mulás, as sanções ocidentais não reduziram a fabricação de armas nucleares, o que não só pode levar ao colapso da economia global, mas matar dezenas de milhões de civis inocentes, incluindo os do Irã .

A maioria dos relatos históricos dizem que “Al Mahdi” viveu no século 13, mas desapareceu sem morrer. Ele voltará sobrenaturalmente pouco antes do Dia do Juízo. De acordo com a tradição, esse imã deve:

• Ser um descendente de Maomé e filho de Fátima
• Retornar pouco antes do fim do mundo
• Sua aparição será precedida por uma série de eventos proféticos durante 3 anos de caos, tirania e opressão mundiais
• Fugirá de Medina até Meca, onde milhares de pessoas prometerão lealdade a ele
• Reinará sobre os árabes e o mundo por 7 anos
• Erradicará toda a tirania e opressão, trazendo harmonia e paz total
• Liderará uma oração em Meca, durante a qual Jesus estará ao seu lado e se unirá a ele

O presidente do Irã Ahmadinejad, um xiita muçulmano, está profundamente comprometido com a divulgação da vinda desse messias islâmico. Ele alega que deve preparar pessoalmente o mundo para a vinda de Mahdi.

Para que possa ser salvo, o mundo deve estar em um estado de caos e de subjugação. Ahmadinejad afirma que ele foi “dirigido por Alá para preparar o caminho para o aparecimento glorioso do Mahdi”.

Fonte - Gospel Prime

Nota DDP: Além do aspecto profético direto ligado às guerras dos últimos dias, há de ser considerado também o traço religioso do noticiado, que embora não se relacione diretamente com o texto bíblico, demonstra o contorno de confusão gerado pelo conflito, de forma que inúmeros grupos religiosos estão a esperar o seu "messias", em contrafação à volta de Cristo.

30/05/2012

"Flame" causou mega-ataque cibernético no Oriente Médio


Vírus Flame

De acordo com a empresa Kapersky Labs, que tem sede na Rússia e fabrica antivírus para computadores, o software espião foi desenvolvido por um governo ainda não identificado.

A Kapersky o classificou como "uma das ameaças mais complexas já descobertas".

O programa é capaz de gravar conversas privadas mantidas pela internet manipulando o microfone do computador infectado ou gravando os textos digitados.

De acordo com a multinacional, os alvos do software espião aparentemente são computadores do Irã, de Israel, da Síria, do Líbano, do Egito, da Arábia Saudita e do Sudão.

O sistema se ativa automaticamente quando a vítima usa programas de correios eletrônicos e de mensagens instantâneas.

"Uma vez que o sistema é infectado, o Flame começa uma complicada série de operações. Elas incluem espionar a navegação na internet, gravar imagens de telas de computados e conversas, interceptar teclados, entre outras", disse Vitaly Kamluk, especialista da Kapersky.

As fotos das telas e as gravações de áudio são então comprimidas e enviadas pela internet para o autor do ataque.

A multinacional diz acreditar que os ataques por meio do software espião afetaram ao menos 600 alvos, entre eles indivíduos, empresários, instituições acadêmicas e sistemas de governo.

"A geografia dos objetivos e a complexidade da ameaça não deixa dúvidas de que foi um Estado que patrocinou a pesquisa que o projetou", disse Kamluk.

De acordo com Kamluk, o tamanho do ataque é o principal indício de que o software não foi criado por criminosos virtuais. Ele tem características de ser uma ofensiva massiva financiada por um Estado.

Segundo Alan Woodward, do departamento de computação da universidade inglesa de Surrey, o programa "é basicamente um aspirador de informações sensíveis".

Em entrevista à BBC, ele disse que o Flame é muito mais sofisticado do que o vírus de computador "Stuxnet", que atacou no ano passado instalações militares do Irã.

"Enquanto o Stuxnet só tinha um objetivo, o Flame é um conjunto de ferramentas. Assim consegue perseguir qualquer coisa que caia em suas mãos", disse.

BBC Brasil 


NOTA: Esta guerra cibernética é apenas uma das frentes da 3ª guerra mundial que se aproxima, patrocinada pela OTAN contra vários países do Oriente Médio e do norte da África. Na verdade, os verdadeiros impulsionadores desta guerra são o Vaticano e os ocultistas "mercadores da terra", com o propósito único de produzir o caos no mundo a fim de implantar a religião de mistérios da Babilônia, cujo símbolo de adesão será a guarda do domingo (marca do culto ao sol - Lúcifer). Minuto Profético

09/04/2012

Japão ativou sistema antimísseis ante lançamento de foguete norte-coreano

(09/04/2012) O Japão ativou um sistema antimísseis no centro de Tóquio a fim de interceptar o foguete que a Coreia do Norte deve lançar nos próximos dias caso sua trajetória represente um risco para a capital, informou nesta segunda-feira à Agência Efe o Ministério da Defesa japonês.

Duas unidades dotadas de sistemas de mísseis terra-ar Patriot Advanced Capability-3 (PAC-3) foram posicionadas nas instalações esportivas do Ministério da Defesa, que se encontra rodeado de casas e escritórios, como parte do plano de contingência japonês perante o lançamento do satélite de observação norte-coreano.

O perímetro no qual se encontram os mísseis, onde habitualmente soldados e funcionários do ministério realizam atividades esportivas, está protegido por membros do Exército e rodeado por uma cerca de arame farpado, segundo a Efe comprovou no local.

Um sistema similar também foi instalado nos arredores de Tóquio nas bases militares de Asaka e Narashino, nos municípios de Saitama e Chiba, respectivamente, assim como em diversas ilhas de Okinawa, sobre as quais deve voar o projétil norte-coreano, detalhou um porta-voz de Defesa.

O forte desdobramento japonês acontece em um momento de tensão na região depois que Pyongyang anunciou sua intenção de pôr em órbita um satélite de observação terrestre mediante um foguete de longo alcance entre os dias 12 e 16 de abril.

ESTADO DE ALERTA

O Japão, que ativou o estado de alerta desde a noite da última quarta-feira, anunciou que derrubará o satélite norte-coreano caso ele modifique sua trajetória prevista e ameace cair em território japonês.

Além disso, nas águas de Okinawa e do Mar do Japão também foram posicionados três destróieres japoneses e um americano, que contam com um sistema de intercepção antiaérea Aegis, com mísseis SM3 e radares de alta precisão.


O Japão anunciou ainda a mobilização de cerca de 800 soldados e caças F15 para oferecer cobertura à defesa marítima caso seja necessário.

Vários países, entre eles Japão, Coreia do Sul e Estados Unidos, criticaram duramente o lançamento norte-coreano por considerar que é um teste encoberto de um míssil de longo alcance, embora Pyongyang sustente que tem fins científicos.

30/03/2012

Em alerta de guerra, Israel distribui máscaras de gás aos civis


(30/03/2012) O maior ponto de distribuição de máscaras de gás em Tel Aviv, em Israel, estava lotado nesta quinta feira. Em meio à multidão que obedeceu à convocação do Comando da Retaguarda do Exército israelense para se equipar com os chamados "kits de proteção", vários cidadãos estão preocupados com a possibilidade da eclosão de uma nova guerra na região.

A convocação, enviada por correio a cerca de 7,5 milhões de israelenses, anuncia: "Caro cidadão, de acordo com os registros do Comando da Retaguarda você ainda não se equipou com o kit de proteção". Segundo a solicitação, "os kits de proteção fazem parte da vida", são grátis e cerca de 4 milhões de pessoas já os receberam. Esta é a terceira vez que Israel distribui máscaras de gás aos civis. A primeira ocorreu em 1990, às vésperas da Guerra do Golfo. A segunda, em 2003, antes da guerra no Iraque.

Há cerca de um ano foi iniciada uma terceira distribuição. Porém, nos últimos meses, aumentou o número de civis que comparecem aos pontos de distribuição, em consequência do medo que haja uma guerra com o Irã, com a milícia libanesa Hezbollah ou com o grupo palestino Hamas, que controla a Faixa de Gaza.

Esses temores são alimentados por declarações do governo israelense, cada vez mais incisivas, sobre as intenções de "destruir as instalações nucleares iranianas para impedir a fabricação de bombas atomicas". De acordo com as avaliações de analistas militares, se Israel bombardear as fábricas iranianas, o país persa provavelmente revidará contra Tel Aviv.

Além disso, há 3 dias, a colocação de baterias anti-misseis nos arredores da capital israelense também não contribuiu para acalmar a população. Artigos de analistas militares, publicados na imprensa local, apontam a possibilidade de que o presidente sírio, Bashar al-Assad, transfira armamentos não convencionais ao Hezbollah, que por sua vez poderia dispará-los contra Israel, aumentando a preocupação geral.

Jonathan Richey, 41 anos, encheu o bagageiro de seu carro com as caixas das máscaras. Imigrante dos Estados Unidos e pai de 8 filhos, Richey confirma o temor. "Sou responsável por 8 crianças, além de minha mulher, senti que é meu dever buscar as máscaras, mas espero não precisar usá-las", disse Richey. "Podemos ter uma guerra a qualquer momento, mas apesar disso não me arrependo de ter me mudado para Israel", afirmou o ultra-ortodoxo, acrescentando que "sente uma força especial na terra do patriarca Abraão".

Noah Kaufman, 27 anos, é funcionária de uma ONG de direitos humanos que defende trabalhadores estrangeiros. "Tenho muito medo de uma guerra. Tenho medo de perder minha casa, de não conseguir fugir, de ficar ferida ou de morrer", desabafou. Libby, 38 anos, relações públicas de uma empresa, foi receber a máscara junto com o filho de 2 anos. "Não tenho medo, acho que não haverá guerra, mas vim buscar a máscara para acalmar minha mãe, ela me pressionou muito", afirmou.


21/03/2012

Crise na Síria repercutirá em todo o mundo, diz Ban Ki-moon

O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, alertou nesta quarta-feira que a "profunda e extremamente perigosa crise" que a Síria enfrenta pode ter "maciças repercussões" no mundo inteiro.

"Temos a responsabilidade de trabalhar por uma resolução para esta profunda e extremamente perigosa crise, uma crise com repercussões potencialmente maciças para a região e o mundo", disse o secretário-geral durante seu discurso em uma conferência sobre segurança realizada em Jacarta.

Ban assinalou também que o enviado especial da ONU e da Liga Árabe para a Síria, Kofi Annan, planeja viajar "muito em breve ao país para prosseguir com sua missão de mediador na crise".

O Conselho de Segurança da ONU prevê adotar ao longo do dia de hoje uma declaração de apoio às gestões de Kofi Annan. Uma declaração presidencial do Conselho é um documento de menor categoria que uma resolução, e para ser aprovado deve contar com o respaldo unânime de seus 15 membros.

O secretário-geral, que se encontra desde segunda-feira na Indonésia, pressionou ontem a comunidade internacional a atuar com uma só voz para pôr fim ao conflito na Síria.

06/03/2012

Nos EUA, Netanyahu admite possibilidade de ataque contra o Irã



O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, afirmou nesta segunda-feira diante do principal grupo de pressão judeu nos Estados Unidos que "nunca" porá em risco a segurança israelense. Horas antes, o presidente americano, Barack Obama, dissera que Israel deve ser "dono de seu destino" com relação ao Irã.

"Como primeiro-ministro, nunca porei em risco a segurança do Estado de Israel", disse Netanyahu, durante um discurso de quase meia hora, ao ser recebido com uma prolongada ovação na gala anual do Comitê de Ação Pública Americano Israelense (Aipac).

O primeiro-ministro israelense se queixou que "incrivelmente" muitos na comunidade internacional não reconhecem que o Irã está tentando produzir armas nucleares, além de construir instalações para enriquecimento de urânio. Além disso, assinalou que o presidente Obama, com quem se reuniu no Salão Oval da Casa Branca, reiterou seu compromisso de impedir que o Irã obtenha essas armas.

Netanyahu acrescentou que o Irã é responsável pela morte de centenas ou até milhares de americanos, e advertiu que, se o Irã age assim sem armas nucleares, seria ainda pior se as obtivesse.

"Nenhum de nós pode esperar mais tempo. Nunca permitirei que minha gente viva à sombra da aniquilação", enfatizou o premiê israelense, que antes comunicara a Obama que "sempre devemos ser os donos do nosso destino".

Netanyahu e Obama se reuniram de forma privada no Salão Oval durante cerca de três horas para discutir, quase exclusivamente, a crescente ameaça do programa nuclear iraniano. Obama disse que tanto ele como o primeiro-ministro israelense preferem resolver o assunto pela via diplomática porque sabem "dos custos de qualquer ação militar".

Netanyahu, por sua vez, disse que Israel tomará uma decisão sobre lançar ou não um ataque militar preventivo contra o Irã, com ou sem os Estados Unidos.

No entanto, ao governo de Obama não interessa uma medida que poderia suscitar outra guerra no Oriente Médio, em pleno ano eleitoral e quando os EUA acabam de dar por terminada a Guerra do Iraque e buscam pôr fim à do Afeganistão em dois anos e meio.

28/02/2012

Número de guerras no mundo triplicou em 2011


Número de conflitos bélicos tende a aumentar no mundo todo 

O Instituto Pesquisa Internacional de Conflitos de Heidelberg, da Alemanha, apresentou seu relatório anual do “Barômetro de conflitos”. Os especialistas alemães em pesquisa de conflitos revelaram um balanço com dados alarmantes. No último ano, o número de guerras no mundo mais do que triplicou.

Para Natalie Hoffmann, pesquisadora do Instituto de Heidelberg, é impossível esperar que a tendência futura seja de um mundo mais pacífico. Os números de 2011 foram os mais altos desde 1945, quando ocorreu a Segunda Guerra Mundial.

Os pesquisadores contabilizaram 20 guerras oficiais além de 166 “conflitos realizados de forma violenta”. A projeção do instituto alemão é que nos próximos meses esse número continue crescendo. Para efeitos de comparação, em 2010, foram registradas seis guerras e 161 “conflitos violentos”.

O “barômetro mundial de conflitos” é divulgado desde 1991, fazendo um monitoramento constante de crises, conflitos e guerras em curso no mundo. Além de guerras entre países e guerras civis, que disputam o poder dentro de uma mesma nação, o instituto também considera como guerra, por exemplo, a luta do governo do México contra os cartéis das drogas.

A grande maioria dos conflitos internos ocorrem no Oriente Médio e na África, observou Christoph Trinn, presidente do Instituto. Ele afirma que sua equipe aponta para três novas guerras em potencial: no Iêmen, na Síria e na Líbia. Para os pesquisadores alemães, a violência na Europa está concentrada no Cáucaso. Naquela região existem atualmente 19 conflitos e uma “guerra delimitada”.

Muitos especialistas em profecias vêm alertando que o que Jesus disse em Mateus 24, 6-10 está se cumprindo com maior velocidade no início deste século. Não apenas os conflitos de “nação contra nação”, mas as mudanças climáticas e aumento de desastres naturais como terremotos, tsunamis e, ao mesmo tempo, a perseguição aos cristãos ter atingido uma alta histórica.

14/02/2012

Paris alerta para 'consequências incalculáveis' em atacar Irã


O ministro das Relações Exteriores francês, Alain Juppé, advertiu nesta terça-feira que um ataque de Israel contra o Irã com o objetivo de deter seus planos de fabricar uma bomba atômica "poderá ter consequências incalculáveis" e justificou, para evitar a iniciativa, o endurecimento das sanções sobre Teerã.

Na sessão de controle do governo na Assembleia Nacional, Juppé afirmou que "essa ação militar poderia ter graves consequências" e se referiu aos "rumores" sobre o assunto, aos quais vinculou o aumento da tensão pelo descumprimento por parte do Irã das regras internacionais de não-proliferação.

"Fazemos todo o possível para evitar a medida", insistiu o ministro, que citou como exemplo a reivindicação do presidente francês, Nicolas Sarkozy, sobre as sanções adotadas recentemente pela União Europeia.

Juppé destacou que o pedido ao Irã é que aceite uma negociação "sem condições prévias" e acrescentou: "nossa oferta de diálogo continua válida".

O chefe da diplomacia francesa afirmou que "o programa militar nuclear é uma das grandes ameaças à paz não apenas na região", mas também para o mundo inteiro.

Israel e Irã: blefes ou ataque planejado?


Será que é  tudo parte de uma campanha cuidadosamente estruturada de blefes e boatos para apoiar sanções mais severas e trazer o Irã à mesa de negociações – ou será que o terreno está de fato sendo preparado para um ataque às instalações nucleares iranianas nos próximos meses? Talvez não seja nenhum dos dois, e as pessoas que contam, aqueles que ainda não se decidiram, estão especulando e debatendo freneticamente.

No início de fevereiro a conferência anual de segurança Herzliya em Israel deu uma plataforma para a elite militar e de inteligência do país tornar públicas as suas preocupações sobre os progressos do Irã na fabricação de uma arma nuclear. O belicoso ministro da Defesa de Israel, Ehud Barak, disse que a “janela” para um ataque efetivo estava se fechando rapidamente por causa da movimentação contínua de centrífugas essenciais de enriquecimento de urânio para as instalações no subsolo de Fordow, perto da cidade sagrada de Qom, que daria ao Irã uma “zona de imunidade” na qual eles poderiam fazer uma bomba independentemente de quaisquer intervenções vindas de fora.

O equivalente norte-americano de Barak, Leon Panetta, que estava viajando com jornalistas para uma conferência com seus colegas da Otan em Bruxelas, confessou pouco tempo depois que havia grandes chances de um ataque israelense ao Irã em abril, maio ou junho, quando os céus costumam estar mais claros. Panetta não falou oficialmente, mas recusou depois uma oportunidade de retirar suas afirmações.

Em meio à eminente guerra de palavras, preparações militares para um conflito estão,  sem dúvida, acontecendo. O chefe das tropas terrestres da Guarda Revolucionária Iraniana anunciou exercícios no sul do país, perto do Estreito de Hormuz, e os Estados Unidos já deram início ao maior treinamento militar para um desembarque anfíbio em uma década, descrito pelo Almirante John Harvey, do Comando da Marinha, como “motivado por acontecimentos recentes” e “aplicável” ao Estreito de Hormuz. Enquanto isso, o DEBKAfile, um exagerado, mas às vezes bem-informado site de segurança israelense, anunciou que “muitos milhares” de tropas norte-americanas estavam chegando nas duas ilhas perto do Estreito, Masirah, em Omã, e Socotra, no Iêmen.

Mas mesmo com todos os alarmes e excursões, há poucas conclusões concretas sobre o possível ataque eminente ao Irã, ou sobre se Israel está preparado para agir de forma unilateral. E ainda não está claro se, caso fossem convencidos de que isso está prestes a acontecer, os Estados Unidos se sentiriam obrigados a apoiar Israel e dar continuidade aos ataques. Apenas aqueles nos cargos mais altos do governo de Israel (e talvez dos Estados Unidos) sabem se as forças aéreas israelenses são capazes de conduzir um ataque sem ajuda.

06/01/2012

Os rumores continuam: Estados do Golfo se preparam para possível guerra



Os Estados árabes que estão apenas a poucos quilômetros do Golfo do Irã estão observando, tensos, as perspectivas de uma guerra entre Teerã e o Ocidente, um conflito que nenhum deles deseja e que todos sabem que poderá arruinar suas economias. Esse temor real está levando os Estados ricos em petróleo a aumentar suas defesas enquanto esperam que a diplomacia possa prevalecer nas ambições regionais de Teerã e colocar um fim a seu preocupante programa nuclear.

"Nenhum Estado do Golfo quer a guerra, mas todos estão se preparando para a possibilidade que isso possa acontecer", afirmou o analista militar Riad Kahwaji. A tensão aumenta enquanto o Ocidente continua pressionando Teerã sobre seu programa nuclear e a União Europeia ameaça uma proibição total das importações de petróleo iraniano.

O Irã ameaçou fechar o estratégico Estreito do Ormuz - que liga o Golfo ao Mar Arábico e por onde passam 20% do petróleo mundial transportado pelo mar - se as vendas de petróleo forem bloqueadas. Os Estados Unidos, cuja Quinta Frota da marinha está baseada no Estado do Golfo de Bahrein, que está presente militarmente em um certo número de outros países, o que levou Teerã a dizer que não vai tolerar qualquer movimento.

Esses leais aliados de Washington serão empurrados para uma guerra com o Irã se Teerã os atacar, explica Kahwaji, que dirige o Instituto para o Oriente Médio e Análise Militar do Golfo (Inegma) com sede em Dubai. "O relógio está correndo e nós no Golfo não temos controle sobre isso", acrescentou o analista político kuwaitiano Sami al-Faraj em relação a um possível ataque israelense e americano contra o Irã.

Muitas vezes no passado, o Irã alertou que atacaria as instalações militares americanas nos Estados do Golfo Árabe no caso de guerra. Além da Quinta Frota, Qatar hospeda o Comando Central dos EUA, há cerca de 23 mil tropas americanas no Kuwait e cerca de 2 mil tropas militares dos EUA nos Emirados Árabes Unidos.

O site Mashreq, alinhado com as Guardas Revolucionárias do Irã, disse que os alvos no Golfo já foram escolhidos, de acordo com o jornal pan-árabe Al-Hayat. O primeiro-ministro catariano, o xeque Hamad bin Jassem Al-Thani, cujo país tentou, no passado, reduzir as lacunas entre Teerã e as nações do Golfo, disse que estas devem contribuir para resolver a crise.

"Eu acredito que todos nós temos um interesse em que não haja conflitos no Golfo", disse ele recentemente, acrescentando que os Estados do Golfo estão "naturalmente preocupados" com o aumento da tensão EUA-Irã. "Já vivemos conflitos militares e todos nós sabemos que não há vencedor nesses conflitos, especialmente para os países ao redor do Golfo", disse ele.

Além das ameaças externas, os Estados do Golfo têm que lidar com a ameaça das famosas células adormecidas que, suspeita-se, o Irã está espalhando pela região. "Ouvimos falar em medidas preventivas em muitos países para lidar das células adormecidas do Irã", disse Kahwaji. O desejo de evitar a guerra está acompanhado de outro, de conter a influência regional do Irã.

"Há agora duas posições no Golfo", disse Faraj. "Uma rejeita completamente recorrer à guerra a menos que seja imposta". "A segunda vê a necessidade de conter a interferência iraniana na Síria, Iraque, Líbano, Iêmen e Sudão e está ventilando a tensão sectária (no Golfo), apesar de não necessariamente através dos conflitos armados".

A segunda corrente tem se "tornado mais forte" recentemente, acrescentou. Faraj disse: "são os países do Golfo que sofrerão mais porque estamos ao alcance dos foguetes iranianos", observando, junto com Kahwaji que eles têm instalações de petróleo estratégicas e centros financeiros e de negócios em suas costas, próximas ao Irã.

O maior terminal petrolífero da Arábia Saudita de Ras Tanura, por exemplo, em apenas 180 km distantes da costa do Irã. Abu Dhabi, outro importante produtor de petróleo está longe apenas 220 km. Enquanto esperam, os Estados do Golfo estão aumentando as compras de material de defesa.

No mês passado, a Arábia Saudita assinou um acordo avaliado em US$ 29,4 bilhões para comprar 84 caças americanos F-15 e aprimorar outros 70 caças. Pouco depois, um acordo de armamento de US$ 3,48 bilhões dos Emirados Árabes veio à tona, incluindo o avançado antimíssil Terminal High Altitude Area Defense System (Thaad).

Em 2011, os Estados Unidos e a Arábia Saudita anunciaram um acordo de US$ 1,7 bilhão para reforçar as baterias de mísseis Patriot, enquanto o Kuwait comprou 209 mísseis por US$ 900 milhões.

Terra

14/12/2011

Irã fará exercícios militares fechando o Estreito de Hormuz

O exército iraniano tem evitado fazer comentários depois de um membro do Comitê de Segurança Nacional do país dizer hoje [12] que o Irã fechará o Estreito de Hormuz para exercícios militares - o ponto de obstrução mais importante para o carregamento de petróleo no mundo.

O político iraniano, Parviz Sarvari, disse à agencia de noticias ISNA: "Logo realizaremos manobras militares sobre como fechar o Estreito de Hormuz. Se o mundo quer tornar a região insegura, tornaremos o mundo inseguro", informa a agência Reuters.

O Estreito de Hormuz, com apenas 54 km de largura em seu ponto mais estreito, é uma passagem de transporte chave para os países exportadores de petróleo do Golfo Pérsico, com 15,5 milhões de barris de petróleo que passam por ali diariamente representa 33% do carregamento de petróleo do mundo inteiro.

Os militares iranianos se negaram a comentar sobre o informe, mas o Irã tem ameaçado fechar o canal de navegação em caso de um ataque dos EUA ou de Israel contra o Irã, uma ação potencial que os EUA tem caracterizado como um ato de guerra.

Após especulações de que sanções seriam estabelecidas sobre as exportações de petróleo iraniano, o porta-voz do Ministério de Assuntos Estrangeiros, Ramin Mehmanparast, advertiu a semana passada de que os preços do petróleo disparariam acima de 250 dólares o barril.

Em resposta, o secretário de Defesa dos EUA, Leon Panetta, disse: "Qualquer interrupção do livre fluxo de comércio pelo Golfo Pérsico é uma ameaça muito grave para todos nós e uma linha vermelha para os EUA".

Especialistas tem previsto que um fechamento do Estreito de Hormuz por 30 dias enviaria o preço do petróleo às alturas entre 300 a 500 dólares o barril, um nível que daria lugar à instabilidade econômica mundial e custaria aos EUA cerca de 75 bilhões de dólares do PIB [...]

Fonte: Infowars 

Nota Minuto Profético: Toda essa guerra de informações e ameaças podem dificultar (e até atrasar) os planos de invasão da OTAN no Oriente Médio. Certamente a Providência Divina deseja que esse tempo de liberdade que ainda nos tem sido oferecido seja usado para a pregação do evangelho eterno (Ap 14:6-12). Da mesma forma, o rei do norte-Daniel 11 (por trás da OTAN) também não desistirá dos planos para restauração de sua supremacia mundial...  

___________________Agenda Adventista________________

 

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