Evidências Proféticas | blog adventista: Perguntas e respostas
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04/10/2012

Paulo orienta comer de tudo o que se vende no açougue?


Vamos ler o que está escrito na primeira carta de Paulo aos Coríntios, no capítulo 10, versículos 23 a 33: “Todas as coisas são lícitas, mas nem todas convêm; todas são lícitas, mas nem todas edificam.  Ninguém busque o seu próprio interesse, e sim o de outrem.  Comei de tudo o que se vende no mercado, sem nada perguntardes por motivo de consciência;  porque do Senhor é a terra e a sua plenitude.  Se algum dentre os incrédulos vos convidar, e quiserdes ir, comei de tudo o que for posto diante de vós, sem nada perguntardes por motivo de consciência.  Porém, se alguém vos disser: Isto é coisa sacrificada a ídolo, não comais, por causa daquele que vos advertiu e por causa da consciência;  consciência, digo, não a tua propriamente, mas a do outro. Pois por que há de ser julgada a minha liberdade pela consciência alheia?  Se eu participo com ações de graças, por que hei de ser vituperado por causa daquilo por que dou graças?  Portanto, quer comais, quer bebais ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus.  Não vos torneis causa de tropeço nem para judeus, nem para gentios, nem tampouco para a igreja de Deus,  assim como também eu procuro, em tudo, ser agradável a todos, não buscando o meu próprio interesse, mas o de muitos, para que sejam salvos”.

Estudando o contexto deste texto (o que vem antes e depois), podemos facilmente identificar o assunto do qual Paulo estava tratando nesta ocasião.

“O versículo 28 e bem assim todo o contexto, desde o verso 14 e também todo o capítulo 8, esclarecem que o assunto trata exclusivamente de carnes oferecidas a ídolos. Não se fala aqui das espécies de carnes, mas sim das que haviam sido oferecidas aos ídolos antes de irem para o açougue. Todavia, nem sempre a carne era previamente sacrificada. Isso, o presente texto nos dá a entender com bastante clareza, pois diz Paulo: ‘sem nada perguntardes por escrúpulos de consciência’. (Versão do P. Rohden).

Se toda carne fosse sempre oferecida aos deuses antes de ir para o mercado, ninguém precisava ter dúvidas; mas como o não era, e mesmo porque não havia importância em saber, o crente não tinha necessidade de perguntar coisa alguma. Paulo não diz aqui que não deviam perguntar para saber de que espécie era a carne, se deste ou aquele animal, porque isto, naturalmente, não estava em questão… Não tinham razão para perguntar, a não ser que fossem advertidos por alguém.”

Os primeiros crentes “não precisavam manter esses escrúpulos, porque, ‘quanto ao comer das coisas sacrificadas aos ídolos’, disse Paulo, ‘sabemos que o ídolo nada é no mundo, e que não há outro Deus, senão um só’, capítulo 8:4. Ninguém precisava preocupar-se com isto porque os ídolos, nada sendo senão matéria inanimada, também não podiam influir na carne. E além disto, antes de comê-la, se pedia sobre ela a bênção de Deus (verso 30; I Timóteo 4:5).  Mas, se alguém tinha dúvidas, a advertência era: ‘Aquele que tem dúvidas, se come está condenado’. Romanos 14:23. Também, se alguém advertia ao crente, dizendo-lhe que aquela carne havia sido sacrificada aos ídolos, então ele, por amor à consciência, daquele o advertia, não devia comer.

“Compreende-se claramente que Paulo, em todos esses versículos, põe em relevo o mal de comer para escândalo dos fracos. E sobre isto, diz: ‘Pecando assim contra os irmãos, e ferindo a sua fraca consciência, pecais contra Cristo’. ‘Portanto, quer comais, quer bebais, ou façais outra qualquer coisa, fazei tudo para a glória de Deus’. I Cor. 8:12; 10:31.

“Não que houvesse mal em usar das carnes sacrificadas aos ídolos, quer adquirindo-os nos açougues, quer comendo-as na casa de um gentio, porque os ídolos nada são; o que se condenava era o errôneo procedimento de alguns crentes, que ainda costumavam ir aos templos pagãos e ali banquetear-se, em suas mesas, com os sacrifícios feitos em honra aos deuses” – Pontos Difíceis de Entender, pp. 13 e 14.

Quando o apóstolo fala no verso 23 (cf. Cap. 6:12) que “todas as coisas são lícitas”, esta expressão não pode ser entendida em sentido absoluto; não devemos supor que o cristão é livre para fazer o mal; se fosse este o significado, poderíamos entender que Paulo está dizendo que é lícito roubar, matar, adulterar, etc… não é sobre questões morais que Paulo está tratando aqui; “esta se referindo a práticas que não são más em si mesmas… O cristão está em liberdade de fazer o que deseja se encontrar-se em harmonia com a vontade de Deus; porém há uma condição que se deve ter em conta: não deve fazer nada que possa ser motivo de tropeço para outro”.

Em Corinto alguns irmãos julgavam ser grave pecado comer carnes sacrificadas aos ídolos; mesmo sabendo que “o ídolo nada é” e que comer esta carne não prejudicaria a espiritualidade, Paulo recomenda que estes irmãos, de maior conhecimento, não comam esta carne para que os outros não se escandalizem.

Todos nós cristãos devemos praticar este princípio, o de jamais fazer algo que fira a consciência de nossos irmãos. Se tal fosse seguido, muitos problemas seriam evitados; haveria respeito, amizade e companheirismo constantes em nossas congregações.

16/09/2012

Oséias 2:11 não é uma profecia sobre a abolição do sábado?


Diz Oséias 2:11:  “Farei cessar todo o seu gozo, as suas Festas de Lua Nova, os seus sábados e todas as suas solenidades”.

Deus não estava abolindo a guarda do Sábado, dia que Ele estabeleceu para que santificássemos (Êxodo 20:8-11). Certa vez o profeta Neemias repreendeu os israelitas por não guardarem o Sábado (Neemias 13:17) e por ordem de Deus restabeleceu a guarda do mesmo (Neemias 10:31; Neemias 13:15-22). Como Deus iria abolir o sábado, se Ele mesmo pediu para que o povo fosse instruído a santificar este dia?

Para entender este texto de Oséias, vamos usar outro que algumas pessoas também tem deturpado o sentido: Isaías 1:13. “Não continueis a trazer ofertas vãs; o incenso é para mim abominação, e também as Festas da Lua Nova, os sábados, e a convocação das congregações; não posso suportar iniqüidade associada ao ajuntamento solene”. (Isaías 1:13).

Existe uma ciência responsável pela interpretação do versículo Bíblico, chamada de “Hermenêutica”, que estabeleceu alguns princípios para a interpretação dos textos, e um deles é examinar o “Contexto Externo” e o “Contexto Interno”.

Analisar o “contexto externo” seria analisar o que o autor queria dizer, quando escreveu a quem escreveu e o porque escreveu. “Contexto interno” seria ler os versos que vem antes e depois do texto que queremos estudar.

Portanto, não devemos tirar conclusões precipitadas sem analisar o contexto do verso, pois estaríamos forçando a Bíblia a dizer o que “não disse”.

Em Isaías diz: “Não continueis a trazer ofertas vãs; o incenso para mim é abominação, e também as ofertas de lua nova, os sábados, e a convocação das congregações; não posso suportar a iniqüidade “associada” ao ajuntamento solene”.

Aqui, Deus não está dizendo que iria abolir este mandamento ou que o povo de Israel não tinha mais espírito religioso por observar o Sábado. O Senhor está dizendo apenas que não suportava mais ver eles “MISTURAREM” a guarda do Sábado (neste texto mais especificamente os dias sagrados) com a iniqüidade, assim como ele não toleraria a guarda de qualquer outro mandamento, se  estivesse associado ao pecado.

Para Deus, não basta obedecer apenas “exteriormente”, mas sim de “coração” como é ordenado no Novo Concerto. (Jeremias 31:33; Hebreus 8:10). Nossa vida deve ser repleta de boas obras demonstrando, assim, uma verdadeira conversão.

A reclamação de Deus não era jamais por eles guardarem o Sábado, pois o próprio criador lhes deu esta ordem! (Êxodo 31:13), mas sim por misturarem os mandamentos de Deus com a iniqüidade que praticavam! (examinando o contexto, você poderá ver que a iniqüidade praticada pelo povo era: idolatria, bebedices e muita maldade – Ver capítulo 2, 5, 8, etc.)     

Com o verso de Oséias é mesma coisa. Deus não estava abolindo a guarda do Sábado, mas dizendo que iria fazer cessar as festividades do povo de Israel, seus sábados cerimoniais, porque eles estavam desobedecendo a Deus. Se lermos um pouco mais abaixo do verso, veremos que povo estava queimando incenso aos baalins (verso 13); o povo estava sendo infiel, adorando outros deuses.

Ao dizer que iria “cessar o gozo e os Sábados”, Deus estava profetizando que iria permitir que o castigo viesse a eles, ou seja, iriam ser escravizados e não mais poderiam comemorar suas festas.

Deus não estava falando que o Sábado não era mais importante. Ele apenas estava falando que devido aos muitos pecados do “povo que guardava o Sábado”, esse povo não continuaria mais a existir como nação!! Deus faria cessar as festas que ocorriam nos Sábados festivos da nação, porque a nação tinha pecado muito, e seriam levados para o cativeiro.

É algo parecido com uma diretora que avisou aos alunos bagunceiros que iria cancelar os jogos de futebol, porque eles estavam fazendo muita bagunça. Claramente pode ser visto que o problema não estava no jogo de bola, em si mesmo, mas nas atitudes irresponsáveis dos alunos.

Assim também Deus avisou através do profeta Oséias que as festividades do povo Judeu teriam um fim (não para sempre, mas temporariamente) até que eles mudassem de procedimento e parassem de viver “na igreja” mas praticando todo tipo de pecado.

22/08/2012

Toda a variação do DNA humano é herança genética de Sem, Cão e Jafé?


“E, de um só, fez toda a geração dos homens, para habitar sobre toda a face da terra, determinando os tempos já dantes ordenados, e os limites da sua habitação” (Atos 17:26).

Variação do DNA suporta linha temporal bíblica

Cada pessoa é distinta da outra, e, excetuando os gêmeos idênticos, cada uma possui um DNA único. Essas diferenças podem ser identificadas por meio das populações globais e grupos étnicos. Além disso, pesquisas recentes fornecem perspectivas interessantes em torno do momento em que essas distinções do DNA surgiram na raça humana. Um novo estudo publicado na revista Science aumentou nosso conhecimento em torno das raras variações associadas com as regiões genéticas no genoma humano.[1] Aplicando aos dados um modelo com base demográfica, os pesquisadores descobriram que o genoma humano deu início à sua diversificação atual há aproximadamente cinco mil anos. Surpreendentemente, essa data se encontra muito próxima da data bíblica em torno da diversificação acelerada dos humanos depois do dilúvio.

A vasta maioria da base de sequências do DNA entre qualquer dupla de humanos é muito idêntica, portanto, as poucas diferenças podem ser rastreadas entre os grupos de pessoas. O projeto genoma humano continua a analisar milhares de humanos por todo o mundo, analisando as variações nas sequências do DNA. Os pesquisadores conectam essa variação com muitas características humanas e doenças hereditárias.[2]

Tipicamente, essa variação é avaliada usando uma única base de sequências de DNA – ou polimorfismos de nucleotídeo único (inglês: single nucleotide polymorphisms – SNPs) – entre indivíduos e populações. Devido ao tipo de tecnologia de “chip genético” estandardizado normalmente usado, a maioria das análises SNP avalia apenas as partes mais variáveis do genoma humano. Como tal, elas excluem as muito menos variáveis regiões codificadoras de proteínas.

O recente artigo presente no estudo da Science analisou as sequências do DNA de 15.585 regiões genéticas codificadoras de proteínas do genoma humano – 1.351 americanos com descendência europeia, e 1.088 americanos com descendência africana.

Os dados se revelaram ideais para examinar o percurso da variação genética humana através do tempo, principalmente devido ao fato de as regiões codificadoras de proteínas serem menos tolerantes do que as outras partes do genoma, no que toca a variações sequenciais; essas regiões registam dados mais fiáveis, ou informação genética histórica menos “ruidosa”.

Normalmente, os evolucionistas incorporam hipotéticas linhas temporais na ordem dos milhões de anos – retiradas da interpretação evolucionista da paleontologia – ou linhas temporais “emprestadas” – provenientes de outros autores – para desenvolver e calibrar os modelos em torno das modificações genéticas através do tempo.[3]

Em contraste com isso, o estudo da Science usou modelos demográficos das populações humanas segundo o tempo histórico conhecido e o espaço geográfico conhecido. Os dados resultantes revelaram uma recente e maciça explosão de diversidade genética humana.

Os autores escreveram: “O limite máximo provável para o crescimento acelerado foi há 5.115 anos.”

Quem acredita numa Terra com milhões e milhões de anos tem agora mais um desafio importante: explicar por que – e após “milhões de anos” sem qualquer tipo de diversificação genética entre os humanos – a diversidade genômica humana explodiu precisamente nos últimos cinco mil anos.

No entanto, os mesmos dados se alinham e confirmam a história bíblica. Uma vez que a data fornecida pelo autor representa um tempo máximo, a diversificação de DNA provavelmente ocorreu mais cedo. A linha temporal bíblica indica que o dilúvio ocorreu há cerca de 4.500 anos e isso se ajusta dentro do tempo máximo que os pesquisadores estimam.

A Palavra de Deus claramente indica que os humanos modernos descendem dos três filhos de Noé – Sem, Cão e Jafé – e das esposas deles. Tal redução dramática (conhecida como bottleneck, “pescoço de garrafa”) do tamanho geral da população humana certamente precederia uma explosão da diversidade genética – tal como ocorre nas populações animais.[4]

Os dados genéticos provenientes dessa pesquisa confirmam de modo poderoso um dos eventos-chave da Bíblia, bem como sua linha temporal (Terra jovem). Obviamente que os descrentes podem continuar a defender que a Terra tenha “milhões de anos” e que o dilúvio de Noé seja um “mito”. O problema é que eles fazem isso não seguindo o que os dados mostram, mas contrariamente ao que Deus e a ciência demonstram.

Referencias:

1. Tennessen, J. et al. 2012. “Evolution and functional impact of rare coding variation from deep sequencing of human exomes.” Science, 337 (6090): 64-69.
2. McCarthy, M. et al. 2008. “Genome-wideassociation studies for complex traits: consensus, uncertainty and challenges.” Nature Reviews Genetics, 9: 356-369.
3. Thomas, B. “Circular Reasoning in Polar Bear Origins Date.” ICR News. Posted on icr.org, May 9, 2012, accessed July 13, 2012.
4. Custance, A. 1980. The Seed of the Woman. Brockville, Ontario: Doorway, 73. Also available online at custance.org.

15/08/2012

É correto usarmos o sorteio para conhecermos a vontade de Deus


Sorteio
Diz o texto de Josué 7:14: “Pela manhã, pois, vos chegareis, segundo as vossas tribos; e será que a tribo que o SENHOR designar por sorte se chegará, segundo as famílias; e a família que o SENHOR designar se chegará por casas; e a casa que o SENHOR designar se chegará homem por homem”.

“O método usado é o sorteio, freqüentemente mencionado na Bíblia.  Sem dúvida, deve haver prudência no emprego deste meio de conhecer a vontade de Deus.  Este caminho é seguro só quando Deus, mediante a inspiração, indica que é o método que deseja que se empregue.  Se Deus não participa do procedimento, não é mais que recorrer ao azar, como seria o atirar uma moeda ou sacar uma carta.  Pode ocorrer que em tempos de crise Deus conteste em voz audível ou mediante sinais diretos (Juízes 6: 34-40).

Porém estes não são os meios usuais que Deus emprega para comunicar sua vontade.  Deus tem dado inteligência aos homens, e espera que desenvolvam a faculdade de tomar suas próprias decisões.  Se em todas as decisões da vida as pessoas pudessem determinar mediante um sinal qual é a vontade divina, se tornariam fracos mentalmente e não alcançariam o desenvolvimento necessário da inteligência e do caráter.  Os que sempre recorreram ao azar ao tomarem decisões, debilitam toda a sua vida espiritual.

Para Deus o mais importante é que hajamos pela fé e não por sinais. O povo da época não tinha a Bíblia Sagrada como nós a temos hoje. As Escrituras em si já contêm a guia necessária para vivermos neste mundo. “Lâmpada para os meus pés é a tua palavra e, luz para os meus caminhos”. (Salmos 119:105).

06/08/2012

Jesus ficou mesmo três dias e três noites na sepultura?


Túmulo de Jesus
Mateus 12:40 diz: Porque assim como esteve Jonas três dias e três noites no ventre do grande peixe, assim o Filho do Homem estará três dias e três noites no coração da terra. Quando Jesus falou que ressuscitaria após três dias e 3 noites não estava usando o método moderno de referir-se ao tempo.

Em nossos dias três dias e três noites seriam 72 horas. Com base nisto, alguns tem suposto que Jesus morreu na quarta feira à tarde e ressuscitou no sábado à noite. Mas Jesus estava usando o método judeu de contagem do tempo. Os judeus utilizavam o método inclusivo de contagem do tempo. Uma parte de um dia era contada como um dia.

Se um rei começasse a reinar no mês de novembro, e morresse no mês de março do ano seguinte, para os judeus, ele teria reinado dois anos. [Nos tempos modernos seriam apenas cinco meses]. Veja alguns exemplos bíblicos acerca deste método de contagem do tempo:

1º) 1 Samuel 30:12 e 13 declara… pois havia três dias e três noites que não comia pão nem bebia água?. Então lhe perguntou Davi: De quem és tu, e de onde vens? Respondeu o moço egípcio: Sou servo de um amalequita e meu senhor me deixou aqui há três dias. Note bem as expressões diferentes para o mesmo período de tempo.

2º) Outro exemplo concludente se encontra em Ester 4:16 e 5:1 …e jejuai por mim e não comais nem bebais por três dias, nem de noite nem de dia… Ao terceiro dia Éster se aprontou… É claro que o período de três dias não havia chegado ao fim quando ela se apresentou perante o rei, se fosse diferente, estaria: no quarto dia.

3º) As crianças em Israel eram circuncidadas ao terem 8 dias (Genesis 17:12), porém a circuncisão ocorreria no oitavo dia devido à contagem inclusiva (Levítico 12:3; Lucas 1:59)

Portanto, quando Jesus morreu na sexta-feira à tarde e ressuscitou no domingo de madrugada ele esteve morto três dias, apesar de terem sido aproximadamente 36 horas, se fossemos contar nos dias atuais. Sendo assim, é perfeitamente aceitável, para o pensamento judeu dos dias de Jesus, computar parte da sexta-feira, o sábado inteiro, e parte do domingo, como três dias e três noites.

30/07/2012

Satanás pode nos matar pessoalmente, fisicamente?


Pesquisando as referências Bíblicas, não pudemos encontrar uma ocasião em que Satanás tenha matado alguém fisicamente.No episódio em que Deuspermitiu que o inimigo tentasse Jó, vemos que Satanás tentou de todas as formas, e inclusive matou através de calamidades os filhos e filhas de Jó; mas não o fez pessoalmente.

O poder de Satanás é muito grande. Ele pode se transfigurar em anjo de Luz (2 Coríntios 11:14), imitar as pessoas que morreram (espíritos que aparecem nos centros espíritas) e pode até mesmo fazer descer fogo do céu, (Apocalipse 13:13). Contudo, não poderá tocar nem em um fio de cabelo de um justo, sem a permissão divina.

Satanás é um anjo, um ser espiritual, mas ele tem o poder para se materializar, e desta forma poderia facilmente destruir muitas pessoas. Mas o diabo não pode atacar os que usam a armadura de Deus, que estão debaixo da proteção divina.  Efésios 6:13 diz: “Portanto, tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau e, depois de terdes vencido tudo, permanecer inabaláveis”

Vivemos uma guerra espiritual, onde o inimigo tenta de todas as formas nos destruir. Devemos ter muito cuidado, pois nesta guerra está em jogo o destino eterno de nossas vidas. “Sede sóbrios e vigilantes. O diabo, vosso adversário, anda em derredor, como leão que ruge procurando alguém para devorar;” (1 Pedro 5:8).

O mais importante é mantermos sempre em nossa vida uma fé inabalável no Salvador Jesus Cristo, que nos ampara nos momentos de angústia e dor. Todo aquele que aceitar a Jesus como Salvador e Senhor, vencerá o inimigo.  Que possamos sempre estar ao lado de Cristo.

26/07/2012

Deus poderia ter evitado o pecado no planeta Terra?


Prisão do pecado
Certamente Deus poderia ter evitado o pecado no planeta Terra. Ele é um Deus onipotente (pode todas as coisas)  Salmo 91:1. O detalhe é que se Deus intervisse na decisão do homem de pecar, estaria interferindo em sua liberdade de escolha, algo totalmente contra o governo de Deus.

Analisando o relato da queda do homem (e entendendo o caráter de Deus), vemos que o pecado deveria ser evitado pelo homem e não por Deus. O homem tinha tudo em suas mãos para evitar o pecado, mas não o quis; isto mostra-nos que o evitar o pecado não era encargo de Deus mas sim do homem, pois este recebeu inteligência para isto e também foi avisado das conseqüências do pecado (Gênesis 2: 16 e 17).

A Bíblia promete que logo Deus irá terminar com o sofrimento (Apocalipse 21:1-4). Creia nEle, pois Suas promessas maravilhosas são para todo aquele que confia em Seu poder e em Sua Pessoa: ?Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. (João 3:16).

23/07/2012

O que são os ventos de Apocalipse 7?


Ventos do Apocalipse
Vamos começar lendo Apocalipse 7:1: "Depois disto, vi quatro anjos em pé nos quatro cantos da terra, conservando seguros os quatro ventos da terra, para que nenhum vento soprasse sobre a terra, nem sobre o mar, nem sobre árvore alguma".

No livro do Apocalipse, vento representa: lutas, comoções políticas, guerras, etc.. (Jeremias 4:11 e 12, Zacarias 7:14, Apocalipse 7:11). Os quatro ventos nas Escrituras freqüentemente representam as quatro direções cardiais (Daniel 8:8; Marcos 13:27). No Apocalipse os quatro ventos são forças plenamente destrutivas; provavelmente o mais estreito paralelo deve ser achado em Daniel 7:2, onde parecem ser as forças de contenda das quais se levantam grandes nações.

Teólogos têm sugerido que Apocalipse 7 parece ser uma resposta a pergunta do fim do capítulo 6. Os anjos seguram os quatro ventos como uma detenção temporária dos terrores descritos no capítulo 6, até que aqueles que deverão permanecer firmes durante a tempestade tenham feito a preparação para a enfrentar.

Essas forças destruidoras, vistas à luz do grande conflito entre Cristo e Satanás, representam os esforços de Satanás para estender a ruína e a destruição por todas as partes. João viu em visão simbólica quatro anjos; realmente, muitos anjos são empregados na tarefa de deter os desígnios do inimigo.

Os anjos cingem (protegem) "o mundo… Estão conservando os exércitos de Satanás em aperto até que o selamento do povo de Deus esteja completo… Foi-lhes dado a tarefa de afastar o violento poder daquele que tem descido como um leão que ruge, procurando a quem possa tragar". Quando essa obra do selamento estiver completa, então Deus, com certeza, dirá aos anjos, "Não combatais mais a Satanás nos seus esforços de destruição. Deixem-no operar a sua (deles) iniqüidade já esta cheia". (EGW, RH, 17 de set. De 1901; cf. 6T, 408).

04/07/2012

A Imposição das Mãos


Jesus e a imposição de mãos
Atos 6:6 diz: “Apresentaram-nos perante os apóstolos, e estes, orando, lhes impuseram as mãos”. Já na primeira carta a Timóteo, 4:14, encontramos: “Não te faças negligente para com o dom que há em ti, o qual te foi concedido mediante profecia, com a imposição das mãos do presbitério”.

Em Atos 6:6 encontramos pela primeira vez a cerimônia de imposição das mãos no Novo Testamento. No Antigo Testamento é mencionada em relação com o ato de abençoar (Gênesis 48:13-14), de consagrar aos sacerdotes (Números 8:10), e na dedicação de Josué à liderança (Números 27:18, 23). Portanto, os fiéis judeus não desconheciam o significado deste ato. Para os cristãos estava o fato adicional de que Jesus muitas vezes curava pondo as mãos sobre os enfermos (Marcos 6:5; Lucas 4:40; 13:13; Marcos 16:18), e do mesmo modo abençoou as crianças (Mateus 19:15).

Por isso, os apóstolos tinham um bom precedente para pedir uma bênção sobre os sete diáconos e consagrá-los mediante a imposição das mãos. Seguiram fazendo isto em situações similares, como podemos ver em Atos 8:17;13:3;19:6. Na igreja apostólica, os que iriam se tornar ministros, eram ordenados mediante a imposição das mãos (1 Tim. 4:14;5:22; 2 Tim. 1:6). Segundo Atos 6:2, a imposição das mãos era um procedimento eclesiástico habitual. Este costume devia significar uma estreita relação espiritual entre o Senhor e o que era assim consagrado…”

Por estas informações, podemos chegar a algumas conclusões:

1) Que no AT esta cerimônia era feita com o intuito de abençoar e também a fim de consagrar ou dedicar alguém para algum ministério específico;
2) Que no NT foi usado por Jesus em muitas vezes em que curava; usou-a também para abençoar as crianças (como no AT);
3) Que no NT foi usado pelos apóstolos a fim de ordenar ministros;
4) A mesma era um procedimento Eclesiástico, ou seja, feita por algum líder da igreja.
5) Este costume (impor as mãos) tem o seguinte significado: a estreita relação espiritual entre o Senhor e o que era consagrado.


28/06/2012

Quem é a “Rainha dos Céus”, mencionada por Jeremias?


Astarote
Vamos ao que escreveu o profeta Jeremias: ‘Quando queimávamos incenso à Rainha dos Céus e lhe oferecíamos libações, acaso, lhe fizemos bolos que a retratavam e lhe oferecemos libações, sem nossos maridos’? (Jeremias 44:19). Ainda: ‘Os filhos apanham a lenha, os pais acendem o fogo, e as mulheres amassam a farinha, para se fazerem bolos à Rainha dos Céus; e oferecem libações a outros deuses, para me provocarem à ira’. (Jeremias 7:18).

‘Rainha dos Céus’ era o título que se dava á ‘deusa mãe’, muito venerada no mundo antigo pela sua vinculação com a sexualidade e com as fontes da vida. Na Mesopotâmia, recebia o nome de Ishtar e era identificada com o planeta Vênus. Em Canaã a chamavam de Astarote. A menção dos filhos, dos pais e das mulheres dá a entender que se tratava de um culto familiar?.

O fato de Deus não querer que o seu povo não adorasse a ‘rainha dos Céus’ indica que não devemos adorar nenhuma criatura no lugar do criador.(Êxodo 20:1-6; Deuteronômio 4:15-19; Atos 17:29-31).


26/06/2012

O vinho da santa ceia foi alcoólico ou não-alcoólico?


Vinho - o puro suco de uva
Na história da humanidade, muitos dos sofrimentos pelos quais esta passou foi devido ao uso de bebidas alcoólicas. Isto é visto também nos tempos Bíblicos, pois muitas faziam coisas impensadas e desastrosas devido ao entorpecimento que o álcool causou em suas mentes.

Podemos ter certeza disto pelo fato de que na bíblia Deus sempre condenou o uso do álcool. Provérbios 20:1 diz: “O vinho é escarnecedor, e a bebida forte, alvoroçadora; todo aquele que por eles é vencido não é sábio”.  No capítulo 23 encontramos: “Para quem são os ais? Para quem, os pesares? Para quem, as rixas? Para quem, as queixas? Para quem, as feridas sem causa? E para quem, os olhos vermelhos?  Para os que se demoram em beber vinho, para os que andam buscando bebida misturada.

Não olhes para o vinho, quando se mostra vermelho, quando resplandece no copo e se escoa suavemente.  Pois ao cabo morderá como a cobra e picará como o basilisco.  Os teus olhos verão coisas esquisitas, e o teu coração falará perversidades.  Serás como o que se deita no meio do mar e como o que se deita no alto do mastro  e dirás: Espancaram-me, e não me doeu; bateram-me, e não o senti; quando despertarei? Então, tornarei a beber. (Provérbios 23:29-35)

Em toda a Bíblia o vinho e bebidas alcoólicas são condenados: “E não vos embriagueis com vinho, no qual há dissolução, mas enchei-vos do Espírito”, (Efésios 5:18). “Ai daquele que dá de beber ao seu companheiro, misturando à bebida o seu furor, e que o embebeda para lhe contemplar as vergonhas”! (Habacuque 2:15). “Ai dos que se levantam pela manhã e seguem a bebedice e continuam até alta noite, até que o vinho os esquenta!” (Isaías 5:11).

A palavra vinho na bíblia refere-se tanto ao alcoólico quanto ao não alcoólico. Par sabermos o tipo de vinho usado por Jesus, temos de ir ao contexto das Escrituras: “Assim diz o SENHOR: Como quando se acha vinho num cacho de uvas, dizem: Não o desperdices, pois há bênção nele, assim farei por amor de meus servos e não os destruirei a todos”. (Isaías 65:8 RA).

Nesse verso, vemos que a palavra vinho foi usada para descrever o suco natural da uva. Portanto, o vinho em que “há bênção” é o suco da uva, natural, e não o alcoólico. O uso deste é aprovado por Deus.

As escrituras dizem claramente que os que usam o vinho fermentado destroem o corpo que é o “Templo (ou santuário) do Espírito Santo” e estão trazendo condenação para si: “Acaso, não sabeis que o vosso corpo é santuário do Espírito Santo, que está em vós, o qual tendes da parte de Deus, e que não sois de vós mesmos?

Porque fostes comprados por preço. Agora, pois, glorificai a Deus no vosso corpo”. (1 Coríntios 6:19-20). “Ou não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus? Não vos enganeis: nem impuros, nem idólatras, nem adúlteros, nem efeminados, nem sodomitas, nem ladrões, nem avarentos, nem bêbados, nem maldizentes, nem roubadores herdarão o reino de Deus.  Tais fostes alguns de vós; mas vós vos lavastes, mas fostes santificados, mas fostes justificados em o nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito do nosso Deus. (I Coríntios 6:9-11).

Com estes fatos, podemos concluir com toda a certeza de que o vinho utilizado por Jesus na santa ceia não era alcoólico.  O Senhor sabia das orientações bíblicas de que não se deve usar álcool e também de que por causa do mesmo, muitas famílias foram destruídas e, infelizmente, ainda seriam no futuro.

21/06/2012

O cristão pode praticar capoeira?


Capoeira
Deus quer que seus filhos sejam felizes e saudáveis; sendo assim, o esporte é importante para que este plano de Deus realize-se em nossa vida.

Além de avaliar o tipo de benefício físico e mental que o esporte irá nos proporcionar, precisamos também avaliar seu benefício ‘espiritual’.

A capoeira e o candomblé

A capoeira é baseada em ensinamentos do candomblé. Sabemos que esta ‘crença’ pratica feitiçarias e crê na existência dos espíritos, entre eles os exus, coisas abomináveis a Deus. (Deuteronômio 18:11 a 14; Levítico 20:6 e 27). Os exus são espíritos malignos que causam mal às pessoas (assim como todos os outros).

Analise um fato importante: Você já notou que a maioria das escolas de capoeira tem seus nomes iniciados com o nome exu? Isto indica que tal esporte é baseado em crendices espiritualistas. Também passa a mensagem acerca da luta (violência).

A desaprovação de Deus

Será que o Senhor Deus aprovaria que nos associássemos com os demônios? Claro que não! Estes espíritos do mal são inimigos do Senhor Jesus. Não devemos ter comunhão com eles. Portanto, podemos concluir por estes fatores que a capoeira não é recomendada. Tudo o que fazemos neste mundo irá influenciar em nossa salvação. Temos de evitar que o inimigo tome conta de nossa mente. Se o procurarmos em seu terreno, isso será mais difícil para nós.

19/06/2012

Como entender o texto: "o espírito, na verdade, está pronto, mas a carne é fraca"?


"Espírito Pronto" versus "Carne fraca"

Jesus se encontrava no Getsêmani com os discípulos. Sobre Aquele que não conheceu pecado, devia pesar a iniquidade da raça caída. Tão terrível Lhe parece o pecado, tão grande o peso da culpa que deve levar sobre si, que é tentado a temer que ele O separe para sempre do amor do Pai.

Com o coração angustiado, Jesus encontrou os discípulos dormindo ao invés de estarem orando. Neste contexto Ele proferiu as seguintes palavras: ‘Vigiai e orai, para que não entreis em tentação; o espírito, na verdade, está pronto, mas a carne é fraca’ - Mateus 26:41. 

Como entender as palavras de Cristo aos Seus discípulos?

Espírito

Neste contexto, esta palavra “quer dizer as faculdades superiores da mente. Você pode comparar com as experiências de Paulo relatadas em Romanos 7:15 a 8:6.

Está pronto

do grego próthumos – que significa “disposto, “inclinado”, … “preparado”.

Se você ler os versos 33 a 35 perceberá que algum tempo antes, nesta mesma noite, os discípulos haviam demonstrado que sua mente estava disposta.

A Carne

“Quer dizer, as tendências e os desejos naturais que são estimulados pelos sentidos. O termo “carne” no Novo Testamento muitas vezes representa a natureza inferior do homem com seus diversos apetites e desejos por exemplo, Romanos 8:3.

Fraca

Jesus não desculpa a debilidade da “carne”, senão destaca que esta debilidade é a razão pela qual é necessário velar e orar.  A relativa facilidade com a qual os discípulos repetidamente se adormeceram besta hora de crise, é a debilidade a qual Cristo se refere especificamente (… verso 40).

18/06/2012

Devemos orar sempre ajoelhados?


Oração
Sobre a maneira que devemos orar, não há na Bíblia um só texto que indique ser ”de joelhos” a única maneira correta, mesmo sendo esta a forma padrão.

Comunhão é mais importante

Para Deus não importa a posição que oramos e sim que tenhamos comunhão com Ele. De uma maneira ou outra, nossa oração é ouvida por Deus. Por exemplo, quando caminhamos pela rua, no momento em que estamos trabalhando… Nossa vida deve ser uma constante oração e nem sempre estaremos em locais apropriados para orar ajoelhados.

Quando Jesus ensinou os discípulos a orarem (Mateus 6:5-15), não fez a mínima referência de que devêssemos orar apenas ajoelhados. Se este fosse um assunto vital, será que Ele não teria mencionado?

Posições de oração na bíblia

Vemos nas Escrituras diversos exemplos de pessoas que “não oraram de joelhos” e mesmo assim foram atendidas pelo Eterno. Eis alguns deles:

Jonas (Jonas 2:1-10) – Ele orou de dentro da barriga do peixe; certamente ele não pôde ajoelhar-se nesta situação… mesmo assim Deus o ouviu.

Neemias (Neemias 2:4). No momento em que estava perante o rei Artaxerxes, elevou uma oração a Deus; não estava ajoelhado.

Ezequias (Isaías 38:1-5). Mesmo estando “deitado”, Deus ouviu sua oração.

O ladrão na Cruz (Lucas 23:42). Ali ele estava rogando a Jesus. O Senhor o ouviu e ainda prometeu levá-lo para Seu reino futuramente.

O publicano é apresentado na parábola como orando “em pé” (Lucas 18:13). Se orar ajoelhado fosse uma regra, Cristo teria contado a parábola de modo a apresentar o personagem nessa posição. Mesmo orando ‘em pé’, o publicano “desceu justificado”.

O Senhor Jesus Cristo em certas ocasiões orou de outras maneiras, e não ajoelhado: na ressurreição de Lázaro (João 11:38-43), na cruz (Lucas 23:33-34), entre outros textos.

12/06/2012

O selo de Deus é o sábado ou o Espírito Santo?


Sábado
Algumas pessoas têm dificuldade de harmonizar a função do Espírito Santo e o papel do sábado no selamento final do povo remanescente de Deus. Não resta dúvida de que a habitação do Espírito Santo na vida do crente é a maior evidência de que este se encontra em estado de salvação (ver Rom. 8:1-17; Gál. 5:16-26). Por esse motivo, o apóstolo Paulo se referiu ao Espírito Santo como “penhor” (II Cor. 1:21 e 22) e “selo” (Efés. 1:13; 4:30) da salvação. Ellen G. White acrescenta que “a todos os que aceitam a Cristo como um Salvador pessoal, o Espírito Santo vem como consolador, santificador, guia e testemunha”. – Atos dos Apóstolos, pág. 49.

Além disso, o Espírito Santo é também o agente selador e capacitador dos crentes para o cumprimento da missão evangélica. Comentando os derradeiros momentos antes da ascensão de Cristo, Ellen G. White diz que “a visível presença de Cristo estava prestes a ser retirada dos discípulos, mas uma nova dotação de poder lhes pertencia. O Espírito Santo ser-lhes-ia dado em Sua plenitude, selando-os para a sua obra” (Atos dos Apóstolos, pág. 30). Em relação ao Pentecostes, a mesma autora afirma que “os que creram em Cristo foram selados pelo Espírito Santo”. – Seventh-day Adventist Bible Commentary, vol. 6, pág. 1.055.

O processo de restauração das verdades bíblicas pelos pioneiros adventistas do sétimo dia também foi selado, ou seja, aprovado pelo Espírito Santo. “Muito bem sabemos nós como foi estabelecido cada ponto da verdade, e sobre ele posto o selo pelo Espírito Santo de Deus” (Mensagens Escolhidas, vol. 2, págs. 103 e 104). Descrevendo sua participação em algumas reuniões em South Lancaster, Massachusetts, na década de 1880, a Sra. White menciona que “o Senhor ouviu nossas súplicas, e Seu Espírito colocou o Seu selo à nossa obra” (Review and Herald, 15 de janeiro de 1884, pág. 33). Ainda hoje, Deus “deseja que Sua obra seja levada avante com proficiência e exatidão, de modo que possa pôr sobre ela o selo de Sua aprovação”. – Atos dos Apóstolos, pág. 96.

Mas a função seladora do Espírito Santo no plano da salvação não conspira contra a identificação do sábado como “o selo do Deus vivo” (Apoc. 7:2; 9:4) no desfecho da grande controvérsia entre a verdade e o erro (ver Apoc. 12:17; 14:9-12). Em realidade, o Espírito Santo é concedido aos que obedecem a Deus (Atos 5:32) e, por essa razão, Ele é chamado por Cristo de “o Espírito da verdade” (João 14:17; 15:26; 16:13). Sua obra é conduzir os seguidores de Cristo “a toda a verdade” (João 16:13), da qual faz parte o quarto mandamento do decálogo, que ordena a observância do sábado (Êxo. 20:8-11; cf. Sal. 119:142).

Ellen G. White afirma que “o sábado foi inserido no decálogo como o selo do Deus vivo, identificando o Legislador, e tornando conhecido o Seu direito de governar. Era o sinal entre Deus e Seu povo, um teste de sua obediência a Ele. Moisés foi ordenado a lhes dizer da parte do Senhor: ‘Certamente, guardareis os Meus sábados; pois é sinal entre Mim e vós nas vossas gerações; para que saibais que Eu sou o Senhor, que vos santifica’ [Êxo. 31:13]. E quando alguns do povo saíram no sábado a recolher o maná, o Senhor indagou: ‘Até quando recusareis guardar os Meus mandamentos e as Minhas leis?’ [Êxo. 16:28].” – Sings of the Times, 13 de maio de 1886, pág. 273.

“A obra do Espírito Santo é convencer o mundo do pecado, da justiça e do juízo. O mundo só será advertido ao ver os que crêem na verdade sendo santificados pela verdade, agindo por princípios altos e santos, demonstrando em sentido alto e elevado a linha divisória entre aqueles que guardam os mandamentos de Deus e aqueles que os pisoteiam a pés. A santificação do Espírito demarca a diferença entre aqueles que têm o selo de Deus e aqueles que guardam um dia de repouso espúrio.” – Seventh-day Adventist Bible Commentary, vol. 7, pág. 980.

Portanto, a habitação santificadora do Espírito Santo na vida é o selo da salvação do crente, que permanece nele enquanto este permitir que o Espírito Santo o conduza “a toda a verdade” (João 16:13). No conflito final entre a verdade e o erro, a humanidade acabará se polarizando entre os que observam o sábado bíblico instituído por Deus e os que veneram o domingo de origem pagã. Nesse contexto, o sábado assumirá a função de sinal escatológico de lealdade incondicional a Deus.

Texto de autoria do Dr. Alberto Timm Revista do Ancião (janeiro – março de 2007). Via Sétimo Dia

11/06/2012

O que é mitraísmo?


deus sol
O Mitraísmo foi um dos mais populares cultos do paganismo no começo de nossa era. Mitra teve sua origem no Zoroastrismo e por um tempo foi a religião do Império Persa.Suas crenças eram variadas, como por exemplo, a qualidade humana da fraternidade, a democracia, a fé, a organização clerical, a doutrina da purificação do pecado, um grande sistema ético, e seguindo o Zoroastrismo, a doutrina dos poderes antagônicos entre o bem e o mal, lutando pelo domínio do mundo, e especialmente quanto ao julgamento final.

Com a conquista da Pérsia, o Zoroastrismo avançou através do Vale do Eufrates e na Babilônia foi modificada pela astrologia dos caldeus e a adoração dos babilônicos a Marduk. Aqui, Mitra era identificado como o deus-sol “Shamash”, deus pagão da justiça e da ordem. O Mitraísmo tomou forma definitiva pelo que nós sabemos,  no período romano quando Mitra era o supremo deus-sol chamado “Invictus”, identificado pelos romanos por um sol. O Mitraísmo e o cristianismo são religiões opostas, mas que ao mesmo tempo  se movem na mesma esfera intelectual e moral.

10/06/2012

O Selo de Deus


Sábado - O selo de Deus
Quando Cristo morreu as ordenanças foram abolidas (páscoa, circuncisão, sacrifícios de animais, etc) a Lei de Deus, os Dez Mandamentos não.

Quantos tipos de Leis encontramos na Bíblia?


1º) LEIS CIVIS – Para reger a nação de Israel.
“Disse o SENHOR: Se ALGUÉM FURTAR um boi ou ovelha, e o degolar ou vender, por um boi PAGARÁ cinco bois, pela ovelha, quatro ovelhas”

2º) LEIS DE SAÚDE – Para a Felicidade e Bem estar do Povo.
“Falou mais o SENHOR a MOISÉS dizendo: Falem aos filhos de Israel: ESTES SÃO OS ANIMAIS QUE COMEREIS…”

3º) LEIS CERIMONIAIS – Regia todo o Cerimonial do SANTUÁRIO.
“ Falou o SENHOR a Moisés: Se alguém do povo pecar contra algum mandamento, oferecerá um cordeiro sem defeito, sobre a cabeça do animal CONFESSARÁ O SEU PECADO E O DEGOLARÁ”

4º) LEI MORAL – 10 Mandamentos Regem todos os seres no Universo – incluindo o Próprio DEUS.
“Então falou DEUS todas essas palavras dizendo: NÃO TERÁS OUTROS DEUSES DIANTE DE MIM…”

Veja a diferença entre as Leis Moral e a Lei Cerimonial.


Lei Moral – 10 Mandamentos / Lei Cerimonial
Escrita por Deus (Ex 31:18) / Escrita por Moisés (Deut. 31:9)
Escrita em Tábuas de Pedra (Ex 31:18) / Escrita em livros (Deut. 31:26)
Eterna (Exodo 31:17) / Só até a Cruz (Colossenses 2:16)
Para todos os homens (Isaías 56:06) / Só para os judeus (Levítico 23)
Sábado Semanal (Ex 31:17) / Sábados Anuais (Levítico 23)
Dentro da Arca da Aliança (Deut 31:26) / Fora da Arca (Deut 31:26)

Havia Sábado Cerimonial também?

Veja a citação por exemplo que menciona o Dia da Expiação: Levítico 23:32 “Sábado de descanso solene vos será, e afligireis as vossas almas. Aos nove do mês à tarde, celebrareis o vosso sábado.”

Esses sábados cerimoniais eram em número de sete. Eles tinham uma finalidade: “Eram sombras das coisas futuras” (Hebreus 10:1). Aconteciam durante o transcorrer do ano judaico. Eram datas fixas em dias móveis; data fixa quer dizer um dia de determinado mês. Dia móvel indica que esse dia podia cair numa segunda-feira, quarta, sexta, etc. Quando o sábado cerimonial caia no Sábado do sétimo dia, este era considerado “Sábado grande”. João 19:31.

Exemplo: 15 de Novembro é feriado nacional, mas ele não cai todos os anos no mesmo dia da semana. Há ocasiões em que ocorre na segunda, quinta, domingo e até mesmo no Sábado.

Veja, então, a data é fixa: 15 de Novembro. Mas o dia é móvel: pode cair em qualquer dia da semana, e quando acontece, é feriado. Eram feriados fixos. Esses festivais sabáticos estão em Levíticos capítulo 23 e eram os seguintes:

• 1º Sábado – Páscoa – 15º dia do primeiro mês
• 2º Sábado Festa dos Pães Asmos – 21º do primeiro mês.
• 3º Sábado – Festa das Prímicias(Pentecostes) – 6º dia do terceiro mês.
• 4º Sábado – Memória da Jubilação(Festa das Tormbetas) – 1º dia do sétimo mês.
• 5º Sábado – Dia da Expiação(Yonkipur-Grande yoma) – 10º dia do sétimo mês.
• 6º Sábado – 1º Dia da Festa dos Tabeernáculos – 15º dia do sétimo mês.
• 7º Sábado – Último dia da Festa dos Tabernáculos – 22º dia sétimo mês.

Esses dias eram chamados sábados, porque, ao chegarem, imprimiam na mente dos israelitas a mesma santidade do Sábado semanal. Como vê, irmão, nesse exaustivo consultar da Bíblia, denota-se que há uma diferença entre o Sábado de Deus (semanal) e o Sábado do homem (cerimonial).

Cada um desses dias festivos constituía uma “santa convocação” e era um dia de descanso, palavra que no hebraico é a mesma de sábado. Contudo, eram dias móveis dentro da semana, pois o Dia da Expiação, por exemplo, caía no dia 10 (primeiro) do sétimo mês sempre; ou seja, era um dia solene, um feriado religioso para Israel, um descanso (shabbat) que caía em qualquer dia semanal. E quando coincidia de esse dia cerimonial festivo cair num sábado do sétimo dia semanal, era chamado “sábado grande”.

Basta uma leitura atenta do capítulo 23 de Levítico para perceber que esses dias religiosos feriados (descanso ou “sábado” cada um deles – ver Levítico 23:27; 32, 39, etc.) são diferenciados do sábado da Lei Moral. E os versos 37 e 38 tornam isso mais do que claro: “São estas as festas fixas do Senhor que proclamareis para santas convocações… além dos sábados do Senhor”.

Com a morte de Cristo, esses feriados acabaram. Portanto, o Sábado que foi cravado na cruz foram os sábados cerimoniais veja (Colossenses 2:14 e 16) “Havendo riscado a cédula que era contra as ordenanças …cravando-as na cruz …Portanto ninguém vos julgue pelo comer, beber, ou por causa dos sábados”

Mas o Sábado semanal este permanece!

O Sábado Semanal é um Sinal entre DEUS e seu Povo


“Eu sou o Senhor, vosso Deus; andai nos Meus estatutos, e guardai os Meus juízos, e praticai-os; santificai os Meus sábados, pois servirão de sinal entre Mim e vós, para que saibais que Eu sou o Senhor, vosso Deus.” – (Ezequiel 20:19-20).

Deus tirou os hebreus da servidão egípcia e ordenou que observassem o Seu sábado e guardassem a lei dada no Éden. Cada semana Ele operava um milagre para fixar-lhes na mente o fato de que instituíra o sábado no começo do mundo, o maná veja Êxodo 16:35 “E comeram os filhos de Israel maná quarenta anos, até que entraram em terra habitada; comeram maná até que chegaram aos termos da terra de Canaã.”

Há os que afirmam que o sábado só foi dado para os judeus; mas Deus nunca disse isso. Ele confiou o sábado ao povo de Israel como um depósito sagrado.”

“Agora, se Me obedecerem fielmente e guardarem a Minha aliança, vocês serão o Meu tesouro pessoal dentre todas as nações. Embora toda a Terra seja Minha, vocês serão para Mim um reino de sacerdotes e uma nação santa.” – (Êxodo 19:5-6)

“Qual é pois, a vantagem do judeu? Ou qual a utilidade da circuncisão? Muita, em toda a maneira, porque, primeiramente, as palavras de Deus lhe foram confiadas.” – (Romanos 3:1-2)

“Escute-Me, povo Meu; ouça-Me, nação Minha: A lei sairá de Mim; Minha justiça se tornará uma luz para as nações.” (Isaías 51:4)

Os Gentios (não judeus) estrangeiros também deveriam observar o sábado:

“E os estrangeiros que se unirem ao Senhor para servi-lo, para amarem o nome do Senhor e prestar-Lhe culto, todos os que guardarem o sábado deixando de profaná-lo, e que se apegarem à Minha aliança, esses Eu trarei ao Meu santo monte e lhes darei alegria em Minha casa de oração. (…) pois a Minha casa será chamada casa de oração para todos os povos.” (Isaías 56:6-7)

“É porventura Deus somente dos judeus? E não o é também dos gentios? Também dos gentios, certamente…” (Romanos 3:29-30)

Se o Sábado é um sinal para sempre para o povo de Israel Natural conforme Êxodo 31:17 deve ser também para o Israel Espiritual veja: “Nisto não há judeu nem grego (…) porque todos vós sois um em Cristo Jesus. E, se sois de Cristo, então sois descendência de Abraão, e herdeiros conforme a promessa.” (Gálatas 3:28-29)

Portanto, a instituição do sábado não tem mais especial ligação com os judeus do que com todos os outros seres criados. Deus tornou a observância do sábado uma mensagem a todos os homens. É afirmado claramente que “o sábado foi feito por causa do homem” conforme (Marcos 2:27) e não para o homem judeu.

O Sábado é um SINAL entre DEUS e todo aquele que o aceita como seu CRIADOR e REDENTOR

“Aqui está a paciência dos santos; aqui estão os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus.” Apocalipse 14:12

Sétimo Dia

06/06/2012

Jesus violava o sábado?


Jesus curava aos sábados
Está escrito em João 5:18  “Por isso, pois, os judeus ainda mais procuravam matá-lo, porque não somente violava o sábado, mas também dizia que Deus era seu próprio Pai, fazendo-se igual a Deus”.

Este texto nos diz que Jesus ‘não guardava o sábado do modo fanático dos judeus’; não está falando que Jesus não guardava o sábado ‘como Deus ensinou’. Podemos ver isto claramente nos seguintes versos: “Indo para Nazaré, onde fora criado, entrou, num sábado, na sinagoga, segundo o seu costume, e levantou-se para ler”. (Lucas 4:16). “Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor; assim como também eu tenho guardado os mandamentos de meu Pai e no seu amor permaneço”. (João 15:10). “Se me amais, guardareis os meus mandamentos”. (João 14:15).

Jesus tinha por costume ir aos sábados adorar a Deus na igreja (Lucas 4:16); Ele guardava o sábado do “modo correto”. Jesus obedecia a lei de Deus e inclusive disse para nós que “se o amássemos” iríamos guardar os seus mandamentos. (João 14:15).

Mas então, como entendermos o texto de João 5:18? Precisamos analisar seu contexto. Estudando os versos anteriores (contexto interno), vemos que a expressão “violava o sábado” não se refere a uma transgressão por parte de Jesus do 4o mandamento da lei moral de Deus. O significado do verso é que “Segundo os judeus” ele quebrantava o Sábado, pois não guardava da maneira deles. “Segundo Deus”, Jesus nunca profanou porque guardava da maneira correta estabelecida por Deus.

Podemos concluir que Jesus não violava o sábado da concepção de Deus, mas apenas da concepção extremista e fanática dos fariseus. Jesus enquanto esteve na terra procurou de todas as maneiras ensina-los a guardar o sábado de modo correto, para que se libertassem da pesada carga imposta pelos líderes da época.

O sábado, quando observando da maneira correta e com o fim para o qual Deus o designou é uma “bênção”.

28/05/2012

Quem foi Melquisedeque?


MelquisedequePreste atenção nos seguintes textos bíblicos que mencionam Melquisedeque:

Gênesis 14:18 ‘Melquisedeque, rei de Salém, trouxe pão e vinho; era sacerdote do Deus Altíssimo’

Salmos 110:4 ‘O SENHOR jurou e não se arrependerá: Tu és sacerdote para sempre, segundo a ordem de Melquisedeque.’

Hebreus 5:6 ‘como em outro lugar também diz: Tu és sacerdote para sempre, segundo a ordem de Melquisedeque.’:

Hebreus 5:10 ‘tendo sido nomeado por Deus sumo sacerdote, segundo a ordem de Melquisedeque.’

Hebreus 6:20 ‘onde Jesus, como precursor, entrou por nós, tendo-se tornado sumo sacerdote para sempre, segundo a ordem de Melquisedeque.’

Hebreus 7:1′ Porque este Melquisedeque, rei de Salém, sacerdote do Deus Altíssimo, que saiu ao encontro de Abraão, quando voltava da matança dos reis, e o abençoou’

Hebreus 7:10 ‘Porque aquele ainda não tinha sido gerado por seu pai, quando Melquisedeque saiu ao encontro deste.’

Hebreus 7:11 ‘Se, portanto, a perfeição houvera sido mediante o sacerdócio levítico (pois nele baseado o povo recebeu a lei), que necessidade haveria ainda de que se levantasse outro sacerdote, segundo a ordem de Melquisedeque, e que não fosse contado segundo a ordem de Arão?’

Hebreus 7:15 ‘E isto é ainda muito mais evidente, quando, à semelhança de Melquisedeque, se levanta outro sacerdote,’

Hebreus 7:17 ‘Porquanto se testifica: Tu és sacerdote para sempre, segundo a ordem de Melquisedeque.’

Pelas textos bíblicos que mencionamos dá para você perceber que existe pouca informação bíblica sobre este personagem.

Alguns estudiosos bíblicos dizem que Melquisedeque foi um sacerdote de Deus antes mesmo de Deus escolher um povo especial da terra (através de Abraão), e estabelecer o sacerdócio dos levitas (filhos de Arão, irmão de Moisés).

Outra coisa interessante é que ele não veio de uma família de sacerdotes ou de pessoas ilustres ou importantes. Ele foi escolhido por Deus sem ter “antepassados” de que se orgulhar. Pelo visto obedecia a Deus sem questionar.

Aqui encontramos alguma semelhança com Jesus. Jesus é nosso Sacerdote principal. Quem nos representa diante de Deus e nos defende. Mas Jesus não nasceu da tribo dos sacerdotes, da tribo de Levi. Jesus não tinha antepassados sacerdotes. Jesus nasceu da tribo de Judá. Entretanto mesmo assim Jesus é nosso Sumo-sacerdote celestial.

Outra coisa sobre Jesus. Jesus não teve antepassados humanos. Ele foi gerado pelo Espírito Santo. Ele não era filho de José.

Apenas foi gerado no ventre de Maria. Assim pode-se comparar Melquisedeque que não teve antepassados “ilustres” com Jesus que “verdadeiramente” não teve antepassados.

Por último podemos analisar a afirmação bíblica de que Jesus pertenceu a um sacerdócio mais elevado que o sacerdócio levítico, o sacerdócio segundo a ordem de Melquisedeque. Isso é assim pela seguinte razão: antes de existir a tribo de Levi, antes de existir o povo de Israel, Melquisedeque já era sacerdote. De Jesus pode-se afirmar com maior propriedade ainda: “antes que Abraão existisse EU SOU”. Ou seja Jesus é superior aos sacerdote conhecidos nos dias dele.

Jesus é rei-sacerdote – como Melquisedeque – e com certeza superior a Melquisedeque!

23/05/2012

Judas se arrependeu ou apenas sentiu remorso?


Judas
Não podemos julgar a quem quer que seja. Mas as evidências indicam que Judas não se arrependeu. Ele apenas ficou entristecido pelos resultados de suas escolhas. Ele ficou com remorso pelas conseqüências não pelo ato em si de trair a Cristo.

Judas resistiu muito aos apelos do Espírito Santo. Julgava-se mais sábio que Jesus. Sua atitude ao vender a Jesus foi forçá-Lo a declarar-se rei da nação. Judas era ambicioso e tencionava ter poder e glória no “reino” de Cristo. Quando Cristo começou a dizer que o reino dEle não era deste mundo, Judas ficou aborrecido com Jesus. Pela traição esperava forçar-lhe a libertar-se dos odiosos romanos. Como sabemos, as coisas aconteceram ao contrário do que Judas esperava. Contrariado e amargurado ele foi enforcar-se.

A história de Judas nos mostra que uma vida de rebelião contra Deus não pode ser mudada facilmente. Os hábitos nos prendem. Nem sempre a hora que queremos podemos transformar nossos sentimentos de ódio, orgulho e inveja em sentimentos bons. No caso de Judas ele foi apanhado pela sua própria dureza de coração.

Nós podemos enganar os seres humanos, mas Deus não pode ser enganado por ninguém. No grande dia do juízo todos os nossos pensamentos e ações serão trazidos perante nós. Só poderemos subsistir e ser aprovados no julgamento se realmente entregamos o coração a Jesus e dedicamos toda a nossa vida em amor a Ele.

Remorso não poderá nos salvar. O arrependimento sincero parte de um coração que reconhece a sabedoria de Deus e a pecaminosidade humana e se entrega sem reservas a Deus, em gratidão pelo perdão, para a obediência e para o serviço. Diz Deuteronômio 10:12 “Agora, pois, ó Israel, que é que o SENHOR requer de ti? Não é que temas o SENHOR, teu Deus, e andes em todos os seus caminhos, e o ames, e sirvas ao SENHOR, teu Deus, de todo o teu coração e de toda a tua alma?”

Que você e eu possamos estar entre os que amam a Deus acima de todas as coisas deste mundo.

___________________Agenda Adventista________________

 

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