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12/11/2013

Ajude as vítimas do supertufão nas Filipinas


Se você deseja ajudar as vítimas da catástrofe causada pelo supertufão 'Haiyan', que castigou o arquipélago filipino na última sexta-feira, 08/11/2013, faça sua doação através da ADRA - Filipinas.

Clique aqui para ir ao site oficial da ADRA - Filipinas e poderá fazer sua doação através de transferência bancária ou PayPal.


11/02/2013

Um reinado curto - Papa Bento XVI vai renunciar em 28 de fevereiro


Papa Bento XVI vai renunciar

O Papa Bento XVI vai renunciar a seu pontificado em 28 de fevereiro.

Bento XVI anunciou a renúncia pessoalmente, falando em latim, durante o consistório para a canonização de dois mártires.

O Vaticano confirmou a notícia e afirmou que o papado vai ficar vago até que o sucessor seja escolhido.

Em comunicado, Bento XVI, que tem 85 anos, afirmou que vai deixar a chefia da Igreja Católica Apostólica Romana devido à idade avançada, por "não ter mais forças" para exercer o cargo.

O pontífice afirmou que está "totalmente consciente" da gravidade de seu gesto.

"Por essa razão, e bem consciente da seriedade desse ato, com total liberdade declaro que renunciou ao ministério como Bispo de Roma, sucessor de São Pedro", disse Joseph Ratzinger, segundo comunicado do Vaticano.

Na véspera, Bento XVI escreveu em sua conta no Twitter: "Devemos confiar no maravilhoso poder da misericórdia de Deus. Somos todos pecadores, mas Sua graça nos transforma e renova.

Sucessor de João Paulo II, Bento XVI havia assumido o papado em 19 de abril de 2005.

O Vaticano afirmou que a renúncia vai se formalizar às 20h locais de 28 de fevereiro (17h do horário brasileiro de verão). Até lá, o Papa estará "totalmente encarregado" dos assuntos da igreja.

Em seu livro de entrevistas publicado em 2010, Bento XVI já havia falado sobre a possibilidade de renunciar caso não tivesse condições de continuar no cargo.

A chanceler da Alemanha, país natal do Papa, Angela Merkel, disse que está "emocionada" com a decisão e que vai se pronunciar mais tarde.

18/10/2012

350 milhões de cristãos sofrem perseguição em todo o mundo


Cerca de 350 milhões de cristãos sofrem perseguição ou discriminação religiosa em todo o mundo. Soma-se a esse número o dado de que os ataques contra cristãos aumentaram 309% entre 2001 e 2010. Estas são algumas conclusões do  relatório sobre liberdade religiosa divulgado pela organização Ajuda à Igreja que Sofre (AIS) nesta terça-feira (16).

O diretor da seção espanhola da AIS Javier Menéndez Ros disse que “a falta de liberdade religiosa e as ameaças só têm aumentado em diversas partes do mundo.” Em  133 dos 196 países analisados constatou-se que o direito à liberdade religiosa piorou, segundo a publicação espanhola ABC.

Países que passaram pela chamada “primavera árabe” – série de revoltas em meio à transição democrática em países árabes – viram a insegurança dos cristãos se intensificar. Isso aconteceu, segundo Ros, particularmente na Tunísia, Egito e Líbia.

Mas alguns países africanos também passam por situação semelhante. Entre eles estão Quênia, Mali, Nigéria, Chade e Sudão em que atuam extremistas islâmicos.

Segundo avaliação dos especialistas que elaboraram o estudo a situação é particularmente problemática em países que possuem uma religião oficial em sua Constituição. Isso acaba por não dar espaço a outras crenças. No Tajiquistão, por exemplo, é possível expulsar legalmente pessoas de diferentes credos.

A China também constitui um dos países onde há crescente discriminação religiosa. É uma situação preocupante, segundo Ros, pois o governo tem um “controle global” dos membros da Igreja Católica.

Na própria Europa foram notados vários grupos laicizantes que tentam impor idéias seculares, bem como em estados indianos, que possuem leis que impedem a mudança de religião.

O relatório é elaborado a cada dois anos e estuda a liberdade religiosa em 196 países.

07/06/2012

Colapso econômico e surgimento de uma Nova Ordem Financeira até 2013

Nova Ordem Econômica
O ex-gestor de fundos hedge na GLG Partners e na Goldman Sachs e fundador do Global Macro Investor, Raoul Pal revela que estamos à beira do apocalipse econômico.

Em uma apresentação compartilhada na internet, Pal prevê o colapso do sistema bancário mundial, com os governos das principais economias quebrando e o sistema financeiro passando por uma reorganização completa.

Quando isso vai acontecer? Para ele, entre 2012 e 2013.

“Temos cerca de seis meses de negociação nos mercados ocidentais para fazer dinheiro suficiente para compensar as perdas futuras”, alerta Pal. [Esta apresentação foi feita em maio de 2012].

Na visão do analista, após o efeito dominó, que não pouparia Europa, Estados Unidos e China, o mercado de títulos morreria e só sobraria o ouro e o dólar.

“O colapso bancário e os calotes em massa trariam o maior choque econômico que o mundo já viveu”, diz Pal.

“Gostaria de ver outro cenário com igual probabilidade, mas não consigo... Tudo que podemos esperar é que eu esteja errado, mas, de qualquer forma, um sistema completamente novo vai surgir e vai abrir uma série de oportunidades”, destaca o analista, em sua apresentação.

Veja, a seguir, trechos dos slides em que Pal explica por que, em sua visão, o fim está próximo:
O mundo não tem um motor de crescimento, com todas as economias do G20 entrando em “velocidade de estol” (velocidade abaixo da qual um avião não se sustenta mais no ar e começa a cair) ao mesmo tempo. 

O mundo está prestes a entrar em sua segunda recessão, com uma depressão em andamento. Pela primeira vez desde a década de 1930, estamos entrando em uma nova recessão antes que os índices de produção industrial, encomendas de bens duráveis, emprego e PIB do setor privado tenham voltado ao patamar anterior.

Este será o pico cíclico mais baixo de crescimento do PIB na história dos países do G7, ou seja, é o alicerce mais fraco para se entrar em uma recessão.

As 10 nações mais devedoras do mundo têm uma dívida superior a 300% do PIB mundial.

A história mostra que quando uma nação dá o calote na dívida soberana, outros calotes vêm em seguida.

Um calote da União Europeia significaria um calote do Reino Unido, seguido por Japão, Coréia do Sul, China, Estados Unidos e, finalmente, a maior crise bancária da história.

Não sabemos exatamente o que está por vir, mas podemos ligar os pontos entre o ponto que estamos agora e o colapso do primeiro grande banco. Há pouco espaço para resgates governamentais, o que permite facilmente ligar os próximos pontos entre o primeiro banco fechado e o colapso de todo o sistema bancário europeu, e depois a quebra dos governos.

Praticamente não há freios para evitar essa situação e quase ninguém percebe a seriedade da situação.

O problema não são os 70 trilhões de dólares em dívida do G10. O problema é o colateral de 700 trilhões de dólares em derivativos associados a eles. Isso equivale a 1200% do PIB mundial e está apoiando em bases muito, muito fracas.

Confira a apresentação completa, em inglês:

The End Game



31/05/2012

Famílias Rockefeller e Rothschild concluíram aliança


Rockefeller e Rotschild

As duas dinastias de financistas mais famosas na Europa e EUA, as famílias Rockefeller e Rothschild, concluíram uma aliança estratégica. A partir de [então], uma empresa conjunta dirigirá os ativos de quase 40 bilhões de dólares. David Rockefeller [esquerda na foto], de 96 anos, e Jacob Rothschild [direita], de 76, mantêm relações pessoais há mais de 50 anos. 

A Fundação Rockefeller surgiu em 1882, quando John Davison Rockefeller fundou uma das primeiras empresas no mundo para gerir capitais privados. Ao longo de mais de 100 anos de existência, a companhia tem gerido ativos de famílias ricas, fundos e instituições financeiras.

Os peritos acreditam que esta união das dinastias pode ter sido provocada pela crescente instabilidade na economia mundial e pela crise da zona do euro.

A Voz da Rússia


NOTA: Ou será que a união acontece porque eles, "os grandes da terra" (Ap 18:23), não desejam concorrência alguma no controle do mundo, e sabem que o momento de impor a religião de mistério da Babilônia está às portas (através da Lei Dominical, que vai funcionar como um ritual de iniciação em escala planetária)? Minuto Profético

23/05/2012

Arqueólogos encontram prova da existência da cidade de Belém


Belém, cidade onde Jesus nasceu
Arqueólogos israelenses acharam em Jerusalém um selo de argila com a inscrição "Bat Lechem", que supõe a primeira evidência arqueológica da existência de Belém durante o período em que aparece descrito na Bíblia, informou nesta quarta-feira a Autoridade de Antiguidades de Israel.

Trata-se de uma espécie de esfera de argila que se usava para carimbar documentos e objetos, que foi encontrado nas polêmicas escavações do "Projeto Cidade de David", situado no povoado palestino de Silwán, no território ocupado de Jerusalém Oriental.

Datada entre os séculos VII e VIII a.C, a peça é meio milênio posterior às Cartas de Amarna, uma correspondência diplomática em língua acádia sobre tabuletas de argila entre a Administração do Egito faraônico e os grandes reinos da época e seus vassalos na zona.

O descobrimento anunciado nesta quarta remete a uma época posterior, a do Primeiro Templo Judeu (1006 - 586 a.C.), citada no Antigo Testamento como parte do reino da Judéia.

"É a primeira vez que o nome de Belém aparece fora da Bíblia em uma inscrição do período do Primeiro Templo, o que prova que Belém era uma cidade no reino da Judéia e possivelmente também em períodos anteriores", assinalou o responsável das escavações, Eli Shukron, em comunicado. "A peça é do grupo dos 'fiscais', ou seja, uma espécie de selo administrativo que era usado para carimbar cargas de impostos que se enviavam ao sistema fiscal do reino da Judéia no final dos séculos VII e VIII a.C", acrescenta a especialista.

Terra

09/05/2012

Cidades superpovoadas da China estão afundando


cidades superpovoadas da China
Densas áreas da China que somam um total de 79 mil quilômetros quadrados, o equivalente à ilha da Irlanda, estão afundando progressivamente devido a diminuição das águas subterrâneas, unida em muitos casos à construção excessiva de arranha-céus, segundo um estudo oficial.

O estudo, publicado nesta segunda (30) pelo China Daily, destaca que o delta do rio Yang Tsé (onde está Xangai), a planície da norte da China (Pequim se encontra em seu extremo setentrional) e a bacia dos rios Fen e Wei, no centro do país, são as zonas com maiores riscos. Segundo a pesquisa, dirigida pelo Instituto Geológico da China, nessas áreas há mais de 50 cidades cujo nível agora é pelo menos 20 centímetros inferior ao de 30 anos (e algumas superam os dois metros).

16/03/2012

A humanidade subestima seu risco de extinção

Desde a sua criação, em 1947, o Relógio do Apocalipse sempre esteve próximo da meia-noite. Este relógio simbólico, mantido pelo comitê de diretores do Bulletin of the Atomic Scientists da Universidade de Chicago, calcula, em minutos, a distância da raça humana da sua própria extinção – meia-noite representando a destruição do mundo por uma guerra nuclear. Segundo um relatório publicado pelo Bulletin of the Atomic Scientists , em janeiro, contudo, 2012 marca um ano em que avançamos mais um minuto rumo ao Juízo Final. O relógio aponta, a partir de agora, 23h55, uma progressão justificada por nossa incapacidade, nos últimos tempos, em controlar a proliferação de armas nucleares e o aumento do efeito estufa. Segundo o comunicado da universidade, o planeta avança para um caminho sem volta nas mudanças climáticas: “A Agência Internacional de Energia prevê que, se nos próximos cinco anos as sociedades não começarem a desenvolver alternativas às tecnologias de energia emissoras de carbono, o mundo está condenado a um clima mais quente, a uma subida do nível dos oceanos, ao desaparecimento das nações insulares e um aumento da acidez dos oceanos”.

O alerta do Bulletin of the Atomic Scientists chega num momento em que os supersticiosos lembram com temor do calendário maia, que prevê o fim do mundo para este ano. Aproveitando o frenesí em torno da data (uma ação de marketing viral já desmascarada, diga-se de passagem, por especialistas em civilizações antigas), uma onda de publicações científicas sobre o fatídico 2012 inunda as prateleiras das livrarias. Ao mesmo tempo, cientistas sérios tentam expor à sociedade as verdadeiras razões para se alertar. Para muitos deles, o temor de um fim próximo, talvez já para este século, não deve ser subestimado.

É o caso do neurocientista, físico e filósofo sueco Nick Bostrom, professor da Universidade de Oxford e diretor do Future of Humanity Institute. Bostrom, um estudioso do “risco existencial” do ser humano, deu uma entrevista alarmante para a revista The Atlantic, na qual aponta alguns dos fatores que poderiam interromper a jornada humana na Terra a curto prazo. O desenvolvimento desenfreado estaria, segundo o filósofo, oferecendo armas letais ao alcance de todos – e não apenas nucleares, como indica o Relógio do Apocalipse. Nunca antes, na história, o cidadão comum teve um acesso tão fácil a ferramentas capazes de criar vírus mutantes e outras armas biológicas.

“A curto prazo, creio que o desenvolvimento nas áreas da biotecnologia e da biologia sintética são bastante desconcertantes”, disse ele à publicação. “Estamos adquirindo a capacidade de criar agentes patogênicos modificados, e os mapas de diversos organismos patogênicos estão no domínio público: você pode baixar na internet a sequência genética do vírus da varíola ou da gripe espanhola. Até aqui, o cidadão comum só possui a representação gráfica na tela de seu computador, mas nós desenvolvemos também máquinas que sintetizam o DNA cada vez melhores, que podem pegar um destes mapas digitais e fabricar verdadeiros fios de DNA ou RNA. Em breve, tais máquinas serão potentes o bastante para recriar estes vírus. (…) A longo prazo, creio que a inteligência artificial, uma vez que ela tenha adquirido capacidades humanas, depois sobre-humanas, nos fará entrar em zona de risco maior. Há também diferentes métodos de controle populacional que me preocupam, como a vigilância e a manipulação psicológica com a ajuda de remédios”.

Ao contrário do que se pode pensar, Nick Bostrom não faz um discurso contra a tecnologia. Seu apelo é para que se tenha mais controle sobre ela, evitando que sirva, por exemplo, como instrumento de repressão de regimes totalitários. A tecnologia poderia, nesse caso, tornar-se uma inimiga das liberdades individuais – um instrumento para eliminar dissidentes e vigiar as populações em um clássico cenário de distopia totalitária em escala mundial à la George Orwell.

Bostrom afirma que, pelo menos a curto prazo, é preferível se preocupar com riscos antropogênicos (causados pela ação do homem) do que desastres naturais, como queda de asteroides e erupções de vulcões. Aliás, ele lembra que, se atualmente o risco de um juízo final está estimado a uma ou duas chances sobre dez, é muito em função das ferramentas ultra-potentes criadas pelo homem: “Se você voltar no tempo, verá que para fabricar uma bomba atômica no passado era preciso matérias primas muito raras, como urânio enriquecido ou plutônio, que são difíceis de conseguir. Mas suponha que haja uma técnica lhe permitindo criar uma arma cozinhando areia em um forno microondas, ou algo do gênero. Nesse caso, onde estaríamos agora? Podemos presumir que, com esta descoberta, a civilização teria sido condenada. A cada vez que fazemos alguma descoberta, colocamos nossa mão em uma urna cheia de balas e tiramos uma nova bala: até aqui, só tiramos balas brancas e cinzas, mas talvez na próxima vez sairá uma bala negra, uma descoberta que seja sinônimo de desastre. Até o momento, não temos como recolocar uma bala na urna se ela não nos agradar. Assim que uma descoberta é publicada, não há jeito de ‘despublicá-la’”.


Nota: É real o poder autodestrutivo da humanidade, no entanto resta-nos uma esperança: o breve retorno do Senhor Jesus!

09/03/2012

Detalhes do movimento europeu para a guarda do domingo


No domingo (4), a aliança européia apelou a todos os membros e simpatizantes para tomarem medidas e transformarem o domingo no “dia europeu sem trabalho.”

O movimento European Sunday Alliance está tomando corpo na Europa.

O correspondente Felipe Reis, que está em Vila Nova de Gaia, Portugal, fala mais sobre o assunto.
 
Ouça

03/02/2012

Onda de frio na Europa é mortal


Ao menos 220 pessoas, muitas delas pobres e sem domicílio fixo, morreram na Europa em consequência da atual onda de frio, principalmente na parte oriental do continente, onde só a Polônia e a Ucrânia registraram um total de 138 falecimentos.

Além disso, na Rússia, onde as temperaturas se situavam por volta dos -25º em Moscou e rondavam os -50º em Yakutia (Sibéria oriental), as autoridades contabilizaram 64 mortos de frio desde 1 de janeiro, segundo o ministério da Saúde, citado nesta sexta-feira pela agência Interfax.

Ao menos 101 pessoas morreram por causa do frio que atinge a Ucrânia desde 27 de janeiro, indicou nesta sexta-feira o ministério ucraniano de Situações de Emergência em um comunicado. "Durante o período de grande frio, 101 pessoas morreram, 11 delas no hospital, 64 foram encontradas nas ruas e 26 em seus domicílios", indicou o ministério.

Uma estimativa anterior divulgada na quinta-feira contabilizava 63 mortos. O ministério indicou que as temperaturas não devem aumentar imediatamente, com temperaturas mínimas noturnas entre os -25º e os -30º Celsius, e diurnas entre -16º e -21º. Há uma semana, uma onda de frio atinge a Europa Central e Oriental, provocando dezenas de vítimas, sobretudo na Ucrânia, Polônia e Romênia.

O frio deixou outras oito vítimas na vizinha Polônia, onde as temperaturas caíram até os -35 graus no sudeste. No total, desde o início da onda de frio, na sexta-feira, 37 pessoas morreram de hipotermia, segundo a polícia. No inverno boreal passado, 212 pessoas morreram de frio na Polônia.

Na Romênia, foram registrados mais dois mortos nas últimas 24 horas, elevando o total de vítimas a 24 desde o dia 26 de janeiro, segundo o ministério da Saúde. Na Sérvia, que marca temperaturas de -36 graus, o frio deixou sete mortos no fim de semana e milhares de pessoas seguem bloqueadas em povoados isolados pelas fortes quedas de neve. Os serviços de resgate tentavam fornecer ajuda aos mais isolados.

Na Bulgária, foram registrados mais seis mortos, homens de 52 a 66 anos, indicou a imprensa nesta sexta-feira. O total de mortos chega a 16, segundo um cálculo da AFP, num momento em que não há informações oficiais. A maioria dos falecidos neste país, o mais pobre da União Europeia, são pessoas idosas que se perderam nos arredores de seu povoado ou esperando um ônibus.

Na República Checa, um homem de 59 anos foi encontrado morto na quinta-feira fora de sua casa, em um povoado do sudeste do país. A polícia acredita que caiu e não conseguiu se levantar. Na Eslováquia, morreu outra pessoa elevando o total de falecimentos a três.

Estônia e França registraram seus primeiros falecimentos. Um homem foi encontrado morto de frio em uma rua da capital da Estônia, enquanto um doente de Alzheimer de 82 anos faleceu no povoado francês de Lemberg (leste), após sair de sua casa de pijama. Na Itália, foram registrados três mortos, após a descoberta na noite de quinta-feira de um sem-teto morto em Milão.


Em Roma, os moradores experimentaram apenas seu segundo dia de neve nos últimos 15 anos, com flocos brancos cobrindo palmeiras, antigas ruínas romanas e igrejas barrocas por toda a capital. Até cinco centímetros de neve caíram em alguns distritos, e monumentos antigos, como o Coliseu, foram fechados para os visitantes por medo de danos as suas estruturas.

As temperaturas na região alpina de Piemonte, no norte da Itália, caíram tanto que chegaram a -30º Celsius, e os motoristas foram aconselhados a evitar regiões no centro do país devido à forte nevasca e aos problemas de tráfego causados pelo clima.

A Grã-Bretanha se preparava para a neve depois que as temperaturas caíram a -11º Celsius durante a noite em Chesham, no sudeste da Inglaterra, e as autoridades alertavam que o frio poderia atingir as pessoas de surpresa depois de um inverno mais quente que o normal até agora. Terra

24/01/2012

Tempestade solar que atinge a Terra é mais forte do que se pensava



A Administração Nacional de Oceanos e Atmosfera (NOAA, na sigla em inglês) afirmou por volta das 14h30 que subestimou o poder da tempestade solar que atinge a Terra. A agência afirmou na segunda-feira que a tempestade era a maior desde maio de 2005, quando um evento parecido chegou a 3 mil pfu (sigla em inglês para unidades de fluxo de prótons, usadas para medir a energia da radiação desse tipo de evento). Contudo, nesta terça-feira, os instrumentos do NOAA já registravam 6300 pfu - a maior tempestade de radiação solar desde outubro de 2003.

A radiação solar intensa pode causar problemas aos satélites da Terra, além de ser um inconveniente para os astronautas. Esta é a temporada de tempestades mais intensa desde setembro de 2005. A erupção, que começou no domingo, deve enviar partículas até quarta-feira.


"Devido a este fenômeno, é quase certo que haverá uma tempestade geomagnética (perturbações no campo geomagnético da Terra causadas pela tempestade solar)", disse um comunicado da NOAA na segunda-feira. "A labareda solar associada alcançou sua máxima altura no dia 23 de janeiro", acrescentou. Um modelo informático feito pelo Centro de Previsões aponta que esta onda da tempestade terá seu maior efeito no campo magnético da Terra nesta terça-feira.

A tempestade ainda pode causar problemas na rede elétrica. Em 1972, uma erupção solar mais poderosa impediu as ligações de longa distância no Estado americano de Illinois. Em 1989, um evento parecido deixou 6 milhões de pessoas no escuro na província canadense do Quebec. 

27/07/2011

OMS: um terço da população mundial está infectada com o vírus da hepatite

Cerca de um terço da população mundial – ou dois bilhões de pessoas – estão infectadas com o vírus da hepatite. De acordo com dados divulgados pela Organização Mundial de Saúde (OMS) nesta terça-feira durante a primeira conferência para o Dia Mundial da Hepatite, a maioria dessas pessoas não sabe que contraiu o vírus e que pode vir a desenvolver a doença a qualquer momento da vida.

A hepatite é uma doença caracterizada pela inflamação do fígado que chega a vitimar cerca de um milhão de pessoas todos os anos. O vírus causador da doença pode ser disseminado pela água ou pela comida contaminadas, pelo sangue, pelo sêmen ou outros fluídos corporais. “A doença é crônica em todo o mundo, mas, infelizmente, ainda há pouca conscientização, mesmo entre gestores de saúde”, diz Steven Wiersma, especialista em hepatite da OMS.

Segundo Wiersma, a doença é causada, principalmente, por cinco vírus principais, chamados de A, B, C, D e E. O tipo B tem sido o mais comum pelo mundo e pode ser transmitido de mãe para filho durante o parto ou no começo da infância, bem como por injeções contaminadas ou pelo uso de drogas injetáveis. Já o vírus E, transmitido através da água ou da alimentação, é uma causa comum de surtos da doença em países em desenvolvimento - e vem sendo cada vez mais observado também em países desenvolvidos.

De acordo com a OMS, vacinas eficazes foram desenvolvidas para combater os vírus A e B e poderiam ainda serem usadas contra o D. Uma vacina para hepatite E também chegou a ser desenvolvida, mas não está amplamente disponível. Para o vírus C, ainda não há vacina disponível. Campanhas de vacinação alcançaram sucessos consideráveis em diversos países. Cerca de 180 dos 193 países membros da OMS incluíram a vacina contra hepatite B nos programas de imunização infantil.

Fonte: Veja

19/07/2011

Meeting inter-religioso para a paz em 11 a 13 de setembro

Munique, 18 jul (RV) - Dez anos depois dos atentados de 11 de setembro, líderes das maiores religiões, chefes de Estado e homens do mundo da cultura têm encontro marcado em Munique de 11 a 13 de setembro para o “Meeting inter-religioso para a paz” convocado pela Comunidade de Santo Egídio e pelo Cardeal Reinhard Marx, arcebispo de Munique.

“O espírito de Assis chegará a Munique” – explicou o arcebispo. Já deram sua adesão personalidades religiosas e políticas de mais de 60 países. O encontro será aberto pelo presidente Christian Wulff; a chanceler Angela Merkel tomará a palavra no dia seguinte, e seguirão pronunciamentos de vários expoentes.

Estes mesmos líderes vão se encontrar um mês depois, em 27 de outubro, com Bento XVI em Assis, no 25º aniversário do histórico encontro inter-religioso promovido por João Paulo II. 


Nota: E quando disserem "paz e segurança"... Interessante, mas cada vez mais previsível, que além de se multiplicarem as reuniões de tentativa de alinhamento entre os braços religiosos e políticos de planeta (além dos culturais que agregariam os "sem religião"), ainda todos eles se desloquem para encontrar com BXVI.

Fonte: Diário da Profecia

11/07/2011

União Europeia convoca reunião de emergência por crise de dívida

O chefe do Conselho Europeu, Herman Van Rompuy, convocou uma reunião de emergência com as principais autoridades que lidam com a crise da dívida da zona do euro para segunda-feira (11), refletindo a crescente preocupação com a chance de a crise chegar à Itália, a terceira maior economia da região.

Participarão da reunião o presidente do Banco Central Europeu, Jean-Claude Trichet, o chefe dos ministros das Finanças da região, Jean-Claude Juncker, o presidente da Comissão Europeia, José Manuel Barroso, e o comissário de Assuntos Econômicos e Monetários, Olli Rehn, disseram à Reuters três fontes oficiais.

O porta-voz de Van Rompuy, Dirk De Backer disse que "é uma reunião de coordenação, não de crise". Ele completou dizendo que a Itália não será tema da reunião e se recusou a dizer o que será discutido.

Entretanto, duas fontes disseram à Reuters que a situação na Itália será discutida.

As conversações foram organizadas depois de uma grande venda de ativos italianos na sexta-feira (8), que aumentou os temores que a Itália, com a maior relação entre dívida soberana e produção econômica na zona do euro após a Grécia, poderá ser o próximo país a sofrer com a crise.

A possibilidade de um segundo pacote de ajuda aos gregos também será discutida na reunião, disseram fontes.

A pressão do mercado se deve, em parte, à elevada dívida pública da Itália e à sua economia letárgica, mas também à preocupação de que o primeiro-ministro Silvio Berlusconi possa estar tentando prejudicar e até mesmo derrubar o ministro da Economia, Giulio Tremonti, que promoveu grandes cortes para controlar o déficit orçamentário.

"Não podemos seguir adiante por muitos dias como a sexta-feira", disse um alto funcionário do Banco Central Europeu. "Estamos muito preocupados com a Itália".

O encontro de emergência de segunda-feira vai preceder uma reunião previamente marcada entre os 17 ministros das Finanças da zona do euro para discutir como garantir a contribuição de investidores do setor privado para o segundo pacote de socorro à Grécia, assim como os resultados dos testes de estresse dos 91 bancos europeus.

A Espanha, tradicionalmente vista como o próximo dominó da crise, tem conseguido manter o seu acesso a financiamentos do mercado por meio de reformas fiscais. Mas por causa do tamanho das economias da Espanha e da Itália, a pressão na zona do euro pode aumentar drasticamente se os países eventualmente vierem a precisar de ajuda financeira.

O jornal alemão Die Welt citou no domingo uma fonte não identificada do BCE que teria dito que o atual fundo de resgate europeu, que tem um tamanho nominal de 440 bilhões de euros, não seria grande o suficiente para proteger a Itália porque não havia sido projetado para fazer isso.

Na Itália, neste domingo (10), políticos e funcionários do governo se esforçavam para apresentar uma frente unida e defender Tremonti. Umberto Bossi, o poderoso líder da coalizão de aliados da Liga Norte de Berlusconi, elogiou Tremonti por 'ouvir os mercados.'

"A partir de amanhã [segunda-feira], temos que mostrar que estamos unidos e bloqueando o esforço dos especuladores", disse Paolo Bonaiuti, um subsecretário e assessor de Berlusconi.

Fonte: G1

Nota: Enquanto os chefes de Estado se descabelam, o povo de Deus está seguro e firme como uma rocha, aguardando o pleno cumprimento da profecia de Daniel 2. 

04/07/2011

Atuais esforços contra aquecimento global são insuficiente

A seis meses da conferência internacional sobre o clima de Durban, na África do Sul, a chanceler federal alemã, Angela Merkel, fez um apelo por medidas concretas para redução da emissão de gases do efeito estufa.

"O que está agora na mesa não é suficiente", afirmou a premiê, acrescentando que, se não houver ações concretas agora para proteger o clima, sairá mais caro combater posteriormente as consequências do aquecimento global.

"É certo que em Durban não haverá um acordo final, mas os países devem avançar com metas concretas de redução", afirmou a chefe de governo neste domingo (03/07), durante o chamado segundo Diálogo do Clima de Petersberg, realizado em Berlim e que prossegue nesta segunda-feira.

Merkel disse ainda que a responsabilidade para limitar o aquecimento global a 2 graus Celsius é sobretudo dos países industrializados, mas que os esforços das nações ricas isoladamente não são suficientes. Por isso, disse a chanceler federal, é necessária a colaboração das nações emergentes.

"A proteção climática não conhece fronteiras. Ela atinge todos os países", disse Merkel, que cobrou ainda que os mecanismos e instrumentos para proteção do clima acordados no fim do ano passado na conferência de Cancún sejam implementados.

Responsabilidade ética

Para Merkel, a meta continua sendo alcançar um acordo legalmente vinculativo, "mesmo que isso seja difícil", acrescentando que se trata de "ter responsabilidade ética por este mundo".

Ela citou uma média global de emissões de dióxido de carbono de duas toneladas por pessoa como uma meta necessária para limitar o aquecimento global a no máximo dois graus centígrados, e afirmou ser esta "uma tarefa gigantesca", dadas as atuais 20 toneladas nos EUA, dez na Alemanha e mais de quatro na China.

Protocolo de Kyoto

O primeiro Diálogo de Petersberg foi organizado pelo governo alemão em maio de 2010 no Hotel Petersberg, localizado no morro de mesmo nome, nos arredores de Bonn.

A reunião informal de dois dias em Berlim, entre integrantes a nível ministerial de 35 países, serve de preparação para a conferência sobre mudanças climáticas de Durban, na África do Sul, agendada para ocorrer entre 28 de novembro e 9 dezembro. A cúpula é mais uma tentativa de se obter um acordo para um tratado sucessor ao Protocolo de Kyoto, que expira em 2012.

Na cúpula de Cancún, em 2010, no México, as nações fecharam um amplo pacote de medidas para combater as mudanças climáticas, mas não chegaram a um consenso sobre as obrigações futuras dos Estados para reduzir a emissão de gases de efeito estufa.

Dois pontos fundamentais

Na opinião de Martin Kaiser, diretor do departamento de política internacional para o clima do Greenpeace, há boas chances de este encontro ministerial de dois dias em Berlim dar um novo alento para as negociações climáticas.

"Há dois pontos fundamentais para um futuro acordo climático segundo especialistas: os países industrializados devem reduzir suas emissões de gases de efeito estufa em 25% a 40% em relação às emissões em 1990. E também as economias emergentes China, Índia, Brasil e África do Sul precisam se envolver nas decisões da próxima conferência sobre o clima e assumir compromissos para a redução de gases de efeito estufa", disse Kaiser em entrevista à Deutsche Welle.

Também é certo que os dois graus centígrados não podem ser alcançados se os dois maiores emissores, China e os EUA, não reduzirem suas emissões de gases de efeito estufa de forma maciça, acrescentou. Representantes de ambas as nações participam da reunião em Berlim. "O que é um bom sinal", disse Kaiser. "Mas Obama até hoje não cumpriu sua promessa de campanha, que era apoiar um acordo climático internacional", criticou.

Fonte: dw-world.de

Nota: A pergunta é: O que os Estados Unidos irão fazer para reduzir de forma maciça suas emissões de gases, de modo que seja exemplo para todo o mundo?

01/07/2011

Grécia pode desencadear nova crise financeira mundial

Apesar de os mercados terem reagido bem à aprovação do pacote de austeridade pelo parlamento da Grécia nesta quarta-feira, a avaliação dos especialistas é que o movimento serviu apenas para a zona do euro adiar a moratória da dívida do país. Mesmo que o bloco tenha ganhado tempo para se preparar para o pior, a falência de uma economia integrante da união monetária teria consequências de profundidade e duração imprevisíveis, uma vez que não há precedentes na história. Os gregos e seus pares da União Europeia estão, no momento, a estudar maneira de reduzir os impactos. De antemão, é possível antever que o evento macularia a imagem do euro e agravaria a crise no setor bancário mundial, que dura desde 2008. Muitas das grandes instituições financeiras europeias dependem do pagamento das dívidas gregas para manterem seus balanços positivos e perpetuarem a circulação do dinheiro na economia.

Crise do euro – A Grécia, do ponto de vista produtivo, é pouco expressiva tanto para a Europa quanto para a economia mundial. O risco que representa é monetário, isto é, para a estabilidade do euro. O país faz parte de um projeto de moeda única que envolve outras 16 economias e, portanto, impõe um risco de contágio para seus parceiros. Uma vez que a Grécia se endivida usando o euro e não consegue honrar seus compromissos, as emissões de dívida dos outros países que usam a mesma moeda começam a ser comprometidas – sobretudo daquelas nações também ditas ‘periféricas’ do bloco, como Portugal e Irlanda, e que têm problemas semelhantes. “O euro é uma moeda nova ainda. Embora seja emitida pelo Banco Central Europeu, uma entidade confiável, ela requer credibilidade e reputação”, explica Fernando Ribeiro, professor de economia do Insper.

Uma eventual moratória grega minaria a confiança dos mercados no euro, desvalorizando-o, e prejudicaria a recuperação de toda a região que adota a moeda única – e que, com exceção da Alemanha, ainda patina para sair da crise financeira iniciada em 2008. Portanto, um episódio extremo como esse seria acompanhado de outras crises, desta vez envolvendo a Irlanda, Portugal ou Espanha. “A Grécia é apenas uma carta neste castelo de cartas que pode desmoronar”, afirma Luiz Niemeyer, professor de economia do Ibmec Rio.

Crise bancária – Um possível calote da dívida soberana da Grécia também traria duras consequências a bancos espalhados pelo continente. De acordo com um levantamento feito pelo banco de investimentos Barclays Capital, o Credit Agricole, uma das maiores instituições financeiras da França, possui perto de 272 bilhões de euros em títulos gregos; valor superado apenas pelo belga KBC, que detém 273 bilhões de euros. Já o banco da Alemanha mais exposto aos papéis gregos é o Munich RE, que tem em mãos 271 bilhões de dólares em dívidas do país. “Se a Grécia não honrar o seus pagamentos, os bancos ao redor do mundo ficarão descapitalizados. Com menos dinheiro em caixa, eles emprestarão menos à economia e a percepção de risco aumentará”, afirmou Homero Guizzo, economista da consultoria LCA.

Novo Lehman Brothers – A hipótese de um calote na Grécia, principalmente se ocorrer de forma desordenada, já espalha nos investidores o temor de um novo episódio Lehman Brother – em referência à abrupta falência do grande banco americano, em 2008, que desencadeou um efeito dominó no sistema financeiro internacional.

“O grande receio é em relação aos bancos. Um calote da dívida grega traria um impacto imediato nos balanços das instituições financeiras”, afirma Alessandra Ribeiro, analista da Tendências Consultoria. A economista e também Guizzo, da LCA, destacam, ao menos, uma boa notícia. Há quase três anos, bancos europeus e americanos estão em processo de recuperação e hoje contam com menor alavancagem – cenário oposto ao encontrado no período pré-crise, em que as instituições financeiras dispunham de recursos com valor quase 40 vezes superiores ao do seu patrimônio.

O alerta final é que a relação dos grandes bancos que têm papéis gregos – e que devem balançar em caso de calote – pode estar subestimada. “Bancos que não entram na lista dos credores diretos da Grécia podem estar, na realidade, também muito expostos ao problema. O CDS (credit default swap), instrumento financeiro que teve participação na derrocada do banco Lehman Brothers, é o que pode colocá-los nesta situação”, revela Alessandra. Este mecanismo funciona como um seguro contra calotes de dívidas. Se a Grécia declara que não pagará determinado papel que está segurado, o custo recairá sobre o CDS. Logo, um mecanismo criado para trazer segurança imporá perdas a bancos e seguradoras que o detêm, agravando a crise. Para piorar, estes instrumentos são negociados fora do ambiente das bolsas de valores e são difíceis de serem rastreados. Em resumo, ninguém sabe ao certo o tamanho do problema.

29/06/2011

É inevitável que algum país deixe a Zona do Euro

Unindo-se a nomes como Buffett, Roubini e Jack Straw, o bilionário George Soros acredita que eventualmente algum país irá deixar a Zona do Euro. Neste domingo, o megainvestidor solicitou aos formuladores de política econômica que criem um “plano B” que possa salvar a União Europeia do iminente colapso econômico. Soros, famoso por ganhar US$ 1 bilhão ao apostar contra a libra britânica em 1992, não nomeou nenhum país que ele acredite que deixará o euro, mas as especulações sobre o destino da Grécia estão aumentando, à medida que os políticos discutem sobre novas medidas de austeridade requeridas por organismos internacionais como pré-requisito para novos resgates.

Em um painel em Viena, Soros reiterou sua visão de que o euro tem uma falha básica desde o começo, que é não ser apoiada por uma união política ou um tesouro conjunto. “O euro não teve provisão para correção. Não houve nenhuma disposição sobre países deixando o euro, o que nas circunstâncias atuais é provavelmente inevitável”, disse o megainvestidor.

Ao mesmo tempo em que disse que a sobrevivência da União Europeia é de “interesse vital de todos”, Soros afirmou que o bloco precisa de mudanças estruturais para interromper um processo de desintegração. “Não há um plano B no momento. É por isso que as autoridades estão se apegando ao status quo e insistindo em preservar as disposições existentes ao invés de reconhecer que há falhas fundamentais que precisam ser corrigidas”.

A crise da dívida em alguns membros periféricos testa a coesão da União Europeia, enquanto em países saudáveis há crescente inquietação da população em relação aos resgates. Segundo Soros, os líderes agora precisam adotar medidas para remediar a situação. “Vamos encarar os fatos: estamos à beira de um colapso econômico que se inicia, vamos dizer, na Grécia, mas que poderia facilmente se espalhar. O sistema financeiro permanece extremamente vulnerável... Estamos à beira do colapso e este é o momento de reconhecer a necessidade de mudança.” [...]


Nota: Além de a União Europeia não contar com uma união política, a própria união econômica se encontra à beira do colapso. Essa é outra matéria que reforça a precisão da profecia de Daniel capítulo 2 (escrita meio milênio antes de Cristo), segundo a qual a Europa (pés da estátua) jamais será reunificada.

21/06/2011

FMI: hesitação europeia pode provocar nova crise mundial

O mundo pode vir sofrer a segunda crise financeira global em apenas três anos se a União Europeia (UE) continuar a hesitar no auxílio à Grécia e provocar a falência do país, com efeito dominó em outras nações europeias e ameaçando a integridade da zona euro. O alerta foi feito pelo Fundo Monetário Internacional (FMI).

Os ministros das Finanças da UE concordaram em lançar um novo plano de resgate para a Grécia, dentro de um ano, pois Atenas não conseguirá regressar aos mercados para refinanciar a sua dívida dentro dos prazos pensados aquando do primeiro resgate. Mas os responsáveis europeus continuam a arrastar a aprovação da quinta tranche relativa ao plano inicial, de 12 mil milhões de euros, e a condicioná-la à aprovação de mais medidas de austeridade por parte da Grécia, um país profundamente dividido social e politicamente.

Face a esta indecisão, o FMI lançou as críticas mais duras desde que Dominique Strauss-Khan se demitiu da direcção do fundo e o comando interino passou para as mãos do norte-americano John Lipsky. "Os políticos discutem ainda dilemas desconfortáveis, aumentando as incertezas sobre o resultado final. Com problemas orçamentais e financeiros profundamente entrelaçados, falhar em tomar medidas decisivas poderá rapidamente fazer alastrar as tensões para o coração da zona euro e resultar em turbulências globais... um resultado caótico não pode ser afastado", avisou o FMI, citado pelo The Guardian.

Por seu turno, Lipsky reafirmou o aviso feito pelo próprio organismo, de que uma falha na zona euro irá provocar um sismo mundial, e indirectamente acusou as tentativas da UE em resolver a crise, nos últimos 18 meses, de se serem desarticuladas, indecisas e improdutivas.

Fonte: DN

Número de deslocados no mundo é o maior em 15 anos

Existem no mundo, hoje, 43,7 milhões de pessoas que tiveram de deixar suas casas e buscar a vida em outro lugar - o maior número em 15 anos e o equivalente à população da Colômbia. Entre esses, 15,4 milhões são refugiados em algum outro país e 27,5 milhões são deslocados internos, ou seja, pessoas que foram forçadas a se mudar, mas continuam na nação de origem.

Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (20), Dia Mundial dos Refugiados, pela agência da ONU que cuida do tema, Acnur. Segundo o relatório Tendências Globais 2010, os países que mais exportam refugiados são o Afeganistão e o Iraque. Os que mais recebem pessoas são Paquistão, Irã e Síria - 80% dos refugiados do mundo foram acolhidos por países em desenvolvimento.



"Um número preocupante é o de situações prolongadas de refúgio, em que a pessoa está em outro país por mais de cinco anos. São 7,2 milhões, número nunca antes registrado, de pessoas que não têm condições de voltar a seus países", disse Luiz Fernando Godinho, porta-voz da Acnur no Brasil, durante a divulgação do relatório, em São Paulo.

Outra preocupação é o aumento de número de deslocados internos. "Como os controles de fronteiras aumentaram, especialmente de países europeus, a população de deslocados internos cresce", disse Godinho.

"Não é fácil conscientizar um país sobre a necessidade de se abrigar refugiados. Geralmente, quando surge o problema, surpreende o país que abriga. Temos uma visão diferente daquela que vê o refugiado como concorrente do nacional. Pode até aumentar um pouco a concorrência, mas não vai colocar em risco um país, por exemplo", disse o secretário especial de direitos humanos de São Paulo, José Gregori.

Em entrevista em Roma, o Alto Comissário das Nações Unidas para os Refugiados, Antonio Guterres, disse que "os temores quanto a supostas enxurradas de refugiados em países industrializados estão sendo tremendamente exagerados ou equivocadamente confundidos com questões de migração. 'Enquanto isso, são os países mais pobres que ficam com o ônus."

Brasil

O número de refugiados no Brasil é de 4.401, de 77 nacionalidades, segundo dados do Comitê Nacional para Refugiados. Os africanos são os mais presentes no país. Entre eles, as principais nacionalidades são angolanos (38,3%) e congoleses (10,3%). Os colombianos são o segundo maior grupo, com 14,2%.

No ano passado, a Cáritas Arquidiocesana de São Paulo, que trabalha com refugiados desde 1977, atendeu 1868 pessoas em situação de refúgio, dos quais 10% têm diploma universitário e só 1% eram analfabetos.

Fonte: G1

20/06/2011

Inundações deixam cerca de cem mortos na China

Chuvas torrenciais nas regiões sul e leste da China mataram mais de cem pessoas e levaram à retirada de cerca de 500 mil de áreas rurais devastadas nos últimos dias, diz reportagem da agência Reuters com informações da mídia local neste domingo (19). Há 78 pessoas desaparecidas, de acordo com a agência Efe, que cita dados do Ministério de Assuntos Civis.



De acordo com o escritório do Ministério, mais de três milhões de pessoas foram afetadas pelas inundações e chuvas torrenciais, que atingiram 13 divisões administrativas da China, especialmente na bacia do rio Yangtzé, a mesma onde nos primeiros cinco meses do ano muitos lagos e rios secaram.

Uma das províncias mais afetadas pelas inundações é a de Zhejiang, na costa leste da China e a zona mais próspera do país, onde o rio Qiantang, principal da província, atingiu seu nível máximo em 50 anos.

Informações da agência oficial "Xinhua" assinalaram que mais de dois milhões de pessoas foram afetadas só nessa província, enquanto mil empresas da zona foram obrigadas a parar suas operações.
No mesmo período do ano passado, as chuvas causaram mais de 4,3 mil mortes, na temporada mais catastrófica dos últimos 12 anos.

Semanas de tempestades na província de Zhejiang causaram danos de cerca de US$ 772 milhões, reduzindo a produção vegetal em 20% e elevando os preços dos alimentos em até 40%, segundo a agência Reuters.

Fonte: G1

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